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Q3269124 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.





Fonte: https://boletimcontexto.wordpress.com/

No texto, o termo "Fake News" é colocado junto a "chip" e "bateria" no diálogo, criando uma relação de associação. Esse fenômeno pode ser explicado como
Alternativas
Q3269123 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No fragmento "O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras", o termo em destaque 
Alternativas
Q3269122 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Considerando novamente o trecho "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação”, o termo que substitui a palavra “já” sem prejuízo de sentido é
Alternativas
Q3269121 Português

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Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

No trecho: "Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação.", o uso do acento grave é obrigatório, assim como em
Alternativas
Q3269120 Português

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Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com a explicação do professor Eugênio Bucci, assinale a alternativa que demonstra como "fake news" se relaciona conceitualmente com o termo "desinformação".
Alternativas
Q3269119 Português

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Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

Quanto à funcionalidade do gênero textual, é correto afirmar que se trata de um(uma)
Alternativas
Q3269118 Português

Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.



Fake news x desinformação


(Texto adaptado)


      O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.


     Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. Ele explicou o conceito em evento da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo no ano passado, do qual também participou o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), desembargador Paulo Galizia.


     O professor argumenta que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”


  Já a desinformação, de acordo com o professor, trata-se de um ambiente comunicacional hostil à informação. “A desinformação é o efeito geral da disseminação de fake news e de outros recursos para enganar ou manipular pessoas ou públicos com fins inescrupulosos”, afirma. “Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.”


Fonte: https://www.tre-go.jus.br/comunicacao/noticias/

De acordo com o texto, em relação aos termos "fake news" e "mentira", o senso comum
Alternativas
Q3895176 Medicina
Homem, 44 anos, com sarcoma de coxa direita localmente avançado que, há 9 dias, iniciou tratamento com quimioterapia neoadjuvante com doxorrubicina e ifosfamida. Não apresenta comorbidades. Procura pronto-atendimento em decorrência de quadro de febre com temperatura aferida de 39°C. Apresentase consciente e orientado na avaliação inicial, com Glasgow de 15, taquicárdico (FC = 110 mmHg), pressão arterial de 123 x 72 mmHg e SatO2 de 97%. A conduta mais adequada neste momento é:
Alternativas
Q3895175 Medicina
Mulher, 42 anos, com diagnóstico de câncer de colo uterino há 3 anos. Considerando o diagnóstico da doença localmente avançada, recebeu tratamento com radioterapia e quimioterapia seguido de braquiterapia. Após controle inicial, evoluiu com recidiva linfonodal, óssea e pulmonar há cerca de 20 meses. Recebeu três esquemas diferentes de quimioterapia devido à progressão de doença. Vem a urgência caquética, queixando de dores intensas em coluna e bacia, além de tosse seca. Nega febre. Mora com esposo e 2 filhos de 9 e 11 anos. A alternativa que apresenta a melhor opção de cuidados para essa paciente é:
Alternativas
Q3895174 Medicina
Paciente de 53 anos, em tratamento quimioterápico para adenocarcinoma de pulmão com metástases ósseas, foi levado à urgência com quadro de confusão mental e desidratação. Ele usa tramadol e está com dor em gradeado costal controlada. Esposa refere que paciente começou a apresentar quadro de aumento de volume urinário há cerca de sete dias e notou-se alteração da consciência desde a tarde do dia anterior. Apresenta sinais vitais normais, exceto por taquicardia de 112 bpm. Ao exame físico, não se percebe nenhum sinal focal. A avaliação da tomografia de crânio não mostrou alterações. Com esses dados, a medida mais adequada é: 
Alternativas
Q3895173 Medicina
A alternativa que apresenta um cenário do uso de estratégias de rastreamento baseado em evidências é:
Alternativas
Q3895172 Medicina
Homem de 83 anos apresenta dor lombar progressiva e fraqueza nas pernas há duas semana. Foi submetido à ressonância da coluna que mostrou lesão em T12. Exame físico percebeu próstata endurecida ao toque retal. Exame neurológico: caminha com auxílio, com diminuição de força (grau 3) em membro inferior esquerdo. Apresentou alívio parcial da dor com analgésico comum e opióide fraco. Dosagem do PSA sérico foi de 345 ng/dL. A biópsia de próstata mostrou adenocarcinoma de próstata com Gleason 7. A conduta imediata mais adequada nesse cenário é:
Alternativas
Q3895171 Medicina
Paciente sexo masculino, 40 anos, com quadro clínico de litíase renal, taxa de filtração glomerular de 50 ml/min/1,73m². Durante investigação foi diagnosticado com hiperparatireoidismo primário. Sobre o quadro clínico, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3895170 Medicina
Mulher, 42 anos, comparece a consulta médica com quadro de sudorese, palpitação, perda de peso não intencional e ansiedade. Nega dor torácica, disfagia ou dispneia. Queixa-se ainda de dor, lacrimejamento e irritação ocular. Tem histórico pessoal de vitiligo. Exame físico: pele quente e úmida, tremor de extremidades, exoftalmia, eritema conjuntival, proptose ocular, FC: 104bpm e tireoide aumentada de volume difusamente, sem delimitação de nódulos a palpação. Sobre o quadro clínico apresentado, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3895169 Medicina
Algumas doenças podem cursar com redução da densidade mineral óssea. São doenças que se configuram como causa ou fator de risco para redução de densidade mineral óssea em adultos, EXCETO
Alternativas
Q3895168 Medicina
A doença renal do diabetes é causa relevante de necessidade de terapia renal substitutiva. Sobre doença renal do diabetes, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3895167 Medicina
Paciente, sexo masculino, 55 anos, portador de obesidade, sem outras comorbidades. Nega diagnóstico prévio de hipertensão arterial sistêmica ou diabetes mellitus. Comparece à consulta com resultados de exames realizados para rastreio, dentre eles: glicemia de jejum de 126 mg/dl, glicemia no teste oral de tolerância à glicose com sobrecarga de 75gr de glicose (TTGO) no tempo de 1h foi 210mg/dl, glicemia no TTGO de 2 horas foi 199 mg/dl. O teste oral de tolerância à glicose foi repetido com seguinte resultado: glicemia no teste oral de tolerância à glicose (TTGO) no tempo de 1h foi 209mg/dl, a glicemia no TTGO de 2 horas: 190 mg/dl. Sobre os exames apresentados e considerando a Diretriz Brasileira de Diabetes atual, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3895166 Medicina
Considerando a infecção latente da tuberculosa, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3895165 Medicina
Quanto à pneumonia, é correto afirmar:
Alternativas
Q3895164 Medicina
A respeito do tabagismo, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
1441: C
1442: A
1443: E
1444: B
1445: A
1446: C
1447: D
1448: A
1449: C
1450: C
1451: X
1452: D
1453: B
1454: A
1455: D
1456: B
1457: A
1458: A
1459: C
1460: D