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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041907 Veterinária
Nos carnívoros domésticos, a área de maciez absoluta para ausculta do coração engloba duas regiões topográficas torácicas, a cardíaca e a costal. Por isso, para aferição da frequência cardíaca desses animais, deve-se posicionar o estetoscópio entre os seguintes espaços intercostais: 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041906 Veterinária
Em função da posição anatômica do ducto parotídeo nos carnívoros domésticos, devese ter atenção especial quando for necessária intervenção cirúrgica na região topográfica da cabeça conhecida como 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041905 Veterinária
Em equinos, quando se delimita a área exposta aos raios X entre a porção distal da tíbia e a porção proximal do III metatársico, o objetivo é realizar uma radiografia dos ossos 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041904 Veterinária
Para melhor visualização das vísceras torácicas, a radiografia desta cavidade deve ser feita 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041903 Veterinária
Em cães e gatos com vômito crônico, o desenvolvimento de hemetêmese e melena sugerem sangramento em decorrência de doença gástrica erosivo-ulcerativa. Enquanto a causa primária é investigada deve-se implementar tratamento sintomático. Sobre protocolo terapêutico desta condição clínica marque a opção incorreta:
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041902 Veterinária
O exame histopatológico da pele consiste em importante técnica subsidiária para o diagnóstico dermatológico. A escolha da lesão cutânea a ser biopsiada é fator determinante para resultados conclusivos. Qual das recomendações para a biópsia cutânea está correta?
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041901 Veterinária
A pancreatite é caracterizada como um processo inflamatório que ocorre quando enzimas pancreáticas são ativadas prematuramente no órgão. O exame de maior sensibilidade para diagnóstico de pancreatite em cães é a dosagem de:
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041899 Segurança e Saúde no Trabalho
As ações no âmbito da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) devem constar do Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho e serem desenvolvidas de acordo com as seguintes diretrizes: 
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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041895 Português

Imagem associada para resolução da questão

O papel da interjeição no último quadrinho é:

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Ano: 2022 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2022 - UFG - Médico Veterinário |
Q2041893 Português


MONTADA NA SELA DO IMPOSSÍVEL


Helena Macedo em depoimento para Maryane

Martins



     Comecei trabalhando desde os 15 anos. Aos 13, aprendi a costurar. A minha mãe é costureira, e eu com essa idade já ajudava a fazer roupas. Assim começou. Na maioria dos meses, não tinha tanto serviço. Eu queria ganhar dinheiro, comprar minhas coisas, ajudar em casa. Eu e meus irmãos sempre trabalhamos, desde cedo. Eles carregavam frete. Rogério, com 11 anos, trabalhava com aço, fazendo espora. Faz 21 anos que ele foi assassinado. Hoje, só tenho 6 irmãos vivos.


     Um dia, conversando com Ritinha, minha vizinha, disse que queria um emprego pra ganhar dinheiro e trabalhar o tempo todo. E ela, vendo aquela menina, disse: “Vamos pra tenda que eu arrumo um emprego pra você.” Lá eram ela, outra mulher e vários homens. Não tinha nenhuma criança, só adultos. Eu trabalhava à tarde, às vezes à noite. Estudava de manhã. Nunca parei os estudos.

       Primeiro, fui ajudante. Fazia mandado, comprava mercadoria, varria a tenda, essas coisas simples. Depois, ainda com 15 anos, me tornei artesã. Tive a oportunidade de aprender. Ritinha é uma pessoa que eu considero muito, a seleira pioneira de Cachoeirinha e que ensinou a tantos, e também foi minha professora. Agradeço pela oportunidade que ela me deu. Trabalhei com ela por uns 3 ou 4 meses. Depois, com o tempo, fui trabalhar com um irmão meu. E meu pai criou uma tenda. Fazia mais de um ano que eu estava trabalhando com couro, mas ainda não fazia sela.

      Fazia as peças, e meu irmão montava a sela, até que um dia ele levou uma queda de cavalo. Meu pai falou que eu teria que dar um jeito pra terminar o trabalho do meu irmão. Eu disse que não sabia, e ele mandou eu me virar. Ele sempre foi um homem muito rude, bruto. Falou que eu tinha que fazer, que montar. Eu aprendi quase na marra. E assim comecei a fazer selas.

       Meu pai sempre olhava todas as selas que eu montava e ficava tentando arrancar as coisas, pra ver se tava boa ou se tava ruim. Hoje eu entendo que foi uma maneira de ele me ensinar. Mas tem formas mais fáceis de fazer isso. Os homens trabalhavam para ele e faziam a sela por 100 reais. A minha só era 50, metade do preço. Era porque eu era mulher, filha dele e ainda morava em casa. Ser mulher é sofrer preconceito o tempo todo, não só na minha profissão.

      O negócio ficou tão difícil que um dia eu e meu pai brigamos e vim trabalhar no quartinho no fundo da casa da minha mãe. Não queria trabalhar na tenda porque tinha muito homem e isso me incomodava. Em casa, poderia fazer sela pra quem eu quisesse. Meu pai quando me viu trabalhando em casa falou que eu tinha que fazer sela pra ele. Bati o pé e falei que não fazia nem queria o serviço mais barato. Meu pai disse: “Já que você não quer fazer sela pra mim, ou você sobe ou desce, mas na minha casa você não mora mais.” Nessa discussão, minha mãe entrou no  meio e disse que eu nem subia nem descia, que eu iria ficar em casa. Nem saí de casa nem fiz mais sela pra ele. Agradeço até hoje por minha mãe ter me defendido.

    Montava a sela durante a semana e às quintas levava pra feira. Às vezes vendia, outras não. Era um sofrimento que se fosse pra escrever dava um livro. Deixei de ser humilhada pelo meu pai, mas quando chegava na feira, cansada depois de trabalhar a noite toda, os homens ficavam perguntando quanto era a sela, pedindo desconto. Diziam: “Ali tem uma do mesmo jeito só que mais barata.” Aí eu dizia: “Compre, vá comprar. Eu levo de volta pra casa.” Desde pequena eu aprendi a me defender, aprendi que a vida é difícil. O mundo é difícil, e você tem que lutar pelo que você quer. Já trabalhei para selarias em que precisava trabalhar 20 horas por dia. Acordava às cinco da manhã e ia até meia-noite trabalhando. Não conseguia dividir meu tempo, trabalhava muito.


      Hoje, eu faço o que eu gosto e para quem me valoriza. Trabalho para duas lojas, uma em Cachoeirinha-PE e outra em Santa Luzia-PB. Uma sela minha custa 1000 reais. Meus clientes brigam pelas minhas selas. Digo que se você achar o encontro das costuras em uma delas, eu lhe dou uma de volta. Ninguém encontra. Sou muito perfeccionista. Porque se eu vir qualquer probleminha, desmancho e faço tudo de novo. Só consigo fazer duas selas por semana. Quando mando para as selarias, vai do Brasil e pro mundo. O céu é o limite.

      Minha tenda fica no primeiro andar da minha casa, que divido com uma amiga. Prefiro chamar amiga porque é fofo, mas ela é minha companheira. Eu a conheci em 1999. Se você perguntasse para mim se eu faria tudo de novo, eu diria que sim. Encontraria ela do mesmo jeito, passaria os mesmos perrengues. Foi difícil, mas eu não desisto do que eu quero.

     Se eu ganhasse na Mega-Sena e ficasse milionária, eu ainda falaria de onde eu saí. Toda cidade tem alguma coisa, Cachoeirinha tem o couro e o aço. Tudo que eu tenho, todos sonhos que eu já realizei e os que eu vou realizar, são só por conta da minha arte. Eu poderia até fazer outra coisa, mas eu amo o que faço. A vida toda trabalhei. Nunca tive férias. Tenho 47 anos. Daqui pra frente o que ganhar é lucro. Quero comprar um carro, viajar, conhecer Foz do Iguaçu, Fernando de Noronha, a Europa. O que a gente não pode é deixar de sonhar. Sonhar e trabalhar para realizar.

     Meu nome é Helena Macêdo. Sou fabricante de sela de vaquejada e tenho essa profissão há 32 anos. É uma coisa que eu gosto, que eu amo de paixão. Não trabalho só pelo dinheiro. Gosto das coisas impossíveis.


Adaptado de: https://piaui.folha.uol.com.br/montada-nasela-do-impossivel/


Acessado em: 20/09/2022.

Leia a tirinha a seguir:

Imagem associada para resolução da questão

É possível afirmar que a reflexão proposta pela tirinha de Armandinho dialoga com o seguinte fragmento de texto: 

Alternativas
Q1970292 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


Historicamente, passamos a denominar a prática de acompanhamento da avaliação da aprendizagem do educando de “avaliação da aprendizagem escolar’, mas, na verdade, continuamos a praticar ‘exames”. (LUCKESI, 2003).


De acordo com o autor, na avaliação,

Alternativas
Q1970291 Pedagogia
É meta do Plano Municipal de Educação (PME) de Goiânia para a década 2015-2025, aprovado por meio da Lei n. 9.606, de 24 de junho de 2015: 
Alternativas
Q1970289 Pedagogia
A valorização dos profissionais da educação é um dos grandes desafios a serem enfrentados pelas redes públicas do Brasil. No caso das políticas de valorização dos profissionais do magistério, recomenda-se: 
Alternativas
Q1970288 Pedagogia
Com base na Lei de Diretrizes e Bases de 1996 (LDB/1996) e suas atualizações sobre a educação infantil, a instituição educativa
Alternativas
Q1970287 Pedagogia
O ensino fundamental, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1996 (LDB/1996), sofreu diversas alterações, dentre as quais, 
Alternativas
Q1970286 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


Tal como expresso nas palavras de Ulisses Guimarães, a cidadania requer o usufruto de direitos, acesso a salário justo, à saúde, ao lazer, à educação. Nesta direção é que a educação, reafirmada como direito de todos, foi tomada como dever do Estado, tendo por objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa como cidadã e sua preparação para o trabalho. (AZEVEDO; FARIAS, 2018)


O texto de Azevedo e Farias (2018) faz um balanço dos trinta anos da Constituição de 1988 que assegura como princípio da educação brasileira

Alternativas
Q1970285 Pedagogia
A escola de tempo integral é uma instituição escolar que busca aplicar princípios da educação integral via
Alternativas
Q1970284 Pedagogia
A Resolução CNE/CEB n. 07/2010 fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos a serem observadas na organização curricular dos sistemas de ensino e de suas unidades escolares. Essas diretrizes reúnem princípios, fundamentos e procedimentos que
Alternativas
Q1970283 Pedagogia
Nilma Lino Gomes (2003) afirma que “refletir sobre a diversidade cultural exige de nós um posicionamento crítico e político e um olhar mais ampliado que consiga abarcar os seus múltiplos recortes. Diante de uma realidade cultural e racialmente miscigenada, como é o caso da sociedade brasileira, essa tarefa torna-se ainda mais desafiadora”. Nessa perspectiva teórica, entende-se a diversidade cultural como sendo: 
Alternativas
Q1970282 Pedagogia

Leia o texto a seguir.


“Um exercício instigante pode ser dedicar a responder a esta pergunta: como a organização curricular condiciona a organização da escola e por consequência do nosso trabalho? Que organização dos currículos e da escola tornará nosso trabalho mais humano?” (ARROYO, 2007)


Para Arroyo, essas indagações levam o profissional da educação a

Alternativas
Respostas
19281: C
19282: C
19283: A
19284: D
19285: B
19286: B
19287: D
19288: D
19289: D
19290: D
19291: C
19292: A
19293: C
19294: A
19295: D
19296: C
19297: D
19298: C
19299: B
19300: C