Questões de Concurso Comentadas para funcab

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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1195024 Serviço Social
O Plano de Assistência Social é um instrumento que permite o planejamento estratégico que organiza, regula e norteia a execução da Política Nacional de Assistência Social.     A elaboração do Plano Plurianual deve obedecer a que periodicidade?
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1194841 Terapia Ocupacional
Qual o reflexo em que as mãos e os pés do recém-nato tendem a se afastar dos objetos com os quais venham a ter contato? 
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1194824 Terapia Ocupacional
A partir de quantos meses aproximadamente, o reflexo primitivo de preensão se inibe e se modifica para dar origem às atividades da mão? 
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194804 Enfermagem
Uma mulher refere um aborto espontâneo e após 48 horas evolui com aumento da temperatura corporal acima de 38 ºC, dor abdominal, cólicas intensas, sangramento pequeno com odor fétido, indicando um quadro clínico que sugere um aborto:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194639 Enfermagem
Durante a assistência pré-natal há necessidade de realização do teste para sífilis, com vistas à redução da transmissão vertical. Desta forma, marque a alternativa correta.
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194613 Radiologia
No estadiamento do tumor de pulmão é considerado como critério de invasão mediastinal o seguinte achado em exame de imagem:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194570 Radiologia
A dose de radiação medida na pele em exames de tomografia computadorizada convencional do tórax é cerca de 100 vezes maior do que a observada em uma radiografia simples.      A dose de radiação associada a TCAR (Tomografia Computadorizada de Alta Resolução) é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194475 Saúde Pública
Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde serão depositados em conta especial, em cada esfera de atuação, e movimentados sob a fiscalização dos:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1194370 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
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A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
A circunstância expressa pelo adjunto adverbial em destaque está indicada com evidente equívoco em:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1194349 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
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A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
A alternativa em que a próclise do pronome átono em destaque está apoiada na mesma norma de colocação pronominal acatada em “[...] que se estendem no longo prazo [...]” (§ 8) é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1194289 Enfermagem
Qual o quadrante adequado de ausculta da frequência cardíaca fetal, caso o feto esteja com apresentação cefálica, situação longitudinal, com dorso voltado à esquerda e o polo cefálico fletido?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1194046 Técnicas em Laboratório
Um bom sistema de controle de qualidade do laboratório clínico deve:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1194028 Técnicas em Laboratório
As autoclaves funcionam submetendo o material a uma alta temperatura e pressão. Dentre os materiais citados abaixo, aquele que pode ser autoclavado é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SEPOG - RO
Q1193867 Pedagogia
De acordo com Lück , “Mais recentemente, a supervisão escolar ganhou uma nova dimensão, mais dinâmica e com maior potencial de eficácia a longo prazo [...]”                 Essa nova dimensão de atuação do supervisor nas escolas refere-se à responsabilidade sobrea:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1193540 Direito Urbanístico
A fiscalização do Município poderá solicitar aos estabelecimentos e ou pessoas as licenças prévias para verificação das disposições contidas no Código de Posturas do Município. Constatada, durante a fiscalização, a existência de mercadorias estragadas e inutilizadas, elas serão:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1193165 Fisioterapia
A única alternativa que NÃO apresenta os efeitos fisiológicos considerados da crioterapia é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SEPOG - RO
Q1190935 Português
A ponte que partiu
             Foi durante as gravações do programa que estavam eu, Luís Fernando Guimarães, Fernanda Torres e Danielle Winits.              Era um jantar e estávamos comendo um bobó de camarão. Durante esse jantar, rolavam uns beijos, cada um falava uma coisa, e aí mordiumcamarão.             Eu estava fazendo um tratamento dentário, estava com um dente provisório na boca e, quando mordi o camarão, senti alguma coisa a mais que o camarão. Senti que o dente tinha saído, o tal provisório. A cena rolando e eu arregalando o olho.            Rapidamente, passo a mão na boca, escondo o dente e continuo a falar com os outros e tal... apavorado com a situação. Terminou a cena, fui lá para trás, encaixei o dente e voltei para gravar a próxima cena, que era uma briga das duas meninas.            A Danielle e a Fernanda brigavam no chão e eu tinha que pular em cima delas e separá-las. Quando eu pulei, o dente também pulou fora. Eu, desesperado, abaixei a cabeça: “Separa, separa, não faz isso!” e ficava procurando o dente, disfarçadamente. Pensei: “Meu Deus, será que a câmera pegou isso? Onde está esse dente?” Aí, “corta, corta!”, a cena tinha ficado legal.           Ainda dei mais uma olhada e não achei nada.              A Fernandinha levantou sorrindo, com o cabelo todo despenteado, e, quando olhei para ela, vi o dente preso no cabelo, perto da orelha. Eu rapidamente tive presença de espírito: “Pô, Nanda, te machuquei?” Passei a mão no cabelo dela pegando o dente[...]           Ela nem sacou nada, ninguém sacou. Recapturei o dente e só depois comentei com o Luís Fernando o que tinha acontecido.             Agente riu bastante. Foi uma típica cena de, Os Normais.     (HERINGER, Arlete (org.). Evandro Mesquita.Paguei o maior mico . Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. p.39-40.)                     O fato principal relatado no texto é:

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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1190867 Biomedicina - Análises Clínicas
Qual o tempo ideal para utilização dos seguintes hemocomponentes?
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1190395 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
...................................................................................
A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
Para encaminhar o leitor à conclusão que pretende, a autora recorre a diversas figuras de linguagem, entre as quais o paradoxo – figura presente na seguinte passagem:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1190375 Radiologia
A incidência axial da face é usada como incidência complementar para o estudo radiográfico dos seios da face, não devendo ser realizada em pacientes com: 
Alternativas
Respostas
7681: E
7682: B
7683: A
7684: A
7685: B
7686: E
7687: D
7688: B
7689: D
7690: C
7691: A
7692: C
7693: D
7694: E
7695: A
7696: A
7697: C
7698: D
7699: A
7700: E