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A tecnologia assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que agrega produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a autonomia, independência, qualidade de vida e a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Disponível em: <https://www.sed.ms.gov.br/wpcontent/uploads/2019/05/Cartilha-TEA-E-Book-1.pdf>. Acesso em: 23 jan. 2024.
Na prescrição do recurso, o terapeuta deve avaliar
Nenhum homem é capaz de avaliar devidamente sua própria personalidade, posto que está ele mesmo dentro de suas próprias fronteiras – tal como nossos astrônomos não são capazes de ver a forma da galáxia na qual se move o sistema solar. Sendo assim, o profissional deve exercer toda a sua habilidade para buscar diferenciar as informações verdadeiras, confiáveis e consistentes das falsas e inconsistentes.
MAYER-GROSS, Slater e Roth. In: DALGALARRONDO. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais, p.77. 1976.
A partir dessa perspectiva, durante a avaliação psicológica o paciente pode apresentar o ato de esconder ou negar voluntariamente a presença de sinais e sintomas psicopatológicos. Essa característica é denominada de
Paciente jovem, feminina, chega ao pronto socorro com relato de ingestão de 3 cartelas de clonazepam há 30 minutos, em uma tentativa de suicídio. A paciente chega sonolenta, com redução de nível de consciência, coordenação motora. Foi monitorizada, realizado acesso venoso periférico, com sinais vitais: SATO2 96% em ar ambiente, FC 65 bpm, PA 112x68 mmHg, ECG 14.
O medicamento que deve ser administrado nesse caso é o
Paciente masculino, 50 anos, fazendeiro, chega ao pronto socorro com dor aguda e intensa em tornozelo esquerdo, com 2 orifícios, com edema +3/4 em membro acometido, bolhas e equimoses, de caráter progressivo e início há 4 horas. Também relata epistaxe e gengivorragia. Refere ter visualizado animal rastejante na mata onde estava. Foram realizados exames laboratoriais cujos resultados foram: Hb 14, leucócitos 12.578 com desvio a esquerda, plaquetas 100.000, creatinina 1,6, ureia 74, EAS com 100.000 leucocituria, > 1.000.000 hemácias, TAP e TTPa alargados.
O soro a ser administrado neste caso deve ser o
Paciente, jovem, feminina, com histórico de asma na infância, chega ao ambulatório de pneumologia para acompanhamento dos sintomas. Paciente com exacerbações frequentes, com dispneia aos moderados esforços, que afetam suas atividades diárias e necessidade de uso do salbutamol todos os dias. Também vem tendo despertares noturnos diários. Trouxe espirometria realizada há 2 semanas, com VEF1 50% do predito e variação do VEF > 30% do predito.
Sendo assim, a classificação com base nos sintomas apresentados é de asma
Paciente de 67 anos, masculino, hipertenso, tabagista, com uso abusivo de bebidas destiladas, chega ao pronto socorro, acompanhado de familiares, que referiram história de quatro episódios de hematêmese volumosa, ansioso. Ao exame físico há palidez, extremidades frias, com dor durante a palpação em região epigástrica e mesogástrio, com descompressão brusca negativa. Sinais vitais: FC 117 bpm, PA 110X72 mmHg, SATO2 92% em ar ambiente, FR 26 ipm, ECG 15. Nega febre, infecções, cirurgias e internações recentes.
A partir do caso apresentado, o paciente foi prontamente diagnosticado com choque hemorrágico, cuja classe é
Paciente feminina, jovem, chega ao pronto socorro com queixa de mal-estar súbito. Ao passar pela triagem, identifica-se FC 165 bpm, PA 130x92 mmHg, SATO2 97% em ar ambiente, FR 19 ipm. Paciente consciente e orientada, sem história de confusão mental, nega dor torácica, dispneia, síncope e outras queixas. Nega comorbidades e refere ser o primeiro episódio. Foi monitorizada, realizado acesso venoso periférico e eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações. Ao realizar o ECG, é identificado taquicardia supraventricular, com QRS estreito.
As medidas iniciais que devem ser realizadas para tratar a paciente são