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De acordo com o Protocolo de Uso do Guia Alimentar para a População Brasileira na Orientação Alimentar da Gestante (Ministério da Saúde; Universidade de São Paulo, 2021), com relação à alimentação durante a gestação, é correto afirmar:
De acordo com o Instrutivo sobre Cuidado às Crianças com Desnutrição na Atenção Primária à Saúde (Ministério da Saúde, 2023), o ganho de peso mínimo durante todo o período de gestação, para a gestante classificada com baixo peso é de, aproximadamente,
De acordo com a BRASPEN (2019), no documento Campanha “Diga não à Desnutrição Kids”: 11 Passos Importantes para Combater a Desnutrição Hospitalar, a redução do tempo de jejum no pré-operatório tem se mostrado segura e pode resultar em risco reduzido de efeitos metabólicos negativos do jejum. Dessa forma, o tempo de jejum recomendado para procedimentos com anestesia em pediatria, referente à ingestão de líquidos claros, é de
A Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 5, de 30 de abril de 2024, que aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Fibrose Cística, recomenda nutrição por sonda nasoenteral para crianças até 24 meses de idade que apresentem peso e altura abaixo do percentil
De acordo com o Ministério da Saúde (2018), no documento Fórmulas Nutricionais para Crianças com Alergia à Proteína do Leite de Vaca, para crianças de seis a vinte e quatro meses de vida com formas de alergia à proteína do leite de vaca mediadas por IgE, a primeira opção para a substituição do leite de vaca deve ser a prescrição de fórmulas à base de
No tratamento das alergias alimentares, o conceito de reatividade cruzada entre os alimentos é de suma importância. Dessa forma, o documento Atualização em Alergia Alimentar 2025: posicionamento conjunto da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia e Sociedade Brasileira de Pediatria afirma corretamente que um indivíduo alérgico a amendoim também pode ser alérgico a
Foi matriculada em uma creche da prefeitura uma criança de 2 anos, recém-diagnosticada com doença celíaca e intolerância à lactose. Dessa forma, a equipe foi orientada a excluir alguns alimentos da dieta dessa criança, por exemplo,
Conforme referenciado no documento Cadernos de Atenção Básica: Carências de Micronutrientes (Ministério da Saúde, 2007), a condição clínica conhecida como cretinismo é o resultado mais grave da deficiência de determinado nutriente no período fetal, levando a danos cerebrais irreversíveis na criança, além de contribuir para o aumento da mortalidade infantil. O nutriente citado no texto é o
Por meio do teste do pezinho, realizado em recém-nascidos, é possível a identificação de algumas condições clínicas, entre elas, a fenilcetonúria. Nesse contexto, a Portaria Conjunta nº 12, de 10 de setembro de 2019, que aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Fenilcetonúria, cita como um dos alimentos proibidos para o indivíduo com diagnóstico dessa doença
O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019) recomenda que, para crianças vegetarianas estritas e veganas, seja dada especial atenção a um importante nutriente que pode estar deficiente em função das restrições desse padrão alimentar. O nutriente referido é
Conforme citado no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019), os açúcares, melado, rapadura e mel, que fazem parte do grupo de ingredientes culinários processados, não devem ser oferecidos para crianças menores de
De acordo com a Resolução ANVISA nº 976, de 5 de junho de 2025, que dispõe sobre os requisitos sanitários para fórmulas infantis, fórmulas de nutrientes para recém-nascidos de alto risco, alimentos de transição e alimentos à base de cereais para lactentes e crianças de primeira infância, fórmulas para nutrição enteral e fórmulas dietoterápicas para erros inatos do metabolismo, em relação às fórmulas infantis para lactentes e de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância, não é permitida a adição de
Medicações: • Sacubitril/valsartana: 97/103 mg 2x/dia; • Furosemida: 40 mg/dia; • Metoprolol: succinato 100 mg/dia; • Espironolactona: 25 mg/dia. Exame atual: PA: 100/65 mmHg, FC: 52 bpm.
Ecocardiograma recente: FEVE 35%, insuficiência mitral leve-moderada.
A esposa refere padrão respiratório anormal noturno, sem roncos. Estudo do sono revelou apneia central do sono.
Qual intervenção é recomendada para melhorar desfechos cardiovasculares?
Qual deve ser o próximo passo?
ECG: ritmo sinusal + hipertrofia de VE.
TC de tórax: calcificação coronária moderada e calcificação valvar aórtica.
Além da cessação do tabagismo, qual o próximo passo mais apropriado?
Exame físico: peso: 65 kg, FC: 105 bpm, PA: 110/75 mmHg, saturação: 99% em ar ambiente. Ausência de pulso paradoxal. Bulhas normais, ausculta cardíaca com atrito pericárdico, pulmões limpos, sem edema de MMII.
Qual opção deve ser incluída no tratamento?