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Q4242119 Geografia
Considerando-se os resultados do Censo Demográfico 2022, para o Município de Santana de Parnaíba, divulgados pelo IBGE, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4242118 Geografia
O Estreito de Ormuz constitui umas das principais passagens marítimas do mundo, conectando o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, além de constituir uma das principais rotas de circulação internacional de petróleo, gás natural e outros insumos estratégicos.
A posição geográfica do Estreito de Ormuz torna essa área estratégica por quê?
Alternativas
Q4242117 Geografia
O planeta foi completamente unificado e ficou "pequeno" pela primeira vez na história da humanidade, mostrando-se como sistema fechado, (não mais aberto ou "infinito").”
A ideia expressa no trecho refere-se, principalmente, ao processo de: 
Alternativas
Q4242116 Geografia
Segundo Antonio Carlos Robert Moraes, (2005), Paul Vidal de La Blache concebeu o objeto da Geografia como a relação entre sociedade e natureza sob a perspectiva da paisagem. Para o autor, o ser humano sofre influências do meio natural, mas também atua sobre ele, transformando-o. Nesse contexto, assinale a alternativa que expresse, corretamente, uma característica do pensamento de Vidal de La Blache.
Alternativas
Q4241860 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se do texto que, com o aumento da industrialização no interior do País, as metrópoles deixaram de ser polos industriais.
Alternativas
Q4241859 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Segundo o estudo mencionado no texto, o Brasil voltou a apresentar crescimento industrial, em um fenômeno denominado neoindustrialização.
Alternativas
Q4241857 Geografia

Texto para o item.



Por que tantas indústrias estão trocando

as capitais pelo interior do Brasil


    Entre os estados com maior número de empregos na indústria de transformação, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Ceará e Bahia tiveram os movimentos de interiorização mais significativos nas últimas quatro décadas, com movimentos mais leves em Santa Catarina e Paraná, revela estudo recém‑publicado pelo Núcleo de Economia Regional e Urbana da Universidade de São Paulo (Nereus/USP), de autoria dos economistas Paulo Morceiro e Milene Tessarin. Morceiro e Tessarin utilizaram dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para analisar o peso da indústria no emprego formal total do Brasil. Eles traçaram um retrato inédito da contribuição das diferentes esferas geográficas na desindustrialização do Brasil, com uma série de dados longa e contínua, de 1985 a 2022 – e confirmaram com números uma “neoindustrialização” do país puxada pelas cidades do interior.


    Os dados mostram, por exemplo, que cresceu a representatividade dos estados do Centro‑Oeste na produção industrial, puxada pelo agronegócio, enquanto três regiões metropolitanas com forte tradição no setor (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre) foram responsáveis sozinhas por 70% da desindustrialização que o Brasil sofreu nas últimas décadas. Segundo Morceiro, parte desse fenômeno é explicado por uma crescente concentração populacional e sobrecarga da infraestrutura de áreas urbanas, que eleva os custos operacionais das indústrias, criando desvantagens que superaram os benefícios de se estar em áreas densamente ocupadas. Isso levou a uma “fuga de indústrias” para regiões menos concorridas.


    “Terrenos e galpões industriais ficam muito caros, o custo de mão de obra cresce muito, tem que pagar aluguel mais caro, a comida fora de casa é mais cara para o trabalhador, que demora mais tempo para chegar à fábrica devido aos congestionamentos”, exemplifica Morceiro, um dos principais estudiosos da indústria e da desindustrialização no Brasil. “O pessoal se organiza muito mais fácil, então os sindicatos são mais fortes. Tudo isso é custo para a empresa”, diz ele.


    Nesse cenário, setores como o automobilístico, antes muito concentrado no ABC Paulista – polo industrial tradicional da Região Metropolitana de São Paulo –, agora florescem em outras partes do Brasil.


Internet: (com adaptações).



Em relação às ideias do texto, julgue o item a seguir.

Infere‑se das ideias do texto que o Brasil passou a ter cenário industrial mais descentralizado.
Alternativas
Q4237498 Geografia

O gráfico abaixo apresenta o quantitativo de refugiados por país para o ano de 2020.


q_geo.png (699×321)


Fonte: IBGE, 2021.


A respeito dos países apresentados no gráfico, assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Q4237497 Geografia
Conforme o IBGE (2026), são características do relevo do Brasil, EXCETO:
Alternativas
Q4237495 Geografia
Sobre a cartografia, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Os mapas sempre representam os interesses e os objetivos de quem os faz, e essa particularidade pode se aproximar ou literalmente se afastar da realidade que está sendo representada.
( ) Através da cartografia, estudos de ordem ambiental, social e econômica e de saúde, entre outros, podem ser representados espacialmente, tornando mais eficaz o seu entendimento.
( ) A cartografia se utiliza de mapas, plantas ou cartas para representar toda e/ou parte da superfície terrestre.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4234208 Geografia

Acerca da população do estado de Alagoas e dos municípios alagoanos, julgue o item a seguir. 


A distribuição da população alagoana em relação a moradia em área urbana ou rural é desigual, cerca de 58% reside em áreas rurais, e a maioria dos municípios se encontra na região de influência da metrópole de Salvador.

Alternativas
Q4234207 Geografia

Acerca da população do estado de Alagoas e dos municípios alagoanos, julgue o item a seguir. 


O agreste e o sertão são duas regiões alagoanas de baixíssima concentração demográfica, uma vez que as atividades econômicas como turismo, extrativismo mineral de petróleo e gás, atividades comerciais e serviços concentram-se, principalmente, na região metropolitana de Maceió.

Alternativas
Q4234204 Geografia

Julgue o item subsequente, acerca dos três grandes conjuntos territoriais que formam o estado de Alagoas: litoral ou zona da mata, agreste e sertão.


Com clima tropical úmido, solo fértil e importantes atividades econômicas, como o turismo, a agroindústria canavieira, a agricultura diversificada e o setor de serviços, a zona da mata, localizada no litoral, é a região mais urbanizada e povoada do estado de Alagoas.

Alternativas
Q4234042 Geografia

Acerca do percurso do rio São Francisco, no estado de Alagoas, julgue o item a seguir. 


O percurso do rio São Francisco em Alagoas corresponde ao alto curso da bacia hidrográfica, pois é o trecho mais próximo da foz no oceano Atlântico.

Alternativas
Q4231930 Geografia
O interior do estado do Paraná é fortemente caracterizado pela agricultura. O escoamento das safras de soja e milho até os portos e cooperativas movimenta a economia e exige uma complexa infraestrutura logística. O transporte de cargas realizado especificamente por caminhões, carretas e maquinários, que trafegam através de rodovias asfaltadas e estradas de terra, é classificado na geografia como pertencente a qual modal de transporte? 
Alternativas
Q4231929 Geografia
No Paraná, questões importantes para a população que vive no interior, como o transporte de pacientes da saúde ou a busca de insumos e maquinários, exigem viagens frequentes para cidades maiores que funcionam como polos de serviços. Para organizar a geografia e o planejamento do país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) agrupa os municípios em regiões que se organizam em torno de uma cidade principal. Oficialmente, o município de Ariranha do Ivaí pertence a qual Região Geográfica Intermediária do estado do Paraná? 
Alternativas
Q4231805 Geografia
A formação econômica de Amélia Rodrigues esteve historicamente associada à cultura da cana-de-açúcar. Na atualidade, contudo, a análise do desenvolvimento municipal deve considerar também sua inserção regional, sua base urbana e a articulação entre agricultura, comércio, serviços e administração pública. A respeito dessa dinâmica, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4231576 Geografia
A história econômica de Amélia Rodrigues foi marcada pela cultura da cana-de-açúcar, atividade associada à formação dos antigos engenhos e ao crescimento do povoado da Lapa. Considerando essa formação histórica e as possibilidades contemporâneas de desenvolvimento municipal, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q4231575 Geografia
Uma empresa avalia a instalação de um centro de distribuição em Amélia Rodrigues e considera, entre outros fatores, a posição do Município no território baiano e sua proximidade com importantes centros urbanos. Com base nas características geográficas e regionais do Município, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4230505 Geografia
Sobre a produção de energia no Brasil, especificamente aquela relativa ao estado de Pernambuco, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
321: B
322: A
323: C
324: C
325: E
326: E
327: C
328: C
329: A
330: A
331: E
332: E
333: C
334: E
335: B
336: A
337: E
338: D
339: A
340: B