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Quando aqui chegaram os colonizadores e não encontraram a princípio nem ouro e nem pedras preciosas os colonizadores passaram a explorar os recursos naturais, nas afirmativas abaixo, marque a opção correta em relação ao início do processo de produção brasileira.
A Revolução de 1930 inaugurou um novo período da história brasileira, marcado pela forte centralização do poder político em torno do governo federal. A política de industrialização e de integração do mercado interno, iniciada por Getúlio Vargas, derrubou as restrições impostas pelos estados e municípios à circulação de mercadorias. Os estados perderam a autonomia legislativa sobre seu comércio exterior. Nesse contexto, o conhecimento estatístico do território e da população se transformou em prioridade nacional.
Nas afirmativas abaixo, marque a opção correta em relação ao órgão criado com a finalidade de fornecer dados demográficos e econômicos para um melhor mapeamento sistemático do Brasil.
I. A inteligência emocional é um componente essencial do perfil comportamental no trabalho, influenciando a capacidade de lidar com emoções próprias e dos outros, gerenciar o estresse e estabelecer relacionamentos interpessoais saudáveis.
II. A resiliência é um traço comportamental irrelevante no ambiente de trabalho, pois não tem impacto significativo na capacidade de enfrentar desafios e superar adversidades.
III. A comunicação eficaz é uma habilidade comportamental dispensável, vista como irrelevante para o desenvolvimento de relações interpessoais e para o sucesso em diversas áreas profissionais.
IV. A empatia, vista como a capacidade de compreender e se colocar no lugar do outro, é geralmente considerada um aspecto relevante no perfil comportamental no ambiente de trabalho, especialmente em contextos onde a colaboração e a compreensão interpessoal são raramente valorizadas.
I. O DCGO, ao abordar a Educação Infantil, prioriza primordialmente o desenvolvimento cognitivo das crianças, relegando os aspectos emocionais e sociais.
II. O DCGO destaca a importância da brincadeira como eixo estruturante na Educação Infantil, reconhecendo-a como linguagem privilegiada da infância.
III. O DCGO não aborda a formação continuada dos professores que atuam na Educação Infantil, deixando essa questão a critério das instituições de ensino.
IV. Na perspectiva do DCGO, o trabalho com projetos na Educação Infantil não é considerado relevante para o desenvolvimento integral das crianças.
I. O FUNDEB destina-se exclusivamente à educação básica, compreendendo a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio e o ensino superior.
II. Uma das fontes de recursos do FUNDEB provém de transferências obrigatórias da União, Estado e Distrito Federal, garantindo assim o valor mínimo estabelecido por aluno, cabendo ao município apenas a gestão do recurso, sem contribuir com transferências obrigatórias.
III. O FUNDEB não prevê a vinculação de recursos para a remuneração dos profissionais da educação, sendo sua aplicação restrita aos custos operacionais e estruturais das instituições de ensino.
IV. A gestão do FUNDEB é compartilhada entre a União, Estados, Distrito Federal, e Municípios, envolvendo a participação dos entes federativos na tomada de decisões sobre a distribuição dos recursos.
I. A organicidade entre ensinar, aprender e pesquisar implica na separação estrita desses processos, visando garantir a eficácia de cada um deles de maneira isolada.
II. A prática pedagógica deve ser compreendida como um processo dinâmico e interativo, onde ensinar, aprender e pesquisar ocorrem de forma integrada, influenciando mutuamente a construção do conhecimento.
III. A organicidade entre ensinar, aprender e pesquisar é escusado, uma vez que a pesquisa é uma atividade exclusiva dos educadores, não interferindo diretamente no processo de ensino e aprendizagem.
IV. A organicidade entre ensinar, aprender e pesquisar é uma abordagem relevante na educação, considerando as transformações sociais e tecnológicas contemporâneas.
I. A Lei assegura o direito à educação inclusiva para todos os alunos, incluindo aqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA), restringindo as adaptações curriculares e metodológicas.
II. A Lei prevê que o atendimento educacional especializado para alunos autistas deve ser realizado exclusivamente em instituições especializadas, em salas separadas afim de prestar toda assistência necessária ao aluno.
III. A Lei Brasileira da Inclusão não estabelece diretrizes específicas para a formação de professores visando o atendimento de alunos com autismo.
IV. O atendimento ao aluno autista deve considerar suas características individuais, promovendo estratégias pedagógicas que respeitem a sua singularidade, proporcionando um ambiente inclusivo.
I. Em seu artigo 35, assegura a oferta de atendimento educacional especializado exclusivamente em classes comuns do ensino regular.
II. A Lei assegura o direito à acessibilidade nos espaços físicos, mas não aborda a necessidade de acessibilidade nas tecnologias da informação e comunicação.
III. De acordo com a Lei, a escola regular deve promover a articulação com os serviços de saúde, assistência social e outros para assegurar o atendimento às necessidades específicas dos alunos com deficiência.
IV. A Lei não estabelece diretrizes para a formação continuada de professores em relação ao atendimento de alunos com deficiência.
I. Segundo a teoria comportamental, a aprendizagem é resultado principalmente de processos cognitivos, destacando a importância das experiências pessoais e da reflexão na construção do conhecimento.
II. Na perspectiva da teoria construtivista, o papel do educador é central na transmissão de conhecimentos, guiando os alunos por meio de instruções claras e estruturadas.
III. A teoria sociocultural de Vygotsky enfatiza a importância das interações sociais e da linguagem na construção do conhecimento, destacando a zona de desenvolvimento proximal como um conceito central.
IV. De acordo com a teoria behaviorista, a aprendizagem ocorre principalmente por meio de observação e imitação de modelos, desconsiderando a influência de recompensas e punições.
I. O PNE é um instrumento de planejamento que estabelece metas exclusivamente quantitativas, sem considerar aspectos qualitativos da educação.
II. Uma das metas do PNE é a universalização do atendimento escolar para crianças de 4 a 5 anos na educação infantil, incluindo metas relacionadas à melhoria da qualidade do ensino nessa etapa.
III. O PNE, ao definir metas para a erradicação do analfabetismo, concentra-se apenas na população adulta, desconsiderando a alfabetização de crianças e jovens.
IV. O PNE prevê estratégias para a promoção da equidade na educação, reconhecendo a necessidade de superar desigualdades regionais, étnico-raciais e de gênero.
I. Segundo Magda Soares, a avaliação de aprendizagem deve ser centrada tanto em avaliações somativas, quanto em avaliações formativas.
II. Magda Soares destaca que a avaliação deve considerar apenas os resultados finais dos alunos, sem levar em conta os processos e trajetórias individuais de aprendizagem.
III. Na perspectiva de Magda Soares, a avaliação de aprendizagem deve ir além da mensuração de conhecimentos, abrangendo também aspectos socioemocionais e habilidades metacognitivas dos alunos.
IV. Magda Soares defende que a avaliação de aprendizagem deve ser uniforme para todos os alunos, sem considerar suas características individuais, contextos e diversidades.
I. A interdisciplinaridade consiste em fragmentar o conhecimento, permitindo que cada disciplina desenvolva suas abordagens isoladas, sem integração com outras áreas do saber.
II. A globalização dos conhecimentos na prática pedagógica implica na ênfase exclusiva em aspectos locais e regionais, desconsiderando as influências globais nas dinâmicas educacionais.
III. A interdisciplinaridade busca a integração harmoniosa entre diferentes disciplinas, promovendo a compreensão holística e a conexão entre os saberes, contribuindo para uma formação mais abrangente dos alunos.
IV. A globalização dos conhecimentos na prática pedagógica não se limita apenas aos aspectos tecnológicos, mas também abrange questões socioambientais, culturais e econômicas globais, reconhecendo a importância de compreender e abordar essas diversas dimensões na educação dos alunos.
I. O Regimento Escolar, por ser um documento normativo, deve considerar as especificidades da comunidade escolar e deve seguir modelos pré-estabelecidos.
II. A elaboração do Regimento Escolar é uma responsabilidade exclusiva da direção da escola, sem a necessidade de participação ativa de outros membros da comunidade escolar.
III. O Regimento Escolar deve abordar apenas aspectos administrativos, não sendo necessário contemplar questões relacionadas à pedagogia e aos princípios educacionais.
IV. A participação democrática e a consulta à comunidade escolar são aspectos essenciais na elaboração e revisão do Regimento Escolar, garantindo representatividade e aderência às necessidades locais.
I. A BNCC tem como objetivo proporcionar uma educação uniforme, respeitando as diversidades regionais, culturais e sociais do país.
II. A BNCC estabelece apenas os conteúdos curriculares obrigatórios, não sendo necessário considerar a diversidade de contextos e realidades presentes nas diferentes regiões do Brasil.
III. A BNCC destaca a importância do desenvolvimento de competências socioemocionais, como o pensamento crítico e a colaboração, além dos conhecimentos acadêmicos.
IV. A BNCC exclui a necessidade de adaptação curricular para atender alunos com necessidades educacionais especiais, mantendo um modelo único para todos.
I. O PPP é um documento estático, elaborado apenas uma vez ao ano, e não precisa ser revisado ao longo do processo, pois suas diretrizes são imutáveis.
II. A construção do PPP é uma responsabilidade exclusivamente da equipe pedagógica e da gestão escolar, não sendo necessário o envolvimento ativo dos demais membros da comunidade escolar.
III. A participação da comunidade escolar na elaboração do PPP é fundamental para garantir representatividade, transparência e alinhamento com os anseios e valores locais.
IV. O PPP pode ser priorizado apenas com foco nas metas acadêmicas, desconsiderando sobre questões sociais, culturais e emocionais dos alunos.
I. A função sociocultural da escola é limitada ao repasse de conhecimentos acadêmicos, desconsiderando seu papel na formação ética e cidadã dos alunos.
II. A escola, como instituição sociocultural, deve promover a valorização e preservação da diversidade cultural, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.
III. A função sociocultural da escola não está relacionada à promoção da consciência crítica e da participação ativa dos alunos na sociedade.
IV. A escola, ao cumprir sua função sociocultural, deve priorizar exclusivamente o desenvolvimento individual dos alunos, considerando seu papel na formação de uma consciência coletiva e de responsabilidade social.
I. Na prática filosófica, o pedagogo deve se aprofundar em teorias educacionais abstratas e universais, buscando uma compreensão essencialista da educação, que pode ser aplicada de forma flexível e adaptável aos diferentes contextos socioculturais.
II. Na dimensão sociocultural o pedagogo deve reconhecer a diversidade cultural e social dos alunos, promovendo práticas pedagógicas que respeitem e valorizem as diferentes identidades presentes na comunidade escolar.
III. A dimensão pedagógica engloba apenas aspectos técnicos e metodológicos da prática educativa, desconsiderando a necessidade de reflexão sobre os fundamentos éticos e filosóficos que embasam a ação pedagógica.
IV. A integração harmoniosa das dimensões filosófica, sociocultural e pedagógica é essencial para uma atuação eficaz do pedagogo, proporcionando uma compreensão mais ampla e significativa da educação.
I. O pedagogo desempenha um papel central na escola básica, sendo responsável por conduzir exclusivamente os processos de alfabetização, deixando os demais professores com a responsabilidade de atuar em outras áreas do currículo.
II. A abordagem da alfabetização, desconsiderando as necessidades específicas dos alunos, pode ser considerada uma estratégia eficaz para facilitar a avaliação e o acompanhamento do processo educacional.
III. O pedagogo, ao atuar na alfabetização, deve considerar as diferenças individuais dos alunos, adaptando estratégias pedagógicas para atender às necessidades específicas de cada criança.
IV. A alfabetização é um processo isolado, e o pedagogo deve priorizar as habilidades de leitura e escrita, sem considerar a integração com outras áreas do conhecimento como foco principal.
I. Em sua teoria, Ferreiro e Teberosky enfatizam que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorre de forma natural, sem a necessidade de intervenção pedagógica.
II. Segundo Ferreiro e Teberosky, a criança passa por estágios específicos na construção do conhecimento sobre a língua escrita, começando pelo estágio silábico e progredindo linearmente até o estágio alfabético.
III. A perspectiva de Ferreiro e Teberosky destaca a importância do ensino formal da leitura e da escrita desde a primeira infância, enfatizando a memorização de palavras como estratégia eficaz.
IV. A teoria de Ferreiro e Teberosky considera a linguagem escrita como um sistema simbólico complexo, no qual as crianças desenvolvem hipóteses sobre a escrita por meio de suas interações com o ambiente.
I. Vygotsky destaca a zona de desenvolvimento proximal como o espaço entre o nível de desenvolvimento real e o potencial, enfatizando a importância da instrução e da interação social para a promoção do aprendizado.
II. Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo da criança ocorre de maneira autônoma, sendo influenciado principalmente por fatores genéticos e biológicos.
III. O conceito de "ferramentas psicológicas", na perspectiva de Vygotsky, refere-se a habilidades e conhecimentos adquiridos pela criança de forma independente, sem a necessidade de mediação social.
IV. Vygotsky defende que a linguagem desempenha um papel secundário no desenvolvimento cognitivo, não sendo considerada uma ferramenta essencial para a construção do pensamento.