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Q3281057 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, leia a estrofe a seguir retirada do hino oficial municipal:

Ondulando arrozais cor de ouro
Afagados aos ventos do mar,
És tapete ao _______ da montanha
Florescendo em riqueza sem par.
Salve Turvo ______ generoso,
Cada filho que tens é uma flor.
Tuas _______ bordadas de frutos,
Tua gente é bordada de amor

Complete as lacunas com a alternativa CORRETA:


Alternativas
Q3281054 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
Alternativas
Q3281053 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
Alternativas
Q3281052 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
Alternativas
Q3281051 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
Alternativas
Q3281050 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3281049 Segurança e Transporte
A prevenção de incêndios é essencial para proteger vidas, propriedades e o meio ambiente. São medidas de prevenção de incêndio:

I. Certificar que as instalações elétricas estejam em boas condições e sejam verificadas regularmente por profissionais qualificados.
II. Evitar o uso excessivo de adaptadores e extensões, que podem sobrecarregar o sistema elétrico.
III. Guardar líquidos combustíveis e materiais inflamáveis em locais apropriados, longe de fontes de calor e fora do alcance de crianças.
IV. Ter extintores de incêndio em locais acessíveis.

Assinale a alternativa CORETA:
Alternativas
Q3281048 Segurança e Transporte
Considere as seguintes afirmações sobre serviços de segurança e emergência:

I. A vigilância patrimonial é responsável por garantir a integridade física das pessoas e a segurança do patrimônio em estabelecimentos diversos.
II. Os serviços de portaria incluem o controle de acesso de pessoas e veículos, bem como o monitoramento de câmeras de segurança.
III. A prevenção e combate a incêndios envolvem ações e medidas destinadas a reduzir a possibilidade de ocorrência de incêndios e estabelecer procedimentos adequados em situações de emergência.
IV. Os primeiros socorros referem-se ao conjunto de procedimentos iniciais prestados a vítimas de acidentes ou mal súbito, visando manter os sinais vitais e evitar o agravamento da situação até a chegada de assistência médica especializada.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3281045 Segurança e Transporte
Com relação às características de um vigilante, leia os itens abaixo:

I. Responsabilidade por vidas, tendo disciplina e cumprindo rotinas e normas junto com sua equipe de trabalho;
II. Não deve passar informações sobre pessoas e instituições, nem durante o período de seu trabalho nem em momentos de folga. Exceto sob autorização expressa e registrada;
III. Uma vez que lida diretamente com pessoas, este profissional precisa passar uma imagem de compromisso, responsabilidade, seriedade e saber se comunicar e se portar.
IV. Deve se manter atento ao trabalho, durante todo o expediente. Uma boa memória também é importante, a fim de guardar fisionomias, recados, placas e modelos de veículos;
V. Ter capacidade de reação, foco e concentração para atitudes que precisam de resolução imediata, evitando problemas desnecessários.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3281011 Segurança Pública
Serviço de emergência da Polícia Militar que atende aos cidadãos em casos de riscos, ameaças contra a vida, denúncias de roubos, atentados e proteção pública. Pode ser acionado de telefones fixos e celulares. O número do serviço de Emergência da Polícia Militar é:
Alternativas
Q3281009 Segurança e Saúde no Trabalho
Implementos agrícolas são equipamentos acoplados a tratores para realizar diversas operações no campo. De acordo com a NR 12 (Norma Regulamentadora de Segurança no Trabalho com Máquinas e Equipamentos), existe um implemento que, quando acoplado a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, como sementes, mudas, tubérculos ou outros.

Com base nas informações acima, de qual implemento estamos falando?
Alternativas
Q3281008 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, art. 6º, são objetivos básicos do Sistema Nacional de Trânsito:

I. Estabelecer diretrizes da Política Nacional de Trânsito, com vistas à segurança, à fluidez, ao conforto, à defesa ambiental e à educação para o trânsito, e fiscalizar seu cumprimento;
II. Fixar, mediante normas e procedimentos, a padronização de critérios técnicos, financeiros e administrativos para a execução das atividades de trânsito;
III. Estabelecer a sistemática de fluxos permanentes de informações entre os seus diversos órgãos e entidades, a fim de dificultar o processo decisório e a integração do Sistema.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3281007 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3281006 Segurança e Saúde no Trabalho
De acordo com a Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12), que dispõe sobre a Segurança No Trabalho Em Máquinas E Equipamentos, classifique os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

( ) As máquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergência, por meio dos quais possam ser evitadas situações de perigo latentes e existentes.
( ) As máquinas e equipamentos que utilizem, processem ou produzam combustíveis, inflamáveis, explosivos ou substâncias que reagem perigosamente devem oferecer medidas de proteção contra sua emissão, liberação, combustão, explosão e reação acidentais, bem como a ocorrência de incêndio.
( ) A manutenção, inspeção, reparos, limpeza, ajuste e outras intervenções que se fizerem necessárias devem ser executadas por profissionais capacitados, qualificados ou legalmente habilitados, formalmente autorizados pelo empregador, com as máquinas e equipamentos parados.
( ) As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que se encontram, devem possuir sinalização de segurança para advertir os trabalhadores e terceiros sobre os riscos a que estão expostos, as instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3281004 Engenharia de Transportes e Trânsito
É uma máquina pesada que tem como principal função deslocar e nivelar uma determinada superfície de terra. Por meio de uma lâmina, que pode ser inclinada em diferentes posições em relação ao seu eixo, tanto no plano horizontal como no vertical, ela é largamente utilizada na construção civil, principalmente em projetos de terraplanagem, construção e manutenção de rodovias.

Estamos falando da:
Alternativas
Q3281002 Atendimento ao Público
As regras básicas de comportamento profissional incluem, EXCETO:
Alternativas
Q3280889 Mecânica de Autos
O motor é a fonte de energia do veículo. Ele converte a energia calorífica produzida pela queima (explosão) do combustível em energia mecânica. A energia produzida é transformada em um movimento giratório que através de componentes e sistemas é transmitido às rodas. Os motores possuem peças fixas e móveis.

De acordo com este tema, relacione as colunas abaixo:

COLUNA 1
1. Fixas
2. Móveis

COLUNA 2
( ) Pistões
( ) Bielas
( ) Cilindros
( ) Cárter
( ) Virabrequim

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3280888 Mecânica de Autos
Classifique os itens abaixo sobre funcionamento do veículo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):

( ) Um bom sistema de suspensão deve incluir mola e amortecedores. As molas dão a resistência elástica ao peso do veículo e sua carga.
( ) O freio funciona devido ao atrito resultante do contato entre um elemento rotativo do veículo com outro fixo. O atrito produz uma força gradativa que possibilita diminuir a velocidade ou parar.
( ) A eletricidade atua tanto no desempenho e funcionamento do motor, quanto no aspecto de conforto dos usuários do veículo.
( ) O circuito de partida tem por finalidade iniciar o funcionamento do motor.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3280887 Legislação de Trânsito
Com relação à cidadania no trânsito, são deveres dos condutores:

I. Utilizar sempre o cinto de segurança, bem como os demais equipamentos de segurança do veículo;
II. Manter o automóvel sempre em boas condições de uso;
III. Não conduzir o veículo cansado, com sono ou sob efeito de bebida alcóolica;
IV. Prevenir situações de risco e ser capaz de evitar acidentes, adotando uma direção defensiva.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3280886 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), qual das seguintes infrações é considerada gravíssima?
Alternativas
Respostas
461: C
462: A
463: D
464: E
465: A
466: C
467: E
468: D
469: E
470: C
471: D
472: C
473: B
474: C
475: B
476: B
477: C
478: E
479: E
480: C