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Q3732379 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
Alternativas
Q3732378 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pela que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3732377 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.” (3º parágrafo), as palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de 
Alternativas
Q3732376 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3732375 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou.” (3o parágrafo), considerando o contexto em que foi empregada, a palavra em destaque tem como antônimo:
Alternativas
Q3732374 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

 A partir da leitura do texto, é correta a afirmação:
Alternativas
Q3732373 Português

 Leia a frase a seguir:


Eu acho que, quando a gente crescer, automaticamente ________________o que fazer em qualquer situação.


Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal que preenche a lacuna, em conformidade com a norma-padrão e o sentido da frase.

Alternativas
Q3732372 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula ao trecho da tira manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3732371 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Na tira, o personagem faz reflexões que revelam
Alternativas
Q3711200 Direito Administrativo
Suponha que, no Município X, houve a publicação de um edital de licitação para contratação de uma empresa de engenharia para reparar a ponte Francisco Morato. O edital do certame exigiu a comprovação de quitação da anuidade junto a entidade de classe como condição de participação, bem como certidão negativa de protesto como documento habilitatório.

Com base na situação hipotética apresentada e nas súmulas do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE/SP), é correto afirmar que
Alternativas
Q3711199 Direito Administrativo
De acordo com súmula do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em procedimento licitatório,
Alternativas
Q3711198 Direito Administrativo
De acordo com o entendimento sumular do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, em procedimento licitatório para contratação de licença de uso de software dito de “prateleira”,
Alternativas
Q3711197 Direito Administrativo
Considere que Marcelo foi mesário nas eleições municipais e que Natan é notário.

Com base na situação apresentada, é correto afirmar que eles são considerados como
Alternativas
Q3711196 Direito Administrativo
Atualmente, fala-se em uma releitura do princípio da legalidade, que tem por consequência a
Alternativas
Q3711195 Direito Administrativo
A respeito dos princípios do Direito Administrativo, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3711194 Direito Administrativo
Suponha que Mauro ocupa cargo de provimento efetivo em virtude de aprovação em concurso público. Após adquirir a estabilidade, ele foi demitido por decisão administrativa do cargo, o qual passou a ser ocupado por Paulo, também servidor público. No entanto, a demissão de Mauro foi invalidada por sentença judicial três anos após a data que ele deixou o cargo.

Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar:
Alternativas
Q3711193 Direito Constitucional
Considere que José é servidor público da Autarquia Previdenciária do Estado X, ocupando a função de contabilista. Com o objetivo de aumentar sua renda, ele prestou concurso público para o cargo de professor de Contabilidade Básica na Universidade Federal XYZ e foi aprovado.

Com base na situação hipotética apresentada e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar:
Alternativas
Q3711192 Direito Administrativo
Assinale a alternativa que contém somente atos administrativos ordinatórios.
Alternativas
Q3711191 Direito Administrativo
Considere que, no curso do processo administrativo que visa apurar o direito à continuidade do recebimento de gratificação de desempenho percebida por Luzia, houve a publicação da decisão final constatando que o benefício deve ser imediatamente cancelado e que a servidora é obrigada a devolver os valores recebidos nos últimos seis meses. No entanto, apenas quando recebeu o contracheque, Luzia percebeu a diminuição do seu salário. Inconformada, Luzia procurou a Administração, oportunidade na qual a servidora foi informada de que foi devidamente intimada para se manifestar no processo administrativo, mas que permaneceu silente. No entanto, Luzia tem certeza de que não recebeu nenhuma intimação em sede de processo administrativo.

Com base na situação hipotética, é correto afirmar:
Alternativas
Q3711190 Direito Administrativo
Suponha que Bruno apresentou um pedido na Secretaria do Verde do Município ABC para obter uma licença ambiental com o objetivo de viabilizar legalmente o confinamento de dez mil cabeças de gado, tendo, em seguida, sido instaurado o processo de licenciamento ambiental.

Considerando a situação apresentada, é correto afirmar que o referido processo administrativo se classifica como 
Alternativas
Respostas
13001: E
13002: B
13003: B
13004: C
13005: E
13006: D
13007: C
13008: A
13009: D
13010: B
13011: A
13012: C
13013: A
13014: E
13015: A
13016: C
13017: D
13018: D
13019: B
13020: A