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Paciente do sexo masculino, 72 anos, portador de doença renal crônica estádio V em acompanhamento ambulatorial regular com diretivas documentadas em prontuário médico de não iniciar terapia renal substitutiva, é internado com quadro de hemorragia digestiva alta. No momento da internação, o paciente reafirmou que “prefere morrer a realizar hemodiálise”. Endoscopia digestiva alta evidenciou úlcera duodenal com sinais de sangramento ativo, tendo recebido tratamento endoscópico e farmacológico apropriado. Hoje, no quarto dia de internação, evolui com piora da azotemia e confusão mental.
Qual é a conduta correta?
Paciente do sexo masculino, 68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:
Qual é o tratamento indicado neste momento?