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Os números são classificados e divididos em conjuntos numéricos dependendo das suas características. Dentre esses conjuntos numéricos temos os naturais ( ) , inteiros ( ) , racionais ( ) , irracionais (I ) e reais ( ) . Dadas as afirmativas sobre operações feitas com os elementos dos conjuntos numéricos, assinale a verdadeira.
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Considere as duplas de termos retirados do texto e elencados a seguir. É correto afirmar que a alternativa que dispõe uma dupla de termos que não são acentuados pela mesma razão é:
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Quando se tem a redução de duas ou mais sílabas a uma só, ou de duas vogais a uma, tem-se o fenômeno denominado contração, presente no texto em trechos como “Tenho uma boneca pra você!” (2º§), “Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas.” (14º§) e “Um dia, Ju rolou pro chão mesmo.” (21º§). É correto afirmar que, nos termos sublinhados, houve a contração de:
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Considere os termos sequencialmente elencados: “[...] colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas.” (1º§). É correto afirmar que todos eles, à exceção da conjunção “e”, têm em comum o fato de serem:
As três bonecas
Ju morava numa rua tranquila com nome de heroína: Anita Garibaldi. Dali, das amigas da mãe, guarda boas lembranças: colos, cafunés, filhos, mimos, conselhos e broncas. Uma, ao ver Ju lavando alface como quem esfrega roupa, havia lhe ensinado a delicadeza das folhas. Outra, Marieta, lhe deixou uma lição. Numa visita, aproximou-se de Ju, que brincava de bonecas. E disse:
– Tenho uma boneca pra você!
Um forte desejo se acendeu na menina.
– Grande, como um bebê! Cabelos claros e curtos. Enroladinhos.
A menina sorriu. Mais tarde, folheando uma revista, adivinhou a boneca.
– É assim! – disse, abraçada à revista.
Deu-lhe o nome de Cecília. Chamaria as amigas, cada uma traria sua filha e fariam um lanche. Brincariam no jardim e ririam um bocado, até tarde. Cansadas, iriam cedo pra cama. Adormecer com Cecília seria melhor que mil mundos.
Foi uma espera em vão. Ainda lidava com a frustração, quando a mulher retornou. A claridade, que vinha do corredor, marcava a comprida silhueta que entrou falando:
– Tua boneca está lá guardada, esperando.
“Esperando o quê?”.
– Podia ter trazido. Comprei outra.
“Agora são duas bonecas!”, empolgou-se.
A mulher continuava:
– É moreninha, bem escura, cabelos compridos, arrumados em trança até a cintura. “Seria cor de jabuticaba?” Ju amava. Imaginou a boneca. “Será de pano? Fofa? Tem pano que tem cheiro bom, fino e macio, gostoso de pegar. Tem pano que é mais duro e pinica… Carmela!” Agora, numa só festa, apresentaria Cecília e Carmela às amigas. Já as via juntas, duas irmãs, cada uma de uma cor.
“Mas por que ela não trouxe logo as bonecas?”; “Vai ver que ela não sabia que ia passar aqui.”; “Vai ver que, outro dia, traz as duas.”; “Vai ver que…”; “vai ver…” Pensou durante a aula, em casa e antes de dormir.
Sonhou com Cecília e Carmela. Andaram de roda gigante, tão alto… Tocando as nuvens, Ju pegou um pedaço e experimentou. Azeda demais! Torceu o nariz, as outras riram. Ao acordar, procurou as bonecas e não achou. Onde estavam? Embaixo da cama? Dentro do armário? Na gaveta? Ou na casa de Marieta? Será que ela entregou para depois sequestrá-las? Se ela ia tirar, pra quê iria dar? Além de tudo, era amiga da mãe, por que faria isso? Só se a mãe não soubesse quem era a verdadeira Marieta…
Meses depois, ela chegou. A boneca não, Marieta! E falou pela terceira vez:
– Tenho outra boneca pra você. Podia ter trazido.
“Três? Sério?”
Daqui a pouco, só um reboque pra tanta promessa. Ju não se deixou enrolar. Um dia, fantasiou com Anita. Com nome de guerreira, lutaria, salvaria todas do cativeiro. A essa altura, era o que pensava: cativeiro.
Volta e meia, acontecia de sonhar com as três. Faziam estripulias, criavam brincadeiras e danças malucas e rolavam de rir. Um dia, Ju rolou pro chão mesmo. Doeu cotovelo, doeu bumbum, doeu tudo! Até a alma.
