Muitas práticas de ensino, influenciadas por uma série de
imposições que chegam num movimento top down (através de
políticas linguísticas, discursos midiáticos, agências e agentes
dominantes, etc.), ainda são ancoradas em noções
conservadoras e positivistas de conhecimento e linguagem que
muitas vezes perdem o sentido para a ‘vida real’ dos sujeitos.
No ensino de línguas, vimos que a avaliação costuma basearse principalmente em critérios relacionados a uma perspectiva
estruturalista de regras estáveis (determinadas por modelos de
falantes nativos) e em instrumentos que verificam a adequação
das/os alunas/os a esse sistema.
HAUS, C.; JORDÃO, C. M. “A prova é no mundo real”: uma avaliação da
aprendizagem de línguas entre a realidade e a utopia. Revista Brasileira de
Linguística Aplicada, v. 24, n. 2, p. 1-18, 2024. Disponível em: