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Q4196836 Português
Assinale a alternativa em cuja oração ocorre sujeito indeterminado.
Alternativas
Q4196835 Português
Assinale a alternativa cujo emprego da palavra destacada se encontra de acordo com a regência do verbo correspondente, pela norma-padrão.
Alternativas
Q4196834 Português
Analise a ocorrência de crase nas palavras destacadas abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta o número de ocorrências em que a crase é facultativa.

- Ele saiu da festa à francesa.
- Entreguei um belo ramalhete à Mariana.
- Estarei lá exatamente à meia-noite.
- Foi dado um tiro à queima-roupa.
- Dirigi-me à sua secretária para o recado.
Alternativas
Q4196833 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narração do texto “A bola amarela" é feita:
Alternativas
Q4196832 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
"(...) resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona."

Em relação ao sentido expresso na parte destacada do trecho acima, é correto afirmar que a autora:
Alternativas
Q4196831 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A bola amarela


    Outro dia, chegando ao quintal pela manhã, me deparei com uma bola amarela. Imediatamente me lembrei do poema de Cecília Meireles, Jogo de bola. “Bola amarela, / a da Arabela. / A do Raul, / azul. / Rola a amarela / e pula a azul."

    Peguei a bola e reportei-me à infância, em que brincávamos com a bola emprestada dos meninos da Rua Nova. Vez por outra, a bola caía no quintal da vizinha, Dona Guilé (Guilhermina), ficávamos torcendo para tê-la de volta. Qual nada! Sempre nervosa, sem dó nem piedade, ela cortava a bola e jogava os pedaços de volta para a rua. Parecia até que ela ficava do outro lado do muro, esperando a redonda, pois, no melhor da brincadeira, um toque forte e certeiro de alguém, quase sempre, fazia a bola cair no quintal de Dona Guilé e a brincadeira acabava. Inventávamos outras brincadeiras para preencher as horas livres daquelas tardes.

    Fotografei a bola amarela, ainda recordando os jogos de queimada e de futebol da nossa infância. Lembrei-me da tristeza com que ficávamos quando Dona Guilé nos devolvia, por cima do muro, a bola cortada... Logo, voltei meu pensamento para a alegria dos momentos em que jogávamos bola na rua, sem medo e sem preocupação. Coisa rara hoje em dia!

    Então, me veio à mente aquela crônica de Luis Fernando Veríssimo, A bola, que descreve a decepção de um pai, nos dias atuais, que dá uma bola de presente ao filho e ele pergunta: como é que liga? E vai procurar no embrulho o manual de instrução. Sem se encantar com a bola, a criança volta para a frente da televisão para jogar, usando o controle remoto do vídeo game. (...)

    Pensamentos e considerações à parte. Abri o portão na esperança de encontrar o dono da bola. Era cedo ainda e não havia crianças na rua. Precisava sair para trabalhar, não poderia prender o brinquedo das crianças, resolvi deixar a bola na calçada para ela encontrar seu dono ou dona.

    
  Naquele mesmo dia, no final da tarde, quando estava regando as plantas, ouvi o barulho de crianças brincando. Fui olhar e lá estavam quatro meninos, ensaiando embaixadinhas e brincando com a bola amarela.


MELO, Merandolina Pereira de. A bola amarela. Portal escritores. Disponível em .<https://portalescritores.com.br/texto/7375/a-bolaamarela>.
A narradora do texto "A bola amarela" mostrase:
Alternativas
Q4188830 Legislação de Trânsito
Para evitar colisão traseira, o motorista deve:
Alternativas
Q4188829 Legislação de Trânsito
Em direção defensiva, a distância de segurança entre veículos deve:
Alternativas
Q4188828 Legislação de Trânsito
A substituição de fusíveis queimados deve ser feita utilizando: 
Alternativas
Q4188824 Legislação de Trânsito
Durante a inspeção, o motorista observa pastilhas de freio muito desgastadas. Esse problema pode causar:
Alternativas
Q4188821 Segurança e Transporte
A troca do óleo do motor deve ser realizada: 
Alternativas
Q4188817 Legislação de Trânsito
Durante a manutenção preventiva, o nível do óleo do motor deve ser verificado com o veículo:
Alternativas
Q4188815 Legislação de Trânsito
Em uma ultrapassagem segura, o motorista deve:
Alternativas
Q4188814 Legislação de Trânsito
A lâmpada do freio traseiro queimada representa risco porque: 
Alternativas
Q4188813 Legislação de Trânsito
Ao dirigir em neblina intensa, o motorista deve:
Alternativas
Q4188812 Legislação de Trânsito
A regra dos dois segundos em direção defensiva indica:
Alternativas
Q4188811 Legislação de Trânsito
Ao trafegar em pista molhada, o motorista defensivo deve:
Alternativas
Q4188780 Segurança e Saúde no Trabalho
No âmbito da segurança do trabalho relacionada às atividades do encanador, assinale a alternativa que apresenta um ato inseguro do profissional:
Alternativas
Q4188779 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual é a responsabilidade do encanador com relação aos Equipamentos de Proteção Individual utilizados em sua atividade: 
Alternativas
Q4188778 Segurança e Saúde no Trabalho
Entre os Equipamentos de Proteção Individual listados a seguir, qual é indispensável na atividade de desentupimento de esgotos no interior de prédios públicos: 
Alternativas
Respostas
441: E
442: B
443: D
444: B
445: A
446: C
447: E
448: D
449: A
450: E
451: B
452: B
453: E
454: C
455: B
456: A
457: B
458: D
459: C
460: C