O tempo passou, tanto e mais um tico. Ju cresceu e se mudou da Rua Anita Garibaldi. De Marieta, ficou a lição: heroína mesmo era a criança que sobrevivia a certos adultos…
(Crônicas da infância: lembranças, afetos e reflexões [livro eletrônico] / organização Rosana Rios, Flávia Côrtes, Severino Rodrigues; ilustração Sandra Ronca. 1. ed. São Paulo: Edições AEILIJ: RR Literatura, 2021. PDF. Vários autores.)
Com base no desfecho do texto, é possível depreender que:
Sobre os estilos de ensino possíveis de ser utilizados nas aulas de educação física, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Comando.
2. Tarefa.
3. Programação individualizada.
4. Solução de problemas.
( ) O estudante é colocado verdadeiramente no centro do processo educativo passando a ser elemento ativo, formulando problemas, buscando respostas para as inquietações formuladas durante a aula. A estratégia parte de uma situação apresentada pelo professor e/ou aluno, que aguce a curiosidade dos educandos. As avaliações de aprendizagem são realizadas através de autoavaliações. A relação entre professor e aluno se encontra de maneira informal, em clima de descontração.
( ) O professor se encontra no centro do processo selecionando os objetivos, as estratégias e determinando as formas de organização. Algumas decisões passam para os alunos, como a escolha das tarefas realizadas, bem como seu início e término, e os padrões de desempenho. A avaliação é realizada de acordo com os critérios adotados pelos próprios alunos. A metodologia consiste em conteúdos apresentados aos alunos sob forma de trabalho dividido por estações. A relação entre professor e aluno ainda apresenta certo grau de formalismo.
( ) É o primeiro estilo de ensino do espectro de Mosston. É um estilo de ensino, do ponto de vista pedagógico, considerado hoje em dia, ligado ao modelo tradicional de educação. Nesse estilo de ensino, o professor geralmente determina os objetivos da aula, escolhe as atividades, fornece as indicações precisas sobre o que executa. A metodologia baseia-se, sobretudo, na utilização de situações didáticas que dão margem apenas uma resposta, onde a condução precede cada movimento, que deve ser executado de acordo com um modelo-padrão, cabendo, então, uma avaliação apenas no domínio motor. A relação entre professor e aluno se encontra com um nível altamente elevado de formalismo, negando o diálogo.
( ) Baseia-se no princípio do trabalho personalizado, nele o professor está no centro do processo com liberdade para dar mais atenção aos trabalhos particularizados e acompanhar a aprendizagem dos alunos. Trabalham em ritmo próprio desenvolvendo o senso de responsabilidade e iniciativa, aprendendo a avaliar-se. A metodologia baseia-se na existência das diferenças, a adoção deste estilo permite atender os alunos que necessitam de cuidados especiais. A avaliação de aprendizagem é realizada pelo professor de acordo com o desempenho individual. A relação entre professor e aluno é bastante informal.
A sequência está correta em
Para Zabala (1998), a natureza dos conteúdos atitudinais, bem como seus componentes cognitivos e afetivos fazem com que seja consideravelmente complexo determinar o grau de aprendizagem de cada aluno. Como avaliar a solidariedade, a tolerância aos diferentes ou as atitudes não sexistas? Como avaliar a incorporação das práticas corporais para a vida do aluno?
Para avaliar os conteúdos atitudinais, conhecer aquilo que os alunos realmente valorizam e quais são as suas atitudes, é necessário que surjam situações de conflito. Durante as situações de aprendizagem, em jogos, esportes, ginásticas, conhecimento sobre o corpo, danças e lutas, os alunos são submetidos a inúmeros desafios. Eles devem se adaptar aos novos movimentos; ao uso do espaço e do material; a determinadas regras; a expressar sentimentos, inibições e dificuldades; enfim, a variáveis que compõem um ambiente de ensino e de aprendizado bastante complexo. Não raro, eclodem conflitos nessas situações.
(Texto adaptado de Darido, 2005.)
Dessa forma, o instrumento avaliativo que melhor atende às análises propostas nesta situação-problema é:
A aprendizagem motora é uma mudança relativamente permanente no comportamento motor, que envolve a aquisição e o refinamento de habilidades do movimento, de acordo com a experiência e a prática anterior.
(GALLAHUE, 1992.)
“Esta fase do desenvolvimento motor inicia-se entre os 2 ou 3 anos e continua até os 7 anos de vida. Neste período, a criança aprende a responder mediante padrões de movimentos elementares a uma diversidade de estímulos. Com o transcorrer do tempo, os movimentos vão amadurecendo em eficiência e coordenação. É a fase mais importante do desenvolvimento motor, pois é quando o profissional de educação física tem maior chance de trabalhar com as crianças movimentos diversificados. Os movimentos neste estágio podem ser divididos: inicial (primeiras tentativas da criança); elementar (maior controle e melhor coordenação rítmica); e, maduro (desempenhos eficientes, coordenados e controlados).” Trata-se da fase do desenvolvimento motor descrita:
Sobre a concepção pedagógica da educação física denominada “aptidão física ou saúde renovada”, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A educação física deve oportunizar a fundamentação de conteúdo, não só prático, mas também teórico, a fim de proporcionar aos educandos adquirir conhecimentos, visando à prática da atividade física relacionada à saúde, durante toda a sua vida, e não somente na infância ou adolescência. Esta premissa deve ser prioridade nos programas de educação para a saúde no decorrer da vida escolar.
( ) A educação física propõe, dentre outros fatores, o resgate e estímulo da aptidão, saúde, bem-estar, prática diária de exercícios físicos e, principalmente, continuidade pós-período escolar.
( ) O planejamento das aulas de educação física tomam como premissa a promoção da saúde, visando atender a todos os alunos, inclusive os sedentários, inativos fisicamente e obesos, através do embasamento teórico junto da prática de forma a fornecer subsídios escolares no que tange à tomada de decisão, quanto à adoção de hábitos saudáveis de atividade física ao longo de toda vida.
( ) A educação física escolar deve se fundamentar dentro da matriz da cultura corporal, embora não se afaste das temáticas da saúde e da qualidade de vida. Uma das principais preocupações da comunidade científica nas áreas da educação física e da saúde pública é levantar alternativas que possam auxiliar na tentativa de reverter a elevada incidência de distúrbios orgânicos associados à falta de atividade física.
A sequência está correta em
“É a unidade funcional e estrutural do sistema nervoso. São responsáveis pela conexão entre as células receptoras (glândulas) dos diversos órgãos sensoriais e as células efetoras (músculos). Tratam-se de células especializadas que apresentam um ou mais prolongamentos ao longo dos quais se deslocam sinais elétricos. São classificados como sensoriais ou aferentes (transmitem impulsos externos ao Sistema Nervoso Central – SNC); como motores ou eferentes (transmitem impulsos do SNC para o exterior); e, de associação (conduzem impulsos entre os dois tipos anteriormente mencionados).” As características descritas se referem a:
Pensar uma práxis pedagógica mediada pelas tecnologias com um viés interdisciplinar e transversal se configura como uma interessante possibilidade para a prática pedagógica nas aulas de educação física. A utilização das tecnologias educacionais pode servir como referência para se (re)pensar o processo de ensino e aprendizagem com foco na promoção e na democratização dos saberes presentes no universo da cultura corporal.
(Faria e Gomes, 2020. Adaptado.)
Sobre o processo de construção das práticas pedagógicas mediadas pelas tecnologias digitais nas aulas de educação física, assinale a afirmativa INCORRETA.
As abordagens pedagógicas da educação física são estudos teórico-práticos com o objetivo de estruturação do campo de conhecimento sobre o movimento, a cultura corporal e as especificidades desta área. Estes movimentos solidificaram as teorizações sobre a educação física também fundamentando-se em diferentes campos e área científicas. A educação física vem sofrendo nos últimos anos alterações em suas finalidades e concepções; portanto, tem surgido uma série de concepções e pensamentos apoiados nas ciências humanas e na psicologia.
(DARIDO, 2003.)
Assinale duas abordagens pedagógicas da educação física que se fundamentaram teoricamente na psicologia e na antropologia, respectivamente:
Sobre a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, no que diz respeito à educação física, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é o componente curricular obrigatório do ensino fundamental e médio.
( ) A educação física é um componente curricular obrigatório do ensino superior de graduação.
( ) É facultativa a prática do estudante nas aulas de educação física que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a oito horas.
( ) Homens e mulheres com filhos têm a prática facultativa nas aulas de educação física.
A sequência está correta em
Sobre as tendências históricas da educação física nas escolas brasileiras, relacione adequadamente os princípios às suas respectivas características.
