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Q3321238 Saúde Pública
De acordo com a Lei nº 13.595/2018, sobre a atribuição dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3321237 Saúde Pública
Sobre o processo saúde-doença, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3321224 Português
O artigo a seguir se refere à questão:

POR QUE GATOS SÃO MAIS INDEPENDENTES QUE CACHORROS?


E mais: por que eles se esfregam em nós? Por que dormem tanto? A ciência ainda não conseguiu solucionar mistérios do comportamento felino – mas há algumas pistas.


Texto: Gabriela Portilho 


    Por causa da história, da socialização e até da genética dos felinos. Enquanto cães já convivem com os seres humanos há 50 mil anos, os gatos nos acompanham há apenas 8 mil, o que demonstra que eles ainda não passaram por um processo completo de domesticação. Além disso, cachorros têm uma predisposição natural a aceitar ordens, “herdada” de sua vida selvagem, já que os caninos evoluíram em bando, com uma hierarquia bem estruturada.

    Os gatos silvestres, por outro lado, sempre foram caçadores solitários. Sua relação com outros indivíduos – seja um gato, seja um humano – é uma parceria entre iguais. Por fim, nos cães, cientistas identificaram 41 genes ligados à domesticação. Nos gatos? Apenas 13.

Por que eles se esfregam na gente?

    Grandes felinos roçam uns nos outros quando voltam da caça, o que pode ser uma demonstração de companheirismo. Também pode ser uma forma de demarcar território, já que esse contato espalha o cheiro do gatinho nos seus “alvos”. Assim, ele está determinando que nós (e nossas coisas), na verdade, somos dele. Além disso, com esse ato, o bicho pode estar reconhecendo que somos maiores, mas não superiores. 

Por que eles dormem tanto?

Uma teoria é de que os gatos são, por natureza, caçadores. Assim, instintivamente, poupam o máximo de energia para o momento de buscar uma presa. Em média, eles dormem de 16 a 18 horas por dia, mas é um sono leve, interrompido rapidamente ao primeiro sinal de perigo. Talvez por isso eles tirem pequenos cochilos, e não durmam pesado por longos períodos, como os humanos. 

E eles sonham?

    Alguns especialistas dizem que eles alternam o sono leve (cerca de 70% do tempo) com períodos de sono profundo. Nestes últimos, podem ser observados os movimentos rápidos dos olhos (REM, em inglês), que também ocorrem quando os humanos estão sonhando, além de atos involuntários, como a agitação das patas e das unhas ou a rotação das orelhas. Tudo isso faz alguns especialistas acreditarem que, sim, eles sonham!

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/por-que-gatos-sao-mais-independentes-que-cachorros/. Acesso em: 13 jun. 2024. 
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3321223 Português
Veja a propaganda abaixo e analise as assertivas:

Q12.png (244×344)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/6403624463779258/. Acesso em: 13 jun. 2024.

I- Mediante o texto verbal da propaganda, é válida a pressuposição de que os designers são pressionados pelo pouco tempo para criar um projeto.
II- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, temos um período composto por coordenação. 
III- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, a oração em destaque é uma oração subordinada adverbial final.
IV- O enunciado “Respeite o tempo de um designer” visa a persuadir o interlocutor.
V- No período composto “Ideias levam tempo para serem desenvolvidas”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética conclusiva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3321219 Português
A reportagem a seguir serve de base para a questão:

HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA


Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto emendas à proposta original


11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15


SÃO PAULO


    Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.

    Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um "sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses. 

    Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a viabilidade de sua implementação.

    Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato, que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.

    Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia sinalizado essa possibilidade.

    O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.

    Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um acordo.

    As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.

    O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.

    A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.

    Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.

     "A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, nesta terça.

    Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas.

    Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional, tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses. Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

    Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml. Acesso em: 11 jun. 2024.
Do ponto de vista das funções da linguagem, assinale a alternativa que apresenta aquela que predomina na reportagem: 
Alternativas
Q3321218 Português
A reportagem a seguir serve de base para a questão:

HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA


Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto emendas à proposta original


11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15


SÃO PAULO


    Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.

    Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um "sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses. 

    Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a viabilidade de sua implementação.

    Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato, que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.

    Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia sinalizado essa possibilidade.

    O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.

    Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um acordo.

    As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.

    O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.

    A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.

    Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.

     "A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, nesta terça.

    Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas.

    Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional, tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses. Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

    Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml. Acesso em: 11 jun. 2024.
Analise os seguintes períodos compostos presentes no texto e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA: 

PERÍODO 1:

Q7_1.png (573×50)

PERÍODO 2:

Q7_2.png (572×133)

PERÍODO 3:

Q7_3.png (577×104)

Considerando os três períodos compostos descritos acima, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3321215 Português

Faça a leitura dos quadrinhos a seguir para responder a questão.


Q4.png (417×309)


Disponível em: https://www.instagram.com/p/C67GUUuPkIj/?img_index=5. Acesso em: 11 jun. 2024.



Com relação à leitura dos quadrinhos, analise as assertivas abaixo:



I- A avó não conseguiu assustar o neto.


II- No texto, a fala de Dona Anésia no último quadrinho coloca os dinossauros na categoria de fantasmas.


III- Os termos de fantasmas e de dinossauros exercem a mesma função sintática.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3321214 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 
Do ponto de vista dos processos de formação de palavras, da pontuação e da concordância, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3321213 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 

Considere o excerto abaixo:



    “Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.


    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida”.



No tocante à construção da referenciação do texto, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q3321212 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 

Analise as assertivas abaixo:



I- O texto faz uma apologia aos alimentos ultraprocessados na alimentação do brasileiro.


II- O texto faz um alerta aos riscos da ingestão de alimentos ultraprocessados.


III- Os alimentos ultraprocessados não podem causar prejuízos ao sistema respiratório.


IV- Os Estados Unidos consomem mais alimentos ultraprocessados que o Canadá.


V- A ingestão de alimentos ultraprocessados representa um risco de se desenvolverem doenças cardiovasculares.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3321211 Pedagogia
Considerando a relação família-escola, analise as asserções a seguir:

I- O fortalecimento da relação entre família e escola é essencial para o sucesso educacional das crianças. Quando pais e educadores trabalham juntos em prol do bem-estar e desenvolvimento das crianças, cria-se um ambiente favorável à aprendizagem e ao crescimento pessoal. Uma parceria sólida entre família e escola facilita a comunicação, o apoio mútuo e a colaboração em estratégias de ensino-aprendizagem, resultando em melhores resultados acadêmicos e sociais para os alunos.
II- Arelação família-escola é marcada por uma abordagem de culpabilização, devido à falta de compreensão sobre os diversos fatores que influenciam o desempenho escolar das crianças. Os pais devem ser os únicos a assumir a responsabilidade total pela educação e sucesso de seus filhos, ignorando questões estruturais e sociais que também desempenham um papel significativo.
III- A escola é reconhecida como uma extensão da família pela sociedade, uma vez que desempenha um papel fundamental na formação não apenas acadêmica, mas também ética e moral das crianças. Aeducação escolar contribui para o desenvolvimento de cidadãos conscientes de seus direitos e deveres na sociedade, complementando os valores e princípios transmitidos pela família.
IV- A colaboração entre família e escola é dispensável para o desenvolvimento integral da criança, pois ambos os ambientes desempenham papéis suplementares na formação do indivíduo. Os pais podem fornecer apoio emocional, incentivo e supervisão em casa, enquanto a escola oferece instrução formal, oportunidades de socialização e suporte acadêmico.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321210 Pedagogia

Q39.png (294×290)


Fonte: WILCOX, Cathy. Cyberbullying. Disponível em: http://psicologiadospsicologos. blogspot.com.br/2010/07/cyberbullying.html. Acesso em: 17 jul, 2024. Adaptado.



Cyberbullying no meio escolar


A internet veio para ficar. Os jovens não são apenas os maiores consumidores, mas também os mais vulneráveis às consequências da exposição nas redes sociais. Online, eles cumprem uma das tarefas mais importantes para o seu desenvolvimento: a socialização. Pertencer a um grupo é imperativo. Estar sempre online é o principal requisito. E assim vão deambulando entre uma socialização, a que chamo de presencial e digital, isto é, uma socialização mista. O problema surge quando apostam na socialização digital de modo a causar sofrimento no outro. Isso se chama "cyberbullying". O cyberbullying é uma realidade inevitável. Não há força física, não há medo da descoberta, não há feedback do sofrimento da vítima, e existem muitos seguidores: uns que estão do lado do agressor, outros que defendem a vítima, além dos indiferentes. É uma forma de diversão realizada pelos cyberbullies, que se apresentam como frios e poderosos, com uma identidade falsa ou, por vezes, fazendo-se passar por incógnitos, e que assim se tornam muito populares e temidos. Assim, o bullying ganhou uma nova ferramenta de atuação: as tecnologias de informação e comunicação [...]. O cyberbullying surge de várias formas: no envio de informações ou de imagens privadas [...], tornadas acessíveis a todos; no envio repetido de mensagens agressivas e humilhantes etc.


F o n t e : PATR Ã O , I v o n e . Cy b e r b u l l y i n g em j o v e n s n o me i o e s c o l a r. D i á r i o d e N o tí c i a s, 2 0 n o v. 2 0 1 6 . D is p o n í v e l em: http://www.dn.pt/opiniao/opiniaodn/convidados/interior/cyberbullying-em-jovens-no-meio-escolar-5507565.html. Acesso em: 17 jul 2024. Adaptado.



Considerando os textos acima, qual a alternativa CORRETA sobre o conceito de cyberbullying?

Alternativas
Q3321209 Pedagogia
As relações afetivas e o desenvolvimento socioemocional são influenciados pelas experiências do indivíduo em seu contexto histórico e cultural, nas quais sentimentos e emoções têm significado e propósito social. As competências socioemocionais estão contempladas nas competências gerais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e referem-se ao entendimento e manejo das emoções, incluindo empatia e tomada de decisão. Considerando esses aspectos, marque a alternativa CORRETA sobre o desenvolvimento socioemocional na escola.
Alternativas
Q3321208 Psicologia
Sobre a dislexia, assinale a resposta CORRETA.
Alternativas
Q3321207 Pedagogia
Leia o caso fictício a seguir e marque a alternativa CORRETA quanto à atuação do Orientador Educacional no contexto da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

Na Escola Municipal Nova Visão, localizada em uma área urbana diversificada, o Orientador Educacional, João, desempenha um papel vital na promoção da inclusão e no apoio aos alunos com necessidades especiais. Um dos alunos da escola, Pedro, foi recentemente diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e está enfrentando desafios em se adaptar ao ambiente escolar. Pedro é um menino de 7 anos de idade, com uma personalidade afável, mas enfrenta dificuldades em interagir socialmente e em seguir as rotinas escolares tradicionais. Ele demonstra comportamentos repetitivos e dificuldades em expressar suas necessidades e emoções. Como parte de sua função, João trabalha em estreita colaboração com a equipe pedagógica e os profissionais de saúde da escola para garantir que Pedro receba o apoio necessário para prosperar em um ambiente educacional inclusivo. João realiza uma série de ações para ajudar Pedro e sua família: 1. Avaliação e Planejamento Individualizado; 2. Apoio à Família com orientação prática aos pais; 3. Sensibilização dos colegas de classe e outros membros da comunidade escolar; 4. Orientação aos professores sobre práticas inclusivas; e 5. Monitoramento e Avaliação do desenvolvimento de Pedro. Graças ao trabalho dedicado e compassivo de João como Orientador Educacional, Pedro é capaz de se integrar com sucesso à comunidade escolar, desenvolver suas habilidades sociais e acadêmicas, e se tornar um membro valorizado da Escola Municipal Nova Visão. João exemplifica o papel crucial que os Orientadores Educacionais desempenham na promoção da educação inclusiva e no apoio ao desenvolvimento de todos os alunos, independentemente de suas necessidades individuais.

Com base no caso acima, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3321206 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir sobre Educação Especial, Educação Inclusiva e Diversidade no contexto Escolar:

I- O Orientador Educacional em uma escola inclusiva é a pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais à pessoa com deficiência no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.
II- A diversidade não se limita às diferenças biológicas, mas é amplamente influenciada pela dimensão cultural, que molda nossas percepções e relações com os outros; as concepções sobre as diferenças humanas são construídas socialmente e influenciadas por relações de poder, levando a preconceitos e discriminação.
III- A educação especial deve integrar a proposta pedagógica da escola e ser oferecida em todos os níveis, etapas e modalidades, preferencialmente na rede regular de ensino, em um atendimento que complemente ou suplemente a formação dos alunos.
IV- Em uma escola inclusiva, a acessibilidade pedagógica é dispensável, pois beneficia alunos com necessidades especiais e toda a comunidade escolar, garantindo uma educação de qualidade para todos os estudantes, independentemente de suas características individuais.
V- A convergência entre a Educação Especial e a Educação Inclusiva é fundamental para garantir uma educação de qualidade para todos os alunos, promovendo o respeito à diversidade e atendendo às necessidades individuais de aprendizagem de cada estudante.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321205 Pedagogia
Sobre o Projeto Político-Pedagógico, analise as afirmativas a seguir.

I- O Projeto Político-Pedagógico busca superar conflitos e rejeitar relações compet.
II- O Projeto Político-Pedagógico se relaciona com a organização da escola como um todo e com a organização da sala de aula, objetivando uma visão abrangente e integrada da educação.
III- O Projeto Político-Pedagógico e o currículo escolar são documentos que devem estar em consonância, influenciando as relações escolares e refletindo os valores e ações dos agentes educacionais.
IV- O Projeto Político-Pedagógico é um documento de curto prazo, rígido em sua formulação, que não permite revisões ou mudanças ao longo do tempo, refletindo apenas as decisões políticas da instituição.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321204 Pedagogia
Considerando a prática democrática e participativa do orientador educacional no contexto da educação inclusiva, qual das seguintes afirmações está alinhada com os princípios da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva?

I- O orientador educacional desempenha um papel crucial na promoção do acesso, da participação e da aprendizagem de todos os estudantes, especialmente aqueles com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, reconhecendo a diversidade como um valor fundamental.
II- O orientador educacional na educação inclusiva não tem responsabilidade sobre a presença do cuidador educacional como parte dos serviços especializados, que auxilia crianças com deficiência em atividades no ambiente escolar e social, como higiene, locomoção e alimentação.
III- A colaboração entre a educação especial, o ensino regular e o orientador educacional é essencial para promover o acesso, a participação e a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, conforme destacado na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3321203 Pedagogia
De acordo com os princípios de gestão democrática na escola, analise as assertivas a seguir:

I- A gestão democrática na escola envolve a participação de toda a comunidade escolar, incluindo pais, alunos, professores e funcionários, nas decisões administrativas e pedagógicas.
II- A gestão democrática pressupõe a descentralização das decisões nas mãos da direção da escola, sem levar em consideração a participação dos demais membros da comunidade escolar.
III- A gestão democrática na escola visa à eficiência administrativa, desconsiderando a importância da participação dos diferentes segmentos na definição dos rumos da instituição.
IV- Um dos pilares da gestão democrática na escola é a transparência nas decisões, garantindo que todas as informações relevantes estejam disponíveis para consulta pela comunidade escolar.
V- Na gestão democrática escolar, os princípios de participação ativa e envolvimento colaborativo são fundamentais para garantir uma estrutura inclusiva e horizontal, que promova a equidade de acesso aos recursos educacionais e contribua para a construção de uma comunidade escolar mais justa e participativa.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3321202 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) - Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Brasil, 1996), analise as assertivas a seguir:

I- Na LDBN nº. 9394/96, a escola indígena é um bem quando afirma que ela serve para a reafirmação de suas identidades étnicas, recuperação de suas memórias históricas, valorização de suas línguas e ciências, além de possibilitar o acesso às informações e conhecimentos valorizados pela sociedade nacional.
II- A LDBN nº. 9394/96 apresenta que os municípios incumbir-se-ão de algumas responsabilidades na educação, a exemplo de organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados, baixar normas gerais sobre cursos de graduação e exercer ação redistributiva em relação às suas escolas.
III- Na LDBN nº. 9394/96, a Educação Especial é oferecida, preferencialmente, na rede regular de ensino para educandos com necessidades especiais juntamente com os serviços de apoio especializado, quando necessário, para atender às peculiaridades desses estudantes.
IV- ALDBN nº. 9394/96 estabelece os princípios, as políticas e as normas que orientam a educação em todo o país. Em 2023, a LDBN sofreu algumas alterações que têm como objetivo promover uma educação mais inclusiva, flexível e adequada às demandas do mundo contemporâneo, no que se refere ao respeito à diversidade humana, linguística, cultural e identitária das pessoas surdas, surdo-cegas e com deficiência auditiva.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
7061: C
7062: E
7063: D
7064: E
7065: E
7066: D
7067: C
7068: E
7069: D
7070: B
7071: A
7072: B
7073: B
7074: C
7075: D
7076: C
7077: D
7078: A
7079: E
7080: A