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Q4122270 Fonoaudiologia

As afasias são classificadas como fluentes, ou seja, quando apresentam mais alterações de linguagem, mas podem produzir estruturas de fala sem esforço, e as afasias não fluentes, quando apresentam mais redução do discurso, com fala esparsa e pronunciada lentamente.



Nessa concepção, são exemplos de afasia fluente e não fluente, respectivamente:

Alternativas
Q4122269 Fonoaudiologia

Analise as seguintes alterações de funções estomatognáticas: respiração frequentemente oronasal; mastigação com incisão posterior; tônus rebaixado nos elevadores da mandíbula com comprometimento de trituração e pulverização; deglutição com projeção anterior de língua com anteriorização de cabeça; fala com projeção anterior de língua em /t/, /d/, /n/, /l/ e língua posicionada no assoalho da cavidade oral.



Com base na classificação de oclusão de Angle, tais funções alteradas podem ser devido a uma modificação vertical do tipo

Alternativas
Q4122268 Fonoaudiologia

Lesões no circuito de controle dos gânglios de base, como na doença de Parkinson, acarretam alterações de fala tais como: voz áspera ou soprosa, monolaudness; monopitch; dificuldades em iniciar a fala; pausas inapropriadas e emissões imprecisas de consoantes.



Tais características se referem a uma disartria do tipo

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Q4122267 Fonoaudiologia
Para um diagnóstico diferencial entre apraxia de fala infantil (AFI) e transtorno fonológico severo (TFS), é correto afirmar que na AFI espera(m)-se
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Q4122266 Fonoaudiologia

Segundo a comunidade científica, diagnostica-se, atualmente, a gagueira pela presença de, pelo menos, 3% de disfluências típicas da gagueira, quando se avalia a fluência. Dentre estas disfluências, destacam-se a repetição de sons, de sílabas ou parte das palavras, prolongamentos e pausas.



Assinale a alternativa que apresenta corretamente um exemplo de repetição de som.

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Q4122265 Fonoaudiologia

Felipe, de 5 anos, foi encaminhado pela escola para avaliação fonoaudiológica porque há a suspeita de gagueira. Na avaliação de fluência foi registrado o seguinte discurso de Felipe: “A menina é minha minha amiga. Eu fui é na escola e eu tava na escola e ela chegou. A menina menina caiu”.



Pelos registros em negrito: né – menina menina, respectivamente, é correto afirmar que se trata de outras disfluências, que não são típicas de gagueira, porque são exemplos de 

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Q4122264 Fonoaudiologia

Dentre os parâmetros subjetivos da voz, o pitch e a loudness são frequentemente analisados, e o fonoaudiólogo que faz essa análise de forma eficiente terá mais elementos para delinear a terapia vocal.



Assinale a alternativa correta sobre a loudness.

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Q4122263 Fonoaudiologia

A disfonia flácida ocorre por comprometimento do neurônio motor inferior ou da junção neuromuscular, sendo que lesões do nervo vago, X par, (ramos laríngeo e faríngeo) podem causar paralisia ou paresia unilateral de prega vocal.



Lesões do nervo laríngeo recorrente podem acarretar em voz soprosa, rugosa com loudness fraca porque o efeito na laringe é devido ao fato de acontecer

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Q4122262 Fonoaudiologia

Considere as seguintes definições: a voz bitonal é caracterizada por dois diferentes tons, como se ouvíssemos duas vozes, com frequência, intensidade e qualidade vocal diversas resultantes do desnivelamento das pregas vocais no plano horizontal, ou diferença de tensão, massa ou tamanho, e a voz áspera é típica das situações de rigidez de mucosa das pregas vocais.



A partir dessas definições, é correto afirmar que a bitonalidade, quando associada a uma qualidade vocal áspera devido a uma depressão na prega vocal que se opõe paralelamente à borda livre, pode ser alterações vocais causadas por

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Q4122261 Fonoaudiologia

Analise o seguinte quadro clínico de Joana, 48 anos, professora do Ensino Fundamental, encaminhada para terapia fonoaudiológica: apresenta hipotireoidismo, é fumante, tem queixa de alteração progressiva na voz; o exame laringoscópico revela pregas vocais com volume aumentado, flácidas, com fluido gelatinoso, pregas vocais móveis à respiração e à fonação com fenda irregular, lesão difusa de coloração rosada; a voz é rouca, com pitch grave, fluida, por vezes crepitante; refere queixa respiratória durante o dia.



De acordo com o quadro descrito, é possível inferir que Joana tem uma lesão em pregas vocais que corresponde a  

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Q4122260 Fonoaudiologia

No manejo de disfagia orofaríngea neurogênica em adultos, o fonoaudiólogo pode indicar a manobra postural de cabeça denominada de “queixo para baixo” pedindo ao paciente que abaixe o queixo em direção ao peito antes de deglutir, conferindo se há correto selamento labial.



Tal posicionamento de cabeça causa uma acomodação miofuncional de estreitamento da região supraglótica e aumento do espaço valecular e tem por objetivo: 

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Q4122259 Fonoaudiologia

Considere a fisiologia da deglutição em fase oral, faríngea e esofágica para responder esta questão sobre senescência. Com o envelhecimento ocorre redução da sensibilidade tátil, térmica e gustativa da cavidade oral, interferindo na formação do bolo alimentar e no tempo de resposta motora para a deglutição.



Nesse sentido, no envelhecimento, podem ocorrer alterações nas fases oral e faríngea da deglutição, tais como: 

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Q4122258 Fonoaudiologia

A deglutição no neonato é caracterizada, inicialmente, por um movimento repetitivo de bombeamento do leite que ocorre de acordo com um padrão de movimentação anteroposterior da língua, justificado pelas condições restritas de espaço da cavidade oral do neonato.



Esse movimento repetitivo é denominado de

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Q4122257 Fonoaudiologia

Considere as fases da deglutição normal em oral, faríngea e esofágica.



Na fase faríngea, o isolamento entre a cavidade oral e nasal é realizado pelo

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Q4122256 Medicina
Com relação ao nervo vago (X par craniano), é correto afirmar que faz a inervação
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Q4122255 Fonoaudiologia

Músculo par, maior músculo intrínseco da laringe, em formato de leque, responsável pela tensão longitudinal da prega vocal e do controle da frequência da voz, sendo que sua contração produz sons mais agudos.



Essa descrição se refere ao músculo

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Q4122139 Enfermagem
Em municípios com 50.001 a 100.000 habitantes, para cada equipe de saúde da família (eSF) deverão estar vinculadas
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Q4122138 Enfermagem
Os enfermeiros que atuam em um Centros de Atenção Psicossocial de um município reuniram-se para definir a teoria de enfermagem (TE) que nortearia a aplicação do processo de enfermagem nas unidades. Após discutirem os aspectos relevantes de diferentes teorias, optaram pela TE que visualiza o fenômeno de enfermagem como um processo interpessoal cujo foco principal está centralizado na enfermeira e no paciente. Pretende identificar conceitos e princípios que deem suporte às relações interpessoais que se processam na prática da enfermagem de modo que as situações de cuidado possam ser transformadas em experiências de aprendizagem e crescimento pessoal. Essa TE Identifica quatro fases sequenciais nas relações interpessoais: orientação, identificação, exploração e resolução.

Diante das características apresentadas, é correto afirmar que foi escolhida a Teoria de 
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Q4122137 Enfermagem
Uma unidade básica de saúde (UBS) dispõe de autoclave à vapor com sistema de pré-vácuo para a esterilização de produtos para a saúde (PPS) e, de acordo com determinação da ANVISA, utiliza, o teste de Bowie-Dick como um dos indicadores para controles de rotina do processo de esterilização.

Esse teste deve ser realizado 
Alternativas
Q4122136 Enfermagem
Entre outros cuidados para a manutenção da qualidade dos imunobiológicos, as condições ambientais das salas de vacinação e imunização devem ser contempladas com medidas de controle da temperatura, da velocidade do ar e da umidade, tanto para o armazenamento e funcionamento dos equipamentos quanto para proporcionar conforto térmico.

Para tal, o Ministério da Saúde recomenda que a temperatura do ar (TA) e a umidade relativa do ar (URA) sejam mantidas entre
Alternativas
Respostas
1021: E
1022: E
1023: B
1024: E
1025: A
1026: B
1027: E
1028: C
1029: A
1030: B
1031: D
1032: A
1033: D
1034: C
1035: E
1036: B
1037: D
1038: A
1039: E
1040: C