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Q3739692 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
Considerando os elementos da situação sociocomunicativa observadas no Texto “A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde”, publicado na Revista Veja, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3739691 Português
Leia o Texto I para responder à questão.

Texto I - A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde

Por Paula Felix - Atualizado em 4 jun 2024


   “Tanto o sono quanto a insônia, quando imoderados, são ruins”, ensina um dos aforismos hipocráticos apresentados no Corpus Hipocraticum, o fabuloso compêndio de tratados sobre a saúde cuja autoria foi atribuída a Hipócrates, o estudioso grego que, cerca de 400 anos antes de Cristo, criou as bases da medicina ocidental. A coleção foi a cartilha das faculdades médicas até o fim do século XVIII, quando informações obtidas por meio dos métodos científicos que começavam a surgir deram início à substituição de ensinamentos baseados somente em evidências empíricas. Contudo, muito do conhecimento registrado na obra resistiu ao escrutínio, permanecendo entre os pilares do que se sabe atualmente a respeito do corpo humano. Aimportância do sono é um deles — e a ciência sabe cada vez mais a respeito dessa relevância.

   No entanto, até agora a recomendação de dormir bem não integrava a lista oficial de hábitos a serem adotados para uma vida saudável, juntando-se à boa alimentação e à prática de exercícios físicos. Embora tenha se tornado mais conhecida, a orientação figurava entre os itens complementares, não essenciais. Isso mudou completamente na semana passada, quando a Associação Americana do Coração divulgou a atualização das sete métricas que determinam os parâmetros para preservar ou melhorar a saúde do coração e do cérebro, o Life's Essential 7. Pela primeira vez, a principal entidade do mundo da cardiologia incluiu o sono nessa lista. Ter um descanso noturno de qualidade ganhou a mesma importância que a alimentação saudável, a realização de exercícios físicos e do controle do peso, da pressão arterial, da concentração de gorduras e açúcar no sangue e de manter-se longe do cigarro. E o Life's Essential 7 virou Life's Essential 8. O sono de boa qualidade, definiu a entidade, deve ocorrer sem interrupções e durar, em média, de sete a nove horas por noite. “A inclusão do sono reflete os achados das pesquisas mais recentes, que confirmam seu impacto para a saúde em geral”, diz Donald M. Lloyd-Jones, presidente da associação.

   Dormir é um processo fisiológico essencial para a sobrevivência porque está envolvido nas funções biológicas vitais. Atítulo de exemplo: déficits de sono perturbam terrivelmente delicados mecanismos que permitem o funcionamento correto do metabolismo, processo pelo qual são atendidas todas as necessidades energéticas e estruturais de um ser vivo. Por isso, o impacto negativo no desempenho de funções como o uso e armazenamento de gordura e a concentração de açúcar e colesterol no sangue é brutal. Além disso, o sono contribui para preservar a integridade cerebral, mantendo seguras a capacidade de aprendizado, de memória, de cognição, de regulação emocional e a habilidade de o cérebro se adaptar a circunstâncias diferentes. Daí sua importância no tratamento de sequelas deixadas por acidente vascular cerebral ou lesões de outra origem e na prevenção da doença de Alzheimer. Uma das características da enfermidade é o depósito de uma proteína sobre os neurônios, levando-os à morte. Quando o repouso é de qualidade, esse risco diminui porque o cérebro passa por uma limpeza. “Mas, se dormimos pouco, esse sistema não funciona”, explica a neurologista Márcia Assis, vice-presidente da Associação Brasileira do Sono. Talvez por um capricho de Hipnos, o deus do sono na mitologia grega, todo esse espetacular avanço no entendimento do papel do descanso na saúde acontece no momento em que a humanidade nunca esteve tão insone. Insônia não é um problema novo, claro, mas a eclosão da Covid-19 agravou demais a situação. No Brasil, uma pesquisa feita pela Associação Brasileira do Sono entre novembro de 2020 e abril de 2021 apontou que nada menos do que 70% dos entrevistados relataram sintomas do problema.

   Na verdade, o que se viu nos últimos dois anos foi uma combinação de elementos associada à perda do sono. Estresse, ansiedade e depressão, em primeiro lugar, uniram-se ao que a ciência batizou de procrastinação por vingança na hora de dormir. Pessoas que se viam sobrecarregadas pelas tarefas, sem momentos de lazer e isoladas socialmente, começaram a adiar o momento de ir para a cama, tentando achar um tempo de lazer. Assim, noites e madrugadas foram ocupadas na frente da televisão, em jogos de videogame e redes sociais. As poucas pesquisas disponíveis apontam o perfil dos que mais usam a estratégia: estudantes, mulheres e os que têm o hábito de adiar tudo, segundo a entidade americana Sleep Foundation.

   Fazer frente a esse roubo do sono pela vida moderna é desafiador. Há métodos consagrados, como a terapia cognitivo-comportamental, cujo objetivo é ajudar o indivíduo a detectar o que está errado no seu entendimento e treiná-lo para mudar o comportamento derivado do equívoco. Um exemplo simples é corrigir o pensamento de que a cama pode ser também um lugar para trabalhar, associando a ao ato de dormir.

Contudo, é preciso abrir novos caminhos. Um deles está surgindo da adequação da dieta à noite, evitando o que sabidamente faz mal, como o consumo de alimentos industrializados, e buscando opções que fazem bem. Nesse quesito, a ciência vem garimpando ótimos achados, como a constatação dos benefícios do kiwi e do arroz. Investe-se, ainda, na investigação do potencial dos aplicativos que prometem noites tranquilas. Eles ainda não contam com a chancela científica, mas análises iniciais indicam conclusões promissoras. Uma delas, feita na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, testou a eficácia do Insomnia Coach, mostrando que 28% dos participantes dormiram melhor em seis semanas de uso. No grupo de controle, o índice foi de 4%.

   A saída pela tecnologia é uma avenida a ser pavimentada. O Instituto Federal de Tecnologia de Zurique explora o recurso com competência. Recentemente, a instituição apresentou um dispositivo capaz de prolongar, por meio de estimulação sonora, a etapa do sono profundo, a mais restauradora. O SleepLoop, uma espécie de capacete que a pessoa usa para dormir, mostrou-se eficaz em testes. Aos poucos, o conhecimento impulsiona invenções dessa ordem, talhadas para promover o reencontro do ser humano com o sono de Hipnos. Hipócrates dormiria tranquilo.


Fonte: FÉLIX, Paula. A ciência comprova: o sono de qualidade é essencial para a saúde. In: Revista Veja. Edição nº 2797. Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/a-ciencia-comprova-o-sono-de-qualidade-e-essencial-para-a-saude/ Acesso em 22 de set. de 2025. [adaptado]
Apartir do contexto apresentado no Texto I, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- O sono de qualidade é um fator essencial para a manutenção da saúde física e mental, pois influencia o metabolismo, a memória, a cognição, a regulação emocional e até a prevenção de doenças como o Alzheimer.

PORQUE

II- O sono colabora com a preservação da saúde do coração e do cérebro, a ciência reconhece-o como um hábito tão importante quanto a prática de exercícios físicos e a boa alimentação.

Arespeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3698237 Pedagogia
Um estudante demonstra excelente desempenho oral, mas relata ansiedade em provas escritas. Docentes, neste caso, pretendem garantir equidade em um processo de avaliação baseada por uma concepção formativa.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- O docente deveria conceder tempo adicional e realizar a prova em ambiente com estímulos reduzidos, mantendo os mesmos critérios de clareza, uso de conceitos adequadamente e coesão para todos.
II- Seria necessário dividir a prova em blocos curtos, realizada em três dias diferentes, e eliminar devolutivas/feedbacks deste estudante, para evitar foco no erro.
III- Substituir a avaliação por participação em aula e reduzir critérios de exigência para minimizar a ansiedade, retirando o critério da correção para não pressionar o estudante.
IV- O ideal seria diversificar instrumentos, considerando apresentação oral gravada e mapa argumentativo, mantendo critérios de avaliação para todos, inclusive para este estudante.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698236 Pedagogia
Ao planejar uma sequência de aulas com uso de tablets e notebooks, analise as estratégias didáticas expressas nas assertivas a seguir.

I- Incentivar a produção e publicação de temas livres somente em blogs da área de Educação, com selo de certificação de segurança, de modo individual, para que estudantes tenham oportunidade de desenvolver autonomia e vivenciar de forma prática o acesso à internet.
II- Direcionar as publicações pedagógicas no universo online, levando em consideração os direitos de imagem e autoria, bem como protocolos de segurança/privacidade.
III- Focar exclusivamente em habilidades técnicas, como digitação e formatação, evitando situações de circulação real de textos para não expor os alunos.
IV- Planejar e direcionar produção e publicação de autoria responsável, discutindo propósito, público, suporte e combinando linguagens (texto, imagem, áudio).
V- Restringir o uso ao consumo de vídeos educativos já disponíveis, visto que a autoria exposta nas redes digitais de menores de idade pode gerar riscos legais à escola.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698234 Pedagogia
Em uma atividade de formação para docentes da Educação Básica, uma palestrante afirmou que a “Educação Digital Escolar” estrutura-se em três eixos de aprendizagem.

É CORRETO afirmar que estes eixos são:
Alternativas
Q3698233 Pedagogia
Uma professora de Geografia que atua em uma escola de Ensino Fundamental Anos Finais está organizando uma sequência de atividades de ensino que se embasam em diferentes metodologias ativas.
Considerando as características destas variadas metodologias, analise as assertivas a seguir.

I- Mapas mentais e brainstorm também são considerados metodologias ativas e até podem ser combinadas com outras atividades e estratégias didáticas.
II- A metodologia ativa intitulada peer instruction tem diferentes etapas, sendo a primeira a formação de equipes voltadas para explorar problemas reais do cotidiano.
III- A aprendizagem baseada em projetos, mesmo sendo diferente da aprendizagem baseada em problemas, tem como base o trabalho colaborativo.
IV- A gamificação é uma metodologia que envolve a exploração de jogos digitais para garantir vivências lúdicas.
V- Team Based Learning e peer instrucion são metodologias ativas estruturadas a partir das mesmas etapas, e assim são consideradas como sinônimos, diferenciando-se apenas nos termos em inglês.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698232 Pedagogia
A equipe pedagógica de uma escola está reorganizando suas propostas de avaliação da aprendizagem, discutindo sobre instrumentos relacionados às diferentes concepções e práticas de avaliação, como somativa, formativa e diagnóstica.
A partir deste contexto, analise as assertivas a seguir.

I- A aplicação de provas semanais tem caráter formativo, pois permite acompanhar e mensurar o domínio do conteúdo, compondo assim um registro longitudinal do trajeto dos estudantes.
II- Instrumentos de coleta de dados com fins avaliativos devem considerar especificamente o mapa de conteúdos escolares.
III- Usar rubricas facilita explicitar critérios de avaliação e pode ser caracterizada como prática de avaliação formativa.
IV- A avaliação diagnóstica precisa acontecer somente no começo do ano letivo. V- Provas e exercícios que priorizam a memorização de conteúdo são caracterizados como um ato de examinar, e não de avaliar.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698231 Pedagogia
Considere a seguinte sequência didática, adaptada da proposta por Zabala (1998). 

Captura_de tela 2025-10-30 162630.png (663×195)

Fonte: ZABALA, Antoni. Prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: ArtMed, 1998.

Analisando a sequência didática apresentada e os diferentes tipos de conteúdo (procedimentais, atitudinais, conceituais) que a compõem, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3698230 Pedagogia
Uma rede municipal iniciou a revisão do currículo e pediu que cada escola explicitasse a referência (em nível macro) dos seus objetivos educacionais.

Considerando as ideias de Libâneo amplamente difundidas no campo da Educação, quais são as três referências que devem embasar a formulação de objetivos educacionais?
Fonte: LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
Alternativas
Q3698229 Pedagogia
Considerando as tendências pedagógicas amplamente discutidas na área de Educação, e que têm sido tema das produções de especialistas na área, analise as assertivas a seguir.

I- As tendências de cunho progressista são também denominadas teorias críticas da Educação, com propostas pedagógicas relacionadas aos interesses da maioria da população.
II- Existe uma classificação das diferentes pedagogias em três tendências pedagógicas: liberal, progressista e crítica política dos conteúdos.
III- A Pedagogia renovada ou Escola Nova e a Pedagogia tradicional fazem parte da tendência liberal, mesmo que se contraponham quanto aos ideários de ensino e metodologias.
IV- A tendência progressista inclui o tecnicismo pedagógico, considerando as proposições diferenciadas e inovadoras quanto ao uso de exames como instrumento avaliativo.
V- A Pedagogia tradicional e a Pedagogia crítico-social dos conteúdos não têm diferenças conceituais e de didática, pois ambas têm como ideia central que o ensino deve ser conteudista.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698228 Pedagogia
A partir da Política Nacional de Educação Digital, a LDB sofreu uma alteração, no seu artigo 4º, inciso XII, que passou a dispor sobre a Educação Digital.

Quanto às ações resultantes desta alteração, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3698227 Linguística
Captura_de tela 2025-10-30 162348.png (371×293)

Fonte: CPCON, 2025.

A imagem da questão apresenta-se como uma pergunta disparadora na introdução da aula da professora Mariana, em uma turma de Ensino Fundamental Anos iniciais. Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no tocante ao eixo da Análise Linguística/Semiótica, a professora está ministrando aula acerca do conhecimento linguístico:
Alternativas
Q3698226 Pedagogia
Segundo Magda Soares (2020, p.77), “a capacidade de refletir sobre os seguimentos sonoros da fala é o que se denomina consciência fonológica, ou seja, a capacidade de focalizar e segmentar a cadeia sonora que constitui a palavra e de refletir sobre seus segmentos sonoros, que se distinguem por sua dimensão: a palavra, as sílabas, as rimas, os fonemas”. A partir dessa definição observe a figura a seguir.

Captura_de tela 2025-10-30 162314.png (707×341)

Fonte: Soares, Magda. Alfaletrar: Toda criança pode aprender a ler e escrever. São Paulo. Contexto. 2020

A partir deste contexto, considerando que o indivíduo já consolidou os três níveis de consciência, afirma-se que ele chegou ao princípio: 
Alternativas
Q3698224 Pedagogia
Na Escola Municipal Evolução, alguns responsáveis começaram a questionar algumas situações enfrentadas pelos filhos em sala de aula. Eles relataram que:

· havia casos de discriminação entre os estudantes, principalmente em relação a diferenças sociais e culturais.
· alguns estudantes com dificuldades de aprendizagem não estavam recebendo o apoio adequado, sendo deixados de lado durante as aulas.
· a participação dos estudantes nas decisões da escola era mínima, e a gestão escolar não ouvia as opiniões da comunidade escolar.

Essas situações estavam afetando o clima escolar, gerando conflitos, evasão de alguns estudantes e queixas frequentes nas reuniões de pais e docentes.

A partir desse contexto, pensando como tais problemas poderiam ser enfrentados à luz da Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9394/96), no tocante o artigo 3º que versa sobre os princípios que o ensino deve ser ministrado, analise as assertivas a seguir.

I- Fornecer igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, garantindo apoio pedagógico aos estudantes com dificuldades de aprendizagem;
II- Favorecer a liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber estimulando metodologias que respeitem a diversidade cultural dos estudantes;
III- Ofertar pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas contradizendo que diferentes perspectivas e realidades sejam valorizadas;
IV- Primar pelo respeito à liberdade e apreço à tolerância, fomentando práticas discriminatórias e promovendo a convivência harmoniosa;
V- Participar da gestão democrática do ensino público incluindo a participação efetiva de estudantes, da família e dos professores nas decisões da escola.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3698223 Pedagogia
O processo de socialização de crianças e jovens, de acordo com a perspectiva de Piaget, desenvolve-se: 
Alternativas
Q3698222 Pedagogia
A educação inclusiva no espaço escolar demanda dos educadores uma proposta que se preocupe, também, com a eliminação de barreiras atitudinais.

A partir desse contexto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3698221 Pedagogia
A elaboração e execução do plano de Atendimento Educacional Especializado (AEE) é de responsabilidade do: 
Alternativas
Q3698220 Direitos Humanos
Acerca do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos para o segmento da Educação Básica, analise os princípios a seguir.

I- A educação em direitos humanos deve ocorrer na comunidade escolar e se volta para questões específicas da escola.
II- A educação em direitos humanos deve ser um dos eixos a permear o currículo da formação inicial e continuada dos profissionais da educação básica.
III- O modelo de gestão e de avaliação da educação escolar deve ser pautado no eixo de educação em direitos humanos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3698219 Pedagogia
As relações que se estabelecem entre a escola e a família têm importância fundamental diante dos desafios enfrentados na escolarização dos estudantes.
A partir do contexto citado, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Pelo contato que os educadores têm com a criança no ambiente escolar ou em situação específica, é possível fornecerem pistas para a família em relação ao descompasso entre expectativas da escola e expectativas da família.

PORQUE

II- A função da escola é criar um contexto de aprendizagem entre gestores, corpo técnico e docente, e alunos em que se observem interações instrutivas que concorram para o aprimoramento das competências dos estudantes.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3698218 Pedagogia
Os estudos no campo da aprendizagem dão conta que dificuldades de aprendizagem ocorrem em decorrência de fatores endógenos e exógenos, sempre demandando a atenção de profissionais.
Nesse contexto, a atenção do orientador educacional é indispensável nas seguintes situações:

I- Quando o educando apresenta atraso significativo nas habilidades cognitiva, intelectiva, socioafetiva, linguística, motora e psicomotora – de modo cumulativo ou individual.
II- Quando o educando apresenta atraso não especificado em seu desempenho acadêmico.
III- Quando o educando apresenta uma perturbação específica na aquisição, na utilização ou na habilidade para soluções de problemas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
3181: C
3182: C
3183: E
3184: D
3185: A
3186: E
3187: C
3188: E
3189: C
3190: A
3191: D
3192: C
3193: A
3194: E
3195: A
3196: B
3197: E
3198: C
3199: C
3200: D