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Q3338490 Enfermagem
O posicionamento do paciente para o procedimento anestésico-cirúrgico corresponde a uma das atividades do enfermeiro perioperatório, com características de gestão e assistência, e acontece no período transoperatório, mais especificamente no período intraoperatório. A importância da atuação do enfermeiro nesse período contempla o conhecimento, a habilidade, a responsabilidade e a competência em posicionar o paciente, considerando a cirurgia, as condições do paciente e a escolha da melhor posição cirúrgica.
O foco da assistência de enfermagem nesse procedimento deverá estar voltado à segurança, ao conforto e à prevenção de eventos adversos aos pacientes. Ao posicionar o paciente, as equipes cirúrgica e de enfermagem devem considerar: o local do procedimento cirúrgico, acesso facilitado para o cirurgião, acesso e necessidades do anestesiologista, privacidade do paciente, efeitos fisiológicos durante o posicionamento do paciente antes e depois de anestesiado e conhecimento das estruturas anatômicas do paciente.

Dos exemplos de posicionamento apresentados, NÃO é adequado em relação ao procedimento cirúrgico:
Alternativas
Q3338489 Enfermagem
A oximetria de pulso é um método contínuo e não invasivo para determinar a saturação do oxigênio (SaO2) e orientar a oxigenoterapia. Muito utilizado no Centro Cirúrgico para o monitoramento do paciente. A aplicação correta do sensor é essencial para medições exatas da SaO2. A esse respeito, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3338488 Enfermagem
Segundo o Centers for Disease Control and Prevention (CDC) _ Rutala WA, Weber DJ, HICPAC,2008, há graus de vulnerabilidade dos grupos microbianos aos agentes químicos germicidas, a esse respeito é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3338487 Enfermagem
Independentemente do método de limpeza utilizado seja manual ou automatizado, todos utilizam detergente como agente de limpeza. Trata-se de produto destinado a limpeza de artigos e superfícies por meio da diminuição da tensão superficial, composto por grupo de substâncias sintéticas, orgânicas, líquidas ou pós solúveis em água que contém agentes umectantes e emulsificantes que suspendem a sujidade e evitam a formação de compostos insolúveis ou espuma no instrumento ou na superfície (BRASIL, 2012). Os detergentes usados no processamento de produtos para saúde têm que ser regularizados junto à ANVISA, e são classificados de acordo com o pH; sendo classificados como:

I. Detergentes alcalinos: são recomendados para limpeza automatizada, pois demandam maior temperatura para atingir níveis ótimos de ação (entre 60 e 70 °C). Auxiliam na remoção de manchas dos instrumentos, renovando seu brilho natural, característica que permite dispensar o uso de produtos restauradores.
II. Detergentes neutros sem adição de enzimas: são próprios para limpeza de produtos para saúde, tem pH entre 6,5 e 7,5, podem ser utilizados para limpeza de materiais (não críticos e superfícies) com pouca quantidade de matéria orgânica (almotolias, pias, bancadas, autoclave, equipamentos, etc.). Também é recomendado para instrumentos oftalmológicos
III. Detergentes neutros enzimáticos são amplamente recomendados para limpeza de artigos porque possuem enzimas catalisadoras que facilitam a quebra de proteínas, lipídeos e carboidratos dependendo de sua formulação, favorecendo a remoção de matéria orgânica e diminuição da carga microbiana. Deve-se utilizar vários tipos de agentes limpante para cada processamento. A mistura de produtos potencializa a eficiência da limpeza e diminui o risco ocupacional.
IV. Detergente ácidos: são próprios para limpeza com PH abaixo de 6,0. Recomendados para limpeza de espéculos e instrumentais ginecológicos.
V. Detergente enzimático: promovem a remoção da matéria orgânica em curto período de tempo através da ação de enzimas que decompõem o sangue e fluídos corporais aderidos aos artigos, facilitando sua remoção; facilitam a limpeza de locais de difícil acesso ou lúmen estreito. Todas as superfícies do material necessitam estar em contato com a solução de detergente (interna e externa), por isso é fundamental a abertura de pinças, desmontagem dos artigos complexos e preenchimento de lúmens para melhor remoção dos resíduos. Seu uso não substitui a fricção dos artigos durante o processo de limpeza.

Com base nas afirmações anteriores, podemos dizer que: 
Alternativas
Q3338486 Enfermagem
A esterilização é o processo pelo qual um item é purificado de todos os microrganismos e esporos. O uso de materiais estéreis para cirurgia é considerado uma prática padronizada internacionalmente. Os microrganismos têm diferentes níveis de resistência aos métodos de esterilização dependendo do tipo, capacidade de formação de esporos, sensibilidade ao calor, a produtos químicos e desinfetantes e da composição e espessura da parede celular bacteriana ou envelope viral. Portanto, obter a esterilização, particularmente em instrumentais cirúrgicos reutilizáveis, requer uma sequência de limpeza e remoção mecânica dos contaminantes grosseiros, inspeção e montagem, empacotamento, esterilização, armazenamento, transporte e entrega na sala operatória e certificação do processo de esterilização.

Sobre esse assunto, avalie se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas a seguir:


I. Limpeza é o processo manual ou mecânico de remoção de sujidade, mediante o uso da água, sabão e detergente neutro ou detergente enzimático para manter em estado de asseio os artigos e superfícies reduzindo a população microbiana. A limpeza constitui ainda o primeiro passo nos procedimentos técnicos de desinfecção e esterilização, considerando que a presença de matéria orgânica potencializa a ação dos agentes desinfetantes e esterilizantes.
II. Descontaminação é o processo de redução dos microrganismos de artigos e superfícies, tornando-os seguros para o manuseio.
III. Desinfecção é o processo físico ou químico de destruição de todos os microrganismos, inclusive os esporulados. A desinfecção é realizada por meio físico, através da água quente (60 a 90ºC) ou em ebulição e pelo meio químico, através de produtos denominados de desinfetantes.
IV. Esterilização é o processo de destruição de todos os microrganismos, inclusive esporulados, a tal ponto que não seja mais possível detectá-los através de testes microbiológicos padrão. A probabilidade de sobrevida do microrganismo no item submetido ao processo de esterilização é menor que um em um milhão. A esterilização é realizada pelo calor, óxido de etileno, radiação e outros.

As afirmativas I, II, III e IV são respectivamente:
Alternativas
Q3338485 Enfermagem
Em 2003, a Comissão Conjunta formulou e obrigou o uso de um protocolo universal para prevenção dos erros relacionados ao local errado, ao paciente errado e ao procedimento errado, o qual foi adotado por muitas organizações profissionais, incluindo o Colégio Americano de Cirurgiões. O protocolo universal é um processo de três etapas no qual cada uma é complementar à prática de confirmar o paciente, local e procedimentos corretos. Das etapas a serem aplicadas NÃO é adequado:
Alternativas
Q3338484 Enfermagem
A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes operatórias têm dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS, são elas:

I. A equipe operará o paciente certo e o local cirúrgico certo.
II. A equipe usará métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
III. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida.
IV. A equipe reconhecerá e estará efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas.
V. A equipe evitará a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente.
VI. A equipe usará de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sítio cirúrgico.
VII. A equipe impedirá a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas.
VIII.A equipe manterá seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos.
IX. A equipe se comunicará efetivamente e trocará informações críticas para a condução segura da operação. X. Os hospitais e os sistemas de saúde pública estabelecerão vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338483 Enfermagem
É de fundamental importância os profissionais de enfermagem que atuam no Centro Cirúrgico terem conhecimentos sobre os fatores de risco que contribuem para desencadear a Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC) e aplicar medidas preventivas que possam reduzir as taxas de infecção. Entretanto, inúmeras variáveis interferem no desencadeamento da infecção, como o próprio paciente, o pessoal, o ambiente, os materiais e os equipamentos. Cada variável deve ser considerada de acordo com sua ordem de importância, dependendo das próprias condições do paciente e dos procedimentos realizados; contudo, é difícil apontar a causa que desencadeou.
Estudos demonstraram que a aplicação das melhores práticas pode prevenir a ISC, como:
Alternativas
Q3338482 Enfermagem
Os produtos para a saúde usados nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos, incluindo os utilizados no Centro Cirúrgico, podem ser classificados segundo seu potencial de transmissão de infecções. Em 1960, Spaulding propôs uma classificação dividida em três categorias de artigos: críticos, semicríticos e não críticos. Esta classificação tem sido utilizada pelo CDC e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 6 Precauções para controle e prevenção da infecção no Centro Cirúrgico e limpeza do ambiente 107 n.15, publicada pela ANVISA em 2012, substituiu a terminologia “artigos” por “produtos para a saúde”, ficando a classificação de risco para transmissão de infecção dividindo os produtos para saúde em:

I. Críticos: são aqueles utilizados em procedimentos invasivos que penetram a pele e mucosas adjacentes, tecidos subepiteliais, e sistema vascular, em contato direto com os tecidos humanos não colonizados.
II. Semicríticos: são os que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas.
III. Não críticos: são aqueles que entram em contato com a pele íntegra ou não entram em contato direto com o paciente.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que são exemplos de produtos para saúde: 
Alternativas
Q3338481 Enfermagem
Atualmente as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) estão intimamente relacionadas ao tema segurança do paciente, exercendo forte pressão sobre as organizações de assistência à saúde. São consideradas eventos adversos que geram várias consequências deletérias, como elevação dos custos da assistência, aumento do tempo de internação, aumento da morbidade e da mortalidade.
Diversas instituições públicas e privadas, internacionais e nacionais, somam esforços publicando orientações para a prevenção e o controle das infecções, norteando ações básicas a serem adotadas pelos profissionais da saúde. No ambiente do centro cirúrgico os profissionais de saúde se deparam com a necessidade de utilizar as precauções padrão, assim como as precauções com base em transmissão. São equipamentos de proteção individual utilizados na proteção padrão: 
Alternativas
Q3338480 Enfermagem
O papel do enfermeiro na sala de Recuperação pósanestésica (SRPA) é imprescindível, sendo fundamental na garantia de um cuidado seguro no momento pós-operatório, sendo assim possui como atribuições: A admissão do paciente; monitoramento hemodinâmico; checagem de curativos, drenos e cateteres; instalação de medicamentos e drippings, de acordo com a gravidade do paciente; avaliação contínua e transferência para a unidade de internação ou residência de acordo com o tipo de intervenção cirúrgica. É de suma importância que o enfermeiro aplique o índice de Aldrete e Kroulik. Esse índice baseia-se na avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso central e muscular.
No caso pacientes ambulatoriais como a alta se dará para a residência, aplica-se o índice de Aldrete e Kroulik ampliado, que consiste na: 
Alternativas
Q3338479 Enfermagem
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC) nasceu em setembro de 1991, com a missão de “colaborar com o desenvolvimento técnico-científico e divulgar as melhores práticas para atuação da enfermagem perioperatória, além de propor recomendações referentes às áreas de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização”. As publicações trimestrais da Revista da SOBECC e a publicação das Práticas Recomendadas, periodicamente revisadas, atualizadas e reeditadas, são meios que ajudam a atingir essa missão.
Apesar das recomendações da AORN e da SOBECC em relação à adoção de um modelo de assistência para nortear as ações dos enfermeiros no Centro Cirúrgico (CC), a grande maioria dos CC dos hospitais brasileiros ainda não adota um modelo formal.
Em 2009, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) publicou a Resolução n. 358, que determina a utilização do Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE) em todas as instituições de saúde (públicas e privadas), em que ocorre o cuidado profissional de enfermagem. Essa resolução estimula a implantação do Processo de Enfermagem (PE) pelos enfermeiros que atuam no Centro Cirúrgico nos três períodos de experiência cirúrgica (período pré-operatório imediato; período transoperatório; e período pós-operatório imediato), desenvolvendo as seguintes etapas: 
Alternativas
Q3338478 Enfermagem
Terminologia cirúrgica é o conjunto de termos que expressam o segmento corpóreo afetado e a intervenção realizada para tratar a afecção. A utilização de uma terminologia apropriada fornece definição de termos cirúrgicos, descreve os tipos de cirurgias e facilita o preparo de instrumentais e equipamentos para cada tipo de procedimento cirúrgico.

I. Prefixo Colo - Relativo ao cólon. II. Prefixo Colpo - Relativo à cartilage. III. Prefixo Entero - Relativo ao intestino delgado IV. Prefixo Espleno - Relativo à vesícula V. Sufixo Bradi - Lento VI. Sufixo Cele - Relativo tumor; hérnia

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338477 Enfermagem
De acordo com a duração do ato cirúrgico, as cirurgias são classificadas em porte I, porte II, porte III e porte IV. Geralmente, quanto maior a duração do procedimento, maior é o porte da cirurgia e maior o risco de o paciente apresentar complicações no período pós-operatório. O tempo de duração das cirurgias com base no porte cirúrgico, podemos afirmar:

I. Cirurgias de porte I têm até 2 horas de duração. II. Cirurgias de porte II duram, em média, de 2 a 4 horas. III. Cirurgias de porte III têm duração de 4 a 6 horas. IV. Cirurgias de porte IV são aquelas cuja duração ultrapassa 6 horas.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
Alternativas
Q3338476 Enfermagem
O sistema de eletro cirurgia monopolar é um equipamento composto de gerador, eletrodo ativo e eletrodo dispersivo (eletrodo de retorno). Nesse modelo, a corrente elétrica retorna para o gerador em vez de ser devolvida ao fio terra, após ter atravessado o corpo do paciente. Caso a placa se desconecte durante o procedimento, um sistema de segurança faz com que o gerador deixe de enviar a corrente, evitando queimaduras na pele do paciente. Portanto, é de crucial importância o papel do enfermeiro na prevenção de eventos adversos na utilização da placa neutra ou eletrodo dispersivo. A esse respeito, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3338475 Enfermagem
A expressão tempos de cirurgia caracteriza a sequência de procedimentos utilizada na manipulação dos tecidos e vísceras durante o ato operatório, sendo identificada por quatro tempos básicos, são eles respectivamente:
Alternativas
Q3338474 Enfermagem
Com o avanço tecnológico e a evolução do edifício hospitalar, especificamente na CME - a partir das últimas décadas do século XX - surgiu a necessidade de um aprimoramento das técnicas e dos processos de limpeza, preparo, esterilização e armazenamento de materiais e roupas. Como consequência, a CME torna-se centralizada, com a supervisão de um enfermeiro e passa a ser definida como uma unidade de apoio técnico a todas as unidades assistenciais, responsável pelo processamento dos materiais, como instrumental e roupas cirúrgicas e a esterilização dos mesmos. De acordo com a RDC nº. 50 (ANVISA, 2004), as condições ambientais necessárias ao auxílio do controle da infecção de serviços de saúde dependem de pré-requisitos de diferentes ambientes existentes na CME e suas atividades.

I. Área de lavagem e descontaminação: Receber, conferir e anotar a quantidade e espécie do material recebido; desinfetar e separar os materiais; verificar o estado de conservação do material; proceder a limpeza do material e encaminhar o material para a área de preparo.
II. Área de preparo de materiais: Revisar e selecionar os materiais, verificando suas condições de conservação e limpeza; preparar, empacotar ou acondicionar os materiais e roupas a serem esterilizados e encaminhar o material para esterilização devidamente identificado.
III. Área de esterilização: Executar o processo de esterilização das autoclaves, conforme instruções do fabricante: observar os cuidados necessários com o carregamento e descarregamento das autoclaves; fazer o controle microbiológico e de validade dos produtos esterilizados e manter junto com o serviço de manutenção, os equipamentos em bom estado de conservação e uso.
IV. Área de armazenagem e distribuição de materiais e roupas esterilizados: Estocar o material esterilizado; proceder à distribuição do material às unidades e registrar saída do material.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: 
Alternativas
Q3338473 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
Os primeiros Centros Cirúrgicos (CC) surgiram na Antiguidade, com a finalidade de facilitar o trabalho da equipe médica. Somente na era moderna houve a centralização das salas de cirurgia e de áreas comuns do CC, como lavabos, vestiários e laboratórios.
Com o desenvolvimento de técnicas cirúrgicas e a crescente demanda de materiais, houve a necessidade de centralizar as atividades de preparo, esterilização, armazenamento e distribuição em um único local; surgindo assim, a Unidade de Centro de Material ou o Centro de Material e Esterilização (CME).
Consideramos que a Unidade de Centro Cirúrgico é composta pelo CC propriamente dito, pela Recuperação Anestésica (RA) e pelo CME. A tendência atual é desvincular o CME do ambiente físico do CC, pois ele processa materiais para todas as unidades da instituição. No Brasil, o Ministério da Saúde (MS) define o CC como um “conjunto de elementos destinados às atividades cirúrgicas, bem como à recuperação anestésica”, e pode ser considerado uma organização complexa, em virtude de suas características e da assistência especializada. Com base nessas premissas podemos afirmar como (V) verdadeiras ou (F) falsas:

