Questões de Concurso
Comentadas para faculdade alfa umuarama - pr
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I- - Exponha suas opiniões, desde que estejam dentro do contexto, e mostre suas ideias e sua preocupação com o outro, procurando estreitar os laços com os colegas.
II- Personalidades diferentes podem contribuir de maneira diferente no ambiente de trabalho. Deve-se respeitar o que cada um tem de melhor. Mesmo quando se lida com alguém que não nos agrada, devemos nos esforçar para manter a tolerância.
III- Deve-se adaptar o discurso ao público a que ele se dirige. Assim, consegue-se ser claro e pode-se cobrar exatamente o que se precisa de cada colega. Indica-se usar linguagens não verbais, como olhar nos olhos e concordar com a cabeça, para criar confiança e mostrar interesse pelo que o outro expõe.
“Li o livro de que você me falou”.
Assinale a alternativa em que os três períodos a seguir estão adequadamente reunidos por meio de pronomes relativos, obedecendo às normas da regência verbal.
- As ideias foram expostas na reunião.
- Simpatizamos com essas ideias.
- Participamos da reunião.
Um casal decidiu passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel _______ 20 anos. Por problemas de trabalho, a mulher não ______ viajar com seu marido, mas iria na semana seguinte.
Quando o marido chegou, foi para seu quarto do hotel e viu que havia um computador com _______ internet. Imediatamente, decidiu enviar um e-mail _______, esposa, mas errou uma letra no endereço e não percebeu que a mensagem foi enviada ______ outra pessoa.
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido. Ao entrar na casa, o filho da pobre viúva _______ desmaiada perto do computador, em cuja na tela se podia ler:
"Querida esposa, cheguei bem. Imagino que você esteja surpresa ao receber noticias minhas por e-mail, mas agora aqui tem computador e eu posso usar o quanto quiser. Acabei de chegar e vi que está tudo preparado para sua chegada na semana que vem. Um beijo do seu marido”.
Leia o texto e responda à questão.
As vítimas
Viralizou nas redes sociais o vídeo que mostra uma motorista em Brasília, abordada pela fiscalização de trânsito da PM, jogando a bolsa no chão e dirigindo-se a uma árvore, na qual, por várias vezes, arremessa o rosto contra o tronco, de casca grossa. Depois, ela se volta pedindo para os acompanhantes gravarem: “Olha aqui, ele me agrediu, filme aqui”. Insistia em que fora agredida pelo PM, sem saber que havia sido filmada batendo o rosto na árvore. A tentativa era inverter a condição de agressora da lei para a de agredida pelo agente da lei. Isso é mais comum do que se imagina. Contou-me um delegado da Polícia Federal que um detido, no compartimento de trás da viatura, havia sucessivamente golpeado o nariz com o joelho para se mostrar como vítima ao juiz da audiência de custódia. Em outra ocasião, já dentro do fórum, um detido se feriu jogando-se na quina da porta por onde passariam. A Mariana, que jogou o rosto na árvore, já estava formada em vitimização.
Bandidos devem ter aprendido esse argumento com intelectuais que defendem a tese de que todos são vítimas — em geral, vítimas da sociedade opressora, burguesa e fascista; vítimas do preconceito e das desigualdades sociais. Por isso, a idosa de Caxias do Sul, que atirou e matou um ladrão que invadira sua casa, acabou indiciada por usar um velho revólver com munição ultravencida. Defensores de bandidos aplaudiram: afinal, ele só queria roubar. Logo vão defender o livre exercício da profissão de assaltante ou de vendedor de cocaína. Vão justificar que o latrocida apenas atirou e matou porque o assaltado não seguiu a recomendação da polícia para não resistir. A velhinha de Caxias não cumpriu a Lei do Desarmamento, pois tinha revólver em casa. Ora, já se viu ter o direito de se preparar para defender seu refúgio, seu abrigo, sua caverna, sua cidadela, que é o seu lar? Ou reagir ante o ladrão que quer apenas equilibrar uma injustiça social, tirando de quem tem?
No Rio, essa cultura é soberana. Com isso, as vítimas reais dessa criminosa ideologia estão enjauladas em casa, onde, mesmo assim, são vítimas de balas perdidas. Todos foram desarmados, menos os bandidos, que usam ostensivamente fuzis, metralhadoras e granadas. Tudo gente boa, que sofre da síndrome de não dar valor à vida dos outros. Nem se importam de vender drogas em torno de escolas. Assim como os que sustentam os bandos de criminosos não se sentem constrangidos em fazer passeatas pedindo paz. A cocaína não os deixa pensar que são eles que sustentam a guerra.