1. Higienista.
2. Militarista.
3. Pedagogicista.
4. Competitivista.
5. Popular.
( ) A prática desportiva devia ser “massificada”, para poder brotar os expoentes capazes de brindar o país com medalhas olímpicas. No âmbito da educação física, a ginástica, o treinamento, os jogos recreativos etc. ficavam submetidos ao desporto de elite, desenvolvendo, assim, o treinamento desportivo baseado nos avançados estudos da fisiologia do esforço e da biomecânica, capazes de melhorar a técnica desportiva. A educação física era sinônimo de desporto, e este sinônimo de verificação de performance.
( ) A educação física funcionava mais como selecionadora de “elites condutoras”, capaz de distribuir melhor os homens e mulheres nas atividades sociais e profissionais. O papel da educação física era de “colaboração no processo de seleção natural”, eliminando os fracos e premiando os fortes, no sentido da “depuração da raça”.
( ) A ênfase estava situada na questão da saúde coletiva. Cabia à educação física um papel fundamental na formação de homens e mulheres sadios, fortes, dispostos à ação. Mais do que isso, a educação física não se responsabiliza somente pela saúde individual das pessoas.
( ) A educação física não estava preocupada com a saúde pública, pois entendia que tal questão não poderia ser discutida independentemente do levantamento da problemática forjada pela atual organização econômico-social e política do país. Não se pretendia disciplinadora de homens e muito menos estava voltada para o incentivo da busca de medalhas. Ela era, antes de tudo, ludicidade e cooperação, e desporto; a dança, a ginástica etc. assumiam um papel de promotores da organização e mobilização dos trabalhadores. E, mais que isso, a educação física servia, então, aos interesses daquilo que os trabalhadores historicamente vinham chamando de “solidariedade operária”.
( ) A educação física estava preocupada com a juventude que frequentava as escolas. A ginástica, a dança, o desporto etc eram meios de educação do alunado. Eram instrumentos capazes de levar a juventude a aceitar as regras de convívio democrático e de preparar as novas gerações para o altruísmo, o culto a riquezas nacionais etc. A educação física era encarada como algo “útil e bom socialmente”, e deveria ser respeitada acima das lutas políticas dos interesses diversos de grupos ou de classes. Assim, foi possível forjar um sistema nacional de educação física “capaz de promover a educação física do homem brasileiro, respeitando suas peculiaridades culturais, físico-morfológicas e psicológicas”.
A sequência está correta em
Conteúdo é uma seleção de formas ou saberes culturais, conceitos, explicações, raciocínios, habilidades, linguagens, valores, crenças, sentimentos, atitudes, interesses, modelos de condutas etc., cuja assimilação é considerada essencial para que se produzam desenvolvimento e socialização adequados ao aluno.
(Coll et al. 2000.)
Com a finalidade de alcançar os objetivos educacionais, a educação física organiza os conteúdos a partir das dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais. Analise as informações a seguir:
• Valorizar o patrimônio de jogos e brincadeiras do seu contexto;
• Vivenciar diferentes formas de arremesso durante uma partida de basquetebol; e,
• Conhecer as transformações por que passou a sociedade em relação aos hábitos de vida.
As dimensões de conteúdos propostas para as aulas de educação física, respectivamente, na proposta foram:
São reconhecidas cinco classes de imunoglobulinas (Ig), a saber: IgM, IgG, IgE, IgA e IgD. Considerando as características da “Imunoglobulina A”, assinale a afirmativa INCORRETA.
A infecção provocada por Candida spp é comumente denominada candidíase. O principal agente etiológico é a Candida albicans, que atua como comensal no trato gastrointestinal e geniturinário dos seres humanos. No diagnóstico laboratorial, o isolamento primário da Candida spp. pode ser realizado utilizando-se um ágar enriquecido denominado:
“O ________ é o marcador tumoral classicamente recomendado para neoplasias ovarianas. Sua medida é útil para monitorar a resposta à quimioterapia, colhida duas semanas antes e durante o tratamento, mantendo intervalos regulares. Recomenda-se a avaliação desse marcador durante a terapia primária, assim como nos períodos pré e pós-operatórios, devido ao potencial significado prognóstico. Elevações persistentes dos níveis podem indicar um prognóstico desfavorável.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior:
“Colocar a proglote em uma placa de Petri e submergê-la em ácido acético glacial por 15 a 20 minutos para clarificação e dissolução do revestimento calcário. Em seguida, comprimir entre duas lâminas e examinar as ramificações internas da proglote sob iluminação.” O procedimento experimental é recomendado para a identificação de proglotes de:
A detecção específica de hemoparasitos é conduzida por meio de esfregaços sanguíneos finos (gota estendida) e espessos (gota espessa), os quais são corados pelo método de: