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Q2009367 Pedagogia
Sobre a Educação Infantil, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q2009366 Pedagogia
Relacione a primeira coluna (Coluna A) com a segunda coluna (coluna B), considerando a atribuição dada a cada um, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96:
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Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2009365 Pedagogia
O artigo 11, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96 define as responsabilidades dos municípios. Sobre estas, analise as premissas abaixo:
I. Autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar os cursos das instituições de educação superior.
II. Organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da união e dos estados.
III. Elaborar o plano nacional de educação.
IV. Autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de ensino.
V. Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.

Estão CORRETAS
Alternativas
Q2009364 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2009363 Pedagogia

Leia o texto abaixo:

A organização do espaço revela as concepções da ______________________________, da criança, da educação, do ensino-aprendizagem que se traduzem no modo como se organizam os móveis, os brinquedos e os materiais com os quais os pequenos interagem. Sua construção, portanto, nunca é ______________________, pois envolve um mundo de relações que se explicitam e se entrelaçam. A organização do espaço na educação infantil tem como premissa o entendimento do espaço como parte integrante do _______________________escolar e como parceiro pedagógico do educador infantil.


Assinale a alternativa cujos termos completam, CORRETA e respectivamente, as lacunas.

Alternativas
Q2009362 Pedagogia
Sobre a organização do espaço do berçário, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q2009361 Pedagogia
Coloque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas, considerando a importância da ludicidade na Educação Infantil.
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( ) O respeito ao brincar e à brincadeira é uma das mais importantes funções da educação infantil.
( ) Antes de brincar com objetos, o bebê brinca consigo mesmo, com a mãe, o pai, os irmãos e outras pessoas.
( ) A experiência lúdica é transferível, pode ser adquirida e fornecida através de modelos prévios.
( ) As escolhas de materiais, objetos e ferramentas feitas pelos adultos promovem diferenças no repertório e no vocabulário, na cultura material e imaterial, na qual a criança está inserida.
( ) As brincadeiras são experiências inaugurais de sentir o mundo e experimentar-se, de aprender a criar e inventar linguagens através do exercício lúdico da liberdade de expressão.

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2009360 Pedagogia

Relacione a primeira coluna com a segunda.


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Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

Alternativas
Q2009359 Pedagogia
A palavra lúdico vem do latim ludus e significa brincar. Sobre a seleção de brinquedos para as turmas de Educação Infantil, devem ser considerados os aspectos abaixo citados, EXCETO
Alternativas
Q2009358 Pedagogia
As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil deverão prever condições para o trabalho coletivo e para a organização de materiais, espaços e tempos que assegurem
I. os deslocamentos e os movimentos limitados das crianças, supervisionado pelos docentes, nos espaços internos e externos às salas de referência das turmas e à instituição.
II. a acessibilidade de espaços, materiais, objetos, brinquedos e instruções para as crianças com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
III. a apropriação pelas crianças das contribuições histórico-culturais dos povos indígenas, afrodescendentes, asiáticos, europeus e de outros países da América.
IV. o reconhecimento, a valorização, o respeito e a interação das crianças com as histórias e as culturas africanas, afro-brasileiras, bem como o combate ao racismo e à discriminação.
V. a dignidade da criança como pessoa humana e a proteção contra qualquer forma de violência – física ou simbólica – e negligência no interior da instituição ou praticada pela família, não prevendo os encaminhamentos de violações para instâncias competentes.
Somente está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q2009357 Pedagogia
Sobre as experiências que devem compor as práticas pedagógicas das propostas curriculares da Educação Infantil ,é INCORRETO afirmar que elas
Alternativas
Q2009356 Pedagogia
Coloque (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas, considerando o que as propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem fazer para cumprir plenamente a sua função sociopolítica e pedagógica.
( ) Oferecer condições e recursos para que as crianças usufruam seus direitos civis, humanos e sociais.
( ) Possibilitar tanto a convivência entre crianças quanto entre adultos e crianças, bem como a ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas.
( ) Promover a igualdade de oportunidades educacionais entre as crianças de diferentes classes sociais no que se refere ao acesso a bens culturais e às possibilidades de vivência da infância.
( ) Valorizar velhas formas de sociabilidade e de subjetividade comprometidas com a disciplina, a apropriação do sistema alfabético e o domínio da letra cursiva.
( ) Motivar a permanência de relações de dominação etária, de desigualdade socioeconômica, étnico-racial, de gênero, regional, linguística e religiosa.

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2009355 Pedagogia
Sobre os princípios, que devem orientar as propostas pedagógicas de Educação, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, analise as proposições abaixo:
I. Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.
II. Educativos: do direito à educação, a escola construída de acordo com os parâmetros de qualidade para a Educação Infantil.
III. Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática.
IV. Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.
V. Familiares: da complementação da educação e do cuidado das crianças, de acordo com a crença de cada família.

Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
Alternativas
Q2009354 Pedagogia
Segundo a Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, devem ser eixos norteadores das práticas pedagógicas, que compõem a proposta curricular da Educação Infantil,
Alternativas
Q2009353 Pedagogia
De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2009350 Matemática
Na cozinha da casa de Roberto, há uma cesta com maçãs, bananas e laranjas. As maçãs somam 14 unidades. Sabendo-se que ¼ das frutas da cesta são bananas e 2/5 são laranjas, quantas frutas há nessa cesta?
Alternativas
Q2009344 Matemática
Em um dia comum de aula, Maria está sentada em sua carteira, e, à sua frente, tem um aluno sentado. Atrás dela, há duas alunas sentadas e também há duas alunas sentadas à sua esquerda. Outros três alunos estão sentados à direita de Maria. Sabendo-se que todos os lugares estão ocupados na sala em que ela estuda, que os alunos dessa turma estão sentados em filas e todas as filas têm exatamente o mesmo número de lugares, quanto alunos há na sala de Maria nesse dia?
Alternativas
Q2009341 Português
Texto 2

Medo do futuro: aquecimento global

Acho que não sou o único que está preocupado com o futuro. Será que o mundo está mesmo perdendo o rumo?

Tenho perguntado a amigos e colegas a razão da relutância de tantos em aceitar o óbvio. Por que pessoas com alto nível de educação, bem-informadas, quando se deparam com a correlação clara do aquecimento global e da poluição, ou quando presenciam o colapso potencial das instituições democráticas, recusam-se a mudar?

Claro, temos aqueles cujos interesses econômicos e privados agem como vendas para os olhos, especialmente os que investem em indústrias que contribuem para o aquecimento global manipulando o poder político com suas enormes contas bancárias.

Mesmo que não haja apenas uma resposta para isso, podemos dizer algumas coisas sobre essa apatia que afeta os que manipulam o poder e muitos outros. As pessoas só mudam sob pressão, seja ela real ou imaginária. Quanto maior a pressão, mais rápida a mudança. Historicamente, a mobilização social de larga escala só ocorre quando uma nação ou um grupo luta contra um inimigo comum.

Quando líderes políticos invocam o patriotismo, fazem isso com a intenção clara de unificar a população, que lutaria, assim, contra uma ameaça à nação, seja ela real ou inventada. No caso da mudança climática e da correlata falta de mobilização social, o que falta é essa pressão que provoca mudanças.

Muitas pessoas, incluindo as que entendem os princípios do aquecimento global como sendo provocado pelo excesso de poluição, encolhem os ombros, afirmando que isso é coisa para muito tempo no futuro. Por que fazer algo agora, certo? Para que proteger o uso e a qualidade da água, proteger o ambiente e as áreas litorâneas de baixo relevo, ou usar fontes de energia alternativas ou mais limpas? Para que essa pressa toda em mudar nosso estilo de vida? Quanto mais se espera, maiores serão os custos e maior será o número de mortos e feridos. Quais seriam as perdas econômicas e ambientais? Quanto maior o envolvimento da mídia, mais cientistas participarão da iniciativa de educar a população sobre os riscos sociais do aquecimento global. E, com isso, espero, a pressão para uma mudança geral de perspectiva aumentará.

A questão é quanta pressão, quanta evidência, será necessária para promover uma mudança global da forma que precisamos, sabendo que, para muitos, essas mudanças serão incômodas?

Marcelo Gleiser
Professor de física e astronomia
na Universidade Dartmouth (EUA),
autor de “A Simples Beleza do Inesperado”.

In: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/10/medo-do-futuro-aquecimento-global.shtml Acesso em: 10 nov. 2018. Adaptado.
Considerando alguns aspectos gramaticais da língua portuguesa e as regras ortográficas vigentes, analise as proposições abaixo.
1. Assim como “relutância” e “econômicos”, são também acentuados graficamente “relutânte” e “econômia”.
2. Da palavra “rápida”, deriva “rapidês”, assim como “larguesa” deriva de “larga”.
3. Como em “uma ameaça à nação”, o sinal de crase também está corretamente empregado em “proteção às áreas litorâneas de baixo relevo”.
4. Em: “A questão é quanta pressão, quanta evidência, será necessária para promover uma mudança”, as vírgulas presentes no segmento destacado marcam termos justapostos.
Estão CORRETAS, apenas:
Alternativas
Q2009338 Português
Texto 2

Medo do futuro: aquecimento global

Acho que não sou o único que está preocupado com o futuro. Será que o mundo está mesmo perdendo o rumo?

Tenho perguntado a amigos e colegas a razão da relutância de tantos em aceitar o óbvio. Por que pessoas com alto nível de educação, bem-informadas, quando se deparam com a correlação clara do aquecimento global e da poluição, ou quando presenciam o colapso potencial das instituições democráticas, recusam-se a mudar?

Claro, temos aqueles cujos interesses econômicos e privados agem como vendas para os olhos, especialmente os que investem em indústrias que contribuem para o aquecimento global manipulando o poder político com suas enormes contas bancárias.

Mesmo que não haja apenas uma resposta para isso, podemos dizer algumas coisas sobre essa apatia que afeta os que manipulam o poder e muitos outros. As pessoas só mudam sob pressão, seja ela real ou imaginária. Quanto maior a pressão, mais rápida a mudança. Historicamente, a mobilização social de larga escala só ocorre quando uma nação ou um grupo luta contra um inimigo comum.

Quando líderes políticos invocam o patriotismo, fazem isso com a intenção clara de unificar a população, que lutaria, assim, contra uma ameaça à nação, seja ela real ou inventada. No caso da mudança climática e da correlata falta de mobilização social, o que falta é essa pressão que provoca mudanças.

Muitas pessoas, incluindo as que entendem os princípios do aquecimento global como sendo provocado pelo excesso de poluição, encolhem os ombros, afirmando que isso é coisa para muito tempo no futuro. Por que fazer algo agora, certo? Para que proteger o uso e a qualidade da água, proteger o ambiente e as áreas litorâneas de baixo relevo, ou usar fontes de energia alternativas ou mais limpas? Para que essa pressa toda em mudar nosso estilo de vida? Quanto mais se espera, maiores serão os custos e maior será o número de mortos e feridos. Quais seriam as perdas econômicas e ambientais? Quanto maior o envolvimento da mídia, mais cientistas participarão da iniciativa de educar a população sobre os riscos sociais do aquecimento global. E, com isso, espero, a pressão para uma mudança geral de perspectiva aumentará.

A questão é quanta pressão, quanta evidência, será necessária para promover uma mudança global da forma que precisamos, sabendo que, para muitos, essas mudanças serão incômodas?

Marcelo Gleiser
Professor de física e astronomia
na Universidade Dartmouth (EUA),
autor de “A Simples Beleza do Inesperado”.

In: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2018/10/medo-do-futuro-aquecimento-global.shtml Acesso em: 10 nov. 2018. Adaptado.
O autor do Texto 2 apresenta ao seu leitor um problema, mas indica, também, uma proposta de enfrentamento desse problema. Essa proposta é:
Alternativas
Q2009336 Português
Texto 1

Transposição do Rio São Francisco

A transposição das águas do São Francisco é o maior projeto de infraestrutura desenvolvido pelo presidente Lula.

O Rio São Francisco, chamado carinhosamente de Velho Chico, possui aproximadamente 2.830 quilômetros de extensão. Sua nascente está localizada na Serra da Canastra, em Minas Gerais. Seu curso natural inclui os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, atingindo sua foz no Oceano Atlântico. Porém, o projeto de transposição do São Francisco irá interferir no trajeto do rio, fato que tem gerado muitas discussões sobre a rentabilidade da obra.

O projeto de transposição das águas do São Francisco teve início em 2007, no governo do presidente Lula, e visa a construção de 720 mil metros de canais que irão transferir de 1% a 3% das águas do São Francisco para abastecer açudes e rios intermitentes (que desaparecem nos períodos de seca) dos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.

A “faraônica” obra de engenharia tem dois eixos: um levará água de Cabrobó (PE) até o sertão de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. O outro eixo proporcionará água para o sertão e o agreste de Pernambuco e Paraíba, através de canais construídos nas águas em Petrolina, Pernambuco.

Os gastos durante a obra foram estimados em 7 bilhões de reais, e a sua conclusão foi prevista para 2015. Quando o projeto foi lançado, o governo afirmava que a transposição beneficiaria mais de 12 milhões de habitantes do semiárido nordestino, proporcionando água para suprir as necessidades humanas e impulsionar o desenvolvimento de atividades econômicas. No entanto, muitos pesquisadores, inclusive o renomado geógrafo Aziz Ab’Saber, afirmaram que essa obra não beneficiaria esse número de pessoas e que os pecuaristas seriam os principais privilegiados com a transposição do Velho Chico.

Ambientalistas afirmam que a melhor forma para minimizar a seca nas regiões do Nordeste brasileiro é a construção de poços para captação de água do lençol freático, além de reservatórios para coleta da água da chuva. Esses métodos são mais baratos, beneficiam diretamente a população e não agridem o Rio São Francisco, que já está bastante deteriorado em razão da intensificação das atividades econômicas nas suas margens.


Por Wagner de Cerqueira e Francisco,
graduado em Geografia.

Disponível em: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/transposicao-rio-sao-francisco.htm
Acesso em: 05 nov. 2018. Adaptado.
Muito raramente um texto é organizado com base em uma única tipologia. No Texto 1, por exemplo, é possível encontrar elementos:
(1) argumentativos (2) expositivos (3) narrativos
Relacione os trechos a seguir com esses tipos textuais, escrevendo, nos parênteses, o numeral correspondente ao tipo selecionado.
( ) “Seu curso natural inclui os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, atingindo sua foz no Oceano Atlântico.”
( ) “Porém, o projeto de transposição do São Francisco irá interferir no trajeto do rio, fato que tem gerado muitas discussões sobre a rentabilidade da obra.”
( ) “O projeto de transposição das águas do São Francisco teve início em 2007, no governo do presidente Lula (...).”
( ) “No entanto, muitos pesquisadores, inclusive o renomado geógrafo Aziz Ab’Saber, afirmaram que essa obra não beneficiaria esse número de pessoas (...)”.

A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
13561: B
13562: A
13563: B
13564: A
13565: A
13566: D
13567: B
13568: E
13569: D
13570: A
13571: C
13572: A
13573: C
13574: D
13575: C
13576: B
13577: D
13578: E
13579: D
13580: B