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Para uma melhor compreensão acerca do sistema escravista colonial português nos trópicos, deve-se considerar o fato da:
Maquiavel é um homem todo da sua época; e a sua ciência política representa a filosofia do tempo, que tende para a organização das monarquias nacionais absolutas, a forma política que permite e facilita um ulterior desenvolvimento das forças produtivas burguesas. Em Maquiavel pode descobrir-se in nuce (de forma concisa) a separação dos poderes e o parlamentarismo (o regime representativo): a sua “ferocia” dirige-se contra os resíduos do mundo feudal, e não contra as classes progressistas. O Príncipe deve pôr termo à anarquia feudal (...).
(GRAMSCI, António S. F. Obras Escolhidas. Editorial Estampa. Lisboa, 1974. Pp. 273-274.)
António Gramsci aprofundou seus estudos sobre “A Política como Ciência Autônoma”, retornando à Maquiavel, quando esse delineou os princípios fundamentais para a constituição dos Estados Modernos, e chamou a atenção para uma série de considerações que devem ser feitas acerca do momento em que Maquiavel elaborava seus estudos, que se apresentava “estreitamente ligado às condições e às exigências de seu tempo”, tais como:
BOBBIO. Norberto. Dicionário de Política. Brasília: Editora da UnB, 1998. p.466.
O texto acima caracteriza o conceito de:
PINSKY, Carla Bassanezi. Novos temas nas aulas de história. São Paulo, 2010. p.74.
A contemplação de questões culturais no ensino de História contribui para a(o):
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2012. p. 339.
Nas referidas eleições, Getúlio Vargas:
PRADO, Maria Ligia; PELLEGRINO, Gabriela. História da América Latina. São Paulo: Contexto, 2014. p. 104.
A referida Revolução teve como estopim uma questão:
I. Explicar o significado de “modernidade” e suas lógicas de inclusão e exclusão, com base em uma concepção europeia.
II. Identificar os processos de urbanização e modernização da sociedade brasileira e avaliar suas contradições e impactos na região em que vive.
As habilidades acima elencadas correspondem, respectivamente, ao:
Adaptado de: PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. O desafio ambiental. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2012, p. 128-129.
A crítica acima ao neoliberalismo ambiental envolve uma lógica que:
SOUZA, Marcelo Lopes. O território: sobre espaço, poder, autonomia e desenvolvimento. In: CASTRO Et al. (orgs.) Geografia: Conceitos e Temas. 10ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 78.
A definição acima, amplamente reconhecida pela comunidade geográfica, explicita:
SOUZA, Marcelo Lopes. ABC do desenvolvimento urbano. 3ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p. 90.
O excerto acima exemplifica uma lógica urbana presente em grande parte do país. Tal lógica é caracterizada pelo(a):
Alguns dos biomas e domínios morfoclimáticos presentes no Brasil são:
As cidades “A” e “B” são, respectivamente,
GUERRA, Antonio; MENDONÇA, Jane. Erosão dos solos e a questão ambiental. IN: VITTE, Antonio Carlos & GUERRA, Antonio José Teixeira (Orgs.). Reflexões sobre a Geografia Física no Brasil. 6ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2012, p. 193.
A erosão dos solos é um dos principais impactos ambientais no Brasil tanto em ambiente rural como em ambiente urbano. Sobre o tema, podemos considerar que: