No campo da Tradução e Interpretação de
Língua Brasileira de Sinais–Língua Portuguesa, os
estudos sobre equivalência têm superado concepções
essencialistas e mecanicistas de correspondência
linguística, orientando-se por paradigmas discursivos,
construcionistas e socioculturais. Considerando as
contribuições de Mona Baker, Anthony Pym, Ronice
Müller de Quadros e Thoma Bello, assinale a alternativa
que expressa uma compreensão crítica, atualizada e
epistemologicamente complexa acerca da noção de
equivalência em contextos intermodais: