Foram encontradas 21.353 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3576307 Português

Leia os Textos II e III para responder à questão.



Sobre o Texto III, analise as assertivas.



I- O uso das aspas em “cheia de gás” foi usado para destacar uma expressão popular no texto.


II- As aspas sinalizam que a expressão usada não é padrão e pode ser interpretada de forma diferente do significado literal.


III- Ao usar aspas, indica-se ao leitor que o sentido da expressão é literal.


IV- O texto não verbal não colabora com o entendimento do uso das expressões Pessoa “cheia de gás” e Pessoa cheia de gases.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576306 Português

Leia os Textos II e III para responder à questão.



Observe no Texto II os títulos “Segunda da carne” e “Carne de segunda”. Sobre o Texto II, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3576305 Português

Leia os Textos II e III para responder à questão.



Os Textos II e III são multissemióticos. Sobre esta característica, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3576303 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo



    Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

    Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

    O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

    Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

    Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

    “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

    A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

    Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

    A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

    Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

    Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.



Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml. Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado

Todo texto apresenta características relativas ao seu gênero e ao seu tipo textual predominante. Sobre o Texto I, analise as assertivas a seguir.



I- É predominantemente injuntivo, dispondo de instruções sobre como o uso de telas deve ser regulado pelos pais.


II- É extremamente subjetivo, pois se desenvolve a partir de impressões pessoais do veículo de informação.


III- Utiliza-se de fatos científicos para subsidiar as informações sobre o assunto.


IV- Possui informações de especialistas que tornam o texto subjetivo e inoperante.


V- Possui informações de especialistas e dados científicos, o que dá mais credibilidade ao texto.



É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3576300 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - Vício de adolescentes em redes sociais pode virar, oficialmente, um transtorno mental; entenda


Jornal o Globo



    Um grupo de cientistas está propondo que a relação nociva de alguns adolescentes com as redes sociais e a internet seja considerada, oficialmente, um novo tipo de transtorno mental.

    Se a proposta ganhar impulso e for aceita, ela poderia entrar no manual de estatísticas e diagnósticos da psiquiatria, o DSM, que influencia políticas públicas no mundo todo. Segundo os proponentes, a ideia é que a condição possa também integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID), da Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A proposta ganhou visibilidade nesta semana com a revista científica JAMA, da Associação Médica Americana, que publicou um artigo sugerindo critérios para determinar o que é o consumo exagerado de mídias sociais e a partir de que ponto ele se torna um distúrbio médico.

    O trabalho foi baseado em um estudo feito com adolescentes pela Universidade de Stony Brook, em Nova York, liderado pela sanitarista Lauren Hale, que buscou avaliar o quanto o tempo excessivo de tela estava afetando a vida dos voluntários.

    Inspirado em um critério gradual para avaliar gradações de alcoolismo, o pediatra Dimitri Christakis, da Universidade de Washington, propôs uma escala para avaliar a relação patológica de adolescentes com as redes de acordo com o tempo gasto nesse tipo de mídia.

    Os dois cientistas afirmam que a situação é urgente. Nos Estados Unidos, onde mais de 95% dos adolescentes possuem smartphones, os profissionais de saúde precisam de um sistema de classificação para trabalhar com o problema. É relativamente consensual entre psicólogos e psiquiatras que os indivíduos afetados que enfrentam problemas na escola, no trabalho ou nas relações pessoais precisam de ajuda.

    “Introduzir essa classificação não poderia ser mais urgente”, escrevem Hale e Christakis. “Enquanto acadêmicos se alongam em discussões abstratas sobre o assunto, mais de 6 milhões de adolescentes americanos já estão exibindo o que nós chamamos provisoriamente de consumo pesado de mídia, e uma parcela considerável deles provavelmente já sofre de transtorno de uso de mídia”.

    A proposta inicial da dupla é que se definam inicialmente os limiares de tempo gasto com redes sociais e internet para identificar indivíduos com problemas. Os pesquisadores reconhecem, porém, que será preciso discutir o conteúdo consumido, porque o problema está ligado a fenômenos como o bullying e a propagação de conteúdos preconceituosos e ofensivos. “Embora o debate sobre a existência de algo como transtorno de games, vício em internet ou uso problemático de mídias sociais continue entre acadêmicos e a indústria, o tempo gasto em dispositivos envolvidos em diversas atividades está substituindo as interações do mundo real de maneira tanto sutil quanto dramática”, dizem os pesquisadores.

    A OMS, por exemplo, já publicou um documento com diretrizes. A organização recomenda que o uso desses dispositivos seja evitado por crianças abaixo de 2 anos, e que para crianças de 2 a 4 anos não ultrapasse uma hora supervisionada por dia. A ideia é maximizar o tempo de interação com pessoas reais e desestimular o sedentarismo, seja pelo consumo games, desenhos animados ou qualquer atividade em tela.

    Grupos de psicólogos e pediatras estão produzindo também diretrizes mais voltadas a crianças maiores e adolescentes, que têm usado também redes sociais. Para essa faixa etária acima dos 11 anos, a Academia Americana de Pediatria não estabelece um limite de tempo, por exemplo, mas pede atenção para que atividades em telas não prejudiquem sono, esportes e relações pessoais.

    A Sociedade Brasileira de Pediatria segue princípios semelhantes, e recomenda que crianças menores de 13 anos não tenham seus próprios perfis em plataformas. (Esse limite já é lei nos EUA e outros países). É recomendado que entre 13 e 17 anos o uso de redes sociais seja supervisionado.

    Uma recomendação mais específica é a de não deixar dispositivos dentro dos quartos das crianças e adolescentes durante a noite, e retirá-los uma a duas horas antes de dormir. Outro ponto importante é evitar acesso a telas na hora de fazer lição de casa. No mais, os pediatras pedem a pais ou responsáveis atenção para sinais problemáticos, como irritabilidade excessiva diante da restrição a tablets ou smartphones.

    Em suma, o ideal é que os pais os ajudem a avaliar a qualidade do conteúdo a ser consumido na internet e evitem fontes propensas a desinformação e hostilidade. Há casos especiais que requerem mais atenção, como adolescentes com histórico de traumas ou problema de autoimagem corporal.



Fonte: VÍCIO DE ADOLESCENTES EM REDES SOCIAIS PODE VIRAR, OFICIALMENTE, UM TRANSTORNO MENTAL; ENTENDA. Jornal O Globo, 5 jun. 2025. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/05/06/vicio-de-adolescentes-em-redes-sociais-pode-virar-oficialmente-um-transtorno-mentalentenda.ghtml. Acesso em: 12 maio 2025. Adaptado

Considerando o que se afirma no último parágrafo do Texto I, conclui-se que: 
Alternativas
Q3438862 Medicina
Sobre as doenças da infância, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3438861 Medicina
Uma criança de 9 anos chega ao pronto-atendimento com quadro de dispneia e sibilância há cerca de 12 horas. Tem crises desde os três anos de vida e no ano passado teve apenas quatro episódios leves. Utiliza medicações para asma apenas nas crises. Nesta crise, ainda não iniciou tratamento. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, com dispneia leve, saturando 98% de oxigênio em ar ambiente, frequência respiratória = 22 ipm, frequência cardíaca = 109 bpm. Na ausculta, são observados sibilos em ambos os hemitórax, sem outras alterações. Qual a melhor opção de tratamento para esta criança? 
Alternativas
Q3438860 Medicina
Quanto ao crescimento da criança, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3438859 Medicina
Pré-escolar, 7 anos de idade, é atendido na urgência com edema de extremidades e face, astenia, recusa alimentar e hematúria. O médico residente informa que, ao exame clínico do paciente, constatou os seguintes dados: FC: 90 bpm; FR: 28 ipm, Tax: 37°C e pressão arterial: 130/90 mmHg. Diante do diagnóstico pressuposto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3438858 Medicina
Lactente de 1 mês e 10 dias, previamente hígido, com história de 3 dias de coriza hialina e tosse, é trazido no pronto-socorro por apresentar piora da tosse e cansaço. A genitora nega febre. Ao exame físico, o paciente apresentava bom estado geral, hidratado, corado, afebril, taquipneia (frequência respiratória de 64 ipm). Apresenta roncos e sibilos difusos à ausculta pulmonar. O restante do exame físico é normal. Radiografia de tórax com sinais de hiperinsuflação. Baseado na hipótese diagnóstica, o provável agente envolvido é: 
Alternativas
Q3438857 Medicina
A doença celíaca é autoimune, permanente, desencadeada pelo glúten (componente do trigo, do centeio e da cevada da dieta). É CORRETO afirmar, quanto ao que é considerado a forma clássica da doença celíaca e o teste de triagem indicado para seu diagnóstico: 
Alternativas
Q3438856 Medicina
E. S. A. S., 5 anos, sexo masculino, foi levado pela mãe ao pronto-atendimento com quadro de vômitos há 3 dias. A genitora relata aumento da ingesta alimentar e dor abdominal associada, poliúria. Refere que esses sintomas aconteceram há 15 dias. O paciente foi tratado com gastroenterite prescrito, repositor de flora, sintomáticos e sais de reidratação oral. Ademais, a genitora informou que no último mês a criança perdeu 4kg. Realizados exames laboratoriais: HB 12,5 HT 38,7 leuco 16100 (segmentados 65%; eosinofilos 1% monócitos 1% linfócitos 11%); EAS piócitos 10/campo; glicose +++; nitrito positivo; proteína +; glicose +++). Diante desse quadro, qual a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3438855 Medicina
Criança, 7 anos, sexo feminino, é levada ao pronto-atendimento devido a quadro de febre há uma semana. Apresenta massa em região do pescoço, que surgiu após um quadro de amigdalite, tratado com amoxicilina há 15 dias. Segundo a genitora, após o uso do antibiótico, a paciente apresentou melhora dos sintomas. A genitora nega cirurgias, alergias e internações prévias; relata criança com boa aceitação alimentar, diurese e evacuações preservadas; nega vômitos, tosse e diarreia. Ao exame físico: EGB, ativo, anictérico, hidratado, hipocorado (+/4+); AR: MV + em AHT; ACV: BNF, 2T; S/S; ABD: depressível, indolor, palpo fígado a 3cm do rebordo costal direito; região cervical: nódulo de 2,1cm, consistência endurecida e fixo. Realizados exames laboratoriais: HB 9,8 HT 27%; leuco 50000 (segmentados 5%; linfócitos 10%; blastos 75%) / plaq. 185000. Diante desse quadro, qual a principal hipótese diagnóstica? 
Alternativas
Q3438854 Medicina
Durante a avalição do RN na sala de parto, foi observado que o recém-nascido apresentava algumas lesões cutâneas e mucosas. RN nascido de parto normal, G4P3A1; a genitora não realizou acompanhamento na gestação. Exame Físico: Peso: 2750g; Comprimento: 49 cm; Perímetro cefálico: 37cm; Perímetro torácico: 32cm, APGAR 8/8. Na avaliação inicial, observou-se RN hipocorado, ictérico (++/4+), bastante irritado ao manuseio, apresentando pseudoparalisia de Parrot. Demais partes do exame físico estavam dentro da normalidade. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Alternativas
Q3438853 Medicina
S. J. S., lactente, 9 meses, é levado à consulta de puericultura pela primeira vez. Durante a consulta, na avaliação clínica, constata-se paciente com baixo peso e dificuldade na introdução alimentar. Segundo a genitora, o lactente nunca aceitou bem sólidos desde os 6 meses, permanecendo sua alimentação preferencialmente pelo uso da mamadeira (leite de cabra). Além disso, o lactente realiza sustentação cervical; porém, não rola e não senta sem apoio. A genitora ainda relata que não usa nenhum polivitamínico. Diante do quadro desta criança, qual a principal hipótese diagnóstica e o principal exame a solicitar?
Alternativas
Q3438818 Medicina

ALista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública (Portaria de Consolidação GM/MS nº 4, de 28/09/2017) estabelece as doenças ou agravos que demandam notificação compulsória. De acordo com esta lista, dentre as alternativas abaixo, são doenças ou agravos que demandam notificação imediata:

I- Evento de Saúde Pública (ESP) que se constitua ameaça à saúde pública.
II- Eventos adversos graves ou óbitos pós-vacinação.
III- Leptospirose.
IV- Hanseníase.

É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3437435 Medicina
Sobre a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3437434 Medicina
Sobre a retinopatia diabética, é CORRETO afirmar que o principal fator de risco para o seu desenvolvimento é: 
Alternativas
Q3437433 Medicina
Sobre a produção do humor aquoso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3437432 Medicina
Sobre o ceratocone, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
5261: B
5262: E
5263: E
5264: B
5265: A
5266: B
5267: D
5268: E
5269: C
5270: C
5271: E
5272: A
5273: D
5274: A
5275: D
5276: C
5277: A
5278: B
5279: E
5280: B