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Q4388650 Medicina
Mulher, 81 anos, portadora de fibrilação atrial permanente e antecedente de prótese valvar mitral biológica há 4 anos, evolui com cansaço progressivo e edema de membros inferiores, apesar do uso de furosemida 120 mg/dia. Ao exame, apresenta estase jugular, onda “v” proeminente, sopro holossistólico em borda esternal inferior, ascite e edema de membros inferiores 3+/4+. Análise do líquido ascítico mostra GASA: 1,5. Não há sinais de hepatopatia primária. Ecocardiograma demonstra prótese mitral com gradiente diastólico máximo de 8 mmHg e médio de 3 mmHg. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, insuficiência tricúspide secundária torrencial, dilatação do anel valvar tricúspide, gap de coaptação e 6 mm, TAPSE de 18 mm e pressão sistólica em artéria pulmonar de 45 mmHg. Não há doença pulmonar significativa. Euroscore II: 7%.

Considerando o caso clínico apresentado, é correto afirmar que a conduta apropriada é
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Q4388649 Medicina
Homem, 73 anos, portador de miocardiopatia isquêmica com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30% recebe alta, após descompensação clínica, recebendo furosemida 120 mg/dia, valsartana/sacubitril, espironolactona, empagliflozina e metoprolol. Em reavaliação após 4 semanas, paciente está em classe funcional I, sem estertores pulmonares, estase jugular, hepatomegalia ou edema de membros inferiores. Para avaliação prognóstica é realizada mensuração dos níveis de BNP, os quais estão elevados.

De acordo com o exposto, os níveis mais elevados do BNP, nesse momento, provavelmente são causados
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Q4388648 Medicina
Mulher, 65 anos, hipertensa, apresenta dor torácica em dorso, de forte intensidade. Realiza eletrocardiograma e radiografia de tórax que não apresentam alterações significativas. A pontuação no ADD-RS é 1.

O passo seguinte a ser realizado para investigação de dissecção de aorta, segundo as diretrizes brasileiras de dor torácica, é:
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Q4388647 Medicina
Homem de 59 anos apresenta dispneia progressiva, ascite e edema de membros inferiores. Antecedente pessoal de linfoma, tratado com radioterapia mediastinal e quimioterapia. Ao exame, observa-se pressão venosa jugular elevada, com colapso “y” proeminente e aumento da turgência jugular durante a inspiração. Ausculta cardíaca e pulmonar normais. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, movimento anômalo do septo ventricular, onda E mitral: 100 cm/s na expiração e 66 cm/s na inspiração; onda e′ septal: 12 cm/s; onda e′ lateral: 6 cm/s; e reversão diastólica acentuada durante a expiração em fluxo de veias hepáticas.

Nesse cenário, o achado adicional que pode ser observado ao ecocardiograma que reforça o diagnóstico é:
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Q4388646 Medicina
Homem de 58 anos com queixa de dispneia aos grandes esforços apresenta ictus palpável no 6o espaço intercostal esquerdo, discretamente lateral à linha hemiclavicular, amplo e hiperdinâmico. Na ausculta, nota-se sopro diastólico, decrescente, mais audível junto à borda esternal esquerda, além de sopro sistólico ejetivo em foco aórtico. Na palpação carotídea, nota-se dois picos distintos e semelhantes durante a sístole.

Tais achados indicam
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Q4388645 Medicina
Homem, 36 anos, portador de comunicação interventricular (CIV) não corrigida vem com queixa de piora progressiva da dispneia aos esforços e episódios de pré-síncope. Ao exame físico, apresenta saturação de oxigênio de 84%, pressão arterial de 110 x 70 mmHg e frequência cardíaca de 82 bpm, cianose central e baqueteamento digital. Ausculta cardíaca com hiperfonese da segunda bulha e sopro sistólico em borda esternal esquerda. Ecocardiograma mostra CIV perimembranosa de 18 mm, dilatação e hipertrofia do ventrículo direito, função sistólica do ventrículo esquerdo preservada e pressão sistólica estimada da artéria pulmonar de 95 mmHg. O fluxo através da CIV é bidirecional, com predomínio direita-esquerda.

O cateterismo cardíaco demonstra:

•  Pressão média da artéria pulmonar: 65 mmHg;
•  Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 9 mmHg;
•  Resistência vascular pulmonar: 12 UW;
•  Qp/Qs: 0,8;
•  Ausência de redução significativa da resistência vascular pulmonar após teste de vasorreatividade.

Nesse contexto, é correto afirmar que a conduta apropriada é:
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Q4388644 Medicina
Mulher, 32 anos, queixa-se de palpitações há um mês, perda de peso, intolerância ao calor, sudorese excessiva, irritabilidade e insônia. Ao exame físico, apresenta pele quente e úmida, tremor fino de extremidades, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 140 x 70 mmHg. Observa-se aumento difuso e indolor da tireoide. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular. ECG mostra ritmo de fibrilação atrial, sem nódulos palpáveis, além de discreta retração palpebral bilateral.

Os exames laboratoriais mostram:

•  TSH: <0,01 mUI/L;
•  T4 livre: 6,2 ng/dL (VR: 0,8–1,8 ng/dL).

Realizado controle de frequência cardíaca e sintomas com betabloqueador e corticosteroide.

Assinale a alternativa correta sobre a prevenção de fenômenos tromboembólicos causados pela fibrilação atrial, conforme diretrizes brasileiras de fibrilação atrial.
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Q4388643 Medicina
Homem, 66 anos, hipertenso, diabético e ex-tabagista, com antecedente de angioplastia da artéria descendente anterior com implante de stent farmacológico há 5 anos. Atualmente está em uso de AAS, atorvastatina, ezetimiba, carvedilol e losartana. Relata angina aos esforços moderados atualmente. Ecocardiograma mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 60%, sem alteração segmentar. Cineangiocoronariografia demonstra:

•  Artéria descendente anterior (ADA): stent pérvio e nova lesão de 60% no terço médio;
•  Artéria circunflexa (ACX): lesão de 40% em terço médio;
•  Artéria coronária direita (ACD): lesão de 80% no terço proximal;
•  Tronco da coronária esquerda (TCE) sem lesões.

A avaliação funcional invasiva mostra FFR de 0,84 na DA e FFR de 0,76 na CD.

Considerando as diretrizes brasileiras de síndrome coronariana crônica e o caso clínico apresentado, é correto afirmar que há indicação para
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Q4388642 Medicina
Homem de 58 anos, com hipertensão há 8 anos, diabetes tipo 2 e DRC estágio G3a, apresenta pressão arterial de consultório de 154 x 92 mmHg em três consultas consecutivas. Faz uso de losartana 100 mg/dia, anlodipino 10 mg/dia e hidroclorotiazida 25 mg/dia, com boa aderência terapêutica. Creatinina: 1,5 mg/dL; TFG: 52 mL/min/1,73 m2 e K+ 4,4 mEq/L. MAPA revela média de 24 horas de 126 x 76 mmHg, com média diurna de 130 x 80 mmHg e noturna de 114 x 68 mmHg. Não há hipotensão sintomática. O exame físico e a investigação inicial não sugerem causa secundária.

Conforme as diretrizes brasileiras de hipertensão, a conduta indicada para o caso clínico apresentado é 
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Q4388631 Português
Considere o parágrafo a seguir:

O conhecimento ___________ respeito da Inteligência Artificial vem crescendo __________ medida que avançam os estudos _________ que se dedicam __________ que se dispõem a descrever e analisar o modo de funcionamento dessa ferramenta tecnológica.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
Alternativas
Q4388630 Português
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4388629 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

    Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

    Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
A expressão destacada está empregada em sentido figurado em:
Alternativas
Q4388628 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

    Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

    Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
No 2° parágrafo do texto, a expressão “dois desses seres de silício” refere-se aos
Alternativas
Q4388627 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Há coisa de duas semanas, circulou a notícia de que dois modelos de inteligência artificial de uma empresa saíram de controle e invadiram arquivos de uma concorrente. Como o desvio foi rapidamente identificado e não sucedeu nada de mais sério, ninguém parece ter ficado muito preocupado. O fato foi recebido como “parte da rotina”. Nas big techs, os mandachuvas deram de ombros e tocaram adiante.

    Talvez o improvável leitor queira mais detalhes do ocorrido. É legítimo. Vamos lá. No dia 21 de julho, durante um teste de cibersegurança interno em uma empresa de pesquisa e tecnologia em inteligência artificial, dois desses seres de silício, tecnicamente dotados de um módico poder de raciocínio, escapuliram pela internet e entraram clandestinamente no sistema de outro gigante do setor. A organização invadida, percebendo movimentos estranhos em seus domínios privativos e fechados, chamou a polícia. Logo depois, o imbróglio se resolveu sem maiores danos.

    Pequenos episódios anteriores, que já deveriam ter feito soar o alarme, também foram recebidos com indiferença. Em março de 2023, ganhou repercussão a traquinagem do robô virtual que entrou nas redes, fez contato com uma pessoa e pediu que ela o ajudasse a preencher um captcha (aquela verificação chata e enervante, inventada exatamente para barrar a ação de robôs, que nos obriga a ler números e letras de uma imagem toda torta e depois digitá-los num campo em branco). A pessoa abordada achou aquilo esquisito, desconfiou e perguntou: “Ei, mas você é um robô?”. Então, o sintético larápio mentiu, disse que era apenas um deficiente visual, e conseguiu o que queria.


(Eugenio Bucci. “O motim das máquinas”, 09.08.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/. Adaptado)
A opinião do autor em relação às ocorrências de falta de controle do ser humano sobre a inteligência artificial está explícita na passagem:
Alternativas
Q4388626 Português
As concordâncias verbal e nominal estão em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q4388625 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Desde os primórdios, os seres humanos investigam e buscam conhecer a natureza ‒ gesto inevitável e indispensável, e no qual empregamos cada vez mais os métodos científicos. O problema reside na separação brutal entre humanidade e natureza, princípio de inúmeras correntes técnicas, científicas e ideológicas. A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza, que foi transformada numa fonte de recursos “inesgotável”, o que não é sustentável.

    Além disso, não podemos ignorar que nem a ciência nem as tecnologias que dela derivam são inerentemente positivas. Direta ou indiretamente, muitas de suas aplicações podem ser nocivas à humanidade. Por exemplo, o estudo científico da radiatividade levou à fabricação de bombas atômicas, causando arrependimento nos próprios promotores da energia nuclear. As tecnologias agrárias baseadas no reducionismo da monocultura provocaram a perda de biodiversidade. A lista pode alongar-se, até porque grande parte dos avanços científicos foi resultado de pesquisas com fins militares e só em um momento posterior se estenderam ao uso civil. Semelhantes aplicações da ciência são questionáveis.

    Recentemente, a promoção de energias alternativas que nos ajudam a superar a dependência dos combustíveis fósseis ‒ uma meta louvável ‒ se dá ao custo de uma crescente e destruidora demanda por outros recursos. É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias empregadas nos veículos elétricos, amplia os impactos nocivos da mineração.


(Alberto Acosta. O bem viver, 2026. Adaptado)
Sem prejuízo ao sentido original e em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal, em “É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias...” (3° parágrafo), o trecho destacado pode ser substituído por:
Alternativas
Q4388623 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Desde os primórdios, os seres humanos investigam e buscam conhecer a natureza ‒ gesto inevitável e indispensável, e no qual empregamos cada vez mais os métodos científicos. O problema reside na separação brutal entre humanidade e natureza, princípio de inúmeras correntes técnicas, científicas e ideológicas. A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza, que foi transformada numa fonte de recursos “inesgotável”, o que não é sustentável.

    Além disso, não podemos ignorar que nem a ciência nem as tecnologias que dela derivam são inerentemente positivas. Direta ou indiretamente, muitas de suas aplicações podem ser nocivas à humanidade. Por exemplo, o estudo científico da radiatividade levou à fabricação de bombas atômicas, causando arrependimento nos próprios promotores da energia nuclear. As tecnologias agrárias baseadas no reducionismo da monocultura provocaram a perda de biodiversidade. A lista pode alongar-se, até porque grande parte dos avanços científicos foi resultado de pesquisas com fins militares e só em um momento posterior se estenderam ao uso civil. Semelhantes aplicações da ciência são questionáveis.

    Recentemente, a promoção de energias alternativas que nos ajudam a superar a dependência dos combustíveis fósseis ‒ uma meta louvável ‒ se dá ao custo de uma crescente e destruidora demanda por outros recursos. É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias empregadas nos veículos elétricos, amplia os impactos nocivos da mineração.


(Alberto Acosta. O bem viver, 2026. Adaptado)
O autor menciona o desenvolvimento da bomba atômica com o objetivo de 
Alternativas
Q4388622 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


    Desde os primórdios, os seres humanos investigam e buscam conhecer a natureza ‒ gesto inevitável e indispensável, e no qual empregamos cada vez mais os métodos científicos. O problema reside na separação brutal entre humanidade e natureza, princípio de inúmeras correntes técnicas, científicas e ideológicas. A voracidade da acumulação capitalista impeliu ainda mais as sociedades humanas a subjugarem a natureza, que foi transformada numa fonte de recursos “inesgotável”, o que não é sustentável.

    Além disso, não podemos ignorar que nem a ciência nem as tecnologias que dela derivam são inerentemente positivas. Direta ou indiretamente, muitas de suas aplicações podem ser nocivas à humanidade. Por exemplo, o estudo científico da radiatividade levou à fabricação de bombas atômicas, causando arrependimento nos próprios promotores da energia nuclear. As tecnologias agrárias baseadas no reducionismo da monocultura provocaram a perda de biodiversidade. A lista pode alongar-se, até porque grande parte dos avanços científicos foi resultado de pesquisas com fins militares e só em um momento posterior se estenderam ao uso civil. Semelhantes aplicações da ciência são questionáveis.

    Recentemente, a promoção de energias alternativas que nos ajudam a superar a dependência dos combustíveis fósseis ‒ uma meta louvável ‒ se dá ao custo de uma crescente e destruidora demanda por outros recursos. É o caso do lítio e de outros minerais, cuja exploração, embora essencial para produzir as baterias empregadas nos veículos elétricos, amplia os impactos nocivos da mineração.


(Alberto Acosta. O bem viver, 2026. Adaptado)
Ao analisar a relação dos seres humanos com a natureza, o autor critica a
Alternativas
Q4388621 Medicina
Em relação à hipertensão arterial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4388620 Medicina
Deve-se investigar hipertensão arterial secundária nas seguintes situações:
Alternativas
Respostas
1061: C
1062: D
1063: B
1064: E
1065: A
1066: D
1067: C
1068: C
1069: C
1070: A
1071: D
1072: A
1073: A
1074: C
1075: C
1076: A
1077: D
1078: E
1079: A
1080: E