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Q3774637 Português

Leia o texto para responder à questão.



    O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio. 


    O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.


    Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.


    Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!


    Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.


    Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.


(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Considere as frases:



• Era comum que os adolescentes, depois algum tempo, preferissem ___________ .



• Pensei que era um exercício  ___________ os adolescentes recorriam para não se chatearem.



• Os adolescentes não faziam nenhum gesto em oposição  ___________ o comerciante dizia.



• O homem da loja vizinha estava ansioso  ___________   o seu rádio de volta. 




Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q3774635 Português

Leia o texto para responder à questão.



    O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio. 


    O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.


    Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.


    Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!


    Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.


    Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.


(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)

Considere as passagens:



• O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas. (2o parágrafo)



• ... como se estivessem a assistir a um jogo de pingue--pongue. (4o parágrafo)



• ... e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. (4o parágrafo)



Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja. (5o parágrafo)



• Prometi-lhe procurar o rádio... (6o parágrafo)



Em conformidade com a norma-padrão, as passagens destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

Alternativas
Q3774633 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

Considere as passagens:


• A primeira posição segue com a Suíça... (2o parágrafo)



• ... o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo... (3o parágrafo)


• ... por serem descartáveis... (3o parágrafo)



• ... o porcentual mais baixo desde 2010. (5o parágrafo)



Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos... (7o parágrafo)



No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:

Alternativas
Q3774632 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a figura de linguagem presente no verbo destacado é uma prosopopeia e o pronome destacado expressa sentido demonstrativo.
Alternativas
Q3774631 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

A China __________ garantir a sua __________ ao top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo graças ao seu __________ de desenvolvimento. Por isso, os chineses __________ que não haverá  __________  econômica no país.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3774630 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

O motivo que justifica o emprego de vírgula na passagem do 1o parágrafo “A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo...” também se aplica ao seu emprego em:
Alternativas
Q3774629 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q3774628 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

Considere as passagens:


• O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI)... (1o parágrafo)


• A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo... (3o parágrafo)


• Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo... (4o  parágrafo)


• ... juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais... (6o parágrafo)



Os termos destacados significam, correta e respectivamente

Alternativas
Q3774627 Português

Leia o texto para responder à questão.


Inovação “made in China”


    A China ultrapassou a Alemanha e entrou, pela primeira vez, no top 10 do ranking dos países mais inovadores do mundo, conhecido como Índice Global de Inovação (GII, na sigla em inglês). O indicador é compilado e divulgado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), uma das agências da ONU.


    Em 2024, o gigante asiático foi o décimo país mais inovador do planeta. A primeira posição segue com a Suíça, que lidera o GII desde 2011. Logo depois aparecem Suécia e EUA. O país latino-americano mais bem posicionado no ranking, composto por 139 países, é o Chile, num intermediário 51º lugar. O Brasil vem logo depois, na 52a posição.


    A entrada da China no top 10 da inovação global é mais um demonstrativo de que Pequim entendeu que o crescimento futuro do PIB depende mais da inovação digital do que da produção em série de bens de consumo que, por serem descartáveis, também podem ser mais facilmente reproduzidos por outros competidores.


    Não deixa de ser sintomático que a China passe a figurar na lista dos países mais inovadores do mundo no momento em que a guerra tarifária do presidente dos EUA desordena o fluxo comercial global. Enquanto Trump tem como motivação o passado industrial glorioso dos EUA, a China tenta se antecipar ao futuro.


    O país asiático caminha para se tornar o que mais investe em pesquisa e desenvolvimento (P&D) no mundo, e isso em um momento em que os gastos de outras nações nesse segmento perdem força. Pelas projeções que fazem parte do GII, o crescimento dos gastos globais com P&D deve ser de 2,3% neste ano, o porcentual mais baixo desde 2010.


    Certamente não é coincidência que, em 2024, a China tenha respondido por cerca de um quarto dos pedidos de registro de patentes em todo o mundo, enquanto os pedidos de EUA, Japão e Alemanha, que juntos respondem por cerca de 40% dos registros de patentes globais, tenham caído ligeiramente. A propriedade de patentes está fortemente associada à saúde econômica e ao conhecimento técnico de um país.


    Outra área que a China domina é a de número de clusters de inovação (grupo de empresas e fornecedores de um mesmo segmento concentrados em uma determinada região geográfica). Em 2024, havia 24 deles no país asiático, contra 22 nos EUA.


    A China tem apostado fortemente na educação, o que explica parte de seu avanço no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Exemplo disso é o destaque que o GII dá ao bom desempenho dos estudantes chineses no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês).


(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 23.09.2025. Adaptado)

De acordo com o texto, é coerente concluir que os investimentos da China em inovação tecnológica
Alternativas
Q3769050 Raciocínio Lógico
Considere as proposições p e q a seguir:

p: É dia de verão.
q: As pessoas estão felizes e os carrinhos de picolé estão vazios.

