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Q3235427 Português
Acessibilidade (in)visível 

    Acessibilidade é uma daquelas palavras que pode parecer simples e direta: criar condições para que todos possam participar da sociedade de forma plena e igualitária. Mas, na prática, é um desafio gigantesco no Brasil. Apesar de termos mais de 18 milhões de pessoas com deficiência no país, e mais da metade serem negras, segundo o IBGE, os debates sobre acessibilidade precisam ganhar mais espaço, especialmente enquanto as soluções reais continuam inacessíveis para muitos.
    Esse é um debate, aliás, que deveria interessar a todos. Primeiramente, porque ninguém está livre de precisar de dispositivos de acessibilidade em algum momento da vida. Nosso país está envelhecendo e, à medida que ganhamos idade, nossa mobilidade, visão, audição e outras funções tendem a mudar. Em segundo lugar, aquilo que facilita a vida de pessoas com deficiência também pode ser útil para o restante da sociedade. Quer um exemplo? O envio de mensagens de voz começou como recurso de acessibilidade e virou parte da rotina de milhões de pessoas.
    Dispositivos e estruturas acessíveis não beneficiam só uma parcela da população; tornam o mundo mais funcional para todos. Imagine ruas, transportes e serviços públicos que considerem as necessidades de pessoas cegas ou surdas, cadeirantes, idosos, pessoas com deficiências invisíveis. Não seria somente mais inclusivo, como mais eficiente e humano.
     O problema é que, muitas vezes, o discurso não acompanha a prática. Rampas com inclinação errada, banheiros adaptados em empresas onde ninguém com deficiência é contratado ou mesmo a ausência de recursos básicos como legendas em filmes brasileiros, como apontou recentemente o influenciador Ivan Baron ao criticar a falta de closed caption na obra-prima “Ainda estou aqui”. Esses problemas são apenas a ponta do iceberg de uma questão sistêmica.
    E o que dizer dos preços de dispositivos de acessibilidade? Um elevador residencial ou uma cadeira de rodas motorizada podem custar o equivalente a anos de salário para muitas famílias. O acesso ao apoio psicológico ou terapias especializadas, especialmente para pessoas no espectro autista, é restrito e, muitas vezes, depende de planos de saúde caros.
    Outro ponto que precisa de atenção é a visibilidade das deficiências invisíveis, como transtornos mentais, condições neurológicas ou deficiências cognitivas, que frequentemente ficam fora do debate. Essa invisibilidade contribui para que o foco esteja apenas nas adaptações físicas, deixando de lado outras necessidades igualmente importantes.
    Há avanços significativos, mas ainda limitados. Uma boneca cadeirante, por exemplo, é um produto inspirador, mas quantas lojas físicas e virtuais a tornam disponível de forma acessível? Não deveria ser apenas um item “instagramável” ou usado para campanhas publicitárias que buscam prêmios de inovação. Deveria ser um produto comum, encontrado em qualquer prateleira, porque a inclusão precisa estar na rotina.
    Portanto, a acessibilidade precisa deixar de ser um tema isolado. Empresas, governos e sociedade como um todo têm a ganhar ao priorizar essa pauta. Acessibilidade é incrível, mas precisa ser mais do que uma palavra bonita. Precisa ser acessível na prática.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/acessibilidade-invisivel.ghtml. Acesso em: dezembro de 2024. Adaptado.)



Essa invisibilidade contribui para que o foco esteja apenas nas adaptações físicas, deixando de lado outras necessidades igualmente importantes.” (6º§) A locução “para que” é um elemento coesivo que estabelece, no excerto, a relação de:
Alternativas
Q3235426 Português
Acessibilidade (in)visível 

    Acessibilidade é uma daquelas palavras que pode parecer simples e direta: criar condições para que todos possam participar da sociedade de forma plena e igualitária. Mas, na prática, é um desafio gigantesco no Brasil. Apesar de termos mais de 18 milhões de pessoas com deficiência no país, e mais da metade serem negras, segundo o IBGE, os debates sobre acessibilidade precisam ganhar mais espaço, especialmente enquanto as soluções reais continuam inacessíveis para muitos.
    Esse é um debate, aliás, que deveria interessar a todos. Primeiramente, porque ninguém está livre de precisar de dispositivos de acessibilidade em algum momento da vida. Nosso país está envelhecendo e, à medida que ganhamos idade, nossa mobilidade, visão, audição e outras funções tendem a mudar. Em segundo lugar, aquilo que facilita a vida de pessoas com deficiência também pode ser útil para o restante da sociedade. Quer um exemplo? O envio de mensagens de voz começou como recurso de acessibilidade e virou parte da rotina de milhões de pessoas.
    Dispositivos e estruturas acessíveis não beneficiam só uma parcela da população; tornam o mundo mais funcional para todos. Imagine ruas, transportes e serviços públicos que considerem as necessidades de pessoas cegas ou surdas, cadeirantes, idosos, pessoas com deficiências invisíveis. Não seria somente mais inclusivo, como mais eficiente e humano.
     O problema é que, muitas vezes, o discurso não acompanha a prática. Rampas com inclinação errada, banheiros adaptados em empresas onde ninguém com deficiência é contratado ou mesmo a ausência de recursos básicos como legendas em filmes brasileiros, como apontou recentemente o influenciador Ivan Baron ao criticar a falta de closed caption na obra-prima “Ainda estou aqui”. Esses problemas são apenas a ponta do iceberg de uma questão sistêmica.
    E o que dizer dos preços de dispositivos de acessibilidade? Um elevador residencial ou uma cadeira de rodas motorizada podem custar o equivalente a anos de salário para muitas famílias. O acesso ao apoio psicológico ou terapias especializadas, especialmente para pessoas no espectro autista, é restrito e, muitas vezes, depende de planos de saúde caros.
    Outro ponto que precisa de atenção é a visibilidade das deficiências invisíveis, como transtornos mentais, condições neurológicas ou deficiências cognitivas, que frequentemente ficam fora do debate. Essa invisibilidade contribui para que o foco esteja apenas nas adaptações físicas, deixando de lado outras necessidades igualmente importantes.
    Há avanços significativos, mas ainda limitados. Uma boneca cadeirante, por exemplo, é um produto inspirador, mas quantas lojas físicas e virtuais a tornam disponível de forma acessível? Não deveria ser apenas um item “instagramável” ou usado para campanhas publicitárias que buscam prêmios de inovação. Deveria ser um produto comum, encontrado em qualquer prateleira, porque a inclusão precisa estar na rotina.
    Portanto, a acessibilidade precisa deixar de ser um tema isolado. Empresas, governos e sociedade como um todo têm a ganhar ao priorizar essa pauta. Acessibilidade é incrível, mas precisa ser mais do que uma palavra bonita. Precisa ser acessível na prática.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/acessibilidade-invisivel.ghtml. Acesso em: dezembro de 2024. Adaptado.)



Acessibilidade é uma daquelas palavras que pode parecer simples e direta: [...]” (1º§). O verbo “poder”, no contexto empregado, remete à ideia de:
Alternativas
Q3235425 Português
Acessibilidade (in)visível 

    Acessibilidade é uma daquelas palavras que pode parecer simples e direta: criar condições para que todos possam participar da sociedade de forma plena e igualitária. Mas, na prática, é um desafio gigantesco no Brasil. Apesar de termos mais de 18 milhões de pessoas com deficiência no país, e mais da metade serem negras, segundo o IBGE, os debates sobre acessibilidade precisam ganhar mais espaço, especialmente enquanto as soluções reais continuam inacessíveis para muitos.
    Esse é um debate, aliás, que deveria interessar a todos. Primeiramente, porque ninguém está livre de precisar de dispositivos de acessibilidade em algum momento da vida. Nosso país está envelhecendo e, à medida que ganhamos idade, nossa mobilidade, visão, audição e outras funções tendem a mudar. Em segundo lugar, aquilo que facilita a vida de pessoas com deficiência também pode ser útil para o restante da sociedade. Quer um exemplo? O envio de mensagens de voz começou como recurso de acessibilidade e virou parte da rotina de milhões de pessoas.
    Dispositivos e estruturas acessíveis não beneficiam só uma parcela da população; tornam o mundo mais funcional para todos. Imagine ruas, transportes e serviços públicos que considerem as necessidades de pessoas cegas ou surdas, cadeirantes, idosos, pessoas com deficiências invisíveis. Não seria somente mais inclusivo, como mais eficiente e humano.
     O problema é que, muitas vezes, o discurso não acompanha a prática. Rampas com inclinação errada, banheiros adaptados em empresas onde ninguém com deficiência é contratado ou mesmo a ausência de recursos básicos como legendas em filmes brasileiros, como apontou recentemente o influenciador Ivan Baron ao criticar a falta de closed caption na obra-prima “Ainda estou aqui”. Esses problemas são apenas a ponta do iceberg de uma questão sistêmica.
    E o que dizer dos preços de dispositivos de acessibilidade? Um elevador residencial ou uma cadeira de rodas motorizada podem custar o equivalente a anos de salário para muitas famílias. O acesso ao apoio psicológico ou terapias especializadas, especialmente para pessoas no espectro autista, é restrito e, muitas vezes, depende de planos de saúde caros.
    Outro ponto que precisa de atenção é a visibilidade das deficiências invisíveis, como transtornos mentais, condições neurológicas ou deficiências cognitivas, que frequentemente ficam fora do debate. Essa invisibilidade contribui para que o foco esteja apenas nas adaptações físicas, deixando de lado outras necessidades igualmente importantes.
    Há avanços significativos, mas ainda limitados. Uma boneca cadeirante, por exemplo, é um produto inspirador, mas quantas lojas físicas e virtuais a tornam disponível de forma acessível? Não deveria ser apenas um item “instagramável” ou usado para campanhas publicitárias que buscam prêmios de inovação. Deveria ser um produto comum, encontrado em qualquer prateleira, porque a inclusão precisa estar na rotina.
    Portanto, a acessibilidade precisa deixar de ser um tema isolado. Empresas, governos e sociedade como um todo têm a ganhar ao priorizar essa pauta. Acessibilidade é incrível, mas precisa ser mais do que uma palavra bonita. Precisa ser acessível na prática.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/acessibilidade-invisivel.ghtml. Acesso em: dezembro de 2024. Adaptado.)



“Não deveria ser apenas um item ‘instagramável’ ou usado para campanhas publicitárias que buscam prêmios de inovação.” (7º§) O vocábulo sublinhado tem sua origem a partir da popularização de uma das redes sociais. Assim, conforme o contexto, assinale a alternativa que apresenta a compreensão adequada para o vocábulo sublinhado.
Alternativas
Q3235424 Português
Acessibilidade (in)visível 

    Acessibilidade é uma daquelas palavras que pode parecer simples e direta: criar condições para que todos possam participar da sociedade de forma plena e igualitária. Mas, na prática, é um desafio gigantesco no Brasil. Apesar de termos mais de 18 milhões de pessoas com deficiência no país, e mais da metade serem negras, segundo o IBGE, os debates sobre acessibilidade precisam ganhar mais espaço, especialmente enquanto as soluções reais continuam inacessíveis para muitos.
    Esse é um debate, aliás, que deveria interessar a todos. Primeiramente, porque ninguém está livre de precisar de dispositivos de acessibilidade em algum momento da vida. Nosso país está envelhecendo e, à medida que ganhamos idade, nossa mobilidade, visão, audição e outras funções tendem a mudar. Em segundo lugar, aquilo que facilita a vida de pessoas com deficiência também pode ser útil para o restante da sociedade. Quer um exemplo? O envio de mensagens de voz começou como recurso de acessibilidade e virou parte da rotina de milhões de pessoas.
    Dispositivos e estruturas acessíveis não beneficiam só uma parcela da população; tornam o mundo mais funcional para todos. Imagine ruas, transportes e serviços públicos que considerem as necessidades de pessoas cegas ou surdas, cadeirantes, idosos, pessoas com deficiências invisíveis. Não seria somente mais inclusivo, como mais eficiente e humano.
     O problema é que, muitas vezes, o discurso não acompanha a prática. Rampas com inclinação errada, banheiros adaptados em empresas onde ninguém com deficiência é contratado ou mesmo a ausência de recursos básicos como legendas em filmes brasileiros, como apontou recentemente o influenciador Ivan Baron ao criticar a falta de closed caption na obra-prima “Ainda estou aqui”. Esses problemas são apenas a ponta do iceberg de uma questão sistêmica.
    E o que dizer dos preços de dispositivos de acessibilidade? Um elevador residencial ou uma cadeira de rodas motorizada podem custar o equivalente a anos de salário para muitas famílias. O acesso ao apoio psicológico ou terapias especializadas, especialmente para pessoas no espectro autista, é restrito e, muitas vezes, depende de planos de saúde caros.
    Outro ponto que precisa de atenção é a visibilidade das deficiências invisíveis, como transtornos mentais, condições neurológicas ou deficiências cognitivas, que frequentemente ficam fora do debate. Essa invisibilidade contribui para que o foco esteja apenas nas adaptações físicas, deixando de lado outras necessidades igualmente importantes.
    Há avanços significativos, mas ainda limitados. Uma boneca cadeirante, por exemplo, é um produto inspirador, mas quantas lojas físicas e virtuais a tornam disponível de forma acessível? Não deveria ser apenas um item “instagramável” ou usado para campanhas publicitárias que buscam prêmios de inovação. Deveria ser um produto comum, encontrado em qualquer prateleira, porque a inclusão precisa estar na rotina.
    Portanto, a acessibilidade precisa deixar de ser um tema isolado. Empresas, governos e sociedade como um todo têm a ganhar ao priorizar essa pauta. Acessibilidade é incrível, mas precisa ser mais do que uma palavra bonita. Precisa ser acessível na prática.

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/acessibilidade-invisivel.ghtml. Acesso em: dezembro de 2024. Adaptado.)



Em relação ao título do texto, analise as afirmativas a seguir.


I. O uso dos parênteses forma uma nova palavra que se opõe ao termo “visível”, mostrando, assim, o que é perceptível e o que não é perceptível quando o assunto é acessibilidade.

II. O título desperta no leitor a reflexão sobre a questão da acessibilidade na sociedade atual, levando-o a refletir sobre seu posicionamento enquanto participante dessa sociedade.

III. O título remete unicamente aos aspectos físicos que auxiliam as pessoas com deficiência.


Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q3218533 Libras
No Brasil houve um movimento histórico da comunidade surda na busca pela valorização de sua língua, cultura e identidade por meio do reconhecimento legal da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O reconhecimento legal da Libras possibilitou avanços significativos de acessibilidade, comunicação e direitos linguísticos das pessoas surdas. Com base no contexto histórico do reconhecimento legal da Libras, é correto afirmar que a Libras foi:
Alternativas
Q3218532 Libras
Considerando os Parâmetros da Língua Brasileira de Sinais (Libras), descritos por Brito (1995), bem como a semelhança entre os sinais utilizados para “TRISTE” e “EXEMPLO”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Possuem a mesma expressão facial.
( ) Possuem o mesmo movimento.
( ) Possuem o mesmo ponto de articulação.
( ) Possuem a mesma configuração de mãos.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3218531 Libras
Considere que, durante a sua atuação, o intérprete de Libras percebe que cometeu um erro ao traduzir um termo técnico importante durante a interpretação simultânea. Considerando essa situação, bem como os princípios éticos e técnicos que regem a profissão, o que deve ser feito diante da percepção de erros durante a tradução e interpretação de Libras/língua portuguesa?
Alternativas
Q3218530 Libras
Durante uma audiência pública sobre políticas de inclusão na educação, a intérprete de Libras/língua portuguesa adota diferentes estratégias para mediar o discurso entre os participantes ouvintes e surdos. Em alguns momentos, ela busca uma equivalência mais literal, enquanto, em outros, opta por adaptações culturais e pragmáticas, conforme a natureza do discurso. Tal caso prático hipotético ilustra a importância de decisões éticas na atuação do tradutor e intérprete, considerando o impacto de suas escolhas sobre a comunicação e a neutralidade profissional. Com base no caso hipotético sobre a ética na profissão de tradutor e intérprete de Libras, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3218529 Libras
O ponto de articulação é um parâmetro linguístico fundamental na Língua Brasileira de Sinais (Libras), que se refere à localização no espaço de articulação e ocupa uma posição central na análise fonológica da língua, influenciando diretamente a distinção de elementos da comunicação. Considerando os aspectos teóricos sobre o ponto de articulação em Libras, é INCORRETO afirmar que o ponto de articulação:
Alternativas
Q3218528 Libras

Observe o sinal de “País”, em Libras, apresentado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


(CAPOVILLA, F. C.; RAPHAEL, W. D.; MAURICIO, A. C. L. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Novo Deit-Libras. 1. ed. São Paulo: Edusp, 2013.)



De acordo com a ilustração, bem como as características linguísticas, é INCORRETO afirmar que tal sinal:

Alternativas
Q3218527 Libras
Durante uma audiência pública, um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) foi solicitado para interpretar uma palestra que tratava das especificidades da identidade surda. No decorrer da interpretação, surgiram questões relacionadas à preservação da cultura surda durante a tradução. Considerando a relação entre identidade surda e o trabalho do intérprete, é correto afirmar que o respeito à identidade surda:
Alternativas
Q3218526 Libras
As expressões faciais e corporais são componentes essenciais na constituição da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Elas atuam como parâmetros linguísticos fundamentais para a modulação da estrutura sintática e semântica das sentenças. Considerando a sua adequada aplicação na comunicação, é correto afirmar que as expressões faciais e corporais na Libras:
Alternativas
Q3218525 Libras
Durante uma sessão ordinária em determinada Câmara Municipal, uma equipe de tradutores e intérpretes de Libras/língua portuguesa atua para garantir a acessibilidade comunicativa do evento. Durante o debate, os intérpretes precisam ajustar continuamente suas escolhas tradutórias conforme o tom dos discursos, o contexto político e as interações entre os vereadores e a população presente. Esse cenário ilustra o que os estudos da tradução em Libras consideram como a aplicação de uma perspectiva dialógica, que reconhece a necessidade de adaptação dinâmica e interativa na construção de significados. Sobre a perspectiva dialógica no contexto da tradução e interpretação da língua de sinais, conforme o caso hipotético apresentado, é INCORRETO afirmar que a perspectiva dialógica:
Alternativas
Q3218524 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) apresenta uma série de parâmetros linguísticos que são essenciais para a construção das sentenças e para a clareza da comunicação entre seus usuários. Um desses parâmetros é a direcionalidade, que conduz a direção movida durante o movimento de sujeitos e objetos na cena comunicativa que são expressos visualmente. Na tradução e interpretação, a direcionalidade tem um papel importante na forma como a informação é transmitida, pois, ao ser realizada de maneira adequada, pode alterar o significado de uma sentença e oferecer detalhes espaciais sobre a ação. Com base nessas premissas, é INCORRETO afirmar que a direcionalidade na Libras:
Alternativas
Q3218523 Libras
No processo de tradução e interpretação é fundamental entender como a variação sintática afeta a comunicação na Libras. A ordem dos elementos frasais em Libras, em especial a sequência Sujeito-Verbo-Objeto (SVO), é fundamental para a construção da mensagem, proporcionando a organização dos sinais durante a comunicação. Considerando tais aspectos, é correto afirmar que a ordem SVO na Libras:
Alternativas
Q3218522 Libras
Considere que, hipoteticamente, em um contexto de tradução e interpretação entre libras e língua portuguesa, um tradutor e intérprete seja solicitado a traduzir uma palestra sobre acessibilidade no contexto educacional. Durante a apresentação, o orador utiliza expressões idiomáticas e metáforas típicas da língua portuguesa, enquanto o tradutor e intérprete deve transmitir essas ideias de forma fluente e adequada para a comunidade surda. A fluência em Libras, nesse caso, envolve não apenas o domínio técnico da língua de sinais, mas também a habilidade de adequar a tradução cultural e conceitualmente, garantindo a precisão da mensagem transmitida. Considerando os desafios da fluência na tradução e interpretação entre Libras e língua portuguesa, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3218521 Libras
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) possui uma estrutura gramatical distinta da língua portuguesa, com características complexas e ricas. Em sua morfologia, os classificadores desempenham um papel fundamental na construção de significados, proporcionando maior clareza e expressividade. Considerando tais características, é correto afirmar que os classificadores na Libras:
Alternativas
Q3218520 Libras
Durante o evento de determinada Câmara Municipal, um tradutor e intérprete de Libras/Língua Portuguesa é escalado para atuar em diferentes momentos, realizando a interpretação simultânea durante palestras, a tradução consecutiva em entrevistas e a tradução intermodal ao apresentar vídeos com legendas. O desempenho adequado de cada uma dessas funções depende da escolha da modalidade apropriada de tradução e interpretação, considerando as características e as necessidades do público-alvo em cada situação. Sobre os modos de tradução e interpretação de Libras/Língua Portuguesa, considerando o contexto apresentado, é correto afirmar que a modalidade:
Alternativas
Q3218519 Libras
Analise as afirmativas apresentadas a seguir, identificando quais são as atribuições do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), conforme está disposto na Lei nº 14.704/2023, que dispõe sobre o exercício profissional e as condições de trabalho do profissional tradutor, intérprete e guia-intérprete dessa língua. Qual das seguintes atribuições NÃO é uma competência do tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras)?
Alternativas
Q3218518 Libras
Segundo o que dispõe a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a educação de qualidade da pessoa com deficiência poderá salvaguardá-la da violência, negligência e discriminação, por meio de: 
Alternativas
Respostas
5401: D
5402: D
5403: B
5404: D
5405: C
5406: D
5407: E
5408: C
5409: A
5410: A
5411: A
5412: E
5413: A
5414: B
5415: B
5416: C
5417: B
5418: C
5419: C
5420: C