Foram encontradas 35.782 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Falta de saneamento básico causa internação de mais de 300 mil cidadãos em 2024, diz estudo
Um estudo divulgado nesta quarta-feira, dia 19/11, comprovou o tamanho de um dos maiores desafios para o Brasil: a falta de saneamento básico causou a internação de mais de 300 mil cidadãos em 2024.
O caminho da água que abastece alguns moradores de Heliópolis é tortuoso. Começa em um gato e segue com emendas cruzando córregos, ziguezagueando por muros, subindo paredes. Já o que leva os dejetos para fora das casas é bem mais direto: do cano na parede do banheiro para dentro do córrego a cada descarga. Essa arquitetura do improviso ou da necessidade resolve um problema imediato dos moradores, mas vai espalhando pelo bairro um problema ainda maior: de saúde.
O levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que diarreias, verminoses, doenças de pele e as causadas pela proliferação de mosquitos, como dengue e Chikungunya, internaram 344 mil brasileiros só em 2024. A melhora do saneamento no Brasil se arrasta. Em 16 anos, no período de 2006 a 2022, o abastecimento de água tratada cresceu apenas 4,6 pontos percentuais. A coleta de esgoto avançou 1 ponto percentual por ano. O tratamento de esgoto nem isso: 14 pontos percentuais em 16 anos. E o Brasil chegou a 2025 com quase metade da população sem coleta ou tratamento de esgoto.
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/03/19/falta-desaneamento-basico-causa-internacao-de-mais-de-300-mil-cidadaos-em-2024- diz-estudo.ghtml. Acesso em: 26 nov. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Falta de saneamento básico causa internação de mais de 300 mil cidadãos em 2024, diz estudo
Um estudo divulgado nesta quarta-feira, dia 19/11, comprovou o tamanho de um dos maiores desafios para o Brasil: a falta de saneamento básico causou a internação de mais de 300 mil cidadãos em 2024.
O caminho da água que abastece alguns moradores de Heliópolis é tortuoso. Começa em um gato e segue com emendas cruzando córregos, ziguezagueando por muros, subindo paredes. Já o que leva os dejetos para fora das casas é bem mais direto: do cano na parede do banheiro para dentro do córrego a cada descarga. Essa arquitetura do improviso ou da necessidade resolve um problema imediato dos moradores, mas vai espalhando pelo bairro um problema ainda maior: de saúde.
O levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que diarreias, verminoses, doenças de pele e as causadas pela proliferação de mosquitos, como dengue e Chikungunya, internaram 344 mil brasileiros só em 2024. A melhora do saneamento no Brasil se arrasta. Em 16 anos, no período de 2006 a 2022, o abastecimento de água tratada cresceu apenas 4,6 pontos percentuais. A coleta de esgoto avançou 1 ponto percentual por ano. O tratamento de esgoto nem isso: 14 pontos percentuais em 16 anos. E o Brasil chegou a 2025 com quase metade da população sem coleta ou tratamento de esgoto.
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2025/03/19/falta-desaneamento-basico-causa-internacao-de-mais-de-300-mil-cidadaos-em-2024- diz-estudo.ghtml. Acesso em: 26 nov. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ANDRADE, C. D. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 85.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ANDRADE, C. D. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 85.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ANDRADE, C. D. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 85.
Uma paciente de 29 anos, assistente administrativa, vai à drogaria e procura o farmacêutico, relatando dor de garganta há dois dias. Ao realizar a anamnese, o profissional observa que a dor é discreta, piora ao engolir, não tem irradiação, nem placas purulentas e a paciente não apresenta febre. Ana refere a uma leve irritação faríngea após falar muito no trabalho. Não apresenta tosse significativa, não usa outros medicamentos, não possui histórico de alergias e não relata doenças crônicas. A orofaringe apresenta discreta hiperemia, sem sinais de infecção bacteriana.
Considerando o quadro, o medicamento mais adequado para prescrição pelo farmacêutico é
Uma drogaria recebe grande quantidade de embalagens secundárias de medicamentos vencidos, todas vazias, após campanha de orientação municipal para descaracterização de embalagens.
Considerando o Decreto nº 10.388/2020, a conduta adequada para o descarte desses itens envolve
Durante uma visita domiciliar, a farmacêutica da Estratégia Saúde da Família (ESF) avalia um idoso com insuficiência cardíaca em uso de furosemida, enalapril e metoprolol. O paciente informa que costuma ingerir todas as medicações no início da manhã “para agilizar a rotina” e relata episódios recorrentes de tontura logo após acordar, além de piora do edema no final do dia.
Considerando a avaliação farmacoterapêutica realizada no domicílio, o conjunto dessas informações sugere
Em uma região atendida pela Estratégia Saúde da Família (ESF), o farmacêutico realiza visitas a pacientes polimedicados. Em um dos domicílios, encontra um usuário diabético e hipertenso, que utiliza metformina, enalapril e ibuprofeno diário para dor musculoesquelética. Durante a conversa, o paciente relata diminuição do volume urinário e cansaço progressivo.
A análise farmacoterapêutica no domicílio desse paciente indica que
O farmacêutico da Estratégia Saúde da Família (ESF) avalia uma idosa em uso de sertralina para depressão e tramadol para dor crônica. A paciente relata episódios de tremores, sudorese intensa e agitação, nas últimas semanas.
Considerando a avaliação farmacoterapêutica realizada em domicílio, os achados sugerem possível
Durante a triagem de um novo participante do Programa de Controle do Tabagismo, o farmacêutico observa que o paciente iniciou o uso de cigarros aos 13 anos, possui histórico de duas tentativas prévias de cessação e apresenta comorbidades respiratórias.
Considerando o processo descrito nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas (PCDT) do Sistema Único de Saúde (SUS), essa combinação de dados determina
Um paciente em tratamento de hepatite C apresenta os seguintes exames laboratoriais: AST: 501 U/L (VR: 5 a 40 U/L); ALT: 692 U/L (VR: 7-53 U/L); Hemoglobina: 12,5 g/dL (VR:13-18 g/dL).
Considerando os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas (PCDT) do Sistema Único de Saúde (SUS), a conduta terapêutica adequada é a
Uma usuária apresenta prescrição de fentanila adesiva 25 mcg/h, medicamento utilizado para dor intensa e incluído na Portaria SVS/MS nº 344/1998. Ao conferir a receita, o farmacêutico deve identificar o enquadramento dessa substância e o tipo de receituário exigido para sua dispensação.
Nessa situação, o medicamento é classificado como