Foram encontradas 1.581 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2116902 Português
    Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
    Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
    A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
    Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.

(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado) 

O trecho do texto em que se faz uma recomendação está na alternativa: 
Alternativas
Q2116901 Português
    Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
    Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
    A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
    Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.

(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado) 

Considerando os aspectos de pontuação e de sentido do texto, assinale a alternativa em que se reescreve corretamente a seguinte passagem do texto:
Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral.
Alternativas
Q2116900 Português
    Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
    Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
    A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
    Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.

(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado) 

Com base no conteúdo do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q2116899 Português
    Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
    Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
    A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
    Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.

(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado) 

De acordo com informações presentes no texto, é correto afirmar que as escolas deverão 
Alternativas
Q2116898 Português
    Após dois anos letivos comprometidos pela pandemia de covid-19, as escolas brasileiras começaram 2022 com o desafio de recuperar o tempo perdido. Como já se esperava, não está sendo fácil. A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação da aprendizagem e evitar que a formação escolar da atual geração de estudantes fique comprometida.
    Por óbvio, não existe resposta simples a essa pergunta. Mas é evidente que não basta repetir a fórmula dos anos anteriores à pandemia, até porque, como se sabe, a educação brasileira convive com problemas históricos que se agravaram com a suspensão das aulas presenciais em 2020 e 2021. O deficit de aprendizagem é exemplo disso: antes da pandemia, a maioria dos alunos já não aprendia os conteúdos previstos. O que era grave ficou ainda pior.
    A recuperação da aprendizagem requer agora um esforço muito maior, na medida em que as escolas deverão não apenas preencher as lacunas do ensino remoto e abrir horizontes para novas aprendizagens, mas fazer isso com mais qualidade do que no passado – e partindo de uma realidade abalada pela pandemia. No atual cenário, a tarefa fica ainda mais pesada.
    Eis o tamanho do desafio enfrentado diariamente nos milhares de estabelecimentos de ensino do País. Nesse contexto, fica evidente o descompasso entre a dimensão e a urgência do que precisa ser feito, considerando a relevância da educação para o desenvolvimento nacional e o insuficiente debate público sobre o tema na atual campanha eleitoral. Daí a importância de pesquisas como a realizada pelo Instituto Península: ao dar voz aos professores, o levantamento Retratos da educação pós-pandemia: uma visão dos professores aponta soluções do ponto de vista de quem está dentro das escolas. Fariam bem os gestores das redes de ensino, assim como os candidatos, se prestassem atenção ao que estão dizendo os profissionais da educação.

(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado) 

Nas passagens – Como já se esperava, não está sendo fácil. – e – A questão, portanto, é o que fazer para acelerar a recuperação... – as palavras em destaque estabelecem, entre as orações, correta e respectivamente, relação de sentido de 
Alternativas
Q2116897 Português
Leia trecho do editorial Preocupante deficit de aprendizagem.
        Pesquisa do Instituto Península com professores da rede pública e privada de educação básica, em todas as regiões do País, ________ que apenas 11% dos docentes, praticamente um em cada dez profissionais, ________ que seus alunos aprenderão o que estava previsto neste ano.         O dado é preocupante e sinaliza, com base na percepção de quem está frente ________ frente com os alunos, algo que especialistas já ________ projetado: o deficit de aprendizagem acumulado no período de ensino remoto não será solucionado no curto prazo.
(O Estado de S.Paulo, 11 de setembro de 2022. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
Alternativas
Q2116846 Pedagogia
Paulo Freire (1997), na obra Professora sim tia não – cartas a quem ousa ensinar, escreve que “ensinar é profissão que envolve certa tarefa, certa militância, certa especificidade no seu cumprimento enquanto ser tia é viver uma relação de parentesco. Ser professora implica assumir uma profissão enquanto não se é tia por profissão”. Freire esclarece que “recusar a identificação da figura da professora com a da tia não significa, de modo algum, diminuir ou menosprezar a figura da tia, da mesma forma como aceitar a identificação não traduz nenhuma valorização à tia. Significa, pelo contrário, retirar algo fundamental à professora: sua responsabilidade profissional de que faz parte a exigência política por sua 
Alternativas
Q2116845 Pedagogia
Os artigos 92 e 93 do Estatuto do Magistério de Rio Claro dispõem, entre os direitos e os deveres dos profissionais do magistério, itens que dizem respeito a zelar pela qualidade do trabalho educativo, individual e coletivamente, incluindo-se aí sua formação continuada. A esse respeito, Weisz (1999) aborda o desenvolvimento profissional permanente e faz menção a mudanças no modo de concebê-lo, acompanhando mudanças ocorridas, desde meados dos anos 70, na concepção da aprendizagem e do ensino. De acordo com a autora, quando se trabalha com um modelo construtivista de aprendizagem e um modelo de ensino pela resolução de problemas, a formação continuada dos professores deve lhes possibilitar
Alternativas
Q2116844 Pedagogia
De acordo com a Resolução CNE/CEB 04/2010, a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino destinada aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, no nível de conclusão do ensino fundamental e do ensino médio. Haddad e Di Pierro (2000) analisam como se constituiu, tanto para crianças em idade escolar quanto para adultos, o direito à educação e sua incerta efetivação, numa relação orgânica com contextos nos quais sempre pesou a desigualdade, herdada de séculos de colonialismo e trabalho escravo. Em decorrência dessa realidade desigual, muitos jovens não conseguem permanecer na escola regular e concluí-la, procurando, depois, os cursos da EJA, ocasionando um desafio a mais a seus professores pela dinâmica de sua convivência com as pessoas adultas e idosas. As diretrizes curriculares, apresentadas nos parágrafos e incisos do artigo 28 da citada resolução, orientam os sistemas de ensino, as escolas que mantêm cursos de EJA, assim como seus professores, a proporcionar a esses sujeitos, consideradas suas características, seus interesses, suas condições de vida e de trabalho, 
Alternativas
Q2116843 Pedagogia
        O planejamento educacional no Brasil compreende vários níveis: o nível das decisões da política nacional, o das adequações regionais e locais, o da contextualização no projeto da unidade escolar e o do trabalho didático-pedagógico de cada professor. Por esse processo, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DNC), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e outras determinações legais pertinentes podem alcançar todas as escolas do país para garantir, a todos os estudantes, o direito de aprendizagem dos conteúdos essenciais a seu desenvolvimento integral e à sua formação humana e cidadã. Os professores das séries iniciais do Ensino Fundamental, ao elaborar e colocar em prática seu planejamento de ensino, devem selecionar e organizar os conteúdos curriculares, observando sua sequência vertical (de um ano escolar para o seguinte) e sua tipologia (factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais), cuidando de articulá-los, coerentemente, em situações de aprendizagem, com vistas à realização de seus objetivos. 
As aprendizagens essenciais, definidas para cada etapa da Educação Básica pela BNCC (2017), só se materializam mediante o trabalho docente que assume o conjunto de decisões que fazem a adequação das proposições curriculares nacionais à realidade local, levando em consideração “o contexto e as características dos alunos”, assim como o “compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global, em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica.” No tocante a seu trabalho educativo com os conteúdos curriculares de Ciências da Natureza, os professores do ensino fundamental e também os do ensino médio têm sido provocados a refletir sobre o que seria a “alfabetização científica”. As pesquisadoras Sasseron e Carvalho, em artigo de 2011, fazem uma revisão bibliográfica ampla sobre o conceito de “alfabetização científica (AC), analisam as diversas concepções documentadas e destacam a pluralidade semântica subjacente às pesquisas e às ideias dos pesquisadores em relação à nomenclatura atribuída ao objetivo convergente de “preparar os alunos para a vida em sociedade, levando em conta sua atuação cidadã, crítica e responsável”. Sasseron e Carvalho expressam a opinião de que, na Educação Básica, se temos por objetivo dar início ao processo de Alfabetização Científica entre os alunos do Ensino Fundamental, deve se estruturá-la em três Eixos, criando oportunidades para ________, envolvendo a sociedade e o ambiente, discutindo, concomitantemente, os fenômenos do mundo natural associados a construção do entendimento sobre esses fenômenos e os empreendimentos gerados a partir de tal conhecimento.
