Foram encontradas 21.353 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O correio eletrônico (e-mail) pode ser utilizado nas correspondências oficiais. Nesse sentido, pode-se afirmar que:
I- Em função de sua praticidade, baixo custo e amplo uso, a legislação vigente permite o uso do e-mail como documento oficial sem certificação digital.
II- Uma das vantagens do e-mail é anexar planilhas, imagens, documentos de diversos formatos que, em situação de dúvida, poderão ser consultados posteriormente.
III- Para que o e-mail tenha valor documental é necessário existir a certificação digital que prove a identidade do remetente seguindo os parâmetros definidos por lei.
IV- Apesar de haver uma flexibilidade estrutural, no e-mail deve-se respeitar uma linguagem compatível com a que determina o Manual de Redação da Presidência da República.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Analise as situações respeitantes ao emprego dos pronomes de tratamento nas Redações Oficiais e, em seguida coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas, sabendo que se pode asseverar que esses termos:
( ) Auxiliam na padronização dos textos oficiais, quando usados adequadamente.
( ) Mesmo sendo de segunda pessoa, os verbos e os outros pronomes empregados em relação a eles devem ficar em terceira pessoa para precisar a concordância.
( ) São usados indiscriminadamente sem nenhuma recomendação específica.
( ) Seguem regras específicas, diferentes das adotadas pela gramática normativa.
Marque a alternativa que preenche a sequência CORRETA.
Sobre a linguagem das redações oficiais, pode-se observar que apresenta
I- vocabulário claro, preciso, uniforme a fim de que seja compreendida por todos os cidadãos independente do cargo que ocupam na sociedade e da classe social a que pertencem.
II- registro de impressões pessoais quando a situação ocorre entre pessoas que ocupam cargos de mesma hierarquia.
III- escrita sem opinião de quem a redige, sem espaço para intimidades.
Analise as proposições acima e marque a alternativa CORRETA.
Uma determinada empresa utiliza uma planilha eletrônica para calcular as horas trabalhadas dos seus funcionários, apresentada na figura abaixo.

Neste contexto, avalie as proposições com (V) para verdadeiro e (F) para as falso
( ) O total de horas de trabalho em um dia, para o funcionário, será calculado corretamente pela equação: G5 = (D5 - C5) + (F5 - E5).
( ) O total de horas de trabalho em um dia, para o funcionário, será calculado corretamente pela equação: G5 = (D5 + C5) - (F5 + E5).
( ) Uma forma de cálculo das horas extras consiste em inserir uma coluna com as horas do expediente diário e, em outra coluna, diminuir a quantidade de horas trabalhadas do número de horas desse expediente.
( ) Uma forma de cálculo das horas extras consiste em inserir uma coluna com as horas do expediente diário e, em outra coluna, adicionar a quantidade de horas trabalhadas do número de horas desse expediente.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Editores de texto fazem parte do dia a dia de muitos profissionais. Em relação ao editor de texto Microsoft Word 2016, avalie as proposições com (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) O editor de texto salva automaticamente um documento no formato de arquivo .docx e não permite salvar arquivos em outros formatos.
( ) Ao ativar a opção “Controlar Alterações” na edição de um documento, o Word marca todas as adições, exclusões, movimentações e mudanças de formatação.
( ) Afunção chamada "Estatística de legibilidade" indica números como: média da quantidade de frases por parágrafo, palavras por frases e caracteres por palavras.
( ) O editor de texto possui uma funcionalidade que permite compartilhar os documentos, planilhas e até apresentações com outras pessoas.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Após a leitura da matéria abaixo, extraída do Jornal Correio da Paraíba (23/02/20), aponte qual dos tópicos temáticos elencados nas alternativas NÃO é contemplado no texto.
De acordo com a pesquisadora e jornalista Silvana Torquato, as fake News são criadas para parecerem reais. E ao contrário do que se pensa, a prática não é nova. “Fake News é uma informação falsa disseminada sob a ótica de uma notícia verdadeira. É um termo tão onipresente hoje, que muitas vezes não entendemos de onde surgiu a prática. A expressão se generalizou em novembro de 2016 com a eleição presidencial norte-americana, mas a prática de espalhar notícias falsas, segundo historiadores, surgiu no século VI, quando um historiador famoso da Idade Antiga escreveu notícias falsas sobre o imperador Justiniano”, explica.
Segundo ela, pessoas com pouco interesse em entender outras realidades, podem ser mais facilmente envolvidas
nestas histórias. “As Fake News não surgiram com as redes sociais na internet, apenas as novas tecnologias alteraram a forma
com que essa prática dissemine mais rápido. Como estamos vivenciando uma polarização, principalmente em temas
polêmicos, como política, as notícias consideradas falsas são mais propícias de serem disseminadas, porque as pessoas vivem
em uma bolha e preferem acreditar e compartilhar o que lhes convêm. Assim, sua bolha contribui para essa disseminação de
notícias inverídicas”, afirma.
Com base na leitura do texto abaixo, exposto em Carta Capital, (05/02/20), responda à questão.
Golpistas impunes
Brigar contra os ladrões e vigaristas da internet é como enxugar gelo
As informações que chegam pela internet trazem o melhor e o pior dos mundos.
É desnecessário falar da revolução que a rede trouxe ao universo da cultura, da ciência e da tecnologia. Com poucos toques no teclado consigo ver as coleções do Louvre e do Metropolitan, acessar os avanços do tratamento do câncer, [....]
Em contrapartida, no esgoto da rede corre tudo o que não presta: exploração sexual de crianças, pornografia que afronta a dignidade feminina, calúnias que destroem reputações e desequilibram processos eleitorais, além de um mundo de mentiras, besteiras e cretinices antes ouvidas apenas por meia dúzia de desocupados, nos botequins. A internet, de fato, deu voz aos imbecis. E aos estelionatários, também. Ladrões que clonam cartões de crédito, roubam senhas de contas bancárias e promovem vendas fictícias, lesam um número incalculável de incautos.
No meu caso particular, caí na mira de falsários que anunciam, em meu nome, produtos “revolucionários” que apregoam realizar curas milagrosas. Invariavelmente, os anúncios trazem minha fotografia montada ao lado do remédio à venda. [...]
É evidente que, por razões éticas, nunca fiz nem farei propaganda de qualquer remédio ou medicamento. Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres: “O Dr. Drauzio não faz propaganda de remédio. Não compre”. O golpe maior é que anuncia cápsulas para dores nas juntas, que os estelionatários afirmam repor o colágeno desgastado nas cartilagens com o passar dos anos. [...]
Como denunciamos a farsa no próprio programa, os falsários mudaram o nome do produto, e continuam veiculando o anúncio impunemente.
Os amigos me perguntam por que não processo essa gente. Eu gostaria de vê-los na cadeia, são ladrões, mas não há como. Porque a autoria vem de perfis falsos e sites ancorados no exterior.
Quando consigo que o Facebook tire do ar (tarefa que não é fácil), no dia seguinte é publicado outro perfil tão falso
quanto o anterior. É enxugar gelo.
Após a análise do emprego das palavras gramaticais “como” e “por que”, em negrito, no fragmento abaixo, é CORRETO afirmar que têm as seguintes características:
“Como denunciamos a farsa no próprio programa, os falsários mudaram o nome do produto, e continuam veiculando o anúncio impunemente.
Os amigos me perguntam por que não processo essa gente. Eu gostaria de vê-los na cadeia, são ladrões, mas não há como. Porque a autoria vem de perfis falsos e sites ancorados no exterior”.
Com base na leitura do texto abaixo, exposto em Carta Capital, (05/02/20), responda à questão.
Golpistas impunes
Brigar contra os ladrões e vigaristas da internet é como enxugar gelo
As informações que chegam pela internet trazem o melhor e o pior dos mundos.
É desnecessário falar da revolução que a rede trouxe ao universo da cultura, da ciência e da tecnologia. Com poucos toques no teclado consigo ver as coleções do Louvre e do Metropolitan, acessar os avanços do tratamento do câncer, [....]
Em contrapartida, no esgoto da rede corre tudo o que não presta: exploração sexual de crianças, pornografia que afronta a dignidade feminina, calúnias que destroem reputações e desequilibram processos eleitorais, além de um mundo de mentiras, besteiras e cretinices antes ouvidas apenas por meia dúzia de desocupados, nos botequins. A internet, de fato, deu voz aos imbecis. E aos estelionatários, também. Ladrões que clonam cartões de crédito, roubam senhas de contas bancárias e promovem vendas fictícias, lesam um número incalculável de incautos.
No meu caso particular, caí na mira de falsários que anunciam, em meu nome, produtos “revolucionários” que apregoam realizar curas milagrosas. Invariavelmente, os anúncios trazem minha fotografia montada ao lado do remédio à venda. [...]
É evidente que, por razões éticas, nunca fiz nem farei propaganda de qualquer remédio ou medicamento. Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres: “O Dr. Drauzio não faz propaganda de remédio. Não compre”. O golpe maior é que anuncia cápsulas para dores nas juntas, que os estelionatários afirmam repor o colágeno desgastado nas cartilagens com o passar dos anos. [...]
Como denunciamos a farsa no próprio programa, os falsários mudaram o nome do produto, e continuam veiculando o anúncio impunemente.
