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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360723 Administração Geral
O ambiente organizacional é dinâmico e as organizações constantemente sofrem pressões internas e externas para mudar. Acapacidade de compreender e administrar as mudanças é uma característica de organizações eficazes. As diferenças entre aquilo que um indivíduo, uma unidade ou uma organização deseja e o que está efetivamente sendo realizado são uma pressão interna que se pose chamar de:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360722 Administração Geral
A atividade de controlar diz respeito à manutenção de um sistema dentro de um padrão de comportamento. Assim, a função administrativa de controle busca gerar informações sobre a execução das atividades organizacionais, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Um sistema de controle eficaz tem preocupação com aquilo que é essencial, com os desvios que necessitam de alguma ação gerencial, característica denominada:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360721 Administração Pública
A função administrativa de direção contempla a coordenação da atuação dos indivíduos no ambiente organizacional, envolvendo as relações interpessoais entre os profissionais em todos os níveis da organização. Neste contexto, as relações de autoridade estabelecidas entre superiores e subordinados podem ter como base diferentes fatores. O comando legitimado do superior sobre os subordinados de maneira racional por normas e regras aceitas dentro de um contexto organizacional corresponde a uma autoridade com base na(o): 
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360720 Administração Geral
Afunção administrativa de organização é responsável pela distribuição de tarefas e recursos dentro do ambiente organizacional, a fim de alcançar os objetivos estabelecidos no planejamento. Dentre os elementos do processo de organização, o grau em que as tarefas são divididas e padronizadas visando a rapidez e eficiência para que possam ser aprendidas e realizadas corresponde ao conceito de:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360719 Administração Geral
A função administrativa de planejamento é responsável pelo estabelecimento de objetivos a serem realizados pela organização e pela criação de planos que viabilizem a consecução de tais objetivos. Os planos podem ser classificados quanto ao seu horizonte temporal. Os planos estratégicos são caracterizados por um horizonte temporal: 
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360718 Direito Administrativo
Os princípios que regem a Administração Pública estão estabelecidos no artigo 37 da Constituição Federal de 1988. Estes princípios norteiam o desempenho das atividades da administração pública. O princípio segundo o qual a administração pública e seus agentes devem orientar o exercício de suas competências primando pela adoção dos critérios legais e morais necessários para a melhor utilização possível dos recursos públicos, de maneira a evitar desperdícios e garantir uma maior rentabilidade social, é o: 
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360717 Administração Geral
É possível analisar uma organização e identificar diferentes níveis organizacionais, de acordo com o âmbito das atividades desenvolvidas pelos profissionais que ali atuam. O nível mais baixo da organização, responsável pela coordenação do trabalho rotineiro dos indivíduos, com ênfase no curto prazo, especialmente no que diz respeito à execução de atividades e tarefas cotidianas, é denominado:
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Q3360716 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o quadrinho, analise em sua integralidade, com especial atenção às falas das personagens e sua composição. A partir do contexto, analise as afirmações abaixo.
I- A temática deste quadrinho se relaciona às variações linguísticas e suas adequações aos contextos comunicacionais.
II- O uso de expressões como “minino”, “oxe”, “visse”, “gostasse” são marcas de uma variante regional.
III- O segundo quadrinho, em que há a expressão “Ai meu Deus”, possui um balão diferente que expressa que algo foi pensado.
IV- A menção a “cuscuz” e “São João de Campina Grande” reforça o contexto regional de uso da variante dita pelos pais.
V- No último quadrinho, há uma adesão dos pais à variante falada pelo filho.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3360715 Português

Leia o texto III e responda à questão.


Texto III


Fonte: https://www.instagram.com/p/CpYqqt9PP2R/?igsh=MTBwbHBiamdpYnBhdA%3D%3D&img_index=1 Acesso em 04 de março de 2025.

Sobre o uso da variedade linguística no trecho "Pô, mano, tá me zoando?", é CORRETO afirmar que:
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Q3360714 Português
No refrão “Eles querem te vender,/ Eles querem te comprar,/Querem te matar (de rir)/Querem te fazer chorar,/Quem são eles?/Quem eles pensam que são?” (versos 9-14), o primeiro verso traz:
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Q3360713 Português
No trecho: “Tossir, cuspir, jogar pra fora” (4ª verso), qual a figura de linguagem presente?
Alternativas
Q3360709 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Considerando a estrutura do período composto “Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida.”, analise as assertivas a seguir.
I- Explicou-me exerce a função sintática de oração principal em relação à “que se tratava de uma história, um romance”.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- Há a presença de orações coordenadas e subordinadas no período.
V- Há a presença de oração coordenada sindética aditiva na composição do período.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3360708 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:


“Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume.” O elemento em destaque funciona no trecho como:

Alternativas
Q3360707 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a ideia central desenvolvida se resume em: 
Alternativas
Q3290143 Pedagogia
Assinale a alternativa que aponta ferramentas tecnológicas digitais que foram recontextualizadas do universo das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e podem ser inseridas na prática docente como recursos didáticos contemporâneos. 
Alternativas
Q3290142 Pedagogia
Desde os estudos de Froebel, no século XVIII, o pensar a educação de crianças remete ao pensar sobre a importância do brinquedo e da brincadeira como recursos lúdicos que favorecem os processos de ensino e de aprendizagem. Analise as proposições a seguir:

I- Os jogos são ferramentas poderosas no processo de alfabetização, pois permitem que as crianças explorem e experimentem o conteúdo de maneira prática e divertida.
II- Além dos benefícios cognitivos, a ludicidade desempenha um papel crucial no desenvolvimento emocional e social das crianças.
III- O potencial da abordagem lúdica limita-se aos primeiros anos de escolarização.
IV- A abordagem lúdica requer um planejamento cuidadoso para se constituir relevante e necessária.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3290141 Pedagogia
As tecnologias advindas do campo da informação e comunicação adentraram no espaço escolar, constituindo-se como recursos de ensino e de aprendizagem. No contexto dessas tecnologias, destacam-se os blogs. O uso desse recurso:

I- Não contribui para o exercício de práticas interdisciplinares.
II- Está contido no conjunto de ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas na escola em favor do desenvolvimento das competências de leitura e escrita.
III- Permite fazer e atualizar registros com facilidade.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3290140 Pedagogia
Na perspectiva do educador José Carlos Libâneo, a escolha de um procedimento de ensino está diretamente relacionada com: 
Alternativas
Q3290139 Pedagogia
A interdisciplinaridade, como um princípio norteador referendado na Base Nacional Curricular brasileira, pressupõe:

I- O ensino estruturado por temas ou eixos organizadores.
II- Uma atitude voltada para a superação das práticas curriculares fragmentadas.
III- Um processo de construção do conhecimento que se atualiza de forma linear.
IV- A ocorrência de um método a ser ensinado ao professor.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3290138 Pedagogia
Acerca da participação dos estudantes no desenvolvimento de projetos, marque a alternativa CORRETA sobre quando esta ocorre: 
Alternativas
Respostas
6961: C
6962: E
6963: C
6964: A
6965: A
6966: B
6967: D
6968: D
6969: A
6970: C
6971: E
6972: B
6973: D
6974: E
6975: E
6976: B
6977: B
6978: D
6979: A
6980: D