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No livro A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall esclarece: “É agora um lugar-comum dizer que a época moderna europeia fez surgir uma forma nova e decisiva de individualismo, no centro da qual erigiu-se uma nova concepção do sujeito individual e sua identidade. Isto não significa que nos tempos pré-modernos as pessoas não eram indivíduos, mas que a individualidade era tanto ‘vivida’ quanto ‘conceitualizada’ de forma diferente. As transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas” (2018. Adaptado).
Para Stuart Hall, as estruturas pré-modernas fragilizadas pelas transformações ocorridas na Europa a partir do século XVII
Na obra Um toque de clássicos: Marx, Durkhein e Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira indicam que: “Augusto Comte (1798–1857) foi quem cunhou o termo Sociologia, que logo veio a se generalizar, contribuindo para que alguns o percebessem como o fundador da própria ciência. Ele foi o grande divulgador do método positivo de conhecimento das sociedades, sintetizado num objetivo: “ciência, daí previdência, previdência, daí ação” (2017. Adaptado).
Ressaltam as autoras que o objetivo geral do método comteano era
Segundo a socióloga estadunidense Nancy Fraser: “A ‘luta por reconhecimento’ estava rapidamente se tornando a forma paradigmática de conflito político no final do século XX. Demandas por ‘reconhecimento da diferença’ dão combustível a lutas de grupos mobilizados sob as bandeiras da nacionalidade, etnicidade, ‘raça’, gênero e sexualidade. Claro que esta não e é toda a história. Lutas pelo reconhecimento ocorrem num mundo de exacerbada desigualdade material - desigualdades de renda e propriedade; de acesso a trabalho remunerado, a educação, saúde e lazer; e, também, mais cruamente, de ingestão calórica e exposição a contaminação ambiental; portanto, de expectativa de vida e de taxas de morbidade e mortalidade” (2006. Adaptado).
Para Nancy Fraser, a luta por reconhecimento
Enfatizam as autoras que, para Rousseau, o estado civil é
No capítulo 4, do livro intitulado Matemática, mídias digitais e didática, os autores apresentam informações para levar os alunos a chegarem na modelagem matemática da massa a, em µg, de determinado medicamento que ainda estará presente no organismo do corpo humano, após o tempo t, correspondendo à quantidade de períodos de 24 horas, desde a ingestão de 1 comprimido de 120 µg do medicamento.
A correta modelagem é dada por:

Com base na modelagem apresentada, quantas horas após a ingestão desse medicamento um corpo humano ainda terá 3,75 µg do medicamento em seu organismo?
Araújo, Arantes e Pinheiro (2020) propõem algumas reflexões finais sobre sua discussão em torno das práticas educativas e do trabalho do professor com projeto de vida. A esse respeito, leia o excerto a seguir, adaptado da obra:
Os resultados de nossas pesquisas apontam para a necessidade de reconhecimento, compreensão e valorização de _________ , assim como de suas causas e manifestações, o que parece colaborar para o processo de (re)dimensionamento de ações, escolhas e planos relacionados com a construção dos projetos de vida. De um modo ou de outro, esses elementos parecem impulsionar (ou não) os jovens à ação, aspecto fundamental para a construção dos projetos de vida.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Em sua discussão sobre a alfabetização científica no contexto do ensino de ciências, Sasseron (2015) apresenta sua definição de cultura escolar e de cultura científica. A autora defende _____________duas culturas nas aulas de ciências da natureza.
A alternativa que preenche corretamente a lacuna é