Questões de Concurso
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- Etapa W: exploração de repertórios culturais infantis, (brincadeiras, cantigas, imagens do cotidiano), experimentação livre e orientada com materiais variados, (argila, tintas, sucatas limpas, tecidos), com registros simples de processos, (falas, fotografias, desenhos).
- Etapa X: produção de pequenas mostras comentadas na escola, com documentação pedagógica mais sistemática, (cadernos de artista, legendas autorais, áudios), primeiras decisões coletivas sobre o que expor.
- Etapa Y: encontros de criação com fazedores de cultura do território, (artesã, grafiteiro, musicista), estudo de referências locais e de outras tradições, curadoria coletiva com critérios explicitados, (variedade de materiais, intencionalidade, diálogo com o público).
- Etapa Z: realização de obra ou instalação colaborativa em espaço público da escola/comunidade, (p. ex., instalação sonora-visual), com planejamento de mediação cultural, cuidados éticos, (direitos de imagem/autoria) e avaliação formativa do processo.
Considerando a coerência pedagógica entre 1º, 2º, 3º e 4º anos e a crescente autoria na produção cultural das crianças, assinale a alternativa que apresenta a ordenação mais adequada dessas etapas ao longo do ciclo (do 1º para o 4º ano).
I- A organização de responsabilidades rotativas (ajudante do dia, monitor da biblioteca, cuidador da horta), com critérios explícitos e participação das crianças, favorece sentimento de pertencimento, reconhecimento de papéis sociais e exercício responsável da tomada de decisões.
II- Restringir escolhas e padronizar respostas para “evitar conflitos” constitui estratégia pedagógica adequada para promover autorregulação e autonomia, pois reduz a necessidade de mediação docente.
III- A mediação com andaimagem (apoio intencional e temporário) seguida de retirada gradual do suporte, em atividades de autocuidado, organização do espaço e resolução de conflitos, é coerente com o desenvolvimento progressivo da autonomia.
IV- A autonomia é um resultado espontâneo da maturação; por isso, intervenções sistemáticas (registros, rodas de negociação, coautoria de combinados) são desnecessárias e podem ser dispensadas.
I- Avaliação Somativa: Realizada ao final de um período letivo, como um trimestre ou ano escolar, tem o objetivo de verificar o desempenho do estudante. Através de provas e exames, os resultados são utilizados para decidir sobre a aprovação ou reprovação do aluno.
II- Avaliação Diagnóstica: Realizada no início de um período, esta avaliação visa identificar as habilidades e dificuldades dos estudantes. É uma ferramenta essencial para o planejamento das aulas, permitindo ao professor adaptar seu ensino às necessidades específicas dos alunos.
III- Avaliação Formativa: Esta função acompanha o desenvolvimento dos estudantes ao longo do período letivo. Realizada de forma contínua, através de atividades, trabalhos e participação em aula, permite fornecer feedback imediato e orientações para melhorias. A avaliação formativa é central para o processo de aprendizagem, pois promove a reflexão e o ajustamento contínuo das práticas pedagógicas.
IV- A avaliação institucional abrange tanto a avaliação interna quanto a externa das instituições de ensino. A avaliação interna é conduzida pela própria instituição e visa identificar pontos fortes e fracos no processo educativo, possibilitando a implementação de melhorias contínuas.
Estamos discorrendo a obra:
Falando-se sobre versificação, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I- Há casos em que o final de um verso não coincide com o final de um segmento sintático, de maneira que o verso só termina no verso seguinte. Esse tipo de ligação entre os versos chama-se enjambement ou encadeamento.
II- Os versos são classificados de acordo com o número de sílabas poéticas que possuem: monossílabo, dissílabo, trissílabo, tetrassílabo, pentassílabo, hexassílabo, heptassílabo, octossílabo, eneassílabo, decassílabo, hendecassílabo, dodecassílabo, verso bárbaro, (com mais de doze sílabas poéticas).
III- O verso decassílabo pode ser heroico ou sáfico. O decassílabo heroico possui a acentuação tônica principal na 6ª e 10ª sílabas. O decassílabo sáfico, na 4ª, 8ª e 10ª sílabas.
IV- O verso alexandrino pode ser clássico ou moderno. O alexandrino clássico possui acentuação tônica principal na 6ª e 12ª sílabas. O alexandrino moderno, na 4ª, 8ª e 12ª sílabas, ou na 3ª, 6ª, 9ª e 12ª sílabas.
Texto para a questão.
"O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro o mundo como ele pode ser: uma outra globalização. [...] Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. [...] De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente torna-se crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade de vida."
(Adaptado de SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 9-10.).
Texto para a questão.
"O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro o mundo como ele pode ser: uma outra globalização. [...] Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. [...] De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente torna-se crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade de vida."
(Adaptado de SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 9-10.).
Texto para a questão.
"O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal como ele é: a globalização como perversidade; e o terceiro o mundo como ele pode ser: uma outra globalização. [...] Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. [...] De fato, para a grande maior parte da humanidade a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. O desemprego crescente torna-se crônico. A pobreza aumenta e as classes médias perdem em qualidade de vida."
(Adaptado de SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 9-10.).