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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Auxiliar de Biblioteca |
Q3360727 Biblioteconomia
Apolítica de desenvolvimento de coleções é um documento formal, que direciona o processo de formação e crescimento das coleções nas bibliotecas (Weitzel, 2006).
Fonte: WEITZEL, Simone da Rocha. Elaboração de uma política de desenvolvimento de coleções em bibliotecas universitárias. Rio de Janeiro: Interciência; Niterói: Intertexto, 2006.
Dentre as alternativas abaixo, assinale a que se refere ao processo de desbastamento das coleções.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360726 Administração Pública
A comunicação pode ser definida como o compartilhamento de informações entre duas ou mais pessoas, a fim de alcançar um entendimento comum sobre um objeto ou uma situação. A comunicação organizacional diz respeito aos padrões e tipos de comunicação que ocorrem no nível da organização ou de unidades da organização. Dentre suas funções no contexto organizacional, a comunicação pode cumprir o papel de facilitadora do processo decisório, permitindo a circulação de dados necessários para a tomada de decisões, exercendo uma função de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360725 Administração Geral
A tomada de decisão é um processo recorrente dentro do ambiente organizacional. Os profissionais se deparam com a necessidade de escolha entre diferentes alternativas ou possibilidades diante de um problema ou oportunidade. O processo de tomada de decisão pode ser entendido a partir de etapas sequenciais. A etapa na qual o decisor determina exatamente o que é importante na resolução do problema, a partir de seus valores, interesses e outras preferências, pode ser denominada como: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360724 Gestão de Pessoas
O estresse no ambiente de trabalho pode ser entendido como a sensação de que as capacidades, os recursos ou as necessidades de uma pessoa não combinam com as demandas ou as exigências do trabalho. Fatores estressores dizem respeito às condições do ambiente que fazem com que os indivíduos passem por situações de estresse. Um fator estressor no ambiente organizacional é a presença de comportamento de terceiros ligeiramente fora dos padrões aceitáveis, com a intenção ambígua de prejudicar outra pessoa. Esse fator é denominado:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360723 Administração Geral
O ambiente organizacional é dinâmico e as organizações constantemente sofrem pressões internas e externas para mudar. Acapacidade de compreender e administrar as mudanças é uma característica de organizações eficazes. As diferenças entre aquilo que um indivíduo, uma unidade ou uma organização deseja e o que está efetivamente sendo realizado são uma pressão interna que se pose chamar de:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360722 Administração Geral
A atividade de controlar diz respeito à manutenção de um sistema dentro de um padrão de comportamento. Assim, a função administrativa de controle busca gerar informações sobre a execução das atividades organizacionais, a fim de garantir o cumprimento dos objetivos estabelecidos. Um sistema de controle eficaz tem preocupação com aquilo que é essencial, com os desvios que necessitam de alguma ação gerencial, característica denominada:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360721 Administração Pública
A função administrativa de direção contempla a coordenação da atuação dos indivíduos no ambiente organizacional, envolvendo as relações interpessoais entre os profissionais em todos os níveis da organização. Neste contexto, as relações de autoridade estabelecidas entre superiores e subordinados podem ter como base diferentes fatores. O comando legitimado do superior sobre os subordinados de maneira racional por normas e regras aceitas dentro de um contexto organizacional corresponde a uma autoridade com base na(o): 
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360720 Administração Geral
Afunção administrativa de organização é responsável pela distribuição de tarefas e recursos dentro do ambiente organizacional, a fim de alcançar os objetivos estabelecidos no planejamento. Dentre os elementos do processo de organização, o grau em que as tarefas são divididas e padronizadas visando a rapidez e eficiência para que possam ser aprendidas e realizadas corresponde ao conceito de:
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Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360719 Administração Geral
A função administrativa de planejamento é responsável pelo estabelecimento de objetivos a serem realizados pela organização e pela criação de planos que viabilizem a consecução de tais objetivos. Os planos podem ser classificados quanto ao seu horizonte temporal. Os planos estratégicos são caracterizados por um horizonte temporal: 
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Q3360718 Direito Administrativo
Os princípios que regem a Administração Pública estão estabelecidos no artigo 37 da Constituição Federal de 1988. Estes princípios norteiam o desempenho das atividades da administração pública. O princípio segundo o qual a administração pública e seus agentes devem orientar o exercício de suas competências primando pela adoção dos critérios legais e morais necessários para a melhor utilização possível dos recursos públicos, de maneira a evitar desperdícios e garantir uma maior rentabilidade social, é o: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: CPCON Órgão: UEPB Prova: CPCON - 2025 - UEPB - Assistente Administrativo |
Q3360717 Administração Geral
É possível analisar uma organização e identificar diferentes níveis organizacionais, de acordo com o âmbito das atividades desenvolvidas pelos profissionais que ali atuam. O nível mais baixo da organização, responsável pela coordenação do trabalho rotineiro dos indivíduos, com ênfase no curto prazo, especialmente no que diz respeito à execução de atividades e tarefas cotidianas, é denominado:
Alternativas
Q3360714 Português
No refrão “Eles querem te vender,/ Eles querem te comprar,/Querem te matar (de rir)/Querem te fazer chorar,/Quem são eles?/Quem eles pensam que são?” (versos 9-14), o primeiro verso traz:
Alternativas
Q3360713 Português
No trecho: “Tossir, cuspir, jogar pra fora” (4ª verso), qual a figura de linguagem presente?
Alternativas
Q3360709 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Considerando a estrutura do período composto “Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida.”, analise as assertivas a seguir.
I- Explicou-me exerce a função sintática de oração principal em relação à “que se tratava de uma história, um romance”.
II- Que, no período composto em análise, exerce a função de conjunção integrante.
III- Que, no período composto em análise, exerce a função de pronome relativo.
IV- Há a presença de orações coordenadas e subordinadas no período.
V- Há a presença de oração coordenada sindética aditiva na composição do período.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3360708 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

Analise o que é solicitado, a partir da leitura do enunciado abaixo:


recebi ordem para me sentar e abrir o volume.” O elemento em destaque funciona no trecho como:

Alternativas
Q3360707 Português

Leia o texto I para responder à questão.


Texto I - INFÂNCIA


        Ora, uma noite, depois do café, meu pai me mandou buscar um livro que deixara na cabeceira da cama. Novidade: meu velho nunca se dirigia a mim. E eu, engolido o café, beijava-lhe a mão, porque isto era praxe, mergulhava na rede e adormecia. Espantado, entrei no quarto, peguei com repugnância o antipático objeto e voltei à sala de jantar. Aí recebi ordem para me sentar e abrir o volume. Obedeci engulhando, com a vaga esperança de que uma visita me interrompesse. Ninguém nos visitou naquela noite extraordinária.

        Meu pai determinou que eu principiasse a leitura. Principiei. Mastigando as palavras, gaguejando, gemendo uma cantilena medonha, indiferente à pontuação, saltando linhas e repisando linhas, alcancei o fim da página, sem ouvir gritos. Parei surpreendido, virei a folha, continuei a arrastar-me na gemedeira, como um carro em estrada cheia de buracos.

        Com certeza o negociante recebera alguma dívida perdida: no meio do capítulo pôs-se a conversar comigo, perguntou-me se eu estava compreendendo o que lia. Explicou-me que se tratava de uma história, um romance, exigiu atenção e resumiu a parte já lida. Um casal com filhos andava numa floresta, em noite de inverno, perseguido por lobos, cachorros selvagens. Depois de muito correr, essas criaturas chegavam à cabana de um lenhador. Era ou não era? Traduziu-me em linguagem de cozinha diversas expressões literárias. Animei-me a parolar. Sim, realmente havia alguma coisa no livro, mas era difícil conhecer tudo.

        Alinhavei o resto do capítulo, diligenciando penetrar o sentido da prosa confusa, aventurando-me às vezes a inquirir. E uma luzinha quase imperceptível surgia longe, apagava-se, ressurgia, vacilante, nas trevas do meu espírito.

        Recolhi-me preocupado: os fugitivos, os lobos e o lenhador agitaram-me o sono. Dormi com eles, acordei com eles. As horas voaram. Alheio à escola, aos brinquedos de minhas irmãs, à tagarelice dos moleques, vivi com essas criaturas de sonho, incompletas e misteriosas.

        À noite meu pai me pediu novamente o volume, e a cena da véspera se reproduziu: leitura emperrada, mal-entendidos, explicações.

        Na terceira noite fui buscar o livro espontaneamente, mas o velho estava sombrio e silencioso.

        E no dia seguinte, quando me preparei para moer a narrativa, afastou-me com um gesto, carrancudo. Nunca experimentei decepção tão grande. Era como se tivesse descoberto uma coisa muito preciosa e de repente a maravilha se quebrasse. E o homem que a reduziu a cacos, depois de me haver ajudado a encontrá-la, não imaginou a minha desgraça. A princípio foi desespero, sensação de perda e ruína, em seguida uma longa covardia, a certeza de que as horas de encanto eram boas demais para mim e não podiam durar.


Fonte: RAMOS, Graciliano. Infância. São Paulo: Record, 2003.

A partir da leitura do texto, é CORRETO inferir que a ideia central desenvolvida se resume em: 
Alternativas
Q3290143 Pedagogia
Assinale a alternativa que aponta ferramentas tecnológicas digitais que foram recontextualizadas do universo das TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) e podem ser inseridas na prática docente como recursos didáticos contemporâneos. 
Alternativas
Q3290142 Pedagogia
Desde os estudos de Froebel, no século XVIII, o pensar a educação de crianças remete ao pensar sobre a importância do brinquedo e da brincadeira como recursos lúdicos que favorecem os processos de ensino e de aprendizagem. Analise as proposições a seguir:

I- Os jogos são ferramentas poderosas no processo de alfabetização, pois permitem que as crianças explorem e experimentem o conteúdo de maneira prática e divertida.
II- Além dos benefícios cognitivos, a ludicidade desempenha um papel crucial no desenvolvimento emocional e social das crianças.
III- O potencial da abordagem lúdica limita-se aos primeiros anos de escolarização.
IV- A abordagem lúdica requer um planejamento cuidadoso para se constituir relevante e necessária.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3290141 Pedagogia
As tecnologias advindas do campo da informação e comunicação adentraram no espaço escolar, constituindo-se como recursos de ensino e de aprendizagem. No contexto dessas tecnologias, destacam-se os blogs. O uso desse recurso:

I- Não contribui para o exercício de práticas interdisciplinares.
II- Está contido no conjunto de ferramentas tecnológicas que podem ser utilizadas na escola em favor do desenvolvimento das competências de leitura e escrita.
III- Permite fazer e atualizar registros com facilidade.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3290140 Pedagogia
Na perspectiva do educador José Carlos Libâneo, a escolha de um procedimento de ensino está diretamente relacionada com: 
Alternativas
Respostas
4041: A
4042: E
4043: D
4044: B
4045: C
4046: E
4047: C
4048: A
4049: A
4050: B
4051: D
4052: C
4053: E
4054: B
4055: D
4056: E
4057: E
4058: B
4059: B
4060: D