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Q3827121 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu "habitual estilo independente", demoraram a estabelecer vínculos com os humanos.
Em relação às classes de palavras, o termo destacado é formado, respectivamente, por:
Alternativas
Q3827120 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA "de ossos" "de gatos" coletados.
Em relação à função sintática, os termos destacados exercem, respectivamente, a função de: 
Alternativas
Q3827119 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase: 
Alternativas
Q3827118 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Os gatos leopardo se "beneficiavam" da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores.
O verbo destacado encontra-se conjugado no modo: 
Alternativas
Q3827117 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Um estudo recente revisita a história da domesticação dos gatos, examinando evidências arqueológicas e genéticas para compreender quando e em que região esses animais passaram a estabelecer vínculos duradouros com os humanos.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3827116 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
A aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África.
Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3827115 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: "o gato selvagem africano".
Em relação à função sintática, o termo destacado desempenha o papel de: 
Alternativas
Q3827114 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado "à" civilização egípcia.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, nesta frase: 
Alternativas
Q3827113 Biologia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DNA revela que gatos foram domesticados muito depois do que se pensava

Pesquisas recentes indicam que os gatos, em seu habitual estilo independente, demoraram a estabelecer vínculos com os humanos. Evidências científicas revelam que a transição de caçador selvagem para animal doméstico ocorreu muito mais tarde do que se pressupunha e em região distinta da tradicionalmente apontada.

A análise de ossos encontrados em sítios arqueológicos sugere que a aproximação entre gatos e humanos começou há apenas alguns milhares de anos, no norte da África, e não no Levante, área correspondente atualmente a países como Líbano, Síria, Jordânia, Israel e Palestina. Segundo o professor Greger Larson, da Universidade de Oxford, essa convivência que hoje parece natural teve início há cerca de quatro mil anos, e não há dez mil anos, como se difundia.

Os gatos modernos, apesar da ampla variedade de raças, descendem de uma única espécie: o gato selvagem africano. A pergunta sobre como, onde e quando esses animais abandonaram a vida completamente selvagem e passaram a criar laços duradouros com as pessoas sempre intrigou os pesquisadores. Para esclarecer esse ponto, especialistas examinaram o DNA de ossos de gatos coletados em escavações na Europa, no norte da África e na Turquia, realizaram datações e compararam os resultados com o material genético de gatos atuais.

As novas evidências demonstram que a domesticação não coincidiu com o surgimento da agricultura no Levante, mas ocorreu milênios mais tarde, em alguma região do norte da África. Larson observa que, em vez de surgir nas primeiras comunidades agrícolas, o fenômeno parece estar ligado à civilização egípcia, conhecida pela veneração aos gatos, retratados em obras de arte e preservados como múmias.

A partir do momento em que passaram a conviver com humanos, os gatos foram sendo transportados para diferentes regiões, inicialmente como animais de bordo e controladores de pragas. Chegaram à Europa apenas há cerca de dois mil anos, acompanhando romanos em suas expansões, e depois avançaram pela Rota da Seda até alcançar a China. Atualmente, estão distribuídos por quase todo o planeta, exceto pela Antártida.

Em uma descoberta adicional, cientistas identificaram que um felino selvagem conviveu com humanos na China muito antes do surgimento dos gatos domésticos. Trata-se do gato leopardo, espécie de pequeno porte com manchas semelhantes às do leopardo, que frequentou assentamentos humanos por cerca de três mil anos. Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, essa relação era de comensalismo: os gatos leopardo se beneficiavam da proximidade com as pessoas, sobretudo pelo acesso a roedores, enquanto os humanos eram indiferentes ou os toleravam como aliados no controle de pragas.

Apesar dessa convivência antiga, os gatos leopardo não passaram por processo de domesticação e continuam vivendo na natureza em várias regiões da Ásia. Curiosamente, foram cruzados, já na era moderna, com gatos domésticos, dando origem ao gato Bengal, raça híbrida reconhecida oficialmente na década de 1980.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvnx8yxgdo.adaptado. 
Segundo a professora Shu-Jin Luo, da Universidade de Pequim, "essa relação era de comensalismo".
Em relação ao significado do termo no contexto, é correto afirmar que se trata de: 
Alternativas
Q3827112 Pedagogia
Uma organização internacional de cooperação educacional formulou recomendações para currículos escolares que abordam a pluralidade cultural e religiosa em países democráticos. Em um estado brasileiro, essas recomendações foram debatidas para subsidiar a política curricular local, considerando a coexistência entre cosmovisões religiosas, tradições seculares e identidades culturais em territórios marcados por desigualdades históricas e disputas de narrativa pública. À luz desse contexto, analise as afirmativas:

I.A pluralidade cultural e religiosa, como princípio democrático, exige que currículos públicos mapeiem diferenças e conflitos entre crenças, mas é incompatível com práticas que promovam assimetria de legitimidade epistêmica, como selecionar um credo majoritário para funcionar como parâmetro hermenêutico das demais tradições.
II.Em sistemas educacionais laicos, a abordagem da diversidade religiosa pode mobilizar categorias internas de sentido das tradições (conceitos êmicos) como objetos de estudo e comparação crítica, desde que tais categorias não operem como critérios de verdade escolar, nem como dever de adesão, nem como avaliação de autenticidade confessional.
III.O reconhecimento curricular da diversidade cultural religiosa no Brasil impõe ao poder público a adoção do relativismo ontológico forte, segundo o qual a escola deve tratar todas as cosmovisões como imutáveis, incomensuráveis e blindadas à crítica acadêmica, para evitar tensionamentos identitários.
IV.A proteção à pluralidade cultural e religiosa no currículo escolar decorre da obrigação de dar igual visibilidade estatística às tradições com maior presença censitária, mas não alcança religiosidades minoritárias sem formalização institucional, práticas sincréticas não hierarquizadas nem identidades não religiosas.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3827110 Direito Constitucional
Constituição Federal de 1988 assegura a liberdade religiosa e estabelece a laicidade do Estado como princípios organizadores da ordem pública. Em uma escola municipal, durante o planejamento do componente curricular de Ensino Religioso, surgiu a proposta de ofertar um módulo obrigatório de apologética de uma religião específica, com avaliação somativa, sob o argumento de que se trata da crença majoritária da comunidade local. Considerando os fundamentos constitucionais aplicáveis, a proposta é: 
Alternativas
Q3827109 Pedagogia
No Brasil e em diversas regiões do mundo, símbolos religiosos, ritos, ciclos festivos e expressões artísticas ultrapassam a esfera da crença individual, atuando como marcadores identitários, dispositivos de coesão comunitária e linguagens estéticas que comunicam memórias coletivas. Em uma pesquisa etnográfica sobre uma festa religiosa popular brasileira, observou-se que a performance ritual combina música, iconografia sacra, dramaturgia processional e elementos sincréticos locais, produzindo pertencimento cultural mesmo entre participantes que não se autodeclaram praticantes da religião de referência do festejo. Do ponto de vista teórico de identidade cultural e de estudos da religião, tal achado indica que: 
Alternativas
Q3827108 Pedagogia
No processo de revisão curricular de uma secretaria estadual, uma equipe técnica precisa alinhar dispositivos das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica aos seus respectivos fundamentos normativos, pedagógicos ou conceituais, especialmente no que se refere à função social da escola, à concepção curricular e ao tratamento da diversidade. Nesse contexto, correlacione os Conceitos das Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais (DCNs) da Coluna 1 aos respectivos fundamentos associados, listados na Coluna 2.

Coluna 1 − Diretrizes/Conceitos das DCNs
1.Currículo como construção social, contextualizada e integrada às dimensões do trabalho, da cultura, da ciência e da tecnologia.
2.Base nacional comum e parte diversificada não são blocos concorrentes, mas complementares e organicamente articulados.
3.Educação como direito humano universal, orientada ao desenvolvimento integral do estudante.
4.Valorização e promoção da diversidade na organização curricular e nas práticas escolares.

Coluna 2 − Fundamentos associados
(__)O currículo deve reconhecer e acolher pluralidades identitárias, linguísticas, religiosas e culturais, sem hierarquização de grupos.
(__)O conhecimento escolar não é neutro nem descontextualizado; resulta de disputas, escolhas e mediações que expressam intencionalidades formativas.
(__)A escola pública não pode fragmentar o currículo em oferta paralela desconexa por origem normativa, devendo produzir unidade na diversidade.
(__)O currículo deve assegurar aprendizagens mínimas nacionais sem se converter em padrão que anule a autonomia dos sistemas e dos projetos pedagógicos.

Assinale a alternativa que contém a associação CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3827107 Pedagogia
Em um projeto curricular interdisciplinar, uma escola pública implementou um "Observatório da Convivência", no qual situações de intolerância religiosa e cultural relatadas pelos estudantes são convertidas em estudos de caso. Esses casos passam por 3 etapas: (1) suspensão de juízos imediatos para compreender motivações e símbolos implicados; (2) mediação dialógica entre narrativas divergentes; e (3) elaboração de pactos de convivência que não exigem renúncia identitária, mas compromissos verificáveis de não violência, reconhecimento mútuo e reparação comunicativa. Com base nos fundamentos teóricos de educação para a paz e tolerância, é correto afirmar que a proposta pedagógica da escola: 
Alternativas
Q3827106 Pedagogia
Durante auditoria pedagógica do currículo do Ensino Fundamental de um município, identificou-se a contratação de docentes de Ensino Religioso sem licenciatura em Ciências da Religião ou Pedagogia, mas referendados por autoridade religiosa local, além da previsão de avaliação censitária por desempenho confessional na disciplina. No parecer preliminar, o comitê técnico confrontou a conformidade dessas práticas com o art. 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica - LDB - (redação dada pela Lei nº 9.475/1997) e os princípios gerais aplicáveis à formação docente na Educação Básica pública. A partir desse contexto, analise as afirmativas:

I.A matrícula no Ensino Religioso é facultativa ao estudante, mas sua oferta curricular constitui dever jurídico do sistema público de ensino, integrando a formação básica do cidadão no Ensino Fundamental, desde que assegurado o estudo da diversidade religiosa e vedado o proselitismo — conceito que alcança tanto a prática docente direta quanto critérios avaliativos que convertam o desempenho escolar em chancela estatal de adesão a um credo.
II.A LDB permite que a definição da habilitação docente para o Ensino Religioso seja regulamentada pelos sistemas de ensino, mas exige que essa normatização observe as diretrizes gerais de formação dos profissionais da educação, sendo incompatível com o texto legal a contratação que dispense parâmetros formais de formação docente sob fundamento exclusivo de referendo confessional externo, ainda que sem ônus direto a instituições privadas.
III.A vedação ao proselitismo no Ensino Religioso, expressa na LDB, impõe ao Estado a obrigação de adotar neutralidade epistêmica metodológica, o que significa que o currículo do ER deve abster-se de analisar tradições religiosas por meio de categorias internas de sentido (como conceitos teológicos nativos), restringindo-se apenas a abordagens sociométricas externas baseadas em dados censitários e índices de religiosidade.
IV.A avaliação censitária por desempenho confessional é prática aderente ao art. 33 da LDB, pois a vedação ao proselitismo se limita à propaganda religiosa explícita, não sendo aplicável a matrizes de avaliação que mensurem objetivamente o grau de conformidade do estudante aos pressupostos doutrinários de uma religião presente na comunidade escolar.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3827105 Pedagogia
Em uma escola pública de Ensino Fundamental, uma docente de Ensino Religioso organizou uma sequência didática sobre "ritos de passagem em diferentes tradições", estruturada assim: levantamento de perguntas dos estudantes sobre a função dos ritos; planejamento de hipóteses interpretativas; rodas de diálogo comparando sentidos sem hierarquizar crenças; análise fenomenológica de narrativas rituais; e produção de podcast com problematizações sobre estereótipos e usos sociais do sagrado. À luz das metodologias contemporâneas do Ensino Religioso escolar, a prática descrita: 
Alternativas
Q3827103 Antropologia
No processo de elaboração de um dossiê estadual para registro de bens culturais, uma equipe técnica debate as especificidades do patrimônio cultural e religioso brasileiro, considerando a Constituição de 1988, o Decreto nº 3.551/2000 (que institui o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial) e debates contemporâneos sobre salvaguarda de tradições de matriz diversa. Analise as afirmativas:

I.No Brasil, práticas religiosas podem ser reconhecidas como patrimônio cultural independentemente de vínculo institucional formal, pois a política de salvaguarda considera modos de fazer, celebrações, lugares e formas de expressão que estruturam identidades coletivas, incluindo religiosidades híbridas, sincréticas ou comunitárias.
II.O reconhecimento oficial de patrimônio cultural religioso deve necessariamente envolver neutralidade axiológica absoluta, proibindo o Estado de registrar bens cuja prática religiosa tenha sido historicamente alvo de estigmatização social, para evitar aparente endosso estatal do conteúdo simbólico das crenças.
III.A Constituição Federal e a política de patrimônio imaterial adotam como referência o princípio da diversidade cultural, o que exige do poder público não apenas identificar tradições religiosas, mas implementá-las curricularmente como conteúdos obrigatórios em todas as escolas, para garantir transmissão intergeracional.
IV.A proteção do patrimônio cultural religioso inclui não apenas o registro de bens, mas a adoção de políticas de salvaguarda, que podem envolver medidas como reconhecimento de mestres tradicionais, apoio à continuidade dos rituais e preservação de territórios culturais associados às práticas religiosas.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3827102 Pedagogia
As discussões atuais sobre desigualdades educacionais, financiamento do ensino e acesso equitativo às oportunidades dialogam diretamente com processos históricos que moldaram a constituição do sistema escolar brasileiro. Desde as primeiras instituições de instrução pública, registraram-se tensões entre projetos centralizadores e iniciativas locais, além de disputas sobre quais segmentos sociais teriam acesso ao conhecimento formal. Mesmo com políticas que buscaram ampliar a cobertura educacional, obstáculos estruturais persistiram, vinculados às desigualdades regionais, às condições socioeconômicas e às limitações administrativas dos entes federativos. À luz dessa trajetória, analise as afirmações a seguir:

I.A configuração atual das desigualdades educacionais guarda relação com assimetrias históricas que se acumularam desde a formação do ensino público.
II.A universalização das instituições escolares no passado eliminou divergências regionais, tornando dispensáveis políticas diferenciadas.
III.A centralização administrativa sempre garantiu padrões homogêneos de qualidade educacional em todo o território nacional.
IV.Os desafios contemporâneos da educação não podem ser explicados exclusivamente por escolhas individuais, pois resultam também de condicionantes estruturais.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3827101 Meio Ambiente
A crescente centralidade da agenda climática internacional tem colocado o Brasil em posição de destaque, tanto por sua responsabilidade na preservação de biomas estratégicos quanto por seu potencial de liderar iniciativas sustentáveis. Paralelamente, pressões comerciais, demandas de rastreabilidade e compromissos multilaterais influenciam a formulação de políticas internas, gerando tensões entre desenvolvimento econômico, inclusão social e proteção ambiental. Nesse cenário, a política externa brasileira enfrenta o desafio de conciliar prioridades nacionais com expectativas internacionais, preservando credibilidade e capacidade de negociação. Com base nesse contexto, classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmações abaixo:

(__)Integrar compromissos internacionais e políticas domésticas de sustentabilidade constitui um dos eixos centrais da diplomacia ambiental brasileira.
(__)Subordinar automaticamente a política ambiental aos mercados importadores representa estratégia típica da diplomacia brasileira contemporânea.
(__)Priorizar acordos climáticos sem considerar impactos internos é compatível com a busca por credibilidade internacional.
(__)Adotar postura unilateral, sem cooperação multilateral, fortalece a posição do Brasil nas negociações ambientais.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3827100 Português
A configuração recente do mercado editorial brasileiro evidencia contrastes entre o crescimento de novos formatos de publicação — como plataformas digitais, clubes de assinatura e editoras independentes — e a persistência de desigualdades de acesso, tanto para leitores quanto para autores. Ao mesmo tempo em que a circulação digital amplia possibilidades de divulgação, fatores como concentração editorial, custos de produção e dificuldades de distribuição continuam afetando a diversidade literária. Nesse contexto, debates sobre formação de público, bibliodiversidade e políticas públicas de leitura tornam-se cada vez mais centrais. Considerando essa conjuntura, qual interpretação expressa um dos principais desafios atual da literatura brasileira? 
Alternativas
Respostas
161: C
162: B
163: B
164: A
165: A
166: A
167: B
168: D
169: A
170: A
171: A
172: B
173: A
174: A
175: A
176: D
177: A
178: D
179: A
180: B