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Q3306663 Português
Texto CG2A1

        Um dos principais benefícios da comunicação não violenta (CNV) é a promoção da empatia e da compaixão entre as pessoas. Ao reconhecer as necessidades e os sentimentos dos outros, somos capazes de nos colocar em seus lugares e compreender suas perspectivas, o que facilita a resolução de conflitos e a construção de relações mais saudáveis. Como afirma Marshall Bertram Rosenberg, em sua obra Comunicação não violenta, “a CNV nos guia na reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros, pela concentração em quatro áreas: o que observamos, o que sentimos, do que necessitamos e o que pedimos para nos enriquecer a vida”. A CNV promove uma escuta, um respeito e uma empatia profundos. Algumas pessoas usam a CNV para reagir compassivamente a si mesmas; outras, para estabelecer maior profundidade em suas relações pessoais, e outras, ainda, para gerar relacionamentos eficazes no trabalho ou na política. No mundo inteiro, utiliza-se a CNV para mediar disputas e conflitos em todos os níveis.

        Particularmente no que se refere à função ministerial, é preciso que se evite o que o autor chama de comunicação alienante da vida, isto é, “os juízos morais, que atribuem erro ou ruindade às pessoas que não agem conforme certos valores”. Com efeito, um órgão acusatório inevitavelmente terá que formular, de modo técnico, imputações acerca da prática de ilícitos (uma denúncia criminal narrará a prática de uma conduta que se amolda a um tipo penal), o que não significa, contudo, que os agentes públicos que integram a instituição estejam autorizados a proferir julgamentos morais. No modelo de um Ministério Público dialógico, ou seja, aquele que efetivamente se abre à interlocução com a sociedade, a CNV é fator que transforma o discurso em prática, pois propicia o diálogo face a face com os mais diferentes e antagônicos setores e, a partir disso, a construção de confiança e o desenvolvimento do compromisso e da compreensão comuns entre os atores envolvidos.

Pedro Abi-Eçab e Walter Otsuka. Comunicação não violenta como ferramenta para a resolutividade do Ministério Público. In: Revista Jurídica – Corregedoria Nacional do Ministério Público, v. 8, 2023, p. 392-3 (com adaptações). 

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 


Entende-se da leitura do texto que, no contexto do modelo dialógico de Ministério Público, a CNV favorece a conformidade entre palavras e ações.  

Alternativas
Q3306662 Português
Texto CG2A1

        Um dos principais benefícios da comunicação não violenta (CNV) é a promoção da empatia e da compaixão entre as pessoas. Ao reconhecer as necessidades e os sentimentos dos outros, somos capazes de nos colocar em seus lugares e compreender suas perspectivas, o que facilita a resolução de conflitos e a construção de relações mais saudáveis. Como afirma Marshall Bertram Rosenberg, em sua obra Comunicação não violenta, “a CNV nos guia na reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros, pela concentração em quatro áreas: o que observamos, o que sentimos, do que necessitamos e o que pedimos para nos enriquecer a vida”. A CNV promove uma escuta, um respeito e uma empatia profundos. Algumas pessoas usam a CNV para reagir compassivamente a si mesmas; outras, para estabelecer maior profundidade em suas relações pessoais, e outras, ainda, para gerar relacionamentos eficazes no trabalho ou na política. No mundo inteiro, utiliza-se a CNV para mediar disputas e conflitos em todos os níveis.

        Particularmente no que se refere à função ministerial, é preciso que se evite o que o autor chama de comunicação alienante da vida, isto é, “os juízos morais, que atribuem erro ou ruindade às pessoas que não agem conforme certos valores”. Com efeito, um órgão acusatório inevitavelmente terá que formular, de modo técnico, imputações acerca da prática de ilícitos (uma denúncia criminal narrará a prática de uma conduta que se amolda a um tipo penal), o que não significa, contudo, que os agentes públicos que integram a instituição estejam autorizados a proferir julgamentos morais. No modelo de um Ministério Público dialógico, ou seja, aquele que efetivamente se abre à interlocução com a sociedade, a CNV é fator que transforma o discurso em prática, pois propicia o diálogo face a face com os mais diferentes e antagônicos setores e, a partir disso, a construção de confiança e o desenvolvimento do compromisso e da compreensão comuns entre os atores envolvidos.

Pedro Abi-Eçab e Walter Otsuka. Comunicação não violenta como ferramenta para a resolutividade do Ministério Público. In: Revista Jurídica – Corregedoria Nacional do Ministério Público, v. 8, 2023, p. 392-3 (com adaptações). 

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 


As aplicações da CNV em diversos âmbitos, como o psicológico, o interpessoal ou o profissional, visam impedir o surgimento de conflitos.  

Alternativas
Q3306661 Português
Texto CG2A1

        Um dos principais benefícios da comunicação não violenta (CNV) é a promoção da empatia e da compaixão entre as pessoas. Ao reconhecer as necessidades e os sentimentos dos outros, somos capazes de nos colocar em seus lugares e compreender suas perspectivas, o que facilita a resolução de conflitos e a construção de relações mais saudáveis. Como afirma Marshall Bertram Rosenberg, em sua obra Comunicação não violenta, “a CNV nos guia na reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros, pela concentração em quatro áreas: o que observamos, o que sentimos, do que necessitamos e o que pedimos para nos enriquecer a vida”. A CNV promove uma escuta, um respeito e uma empatia profundos. Algumas pessoas usam a CNV para reagir compassivamente a si mesmas; outras, para estabelecer maior profundidade em suas relações pessoais, e outras, ainda, para gerar relacionamentos eficazes no trabalho ou na política. No mundo inteiro, utiliza-se a CNV para mediar disputas e conflitos em todos os níveis.

        Particularmente no que se refere à função ministerial, é preciso que se evite o que o autor chama de comunicação alienante da vida, isto é, “os juízos morais, que atribuem erro ou ruindade às pessoas que não agem conforme certos valores”. Com efeito, um órgão acusatório inevitavelmente terá que formular, de modo técnico, imputações acerca da prática de ilícitos (uma denúncia criminal narrará a prática de uma conduta que se amolda a um tipo penal), o que não significa, contudo, que os agentes públicos que integram a instituição estejam autorizados a proferir julgamentos morais. No modelo de um Ministério Público dialógico, ou seja, aquele que efetivamente se abre à interlocução com a sociedade, a CNV é fator que transforma o discurso em prática, pois propicia o diálogo face a face com os mais diferentes e antagônicos setores e, a partir disso, a construção de confiança e o desenvolvimento do compromisso e da compreensão comuns entre os atores envolvidos.

Pedro Abi-Eçab e Walter Otsuka. Comunicação não violenta como ferramenta para a resolutividade do Ministério Público. In: Revista Jurídica – Corregedoria Nacional do Ministério Público, v. 8, 2023, p. 392-3 (com adaptações). 

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 


Segundo o texto, uma das vantagens do uso da CNV é propiciar a empatia entre as pessoas. 

Alternativas
Q3306660 Português
Texto CG2A1

        Um dos principais benefícios da comunicação não violenta (CNV) é a promoção da empatia e da compaixão entre as pessoas. Ao reconhecer as necessidades e os sentimentos dos outros, somos capazes de nos colocar em seus lugares e compreender suas perspectivas, o que facilita a resolução de conflitos e a construção de relações mais saudáveis. Como afirma Marshall Bertram Rosenberg, em sua obra Comunicação não violenta, “a CNV nos guia na reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros, pela concentração em quatro áreas: o que observamos, o que sentimos, do que necessitamos e o que pedimos para nos enriquecer a vida”. A CNV promove uma escuta, um respeito e uma empatia profundos. Algumas pessoas usam a CNV para reagir compassivamente a si mesmas; outras, para estabelecer maior profundidade em suas relações pessoais, e outras, ainda, para gerar relacionamentos eficazes no trabalho ou na política. No mundo inteiro, utiliza-se a CNV para mediar disputas e conflitos em todos os níveis.

        Particularmente no que se refere à função ministerial, é preciso que se evite o que o autor chama de comunicação alienante da vida, isto é, “os juízos morais, que atribuem erro ou ruindade às pessoas que não agem conforme certos valores”. Com efeito, um órgão acusatório inevitavelmente terá que formular, de modo técnico, imputações acerca da prática de ilícitos (uma denúncia criminal narrará a prática de uma conduta que se amolda a um tipo penal), o que não significa, contudo, que os agentes públicos que integram a instituição estejam autorizados a proferir julgamentos morais. No modelo de um Ministério Público dialógico, ou seja, aquele que efetivamente se abre à interlocução com a sociedade, a CNV é fator que transforma o discurso em prática, pois propicia o diálogo face a face com os mais diferentes e antagônicos setores e, a partir disso, a construção de confiança e o desenvolvimento do compromisso e da compreensão comuns entre os atores envolvidos.

Pedro Abi-Eçab e Walter Otsuka. Comunicação não violenta como ferramenta para a resolutividade do Ministério Público. In: Revista Jurídica – Corregedoria Nacional do Ministério Público, v. 8, 2023, p. 392-3 (com adaptações). 

De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue o seguinte item. 


Infere-se do segundo parágrafo do texto que a relevância da CNV no contexto do Ministério Público reside em impedir que acusações formuladas por seus agentes sejam influenciadas por divergências axiológicas entre as partes. 

Alternativas
Q3305736 Geografia

Acerca de soberania e segurança alimentar, julgue o item que se segue. 


O reconhecimento e a proteção dos territórios tradicionais são essenciais para garantir que os povos indígenas possam manter sua soberania alimentar, pois esses territórios fornecem os recursos necessários para sua alimentação. 

Alternativas
Q3305735 Direito Agrário

Acerca de soberania e segurança alimentar, julgue o item que se segue. 


A segurança alimentar e nutricional das comunidades tradicionais não depende da preservação de suas práticas agrícolas e alimentares, pois a modernização pode suprir suas necessidades alimentícias. 

Alternativas
Q3305734 Ciência Política

Acerca de soberania e segurança alimentar, julgue o item que se segue. 


A globalização beneficia as comunidades tradicionais, especialmente no que diz respeito ao acesso a recursos naturais e ao intercambio de práticas alimentares e agrícolas. 

Alternativas
Q3305733 Antropologia

Em relação a sistemas agroalimentares, julgue o próximo item.


Os sistemas agroalimentares tradicionais têm uma forte conexão com a cultura local, pois a produção de alimentos está, muitas vezes, vinculada a rituais e conhecimentos transmitidos de geração em geração. 

Alternativas
Q3305732 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Em relação a sistemas agroalimentares, julgue o próximo item.


Os sistemas agroalimentares devem ser compreendidos como sistemas integrados que envolvem a agricultura, a pesca, o extrativismo e os outros modos de produção de alimentos, com impactos diretos na saúde e no meio ambiente. 

Alternativas
Q3305731 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Em relação a sistemas agroalimentares, julgue o próximo item.


A transição para sistemas agroalimentares sustentáveis exige apenas mudanças nas práticas agrícolas, sem a necessidade de alterações de políticas públicas. 

Alternativas
Q3305730 Engenharia Agronômica (Agronomia)

Em relação a sistemas agroalimentares, julgue o próximo item.


A globalização dos mercados agroalimentares geralmente beneficia grandes empresas e cadeias produtivas intensivas, o que dificulta a autonomia dos agricultores familiares e comunidades tradicionais, que enfrentam desafios como a concorrência desleal e a padronização de produtos. 

Alternativas
Q3305729 Antropologia

Julgue o item subsecutivo, a respeito de registros e inventários materiais e imateriais da cultura alimentar e gastronômica. 


O reconhecimento da gastronomia tradicional como patrimônio cultural imaterial contribui para a valorização e preservação das culturas alimentares locais. 

Alternativas
Q3305728 Antropologia

Julgue o item subsecutivo, a respeito de registros e inventários materiais e imateriais da cultura alimentar e gastronômica. 


Registro e inventário de práticas alimentares tradicionais e gastronômicas devem envolver tanto os aspectos materiais (ingredientes e utensílios) quanto imateriais (saberes, rituais e modos de preparo). 

Alternativas
Q3305727 Antropologia

Julgue o item subsecutivo, a respeito de registros e inventários materiais e imateriais da cultura alimentar e gastronômica. 


O patrimônio alimentar não é considerado como um patrimônio cultural imaterial, pois este é percebido principalmente como saberes-fazeres. 

Alternativas
Q3305726 Ciência Política

No que se refere a políticas públicas de alimentação e segurança alimentar e nutricional, julgue o item seguinte. 


Políticas públicas de alimentação não têm impacto significativo na redução das desigualdades sociais, pois o mercado livre é suficiente para garantir o acesso alimentar a toda a população. 

Alternativas
Q3305725 Nutrição

No que se refere a políticas públicas de alimentação e segurança alimentar e nutricional, julgue o item seguinte. 


O sistema de segurança alimentar e nutricional (Sisan) é uma rede de instituições públicas e organizações da sociedade civil que visa a integrar as políticas de alimentação e nutrição no Brasil. 

Alternativas
Q3305724 Nutrição

No que se refere a políticas públicas de alimentação e segurança alimentar e nutricional, julgue o item seguinte. 


A implementação de políticas públicas de segurança alimentar e nutricional é fundamental para a redução da fome e da desnutrição no Brasil. 

Alternativas
Q3305723 Nutrição

No que se refere a políticas públicas de alimentação e segurança alimentar e nutricional, julgue o item seguinte. 


Além da quantidade, as políticas de segurança alimentar também devem focar na qualidade nutricional e nos aspectos culturais da alimentação, com respeito à diversidade alimentar das populações. 

Alternativas
Q3305722 Museologia

Em relação a patrimônios culturais alimentares, julgue o item que se segue.


O uso de tecnologias digitais permite a preservação de saberes alimentares de forma que possa ser facilmente compartilhada, documentada e acessada, além de promover o intercâmbio entre diferentes culturas alimentares.  

Alternativas
Q3305721 Antropologia

Em relação a patrimônios culturais alimentares, julgue o item que se segue.


As práticas alimentares tradicionais são fundamentais para a manutenção de rituais culturais, identidades e modos de vida específicos de povos indígenas e quilombolas, uma vez que a alimentação é um elo direto com a ancestralidade e o território dos povos originários. 

Alternativas
Respostas
18461: C
18462: E
18463: C
18464: C
18465: C
18466: E
18467: E
18468: C
18469: C
18470: E
18471: C
18472: C
18473: C
18474: E
18475: E
18476: C
18477: C
18478: C
18479: C
18480: C