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Em seu livro Pensamento e Linguagem, Vygostky afirma que “a função primordial da fala, tanto nas crianças quanto nos adultos, é a comunicação, o contato social” (2008, p. 23). Assim, de acordo com o esquema de desenvolvimento construído pelo referido pesquisador, a evolução da fala segue a seguinte sequência:
Foi necessário um longo percurso até que se chegasse à ideia de que, na educação Infantil, as funções de educar e cuidar devem integradas e associadas a padrões de qualidade. Essa qualidade advém de concepções de desenvolvimento que consideram as crianças:
Ana está trabalhando em um notebook Intel com Windows 11 BR, e precisou verificar o status da conexão wifi, associada ao link da internet, o que pode ser feito por meio de um ícone, existente na Área de Notificação, localizada no canto inferior direito da tela do monitor de vídeo.
Esse ícone consta da alternativa:
No uso dos recursos do Word 2013 BR (x64), em um microcomputador Intel com Windows 10 BR (x64), o acionamento de um ícone tem por objetivo possibilitar a escolha de espaçamento entre as linhas do texto ou entre os parágrafos, ao passo que a execução de um atalho de teclado tem por finalidade recortar o conteúdo selecionado para a área de transferência. O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente:
No que diz respeito aos conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias em informática, um componente de hardware de um computador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão de um computador, sendo que sua operação dá-se com números e símbolos representados no sistema binário, incorporando as funções de uma CPU, operando como um dispositivo multifuncional programável que aceita dados digitais como entrada, os processa conforme as instruções armazenadas na memória e fornece resultados como saída.
Esse componente de hardware é conhecido por:
A soberania popular nos termos da Constituição Federal é exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos. De acordo com a Lei Orgânica do Município de Campo Novo do Parecis, por sua vez, o exercício direto do poder pelo povo no Município se dá mediante as mesmas formas previstas expressamente pelo constituinte originário, além da seguinte:
Na década de 1970, a ocupação efetiva da região que abarca o município de Campo Novo do Parecis, se deu a partir da:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
“a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado” (5º parágrafo). À luz da norma-padrão, na voz passiva, esse trecho seria reescrito da seguinte forma as:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho” (4º parágrafo). Uma possível reescrita desse trecho, à luz da norma-padrão, seria:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários” (2º parágrafo), o termo destacado classifica-se sintaticamente como:
Leia o texto a seguir:
Cansado depois de uma reunião online?
Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la
Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências
Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.
Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.
Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.
De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.
No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.
Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.
Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.
Em “Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social” (1º parágrafo), a palavra destacada é classificada como:
Numa escola pública, um menino de nove anos apresentava dificuldades em relação à leitura e à escrita. Preocupada com o desempenho apresentado pelo estudante, sua professora passou a conversar com ele constantemente, buscando juntos possiblidades de superar os desafios cotidianos. Após essa aproximação e trabalho conjunto, o menino conseguiu avançar. Essa situação demonstra a necessidade de compreender que a relação entre professor-aluno influencia o processo ensino-aprendizagem. Com base nesse exemplo, uma dimensão importante nessa relação é a:
Segundo Lima (2005), a contribuição de uma educação crítica para a cidadania democrática só será relevante se ampliar a participação dos sujeitos nela envolvidos. Sobre a cidadania e a educação crítica para a democracia, de acordo com o autor, pode-se afirmar que:
A educação lança mão de teorias e estudos das mais diferentes áreas do conhecimento. Dentre elas, destaca-se aquela que, segundo Carvalho (2021, p.10), “tem como questão central compreender a dimensão subjetiva da educação (subjetividades que são constituídas no contexto educacional), tendo como base teórica principal as teorias que explicam os processos de desenvolvimento e de aprendizagem humana”. A autora refere-se à:
Paro (2007) discute a importância da escola na vida das pessoas, apontando a necessidade de repensar e reformular a escola autoritária, com o objetivo de transformá-la em uma instituição voltada para a emancipação e a participação democrática. Quanto à gestão democrática, o autor destaca que:
De acordo com Guimarães (2005, p.37-38), “(...) a preocupação máxima da função supervisora é a valorização do coletivo, como forma de pensar, descobrir e trabalhar, tanto sob o aspecto formal, quanto das relações. A supervisão estruturada para valorizar o professor surge como um apoio à ação docente, contribuindo para sua autonomia e objetivando a qualidade do processo ensino-aprendizagem.” Nesse sentido, cabe ao supervisor escolar:
De acordo com Boff (2009), as práticas educativas precisam se articular ao conjunto de ideias e valores que fundamentam as ações relacionadas à conexão entre ser humano e natureza. Permeado pelo entendimento e pelo sentimento de pertencimento mútuo que une o ser humano à sua origem e destino comum, a Terra. Tal perspectiva representa a ligação entre o ser humano e o ambiente que sustenta a vida no planeta Terra. O autor refere-se ao conceito de:
As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais apresentam orientações para as etapas e modalidades da Educação Básica, apoiando-se no direito ao desenvolvimento integral, à formação cidadã e à capacitação para o mercado de trabalho, valorizando a experiência de aprendizagem. Elas fundamentam-se no dever do Estado, das famílias e da comunidade de garantir o acesso democrático à educação, promovendo inclusão, continuidade e sucesso educacional. No artigo 9.º, afirmam que o estudante e a aprendizagem são elementos centrais para a escola de qualidade e apresentam alguns requisitos, dentre eles, destaca-se a:
Devido ao avanço tecnológico observado nos últimos anos, alguns especialistas afirmam que as escolas que oferecem uma formação de maior qualidade são aquelas que se fundamentam nas novas habilidades que surgem na era da Sociedade da Informação. Sobre o conceito de "aprendizado on-line colaborativo", podemos afirmar que se trata de um/a:
Segundo Libâneo (1996), o pedagogo desempenha papéis em duas áreas distintas: a escolar e a extraescolar. Na escola, pode atuar como professor e também como pedagogo que assume funções em diferentes níveis do sistema de ensino, incluindo orientação, gestão, supervisão e outras atividades relacionadas à educação, além de colaborar em atividades paradidáticas. Nesse contexto, pode-se considerar o supervisor escolar como: