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Texto IV

Texto III

“Eu só quero aprender para ensinar” (Texto III, v.20)
A palavra “só”, no verso, pode ser substituída, sem alteração de significado, por
Texto III

Texto III

Texto III

“O mal suplantou a bondade
A mentira superou a verdade” (v. 7-8)
Em relação às formas verbais destacadas nos versos acima, é possível afirmar que
Texto III

“Meninas, têm 6 vezes mais probabilidade de ficarem de fora da escola.”
Quanto às regras de pontuação prescritas pela gramática normativa, no trecho em destaque há o
“Outra coisa que ele achava bacana era a sobremesa, na casa dele não existia esse costume de sobremesa não.” (linhas 23-24)
Sem prejuízo do sentido, o termo em destaque pode ser substituído por
O professor de teatro que esteja inserido numa escola que atende estudantes com necessidades educativas específicas deve
GUBERFAIN, Jane Celeste. O método espaço-direcional-Beuttenmüller, muito além das palavras. Moringa, João Pessoa, v. 2, n. 2, p. 121-130, jul./dez. 2011.
A perspectiva de trabalho de voz proposta pelo método citado consiste, basicamente, na busca de
BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização, 2010, p.138.
Partindo desse pressuposto, Boal elaborou um plano geral de conversão do espectador em ator que consiste, sistematicamente, no seguinte esquema geral:
As pedagogias do teatro de muitos autores dialogam fortemente no que se refere ao fato de repensar o lugar do espectador, mas diferem na forma como ele deve agir em relação ao personagem. A seguir destacamos a poética de alguns desses pensadores/fazedores de teatro, que chamamos de X, Y e Z, cada um com seu jeito peculiar de pensar e fazer arte:
• X propõe uma poética em que os espectadores delegam poderes ao personagem para que este atue e pense em seu lugar;
• Y propõe uma poética em que o espectador delega poderes ao personagem para que este atue em seu lugar, mas se reserva o direito de pensar por si mesmo, muitas vezes em oposição ao personagem;
• Z propõe uma poética em que o espectador não delega poderes ao personagem para que atue nem para que pense em seu lugar. Ao contrário, ele mesmo assume um papel protagônico, transforma a ação dramática inicialmente proposta, ensaia soluções possíveis, preparando-se para a ação real.
Os autores X, Y e Z são, respectivamente,
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
Um dado correto no que diz respeito à Ópera de Pequim é o fato de que