Se o valor lógico de p → ∼q é falso, então tem valor lógico verdadeiro o que se afirma em:
Alternativas
Q3769049 Raciocínio Lógico
Considere a sequência 200, 207, 209, 198, 205, 207, 196, 203, 205, 194, … Essa sequência tem alguns elementos que se repetem, como, por exemplo, o 205, que está nas posições 5 e 9, e alguns elementos que ocorrem apenas uma vez, como o 0 (zero), que se encontra na posição
Alternativas
Q3769048 Raciocínio Lógico
O professor de Educação Física viu que 5 de seus alunos disputaram uma corrida de 100 metros rasos, mas, como estava distante da pista, só conseguiu identificar que não houve empate em posição alguma, porém não soube dizer quem chegou em qual posição. Ao se aproximar dos alunos e perguntar quem havia vencido, obteve as seguintes respostas:

Larson: Eu não venci a corrida.
Leandro: Liam foi o terceiro colocado.
Liam: Lorenzo chegou na frente de Larson.
Lorenzo: Luciano foi o penúltimo colocado.
Luciano: Lorenzo não venceu a corrida.

Sabendo que os dois últimos colocados mentiram em suas respostas e que os três primeiros falaram a verdade, conclui-se que o terceiro colocado nessa corrida foi o
Alternativas
Q3769043 Noções de Informática
Um usuário abriu uma pasta local em seu computador, por meio do Explorador de Arquivos do MS-Windows 11, ambos na configuração padrão, e nela estavam somente os seguintes arquivos vazios:

normas_sindicato.txt
busca_indicios.txt
indicativo_correto.txt
Introducao.txt
processo_inicial.txt

Em seguida, usou a barra de pesquisa do Explorador de Arquivos na mesma pasta, para pesquisar nessa pasta pelo nome dos arquivos com o seguinte padrão de pesquisa:
ind*
Quanto aos arquivos retornados como resultado dessa pesquisa, é correto afirmar que
Alternativas
Q3769042 Noções de Informática
Em um chat do MS-Teams, em sua configuração padrão, qual é o formato correto para citar um usuário (fulano) de modo que o Teams envie uma notificação automaticamente a esse usuário? 
Alternativas
Q3769041 Noções de Informática
Um usuário do buscador www.google.com, em sua configuração padrão, deseja buscar páginas que contenham, simultaneamente, as três palavras seguintes no corpo da página: “segurança”, “dados” e “privacidade”.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a expressão de busca que deve ser usada no buscador.
Alternativas
Q3769040 Noções de Informática
Observe a descrição do seguinte e-mail, denominado e-mail 1:

De: A
Para: B
Cc: C
Cco: D
Assunto: manual

O usuário B, ao receber o e-mail 1, clicou em Responder a Todos e enviou a resposta, que se tornou o e-mail 2. Todos os usuários que receberam o e-mail 2 clicaram em Responder a Todos e enviaram uma resposta.
Considerando que todos os e-mails, desde o e-mail 1, foram enviados e recebidos com sucesso por meio do Gmail, em sua configuração padrão, assinale a alternativa que apresenta corretamente a quantidade de e-mails recebidos, respectivamente, pelos usuários A, B, C e D.
Alternativas
Q3769037 Noções de Informática
Um escrevente criou um novo documento vazio por meio do MS-Word 365, em sua configuração padrão, e executou as ações a seguir, nesta ordem:

1. Pressionou o botão sublinhado.
2. Digitou a palavra TRIBUNAL.
3. Pressionou a barra de espaços.
4. Digitou a palavra DE.
5. Pressionou o botão negrito.
6. Pressionou a barra de espaços.
7. Pressionou o botão itálico.
8. Digitou a palavra JUSTIÇA.
9. Pressionou o botão negrito.
10. Pressionou a barra de espaços.
11. Digitou a palavra DO.
12. Pressionou a barra de espaços.
13. Pressionou o botão sublinhado.
14. Pressionou o botão itálico.
15. Digitou a palavra ESTADO.
16. Selecionou todo o parágrafo.
17. Pressionou o botão sublinhado.

Após todas as ações descritas, os números de palavras com formatação negrito, formatação itálico e formatação sublinhado são, correta e respectivamente,
Alternativas
Q3769036 Noções de Informática
Um usuário do MS-Word 365, em sua configuração padrão, recebeu um documento de texto contendo uma lista numerada de 1 a 5. No entanto, essa lista deveria ser numerada de 20 a 25.

Para alterar a lista numerada conforme a necessidade, o usuário deve
Alternativas
Q3769035 Noções de Informática
Ao usar o OneDrive com o MS-Windows 11, em sua configuração padrão, um arquivo da nuvem marcado como disponível localmente pode deixar de estar disponível localmente
Alternativas
Q3769033 Matemática
Dois retângulos, com as mesmas dimensões, foram desenhados no interior de um quadrado, de maneira que três dos lados dos retângulos estão sobre os lados do quadrado e um lado de um dos retângulos está sobre um lado do outro retângulo, conforme mostra a figura:


Imagem associada para resolução da questão

Dado que a área do quadrado não ocupada pelos retângulos é 253 cm2 , o perímetro de cada um dos retângulos é igual a
Alternativas
Respostas
6461: B
6462: A
6463: A
6464: C
6465: E
6466: D
6467: B
6468: A
6469: C
6470: E
6471: D
6472: E
6473: A
6474: D
6475: B
6476: E
6477: C
6478: C
6479: D
6480: B