Assinale a alternativa que completa a lacuna corretamente. 
Alternativas
Q2116842 Pedagogia
        O planejamento educacional no Brasil compreende vários níveis: o nível das decisões da política nacional, o das adequações regionais e locais, o da contextualização no projeto da unidade escolar e o do trabalho didático-pedagógico de cada professor. Por esse processo, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DNC), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e outras determinações legais pertinentes podem alcançar todas as escolas do país para garantir, a todos os estudantes, o direito de aprendizagem dos conteúdos essenciais a seu desenvolvimento integral e à sua formação humana e cidadã. Os professores das séries iniciais do Ensino Fundamental, ao elaborar e colocar em prática seu planejamento de ensino, devem selecionar e organizar os conteúdos curriculares, observando sua sequência vertical (de um ano escolar para o seguinte) e sua tipologia (factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais), cuidando de articulá-los, coerentemente, em situações de aprendizagem, com vistas à realização de seus objetivos. 
Lucia, professora das séries iniciais do ensino fundamental, está, há três anos, em uma escola cuja gestão promove o trabalho docente cooperativo para o desenvolvimento do currículo, o que tem estimulado estudos, experiências e debates, propiciando a ela e aos demais muitos aprendizados em favor de uma aprendizagem significativa para seus alunos. Os textos de Berbel (2011) e de Lopes e Pontuschka (2009) auxiliaram o grupo na reconstrução crítica de situações de aprendizagem, articulando conteúdos factuais e conceituais de História e de Geografia com habilidades, atitudes e valores pertinentes, favorecendo aos alunos as “aprendizagens essenciais” (BNCC, 2017) às quais eles têm direito. Nesses textos, os referidos autores explicitaram uma abordagem didático-metodológica que
Alternativas
Q2116841 Pedagogia
        O planejamento educacional no Brasil compreende vários níveis: o nível das decisões da política nacional, o das adequações regionais e locais, o da contextualização no projeto da unidade escolar e o do trabalho didático-pedagógico de cada professor. Por esse processo, as Diretrizes Curriculares Nacionais (DNC), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e outras determinações legais pertinentes podem alcançar todas as escolas do país para garantir, a todos os estudantes, o direito de aprendizagem dos conteúdos essenciais a seu desenvolvimento integral e à sua formação humana e cidadã. Os professores das séries iniciais do Ensino Fundamental, ao elaborar e colocar em prática seu planejamento de ensino, devem selecionar e organizar os conteúdos curriculares, observando sua sequência vertical (de um ano escolar para o seguinte) e sua tipologia (factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais), cuidando de articulá-los, coerentemente, em situações de aprendizagem, com vistas à realização de seus objetivos. 
Em relação aos conteúdos de Matemática, Mabel Panizza (In: PANIZZA et al.) apresenta reflexões gerais sobre o ensino dessa disciplina, nas quais analisa como necessários ao professor, para esse ensino, os “saberes relativos ao edifício matemático”, os “saberes relativos à aprendizagem” e os “saberes didáticos”. Essa pesquisadora afirma que esses saberes oferecem recursos ao professor para que ele 
Alternativas
Q2116840 Pedagogia
Moran (2015) analisa que a tecnologia traz, hoje, a “integração de todos os espaços e tempos. O ensinar e aprender acontece numa interligação simbiótica, profunda, constante entre o que chamamos mundo físico e mundo digital. Não são dois mundos ou espaços, mas um espaço estendido, uma sala de aula ampliada, que se mescla, hibridiza constantemente.” O autor recomenda a articulação de tecnologias adequadas a componentes fundamentais para o sucesso da aprendizagem, tais como a criação de desafios para a aprendizagem ativa, a problematização que aproxima vida e conhecimento, as atividades e jogos que realmente trazem as competências necessárias para cada etapa. Nessa perspectiva, Frade, Araújo e Glória (2018) apresentam resultados de pesquisas com o uso da leitura e da escrita digital por crianças, no processo de alfabetização, em contexto escolar, os quais evidenciam que 
Alternativas
Q2116839 Pedagogia
A PNA – Política Nacional de Alfabetização (2019) evidencia que, no Brasil, assim como em outros países, a etapa da alfabetização tem sido objeto de políticas públicas pelo “lugar” que ela ocupa na educação escolar, dada a sua importância nas práticas sociais na sociedade contemporânea. Os estudos e reflexões de Emília Ferreiro (1993) e de Magda Soares (2004) contribuem para a reconstrução crítica das praticas pedagógicas adotadas no processo de alfabetização na escola. Ferreiro adverte que, para as crianças compreenderem o sistema de escrita que a sociedade lhes oferece, elas “estão obrigadas a reconstruí-lo internamente, em vez de recebê-lo como um conhecimento pré-elaborado”. Soares analisa as práticas e concepções a respeito da alfabetização, desde os anos 70, e afirma ser necessário rever o que tem predominado em nossas salas de aula e estabelecer a distinção entre letramento e alfabetização, cada qual com suas muitas facetas. Conclui que “é preciso reconhecer a possibilidade e necessidade de promover a conciliação entre essas duas dimensões da aprendizagem da língua escrita,
Alternativas
Q2116838 Pedagogia
A Secretaria Municipal de Educação de Rio Claro elaborou o documento de Orientação Curricular para Educação Infantil (2016), fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos trabalhos de estudiosos dessa faixa etária. Nesse documento são estabelecidos objetivos desde o berçário até a última etapa da Educação Infantil e são destacados os aspectos social, afetivo, intelectual e físico, servindo de base para o planejamento e o desenvolvimento da proposta pedagógica escolar. No que se refere ao Berçário, a equipe elaboradora considerou trabalhos relevantes de pesquisa, como o de Paulo Fochi (2015), no qual ele defende que, em vez de planejar a atividade para ser “aplicada” com os bebês, talvez seja mais interessante o planejamento de outros elementos como o tempo, os espaços, os materiais, a organização do grupo e o tipo de intervenção, porque, nas situações do dia a dia, podem-se promover o interesse e o desejo da criança em 
Alternativas
Q2116837 Pedagogia
 Paula, professora de Educação Infantil, na busca de aperfeiçoar seu trabalho na escola, resolveu resgatar, na Resolução CNE/CEB 05/2009, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, com destaque para as questões relativas ao currículo e às propostas pedagógicas, as quais deverão considerar a criança, centro do planejamento curricular, sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura. Para compreender melhor a questão cultural, ela se reportou ao trabalho de Barbosa (2007), que mostra a relevância de a ________ cultural estar contemplada na proposta educativa “para pensar um novo modelo de escolarização de qualidade para as crianças brasileiras”, um modelo que considere “as novas perspectivas sobre as culturas da infância, as culturas familiares e a cultura escolar”, que “ ________ culturas e não as negue”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q2116836 Pedagogia
As questões referentes a legislação e currículo mereceram destaque no trabalho de Moreira e Candau (2007), no qual se analisa que a liberdade de organização conferida aos sistemas por meio da legislação vincula-se à existência de diretrizes que os orientam e lhes possibilitam a definição de conteúdos de conhecimento em conformidade com a parte comum do currículo, bem como com sua parte diversificada. Para esses autores, faz-se necessário atender aos desafios postos pelas orientações e normas vigentes, olhando de perto a escola, seus sujeitos, suas complexidades e rotinas e fazer as indagações sobre suas condições concretas, sua história, seu entorno e sua organização interna. Torna-se fundamental permitir que todos os envolvidos se questionem e busquem novas possibilidades para o currículo. Essa questão se torna primordial quando da implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017), pois essa Base se articula à estruturação dos currículos em cada escola: ambas têm papéis complementares para assegurarem as aprendizagens essenciais definidas para cada etapa da Educação Básica, uma vez que tais aprendizagens só se materializam mediante o conjunto de decisões que caracterizam o currículo 
Alternativas
Q2116835 Pedagogia
Conforme Ilma Passos Alencastro Veiga (2009), o projeto-político-pedagógico da escola e a gestão democrática constituem postulados para a construção dos marcos da educação de qualidade. Para referenciar sua argumentação, a autora recorre às bases legais e conceituais que fundamentam o projeto-politico-pedagógico. Ela analisa que na LDB (Lei nº 9.394/96) o legislador fala em proposta pedagógica (arts.12 e 13), em plano de trabalho (art. 13) e em projeto pedagógico (art. 14). Considerando que isso poderá trazer confusões conceituais e até operacionais, a autora especifica que o plano de trabalho é o detalhamento da proposta ou projeto, competindo aos docentes, à equipe técnica e aos funcionários elaborar e cumprir o seu próprio plano de trabalho, o qual, no que se refere aos professores, é conhecido entre eles como plano de ensino. Por sua vez, o projeto político-pedagógico 
Alternativas
Q2116834 Pedagogia
Alzira, preparando-se para prestar concurso público para Professor de Educação Básica I, no seu município, estudou o artigo 14 da LDB (Lei nº 9.394/96) e leu, da obra de Vitor Paro “Escritos sobre educação” (2001), os capítulos: “A gestão da educação ante as exigências de qualidade e produtividade da Escola Pública” e “Autonomia escolar: propostas, práticas e limites”. Com isso, Alzira entendeu que 
Alternativas
Q2116833 Pedagogia
Oliveira (In: Franco; Pimenta, 2010), afirma que a discussão em torno da necessidade e das possibilidades de mudanças nas propostas e práticas pedagógicas atualmente existentes nas escolas é fundamentalmente política. A autora lembra-nos de que toda seleção e organização de conteúdos curriculares e metodologias de ensino obedece a princípios filosófico-políticos que embasam as diversas concepções de educação, do papel social da escola e dos objetivos da escolarização. Ela destaca, ainda, a relevância das pedagogias ativas, por meio das quais a escola deve e pode contribuir para a democratização da sociedade, sendo que a ação educativa, nesse caso, leva o aluno à construção de seu conhecimento, o que requer a participação ativa dele nas atividades pedagógicas, e ao desenvolvimento global de sua personalidade, abrangendo seus aspectos: cognitivo, interativo e 
Alternativas
Respostas
321: E
322: C
323: D
324: B
325: A
326: E
327: C
328: B
329: B
330: A
331: D
332: A
333: C
334: B
335: A
336: D
337: E
338: E
339: A
340: C