I. O Centro Cirúrgico é caracterizado como um sistema sociotécnico-estruturado, administrativo e psicossocial, que está localizado dentro de uma estrutura hospitalar, sendo considerado uma das unidades mais complexas do hospital, seja pela sua especificidade, seja pela presença constante de estresse e a possibilidade de riscos à saúde inerentes a essa modalidade terapêutica.
II. Para que a estrutura do Centro Cirúrgico funcione adequadamente e atinja as metas a que se propõe, não é necessário a integração com as unidades que atuam como serviços de apoio ou de suporte; sendo assim deverá haver fisicamente na UCC serviços exclusivos como: banco de sangue, laboratório, serviço de anatomia patológica, radiologia, farmácia, suprimentos/ almoxarifado, transporte, fornecedores, e engenharia/ manutenção; além de serviços terceirizados, como esterilização por métodos específicos, limpeza e lavanderia, entre outros.
III. O Centro Cirúrgico ambulatorial é a unidade responsável por proporcionar condições materiais e humanas para a realização de procedimentos anestésico-cirúrgicos em pacientes externos, ou seja, aqueles que, na maioria das vezes, vieram diretamente de casa e que, portanto, não estão internados na instituição hospitalar.
IV. A Sala de Recuperação Pós Anestésica é o local onde o paciente submetido ao procedimento anestésico cirúrgico deve permanecer, sob observação e cuidados constantes da equipe de enfermagem, até que haja recuperação da consciência, estabilidade dos sinais vitais, prevenção das intercorrências do período pós-anestésico e/ou pronto-atendimento.
V. Segundo a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) n. 50, de 21 de fevereiro de 2002, do Ministério da Saúde, a Sala de Recuperação Pós Anestésica deve estar localizada longe das Salas Operatórias, permitindo que o cuidado seja eficiente, sem interferência da equipe cirúrgica para qualidade e segurança do processo pós-operatório imediato. 
VI. O centro de material e esterilização (CME), no contexto da assistência ao paciente, se enquadra como uma unidade funcional destinada ao processamento de produtos para a saúde. Esse processamento engloba um conjunto de ações, como a pré-limpeza, seguindo para etapas relacionadas à recepção, secagem, avaliação da integridade e da funcionalidade, preparo, esterilização, armazenamento e distribuição para as unidades consumidoras.

As afirmativas I, II, III, IV, V e VI são: 
Alternativas
Q3338472 Enfermagem
No Centro Cirúrgico, um técnico de enfermagem verifica a indicação da instalação de uma sonda vesical de demora em um bebê, sem que haja urgência ou emergência. Prontamente, e sem contactar o enfermeiro responsável, ele realiza o procedimento. Diante desse cenário, o conceito ético que melhor descreve a ação do técnico de enfermagem é: 
Alternativas
Q3338471 Enfermagem
A Enfermagem é comprometida com a produção e gestão do cuidado prestado nos diferentes contextos socioambientais e culturais em resposta às necessidades da pessoa, família e coletividade. Atua com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais, técnico-científico e teórico-filosófico. Considerando o Código de Ética do Profissional de Enfermagem é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
581: D
582: E
583: X
584: X
585: C
586: A
587: E
588: D
589: X
590: D
591: A
592: C
593: A
594: E
595: C
596: A
597: X
598: E
599: E
600: E