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Q3892087 Português

Leia o texto para responder à questão.

 

Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Considere as passagens:



•  … na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade… (1º parágrafo)


•  A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, decente e sustentável. (1º parágrafo)


•  … para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência. (5º parágrafo)



Os termos destacados significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q3892086 Português

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Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

Na passagem do 4º parágrafo “… não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz…”, as expressões destacadas estão empregadas em sentido
Alternativas
Q3892085 Português

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Um país de escolas inseguras não tem futuro



Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.

Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.

Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.

O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.

A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.

 

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)

De acordo com o texto, “currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado” correspondem a
Alternativas
Q3892036 Português
Seja em um torneio ou campeonato, o regulamento é uma peça fundamental. A presença de um regulamento tem como objetivo principal garantir que as competições sejam organizadas e
Alternativas
Q3892035 Conhecimentos Gerais

São quatro os símbolos nacionais: bandeira nacional, hino nacional, armas nacionais e selo nacional.


Nos cerimoniais presentes em eventos esportivos, são utilizados

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Q3892034 Noções de Primeiros Socorros

Uma abrasão, escoriação ou ralada é uma lesão de pele ocorrida devido a um arranhão superficial.


O primeiro socorro a ser aplicado, caso um estudante sofra uma escoriação, é 

Alternativas
Q3892033 Educação Física

O arvorismo é uma atividade de aventura praticada entre as copas das árvores, onde são percorridos trajetos como pontes, tirolesas e outros obstáculos. Ele combina esporte, lazer e contato com a natureza. Existem estratégias de ensino adaptadas ao ambiente escolar que possibilitam aos estudantes vivenciarem o arvorismo.


Assinale a alternativa que menciona uma dessas estratégias.

Alternativas
Q3892032 Pedagogia

Pereira e Armbrust (Pedagogia da Aventura: os esportes radicais, de aventura e de ação na escola, 2010) dizem que, na segunda infância, os estudantes mostram grande abertura para a aprendizagem do skate e patins in-line, por exemplo.


Segundo eles, o aprendizado dessas atividades, além de estimular no aprendiz o desenvolvimento das estratégias de tomada de decisão durante os percursos, desenvolve também sua

Alternativas
Q3892031 Pedagogia

Naturalizar é tornar algo habitual, comum, como se fosse parte da ordem natural das coisas. Naturalizar a não participação dos alunos com deficiência(s) nas atividades em grupo durante as aulas de Educação Física significa transmitir aos estudantes sem deficiência(s) a ideia de que é natural, compreensível e aceitável que os alunos com deficiência(s) não consigam participar.


Quando o professor de Educação Física age dessa maneira, é maior a probabilidade de os alunos sem deficiência(s) apresentarem, em relação aos alunos com deficiência(s), condutas de

Alternativas
Q3892030 Pedagogia
Para que as competições que ocorrem no interior da escola estejam comprometidas com a educabilidade dos estudantes, Reverdito e colaboradores (“Competições escolares: reflexão e ação em pedagogia do esporte para fazer a diferença na escola”, 2008) propõem que os jogos escolares sejam um
Alternativas
Q3892029 Pedagogia

Nas situações de trabalho cooperativo, como nos jogos cooperativos, há uma atmosfera de divertimento e crescimento pessoal em um ambiente de estabilidade emocional.


Além disso, tais situações são marcadas pela presença de 

Alternativas
Q3892028 Pedagogia

Quando são discutidas as diferentes formas de se ensinar em aulas de Educação Física, o lazer aparece como uma dessas possibilidades.


A forma de ensinar que educa por meio do lazer é aquela em que o componente

Alternativas
Q3892027 Educação Física

Marin e Gomes-da-Silva (Jogos tradicionais e Educação Física escolar: experiências concretas e sedutoras, 2016) defendem que os jogos tradicionais sejam trabalhados nas aulas de Educação Física. Segundo eles, o professor desse componente curricular deve saber diferenciar os jogos tradicionais dos jogos não tradicionais.


Assinale a alternativa que menciona um aspecto que caracteriza os jogos tradicionais.

Alternativas
Q3892026 Educação Física

Ao iniciar o estudo das lutas, um professor de Educação Física tinha como objetivo da aula levar os alunos a identificarem um dos elementos básicos do judô.


Assinale a alternativa que menciona um movimento que os alunos devem executar e que caracteriza um elemento básico do judô.

Alternativas
Q3892025 Pedagogia

Darido (“A avaliação da Educação Física na escola”, 2012) diferencia os procedimentos de avaliação em Educação Física praticados na perspectiva tradicional/esportivista de ensino e os procedimentos adotados após a década de 1980.


A autora menciona que um dos equívocos da avaliação em Educação Física praticados na perspectiva tradicional/esportivista foi

Alternativas
Q3892024 Pedagogia

Um planejamento de aula deve conter alguns elementos essenciais que respondam às perguntas: para que ensinar, o que ensinar, como ensinar, e como saber que os estudantes aprenderam o que foi ensinado.


A resposta para a pergunta como ensinar, deve mencionar

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Q3892023 Pedagogia

O currículo cultural, ou Educação Física cultural, é uma proposta de ensino que busca superar as práticas hegemônicas e eurocêntricas. O professor que trabalha orientado por essa proposta de ensino apresenta práticas pedagógicas que o diferenciam de professores que se orientam por outras filosofias curriculares.


Um traço distintivo da prática pedagógica do currículo cultural é a validação e a valorização 

Alternativas
Q3892022 Pedagogia

A abordagem crítico-emancipatória afirma que a Educação Física escolar é deficiente quando não aborda uma concepção crítico-progressista, quando desconsidera as experiências externas dos educandos e quando se resume a transmitir procedimentos de limitadas modalidades esportivas ou atividades de condicionamento físico.


Segundo a abordagem crítico-emancipatória, o ensino do esporte na escola deve se orientar pelas categorias trabalho, interação e linguagem, partindo da premissa de que o estudante é um

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Q3892021 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) expressa uma proposta de ensino em que as finalidades da Educação Física na escola estejam voltadas a assegurar aos estudantes, entre outros aspectos, a apropriação e a utilização da cultura corporal de movimento em diversas finalidades humanas, favorecendo
Alternativas
Q3892020 Educação Física

Um professor de Educação Física, ao trabalhar a temática relacionada à saúde, qualidade de vida e cuidados com o corpo, orientou os estudantes a elaborarem um blog no qual poderiam debater, trocar opiniões entre si e postar os resumos das pesquisas que fizessem sobre o assunto.


Esse procedimento didático do professor, de acordo com Machado (Educação Física, (re)visitando a didática, 2015), é considerado

Alternativas
Respostas
3041: D
3042: A
3043: B
3044: B
3045: C
3046: B
3047: D
3048: A
3049: E
3050: D
3051: E
3052: B
3053: E
3054: B
3055: D
3056: C
3057: A
3058: B
3059: C
3060: E