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Q4335504 Português
A digital da solidão


    A polpa digital mudou de função. Além da digital tradicional que nos identifica, deixa rastros eletrônicos que revelam confidências e inconfidências. Dizem que o homem moderno não está mais sozinho. Carrega no bolso um aparelho que o conecta ao mundo inteiro, às multidões, aos amigos de infância que mal se lembram dele e aos desconhecidos que compartilham fotografias de cães e gatos fazendo coisas extraordinárias. É a era da comunicação total, dizem os ufanistas. Nunca estivemos tão próximos uns dos outros. Pois eu digo: nunca estivemos tão magnificamente sós. Talvez porque, como já suspeitava Schopenhauer, a convivência não elimina a solidão – apenas a distrai por alguns instantes.

    O celular é o grande paradoxo do nosso tempo. Prometeu-nos companhia e nos entregou solidão. Uma solidão que fica na polpa digital, colorida, que vibra e faz barulhinhos. Antes, quando um sujeito estava só, ele sabia que estava só. Doía, mas passava. Sentava-se numa cadeira, olhava pela janela e contemplava o vazio existencial com a dignidade de quem sabe que está vivo e, portanto, irremediavelmente sozinho.

    Hoje não. Hoje a solidão vem camuflada. O sujeito está ali, sozinho no quarto, na cama, no sofá, no ônibus, mas não se sente só porque está rolando o dedo na telinha, vendo vidas alheias, curtindo, comentando, reagindo com emojis que expressam sentimentos que ele nem sabe se realmente sente. É uma solidão acompanhada, se é que isso faz algum sentido. E não faz. No fundo, é apenas mais uma tentativa de fugir do tédio – aquele vazio que surge quando a vontade não está ocupada com desejos imediatos.

    O curioso é que ninguém admite. Pergunte a qualquer pessoa se ela se sente solitária e ela dirá que não, que tem centenas de amigos (no Facebook), milhares de seguidores (no Instagram), conexões profissionais (no LinkedIn), e está sempre em contato com todo mundo. Sempre. A toda hora. É o que ela diz.

     A Organização Mundial da Saúde declarou que temos um problema de saúde pública mundial nas mãos. Desde 2014, quando as redes sociais se expandiram e se tornaram onipresentes como o ar que respiramos (só que bem menos saudáveis), os índices de depressão e suicídio dispararam, especialmente entre os jovens.

    O celular nos roubou algo precioso: o direito ao ócio, à contemplação, ao devaneio. Não somos ingênuos. Sabemos que o celular está nos tornando mais solitários, mais ansiosos, mais distraídos. Sabemos que as redes sociais foram desenhadas para viciar, que cada curtida libera uma “dosezinha” de dopamina. Sabemos tudo isso e continuamos, dedo no scroll, olho na tela, alma no limbo.

    O que fazer, então? Jogar o celular pela janela e voltar para a idade do telefone de discar? Claro que não. O celular é uma ferramenta maravilhosa, revolucionária, indispensável. O problema não é o aparelho, é o que fizemos dele.

    Talvez a solução seja simples, embora difícil: aprender a estar só de verdade. Desligar o celular de vez em quando. Sentar numa cadeira e olhar pela janela. Deixar o tédio vir, a inquietação, o silêncio. Descobrir que a solidão não é tão terrível assim – e que é justamente na solidão que o indivíduo pode se libertar da influência constante dos outros e se aproximar de si mesmo. Porque no fim das contas, a solidão é inevitável. É a condição humana. Aceitá-la como companheira é condição básica para nossa sanidade mental.

(Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlos-starling/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)

No 1º§, ao analisar a hiperconectividade provocada pelos aparelhos celulares, o autor afirma: “É a era da comunicação total, dizem os ufanistas. Nunca estivemos tão próximos uns dos outros. Pois eu digo: nunca estivemos tão magnificamente sós.” Considerando o contexto em que está inserido, o vocábulo “ufanistas” é utilizado para caracterizar as pessoas que: 
Alternativas
Q4335503 Português
A digital da solidão


    A polpa digital mudou de função. Além da digital tradicional que nos identifica, deixa rastros eletrônicos que revelam confidências e inconfidências. Dizem que o homem moderno não está mais sozinho. Carrega no bolso um aparelho que o conecta ao mundo inteiro, às multidões, aos amigos de infância que mal se lembram dele e aos desconhecidos que compartilham fotografias de cães e gatos fazendo coisas extraordinárias. É a era da comunicação total, dizem os ufanistas. Nunca estivemos tão próximos uns dos outros. Pois eu digo: nunca estivemos tão magnificamente sós. Talvez porque, como já suspeitava Schopenhauer, a convivência não elimina a solidão – apenas a distrai por alguns instantes.

    O celular é o grande paradoxo do nosso tempo. Prometeu-nos companhia e nos entregou solidão. Uma solidão que fica na polpa digital, colorida, que vibra e faz barulhinhos. Antes, quando um sujeito estava só, ele sabia que estava só. Doía, mas passava. Sentava-se numa cadeira, olhava pela janela e contemplava o vazio existencial com a dignidade de quem sabe que está vivo e, portanto, irremediavelmente sozinho.

    Hoje não. Hoje a solidão vem camuflada. O sujeito está ali, sozinho no quarto, na cama, no sofá, no ônibus, mas não se sente só porque está rolando o dedo na telinha, vendo vidas alheias, curtindo, comentando, reagindo com emojis que expressam sentimentos que ele nem sabe se realmente sente. É uma solidão acompanhada, se é que isso faz algum sentido. E não faz. No fundo, é apenas mais uma tentativa de fugir do tédio – aquele vazio que surge quando a vontade não está ocupada com desejos imediatos.

    O curioso é que ninguém admite. Pergunte a qualquer pessoa se ela se sente solitária e ela dirá que não, que tem centenas de amigos (no Facebook), milhares de seguidores (no Instagram), conexões profissionais (no LinkedIn), e está sempre em contato com todo mundo. Sempre. A toda hora. É o que ela diz.

     A Organização Mundial da Saúde declarou que temos um problema de saúde pública mundial nas mãos. Desde 2014, quando as redes sociais se expandiram e se tornaram onipresentes como o ar que respiramos (só que bem menos saudáveis), os índices de depressão e suicídio dispararam, especialmente entre os jovens.

    O celular nos roubou algo precioso: o direito ao ócio, à contemplação, ao devaneio. Não somos ingênuos. Sabemos que o celular está nos tornando mais solitários, mais ansiosos, mais distraídos. Sabemos que as redes sociais foram desenhadas para viciar, que cada curtida libera uma “dosezinha” de dopamina. Sabemos tudo isso e continuamos, dedo no scroll, olho na tela, alma no limbo.

    O que fazer, então? Jogar o celular pela janela e voltar para a idade do telefone de discar? Claro que não. O celular é uma ferramenta maravilhosa, revolucionária, indispensável. O problema não é o aparelho, é o que fizemos dele.

    Talvez a solução seja simples, embora difícil: aprender a estar só de verdade. Desligar o celular de vez em quando. Sentar numa cadeira e olhar pela janela. Deixar o tédio vir, a inquietação, o silêncio. Descobrir que a solidão não é tão terrível assim – e que é justamente na solidão que o indivíduo pode se libertar da influência constante dos outros e se aproximar de si mesmo. Porque no fim das contas, a solidão é inevitável. É a condição humana. Aceitá-la como companheira é condição básica para nossa sanidade mental.

(Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlos-starling/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)

No título do texto – “A digital da solidão", a expressividade e a força argumentativa constroem-se primordialmente a partir de:

I. Um recurso polissêmico, no qual a palavra “digital” evoca simultaneamente a ação do toque físico na tela e a própria era tecnológica, simbolizando que o instrumento de conexão virtual tornou-se a marca identitária do isolamento contemporâneo.
II. Um pleonasmo estilístico, dado que a noção de “solidão” pressupõe, na sociedade moderna descrita pelos ufanistas, a necessidade do uso de plataformas eletrônicas e redes sociais.
III. Uma contradição lógica, visto que o termo “digital” refere-se ao universo tecnológico e virtual, o que impede sua associação mecânica com um sentimento subjetivo e abstrato como a “solidão”.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q4335502 Português
A digital da solidão


    A polpa digital mudou de função. Além da digital tradicional que nos identifica, deixa rastros eletrônicos que revelam confidências e inconfidências. Dizem que o homem moderno não está mais sozinho. Carrega no bolso um aparelho que o conecta ao mundo inteiro, às multidões, aos amigos de infância que mal se lembram dele e aos desconhecidos que compartilham fotografias de cães e gatos fazendo coisas extraordinárias. É a era da comunicação total, dizem os ufanistas. Nunca estivemos tão próximos uns dos outros. Pois eu digo: nunca estivemos tão magnificamente sós. Talvez porque, como já suspeitava Schopenhauer, a convivência não elimina a solidão – apenas a distrai por alguns instantes.

    O celular é o grande paradoxo do nosso tempo. Prometeu-nos companhia e nos entregou solidão. Uma solidão que fica na polpa digital, colorida, que vibra e faz barulhinhos. Antes, quando um sujeito estava só, ele sabia que estava só. Doía, mas passava. Sentava-se numa cadeira, olhava pela janela e contemplava o vazio existencial com a dignidade de quem sabe que está vivo e, portanto, irremediavelmente sozinho.

    Hoje não. Hoje a solidão vem camuflada. O sujeito está ali, sozinho no quarto, na cama, no sofá, no ônibus, mas não se sente só porque está rolando o dedo na telinha, vendo vidas alheias, curtindo, comentando, reagindo com emojis que expressam sentimentos que ele nem sabe se realmente sente. É uma solidão acompanhada, se é que isso faz algum sentido. E não faz. No fundo, é apenas mais uma tentativa de fugir do tédio – aquele vazio que surge quando a vontade não está ocupada com desejos imediatos.

    O curioso é que ninguém admite. Pergunte a qualquer pessoa se ela se sente solitária e ela dirá que não, que tem centenas de amigos (no Facebook), milhares de seguidores (no Instagram), conexões profissionais (no LinkedIn), e está sempre em contato com todo mundo. Sempre. A toda hora. É o que ela diz.

     A Organização Mundial da Saúde declarou que temos um problema de saúde pública mundial nas mãos. Desde 2014, quando as redes sociais se expandiram e se tornaram onipresentes como o ar que respiramos (só que bem menos saudáveis), os índices de depressão e suicídio dispararam, especialmente entre os jovens.

    O celular nos roubou algo precioso: o direito ao ócio, à contemplação, ao devaneio. Não somos ingênuos. Sabemos que o celular está nos tornando mais solitários, mais ansiosos, mais distraídos. Sabemos que as redes sociais foram desenhadas para viciar, que cada curtida libera uma “dosezinha” de dopamina. Sabemos tudo isso e continuamos, dedo no scroll, olho na tela, alma no limbo.

    O que fazer, então? Jogar o celular pela janela e voltar para a idade do telefone de discar? Claro que não. O celular é uma ferramenta maravilhosa, revolucionária, indispensável. O problema não é o aparelho, é o que fizemos dele.

    Talvez a solução seja simples, embora difícil: aprender a estar só de verdade. Desligar o celular de vez em quando. Sentar numa cadeira e olhar pela janela. Deixar o tédio vir, a inquietação, o silêncio. Descobrir que a solidão não é tão terrível assim – e que é justamente na solidão que o indivíduo pode se libertar da influência constante dos outros e se aproximar de si mesmo. Porque no fim das contas, a solidão é inevitável. É a condição humana. Aceitá-la como companheira é condição básica para nossa sanidade mental.

(Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlos-starling/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)

Embora o texto possua uma orientação tipológica predominante, sua construção interna é marcada pelo hibridismo, ou seja, pelo uso de diferentes sequências tipológicas que atuam a serviço do objetivo principal do autor. Considerando a organização das sequências textuais apresentadas, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4335501 Português
A digital da solidão


    A polpa digital mudou de função. Além da digital tradicional que nos identifica, deixa rastros eletrônicos que revelam confidências e inconfidências. Dizem que o homem moderno não está mais sozinho. Carrega no bolso um aparelho que o conecta ao mundo inteiro, às multidões, aos amigos de infância que mal se lembram dele e aos desconhecidos que compartilham fotografias de cães e gatos fazendo coisas extraordinárias. É a era da comunicação total, dizem os ufanistas. Nunca estivemos tão próximos uns dos outros. Pois eu digo: nunca estivemos tão magnificamente sós. Talvez porque, como já suspeitava Schopenhauer, a convivência não elimina a solidão – apenas a distrai por alguns instantes.

    O celular é o grande paradoxo do nosso tempo. Prometeu-nos companhia e nos entregou solidão. Uma solidão que fica na polpa digital, colorida, que vibra e faz barulhinhos. Antes, quando um sujeito estava só, ele sabia que estava só. Doía, mas passava. Sentava-se numa cadeira, olhava pela janela e contemplava o vazio existencial com a dignidade de quem sabe que está vivo e, portanto, irremediavelmente sozinho.

    Hoje não. Hoje a solidão vem camuflada. O sujeito está ali, sozinho no quarto, na cama, no sofá, no ônibus, mas não se sente só porque está rolando o dedo na telinha, vendo vidas alheias, curtindo, comentando, reagindo com emojis que expressam sentimentos que ele nem sabe se realmente sente. É uma solidão acompanhada, se é que isso faz algum sentido. E não faz. No fundo, é apenas mais uma tentativa de fugir do tédio – aquele vazio que surge quando a vontade não está ocupada com desejos imediatos.

    O curioso é que ninguém admite. Pergunte a qualquer pessoa se ela se sente solitária e ela dirá que não, que tem centenas de amigos (no Facebook), milhares de seguidores (no Instagram), conexões profissionais (no LinkedIn), e está sempre em contato com todo mundo. Sempre. A toda hora. É o que ela diz.

     A Organização Mundial da Saúde declarou que temos um problema de saúde pública mundial nas mãos. Desde 2014, quando as redes sociais se expandiram e se tornaram onipresentes como o ar que respiramos (só que bem menos saudáveis), os índices de depressão e suicídio dispararam, especialmente entre os jovens.

    O celular nos roubou algo precioso: o direito ao ócio, à contemplação, ao devaneio. Não somos ingênuos. Sabemos que o celular está nos tornando mais solitários, mais ansiosos, mais distraídos. Sabemos que as redes sociais foram desenhadas para viciar, que cada curtida libera uma “dosezinha” de dopamina. Sabemos tudo isso e continuamos, dedo no scroll, olho na tela, alma no limbo.

    O que fazer, então? Jogar o celular pela janela e voltar para a idade do telefone de discar? Claro que não. O celular é uma ferramenta maravilhosa, revolucionária, indispensável. O problema não é o aparelho, é o que fizemos dele.

    Talvez a solução seja simples, embora difícil: aprender a estar só de verdade. Desligar o celular de vez em quando. Sentar numa cadeira e olhar pela janela. Deixar o tédio vir, a inquietação, o silêncio. Descobrir que a solidão não é tão terrível assim – e que é justamente na solidão que o indivíduo pode se libertar da influência constante dos outros e se aproximar de si mesmo. Porque no fim das contas, a solidão é inevitável. É a condição humana. Aceitá-la como companheira é condição básica para nossa sanidade mental.

(Disponível em: https://www.em.com.br/colunistas/carlos-starling/. Acesso em: maio de 2026. Fragmento.)

Ao longo do texto, o autor constrói uma linha de raciocínio baseada em um paradoxo central para discutir a relação do homem contemporâneo com a tecnologia. Considerando a estratégia argumentativa do autor e as reflexões apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4330268 Segurança e Transporte
A segurança preventiva é fundamental para o motorista no exercício de sua profissão. Para garantir a segurança individual e coletiva contra roubos, furtos e abordagens criminosas no trânsito, qual a medida correta a ser adotada pelo motorista?
Alternativas
Q4330267 Segurança e Transporte
Com a modernização das frotas públicas, o uso de veículos totalmente elétricos tem se tornado comum. Sobre a condução e manutenção básica de veículos elétricos, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4330266 Atendimento ao Público
A qualidade no atendimento ao público exige do profissional habilidades de comunicação. Nesse contexto, considere, hipoteticamente, que um passageiro entra no veículo irritado e faz uma reclamação injusta sobre o trânsito. Assinale a afirmativa que demonstra inteligência emocional e qualidade no serviço por parte do motorista.
Alternativas
Q4330265 Legislação de Trânsito
Para evitar colisões traseiras, a direção defensiva recomenda que o motorista mantenha uma distância segura do veículo que estiver à sua frente. Uma das técnicas mais conhecidas e práticas para calcular essa distância de seguimento em condições normais de clima e pista é a regra:
Alternativas
Q4330264 Atendimento ao Público
O motorista de uma autarquia pública é, muitas vezes, o “cartão de visita” da instituição. No contexto da qualidade na prestação de serviços, trata-se da postura profissional adequada do motorista público: 
Alternativas
Q4330263 Legislação de Trânsito
A direção defensiva prepara o motorista para lidar com condições adversas. Uma das condições adversas de tempo mais perigosas é a chuva, que pode causar a aquaplanagem. Nesse contexto, assinale a afirmativa que descreve corretamente como ocorre a aquaplanagem.
Alternativas
Q4330262 Engenharia Mecânica
Em uma via com trânsito intenso, o motorista percebe que o ponteiro do marcador de temperatura do motor está chegando na faixa vermelha e, também, nota que está saindo fumaça pelo capô. Nessa situação, qual a atitude mais segura e correta para evitar danos maiores ao motor e acidentes pessoais?
Alternativas
Q4330261 Legislação de Trânsito
Durante o trajeto de uma viagem a serviço do CRA-PR, o pneu dianteiro direito do carro oficial fura. O motorista responsável encosta o veículo em local seguro no acostamento. Para realizar a troca do pneu com segurança, ele precisará utilizar os equipamentos obrigatórios do veículo. Tendo em vista o caso hipotético, assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, segura e obrigatória de ações iniciais.
Alternativas
Q4330260 Engenharia Mecânica
Considere que o encarregado da frota de veículos do CRA-PR solicita que o motorista verifique o nível do óleo do motor do veículo oficial antes de iniciar uma viagem longa. Para que a medição na vareta de óleo seja tecnicamente correta e confiável, qual o procedimento adequado quanto ao posicionamento do veículo e à condição do motor?
Alternativas
Q4330259 Engenharia Mecânica
Considere que um motorista do CRA-PR liga o veículo oficial pela manhã. Após dar a partida e o motor entrar em funcionamento, ele nota que uma luz vermelha com o símbolo de uma almotolia (pequena lata/vasilha com uma gota na ponta) permanece acesa no painel de instrumentos. Diante dessa situação, assinale a afirmativa que apresenta a ação correta a ser adotada pelo motorista.
Alternativas
Q4330258 Legislação de Trânsito
Durante o trajeto para o trabalho, determinado motorista do CRA-PR deparou-se com uma placa de sinalização vertical, instalada antes de um cruzamento perigoso, conforme ilustrado a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
Com base no Anexo II do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), assinale a afirmativa que descreve a atitude obrigatória do motorista ao avistar essa placa.
Alternativas
Q4330257 Legislação de Trânsito
Um motorista do CRA-PR, ao trafegar por uma via urbana classificada como via arterial, nota que, ao longo de toda a via, não há nenhuma placa de sinalização regulamentando a velocidade máxima permitida. Para não cometer infração de trânsito e dirigir com segurança, o motorista não deverá exceder a velocidade de:
Alternativas
Q4330256 Legislação de Trânsito
Ao conduzir uma caminhonete do CRA-PR em uma via urbana, o motorista percebe que um ônibus de transporte coletivo está parado à sua frente, no ponto de ônibus, realizando o embarque e desembarque de passageiros. O motorista tem a intenção de ultrapassar esse ônibus. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), trata-se da atitude correta e defensiva a ser adotada pelo motorista:
Alternativas
Q4330255 Legislação de Trânsito
Durante uma viagem para a entrega de documentos do CRA-PR em outra cidade, o motorista recebeu uma chamada telefônica urgente de sua chefia, seguida de mensagens de texto. Para não se atrasar, ele decidiu segurar o aparelho celular com uma das mãos para ler a mensagem de texto enquanto dirigia com a outra mão no volante. Tendo em vista o caso hipotético, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), tal conduta é corretamente classificada como:
Alternativas
Q4330254 Legislação de Trânsito
João José, motorista do CRA-PR, durante a condução de um veículo oficial da autarquia, chegou a um cruzamento que não possui nenhum tipo de sinalização (placas ou pinturas no pavimento). Simultaneamente, um veículo de passeio se aproxima do mesmo cruzamento pela rua à direita de João José. Considerando as normas de circulação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), João José deverá: 
Alternativas
Q4330253 História
A Guerra da Cisplatina foi um conflito envolvendo disputas territoriais e interesses políticos na região do Rio da Prata, durante o período imperial brasileiro. Um dos principais resultados desse conflito foi: 
Alternativas
Respostas
381: B
382: B
383: D
384: B
385: A
386: A
387: B
388: D
389: A
390: A
391: A
392: B
393: A
394: B
395: A
396: B
397: C
398: B
399: A
400: A