Defensores de bandidos, felizmente, são minoria. Fico observando a reação das pessoas quando a Polícia Civil de São Paulo elimina um bando de assaltantes de residência, todos bem armados; ou, como aconteceu esta semana em Brasília, quando um cabo da PM, à paisana, reagiu a um assalto em ônibus e matou dois assaltantes armados. A maioria aplaude, mas, nos meios de informação, teme-se encorajar a morte de nossos queridos bandidos de estimação. No Congresso, os que querem representar a maioria estão reagindo. Embora o jornalista os chame pejorativamente de “bancada da bala”, a maioria torce por mudanças no Estatuto do Desarmamento e nos direitos dos que nos aprisionam pelo medo ou nos fazem chorar a perda de bens e, principalmente, de amigos e parentes.
Usa-se a palavra embora para introduzir uma oração subordinada e indica oposição a uma outra ideia, e pode ser substituída, sem alterar o sentido, por todas as citadas a seguir, EXCETO:
O Programa Grande Carajás foi criado pela Companhia Vale do Rio Doce durante o governo do presidente João Batista Figueiredo. Estendeu-se por uma região de quase um milhão de quilômetros quadrados na Região Amazônica, cortada pelos rios Xingu, Tocantins e Araguaia, englobando terras do Pará e do Maranhão. Essa região é considerada uma das mais ricas da Terra em quantidade de minérios, como ferro de alto teor, ouro, estanho, bauxita, manganês, níquel e cobre, além de outros minérios raros. A extensão do projeto exigiu a implantação de uma pesada infraestrutura, o que implicou a construção da usina hidrelétrica de:
1 - João Baptista Figueiredo
2 - Tancredo Neves
3 - Fernando Collor de Melo
4 - Itamar Franco
( )1º presidente eleito pelo voto direto do povo brasileiro após o regime militar.
( ) Ultimo presidente do regime militar.
( ) Presidente eleito que faleceu sem assumir o cargo.
( ) Presidente em cujo governo foi lançado o Plano Real.
Os climas brasileiros são, em geral, quentes e apresentam períodos bem definidos de umidade e de seca ou de redução da precipitação. Existem, entretanto, muitas variações locais. Analise as afirmativas e assinale a alternativa correspondente.
I – O clima equatorial, do tipo quente e úmido, ocorre na Região Norte do país, abrangendo os estados do Amazonas, Pará e partes de Roraima, Rondônia, Acre, Maranhão e Mato Grosso.
II – O clima semiárido ocorre em parte da Região Nordeste do país, abrangendo o leste do Piauí, o sudoeste do Ceará, o norte da Bahia e parcelas do oeste dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe.
III – O clima tropical de altitude ocorre nos planaltos elevados da Região Sudeste do Brasil, predominando em áreas localizadas acima de 800 metros de altitude nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Assemelha-se ao clima tropical típico, com uma estação quente e úmida, correspondente ao verão, e outra fria e seca, estendendo-se aproximadamente de março a setembro.
I - Como gênero textual, o e-mail não pode ser considerado um documento oficial, assim como o ofício é considerado oficial.
II - Nos termos da Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, para que o e-mail tenha valor documental, isto é, para que possa ser aceito como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, segundo os parâmetros de integridade, autenticidade e validade jurídica da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira — ICPBrasil.
III - O assunto deve ser o mais claro e especifico possível, relacionado ao conteúdo global da mensagem. Assim, quem irá receber a mensagem identificar4 rapidamente do que se trata; quem a envia poder, posteriormente, localizar a mensagem na caixa do correio eletrônico.
I - O ato administrativo, mesmo criado por autoridade competente, pode ser considerado inválido se restar constatado defeito da manifestação da sua vontade.
Il - A violação à forma somente ensejará a invalidação do ato administrativo quando ela for essencial a sua existência e validade. Essa essencialidade, em regra, vem disposta na lei.
III - O objeto do ato administrativo deve ser sempre licito, moral, certo e possível. Desse modo, havendo vicio em relação ao objeto (conteúdo) do ato administrativo, este será ilícito e, portanto, ilegal.
Analise as afirmativas sobre antivírus e assinale a alternativa correspondente.
I – O antivírus é, basicamente, um software que detecta a presença de programas maliciosos. Além de identificar as ameaças, o antivírus também impede os ataques desses vírus e worms e os remove do sistema.
II – Uma das primeiras áreas de funcionamento de um antivírus é o escaneamento de vírus conhecidos. Como novos vírus surgem o tempo todo, um bom antivírus recebe atualizações com frequência. Ao descobrir uma nova versão viral, o programa analisa o seu código e o separa em grupos chamados de strings.
III – O antivírus também funciona realizando uma espécie de monitoramento investigativo. Nessa tarefa, o antivírus varre o sistema em busca de instruções que programas comuns não conseguem executar.
Segundo Maria Sylvia Zanella Di Pietro, ato administrativo é a declaração do Estado ou de quem o represente, que produz efeitos jurídicos imediatos, com observância da lei, sob o regime jurídico de direito público e sujeita ao controle pelo Poder Público. Instruções, circulares, avisos e portarias visam disciplinar o funcionamento da Administração e a conduta de seus agentes e são denominados: