Questões de Concurso
Comentadas para iv - ufg
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O texto indica que determinadas imposições educacionais seguem um movimento top down, caracterizado por
A semântica é a ciência que estuda o significado das palavras e das construções, bem como a forma como elas se relacionam entre si. No entanto, há um ramo que lida com como esses significados podem variar ou permanecer inalterados entre as culturas: a semântica transcultural. De acordo com Underhill (2011), a semântica transcultural é um campo de estudo que analisa como significados são compartilhados, interpretados e construídos entre diferentes culturas. A semântica transcultural tem como objetivo principal analisar como palavras, frases e símbolos são interpretados e o que representam em diferentes contextos culturais. [...] O termo “transcultural” descreve algo que está além de uma única cultura, ou seja, abrange múltiplas culturas. Desse modo, a semântica transcultural investiga como os significados das palavras e símbolos variam ou permanecem consistentes entre diferentes grupos, bem como examina essas diferenças e similaridades, ajudando a compreender como os processos de comunicação e interpretação ocorrem em um contexto global diversificado. [...] Na semântica transcultural, estudar as variações de significado e entender como elas influenciam a interpretação e comunicação é essencial para uma compreensão mais profunda da diversidade cultural.
SANTOS, M. S.; MENDES JUNIOR, W. A dimensão cultural na aquisição de segunda língua: contribuições da semântica transcultural para o ensino de línguas estrangeiras. v. 21 n. 2 (2025): Linguística Cognitiva: diversidade e interfaces com os Estudos da Tradução e da Interpretação. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/68190/43976. Acesso em: 29 nov. 2025. [Adaptado].
De acordo com a discussão sobre semântica transcultural apresentada no texto, um desafio para os aprendizes de idiomas é compreender que
Os historiadores, na realidade, podem estar diante de uma mudança de paradigma fundamental, de uma cultura da escassez para uma da abundância. Não faz muito tempo, nossa preocupação era com o reduzido número de pessoas que podíamos alcançar, com as páginas de conteúdo acadêmico que éramos capazes de publicar, com as fontes primárias que podíamos apresentar aos nossos alunos e com os documentos que haviam sobrevivido do passado.
ROSENZWEIG, Roy. Clio conectada: o futuro do passado na era digital. Tradução de Luis Reyes Gil. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.
Diante da transição para uma "cultura da abundância”, quais são as novas habilidades indispensáveis para os historiadores e professores de história?
Essa discrepância gritante entre pensamento e prática marcou o período de transformação do capitalismo global [...] Seria de se esperar, obviamente, que qualquer pensador racional e ‘esclarecido’ pudesse percebê-la. Contudo, não foi o que aconteceu.
BUCK-MORSS, Susan. Hegel e o Haiti. Tradução de Sebastião Nascimento. Prefácio de Vladimir Safatle. São Paulo: n-1 edições, 2017, p. 13-14.
Segundo o texto, qual era a contradição fundamental do pensamento iluminista?
Nos últimos anos os estudos relativos ao fim do Mundo Antigo e à Antiguidade Tardia ganharam novas perspectivas. Tais estudos comportam um recorte temporal compreendido entre os séculos IV e VIII da era cristã no Ocidente e revelam preceitos distintos daquela já, felizmente, distante da ideia que colocava tal período histórico como época de “barbárie” e “trevas”.
GREIN, Everton. Translatio ad mundus: a transformação do mundo romano e a antiguidade tardia. Elementos teóricos para uma perspectiva historiográfica. História da Historiografia — International Journal of Theory and History of Historiography, Ouro Preto, v. 2, n. 3, p. 106–122, 2009.
De acordo com o texto, como a historiografia recente tem caracterizado o período histórico conhecido como Antiguidade Tardia?
A noção de região, por exemplo, tem origem militar, vem do latim regione, e nomeava originalmente uma área sob o comando, que vem da palavra latina regere, de uma dada força militar, de uma dada legião romana, de um regimento. Ela se confunde, muitas vezes, com a noção de província, que vem do latim vincere, ou seja, território vencido ou habitado por povos vencidos, submetidos ao domínio romano.
ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. O objeto em fuga: algumas reflexões em torno do conceito de região. Fronteiras: Revista de História, Dourados, MS, v. 10, n. 17, p. 56-57 (texto completo), jan./jun. 2008.
Ao investigar a arqueologia do conceito de “região”, o autor do texto aponta que sua origem remete diretamente