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Q3579497 Direito Constitucional
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora 

Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.

Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.

A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).

Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.

Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.

Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.

Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.

"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.

"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."

Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.

Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.

Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.

"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.

"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."

Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.

Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".

Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.

"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.

"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."

'Tecnologia em si raramente é o problema'

Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.

Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.

"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.

"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso." 

"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."

Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.

A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.

Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.

Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.

E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.

Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".

E todos esses dados nas mãos de governos?

Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.

Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.

Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.

Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.

Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.

"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."

Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.

"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."

O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.

"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

Qual é a principal preocupação da professora Nita Farahany em relação à privacidade individual?
Alternativas
Q3579496 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora 

Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.

Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.

A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).

Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.

Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.

Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.

Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.

"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.

"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."

Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.

Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.

Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.

"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.

"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."

Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.

Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é inteiramente delas".

Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.

"Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.

"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."

'Tecnologia em si raramente é o problema'

Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.

Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.

"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.

"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso." 

"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."

Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.

A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.

Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.

Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.

E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.

Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".

E todos esses dados nas mãos de governos?

Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.

Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.

Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.

Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.

Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.

"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."

Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.

"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."

O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.

"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

De acordo com a professora Nita Farahany, qual é a visão dela sobre a tecnologia e sua influência?
Alternativas
Q3579430 Veterinária
A sigla INPM significa Instituto Nacional de Pesos e Medidas e, enquanto terminologia na alcoometria, determina a:
Alternativas
Q3579428 Segurança e Saúde no Trabalho
Produtos Químicos Inflamáveis ou Combustíveis são aqueles que não evaporam rapidamente nas condições de temperatura e pressão do local onde se encontram, permitindo o acúmulo de vapor suficiente para inflamar na presença da (o):
Alternativas
Q3579427 Técnicas em Laboratório
Um método de esterilização tem por finalidade remover, ou destruir todas as formas de vida, animal ou vegetal, macroscópica ou microscópica, saprófitos ou não, do produto considerado, sem garantir a inativação de toxinas e enzimas celulares. Neste caso, o processo de esterilização físico, realizado em um equipamento onde se emprega vapor saturado sob pressão, que destrói microrganismos termo resistentes por coagulação de proteínas, é qualificado como:
Alternativas
Q3579422 Veterinária
De maneira matemática, a transmitância (T) se encontra no intervalo entre 0 e 1 e a transmitância percentual (100T) varia de 0% a 100%. Calcule a absorbância correspondente à 50% de transmitância.
Alternativas
Q3579421 Veterinária
Em laboratório, a aparelhagem normalmente utilizada em processos de destilação inclui, dentre os itens abaixo, exceto:
Alternativas
Q3579420 Veterinária
O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal - CONCEA, órgão integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), estabelece a proibição do uso de animais vertebrados em pesquisa científica, desenvolvimento e controle de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes que utilizem em suas formulações ingredientes ou compostos com segurança e eficácia já comprovadas cientificamente e dispõe sobre a obrigatoriedade do uso de métodos alternativos nas formulações, ingredientes ou compostos cuja segurança ou eficácia não tenham sido comprovadas cientificamente, pela normativa:
Alternativas
Q3579419 Técnicas em Laboratório
Consistem três aspectos de extrema importância na análise qualiquantitativa, a coleta, o tratamento da amostra e o preparo das soluções utilizadas na determinação analítica. Caso essas etapas não sejam executadas em condições satisfatórias à realização das análises, a confiabilidade dos resultados obtidos pode ser comprometida, já que podem influenciar negativamente nos mesmos. A amostra é definida como a porção limitada do material, retirada de um universo, de modo que tenha as características inerentes ao conjunto, de forma representativa e significativa, entendendo-se por amostragem o conjunto de operações com as quais se obtém do material em estudo, uma porção pequena, que represente uma parte de todo o conjunto de amostras. Neste âmbito, a definição "procedimento predeterminado para a seleção, retirada (coleta), preservação, transporte e preparação das porções a serem removidas de um lote como amostras" corresponde ao:
Alternativas
Q3579418 Farmácia
Os solventes residuais da Classe 2, a exemplo da acetonitrila, devem ser limitados no insumo farmacêutico ativo (IFA), excipientes e produtos acabados devido a sua toxicidade inerente. Considere um produto farmacêutico acabado, o qual contém 0,3 g de um insumo farmacêutico ativo (IFA), 0,9 g do excipiente 1 e 3,8 g do excipiente 2. Tendo em conta a composição do produto acabado, sabendo que o limite de exposição diária permitida (EDP) para a acetonitrila é de 4,1 mg por dia e o peso diário máximo, deste produto, que pode ser administrado é de 10,0 g, o Limite de concentração de acetonitrila residual, corresponde à:
Alternativas
Q3579417 Segurança e Saúde no Trabalho
Exposições longas a agentes como a amônia podem causar aumento da secreção de muco e bronquite crônica, pois são materiais que causam inflamação nas membranas mucosas, sendo classificados como: 
Alternativas
Q3579415 Técnicas em Laboratório
Durante a coleta da amostra é preciso proceder com a identificação do lote de onde será retirada a amostra bruta, de forma a registrar em um documento o responsável pela coleta, a identificação da amostra, o porquê da coleta e como foi o procedimento adotado. Esse passo é de extrema importância para a:
Alternativas
Q3579414 Técnicas em Laboratório
Quando o foco do controle de qualidade é em nível laboratorial, o sistema padroniza os materiais utilizados, processo, produto, ajustes do processo e desenvolvimento de técnicas rápidas e eficazes de ensaio. Considerando a amostragem, após executadas as etapas de seleção e retirada de uma parcela representativa e significativa do conjunto, segue-se ao preparo da amostra, etapa necessária a seleção e obtenção de sub-amostras para preparação da amostra bruta, com a redução da "amostra bruta" para "amostra de laboratório", isto é, adequação da amostra às quantidades necessárias à rotina do laboratório e à metodologia a ser executada. As amostras sólidas, por apresentarem diferenças na textura, densidade e no tamanho de partículas, devem ser moídas e misturadas e, para a execução de tal procedimento técnico, onde deve-se realizar a trituração e a pulverização de sólidos em pequena escala utiliza-se:
Alternativas
Q3579407 Noções de Informática
Também chamado de organogramas, é um recurso interessante do Word que permite a inserção de uma representação gráfica para representar um conjunto de informações ao seu documento.
Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/cte /wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas_ aplicativos.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.
Alternativas
Q3579406 Noções de Informática
Todos os passos que realizamos em um documento são registrados pelo programa e podem ser desfeitos ou refeitos a qualquer momento.
Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/ cte/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas_ aplicativos.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao comando de desfazer uma ação no Word.
Alternativas
Q3579402 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01
(__)Argumentativo.
(__)Descritivo.
(__)Expositivo.
(__)Injuntivo.
(__)Narrativo.
Coluna 02
I.Crônica.
II.Cardápio.
III.Entrevista.
IV.Artigo Científico.
V.Receita.
Correlacione os gêneros textuais com seus devidos tipos de texto. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a ordem correta encontrada nas lacunas da coluna 01: 
Alternativas
Q3579400 Português
Leia com atenção as duas colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)O único jeito é ir a lojas no shopping de outra cidade.
(__)Tudo está acontecendo as mil maravilhas.
(__)Eu comecei a me exercitar somente esta semana.
(__)Nunca conte um segredo a outra pessoa.
Coluna 02:
I.Com crase.
II.Sem crase.
Correlacione ambas as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta da coluna 01:
Alternativas
Q3579398 Português
Leia com atenção as alternativas e assinale aquela com a presença de uma conjunção subordinativa adverbial final:
Alternativas
Q3579320 Noções de Primeiros Socorros
Trauma pode ser definido como a lesão caracterizada por alterações estruturais ou desequilíbrio fisiológico causada pela exposição aguda a diferentes formas de energia: mecânica, térmica, elétrica, química e irradiações, podendo afetar superficialmente o corpo ou lesar estruturas nobres e profundas do organismo. Diante disso, algumas informações são importantes para o estabelecimento do mecanismo do trauma que é indicador fundamental para a avaliação de lesões graves que podem ocorrer no ambiente escolar e as informações precisas podem contribuir muito para descrever e suspeitar desse mecanismo e das possíveis lesões dele resultantes.
Fonte: Manual de prevenção de acidentes e primeiros socorros nas escolas/ Secretaria da Saúde. Coordenação de Desenvolvimento de Programas e Políticas de Saúde. CODEPPS. São Paulo: SMS, 2007.
Qual das alternativas abaixo que NÃO tem importância nas observações que podem auxiliar no mecanismo do trauma? 
Alternativas
Q3579319 Pedagogia
No que se refere às indisciplinas dos alunos, existem vários fatores que estão ligados à esse tema, dentre eles, a atuação dos professores e dos próprios alunos, e também o próprio ambiente. No que se refere ao ambiente, marque a alternativa CORRETA que denote um local que favoreça a disciplina dos alunos.
Alternativas
Respostas
14181: C
14182: C
14183: B
14184: C
14185: C
14186: A
14187: D
14188: C
14189: B
14190: C
14191: A
14192: D
14193: A
14194: A
14195: B
14196: B
14197: B
14198: D
14199: B
14200: D