Os amigos me perguntam por que não processo essa gente. Eu gostaria de vê-los na cadeia, são ladrões, mas não há como. Porque a autoria vem de perfis falsos e sites ancorados no exterior.
Quando consigo que o Facebook tire do ar (tarefa que não é fácil), no dia seguinte é publicado outro perfil tão falso
quanto o anterior. É enxugar gelo.
Analise as afirmações a seguir, a respeito da construção de determinadas estruturas oracionais que formam o texto.
I- Na oração: “A internet, de fato, deu voz aos imbecis”, o uso da expressão “de fato” imprime à frase um tom de certeza, evidenciando a atitude do sujeito-autor em relação ao seu dizer.
II- Na oração: “E aos estelionatários, também”, houve a elipse do verbo “dar”, seja porque este apareceu no contexto anterior, seja devido à presença do advérbio “também”, que permite a recuperação da informação.
III- A informação que aparece em parêntese, estando intercalada, no último parágrafo é uma estratégia usada para inserir uma avaliação/ressalva do sujeito-autor; por meio dela, o autor atribui toda responsabilidade dos golpes ao facebook.
IV- Em: “Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres:”, seria possível substituir a forma verbal “tem adiantado” por “adiantou” sem que acarretasse prejuízo quanto à informação ou à intenção comunicativa.
É CORRETO o que se afirma em
Com base na leitura do texto abaixo, exposto em Carta Capital, (05/02/20), responda à questão.
Golpistas impunes
Brigar contra os ladrões e vigaristas da internet é como enxugar gelo
As informações que chegam pela internet trazem o melhor e o pior dos mundos.
É desnecessário falar da revolução que a rede trouxe ao universo da cultura, da ciência e da tecnologia. Com poucos toques no teclado consigo ver as coleções do Louvre e do Metropolitan, acessar os avanços do tratamento do câncer, [....]
Em contrapartida, no esgoto da rede corre tudo o que não presta: exploração sexual de crianças, pornografia que afronta a dignidade feminina, calúnias que destroem reputações e desequilibram processos eleitorais, além de um mundo de mentiras, besteiras e cretinices antes ouvidas apenas por meia dúzia de desocupados, nos botequins. A internet, de fato, deu voz aos imbecis. E aos estelionatários, também. Ladrões que clonam cartões de crédito, roubam senhas de contas bancárias e promovem vendas fictícias, lesam um número incalculável de incautos.
No meu caso particular, caí na mira de falsários que anunciam, em meu nome, produtos “revolucionários” que apregoam realizar curas milagrosas. Invariavelmente, os anúncios trazem minha fotografia montada ao lado do remédio à venda. [...]
É evidente que, por razões éticas, nunca fiz nem farei propaganda de qualquer remédio ou medicamento. Pouco tem adiantado deixar uma luz piscando o tempo todo no topo da página principal do meu site, com os dizeres: “O Dr. Drauzio não faz propaganda de remédio. Não compre”. O golpe maior é que anuncia cápsulas para dores nas juntas, que os estelionatários afirmam repor o colágeno desgastado nas cartilagens com o passar dos anos. [...]
Como denunciamos a farsa no próprio programa, os falsários mudaram o nome do produto, e continuam veiculando o anúncio impunemente.
Os amigos me perguntam por que não processo essa gente. Eu gostaria de vê-los na cadeia, são ladrões, mas não há como. Porque a autoria vem de perfis falsos e sites ancorados no exterior.
Quando consigo que o Facebook tire do ar (tarefa que não é fácil), no dia seguinte é publicado outro perfil tão falso
quanto o anterior. É enxugar gelo.
Dispomos, a seguir, novas formas de escritura para os parágrafos 2, 3 e 4 do texto. Avalie se o conteúdo dessas versões tem ou não equivalência com a informação do texto base, indicando (V), em caso afirmativo ou (F), em caso negativo.
( ) No esgoto da rede correm não só exploração sexual de crianças, pornografia que afronta a dignidade feminina, calúnias que destroem reputações e desequilibram processos eleitorais, mas também um mundo de mentiras, besteiras e cretinices antes ouvidas apenas por meia dúzia de desocupados, nos botequins. Ou seja, tudo o que não presta. Com certeza, a internet deu voz aos imbecis.
( ) Da mesma forma, (a internet) deu voz aos estelionatários, que clonam cartões de crédito, roubam senhas de contas bancárias e promovem vendas fictícias, lesando um número incalculável de incautos.
( ) No meu caso especificamente, caí na mira de falsários, que anunciam produtos “revolucionários” em meu nome, e apregoam realizar curas milagrosas. Os anúncios apresentam a minha fotografia montada ao lado do remédio à venda, infelizmente. [...]
A avaliação CORRETA está disposta na alternativa: