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Sobre história
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Observe a imagem abaixo:

A imagem exibe a queima de café no Brasil, em 1931. Sabendo disso, pode-se analisar que a queima do café foi uma ação adotada durante o Governo Provisório de Getúlio Vargas com o intuito de: Análise as assertivas abaixo :
I- punir os cafeicultores que apoiaram Júlio Prestes.
II- substituir a produção de café por trigo e soja.
III- diminuir os estoques e aumentar o preço do produto.
IV- desativar as ferrovias e rodovias que transportavam café.
V- implementar a Política do Café com Leite no Brasil.
Da análise das assertivas temos:
REVOLUÇÃO de 1930. Disponível em: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/a nos20/Revolucao30 Acesso em: 20 jan. 2022.
O processo eleitoral de 1930 teve como ganhador Júlio Prestes, porém a Aliança Liberal alegou fraude no pleito. Sabendo disso e tendo como base o texto, podese afirmar que outro fator que incendiou a escalada de um movimento revolucionário no Brasil, em 1930, foi:
FAUSTO,Boris. História do Brasil. Disponível em:<https://www.intaead.com.br/ebooks1/livros/hist%F3ria/12.Hist%F3ria%20do%20Brasil%20-%20Boris%20Fausto%20(Col%F4nia).pdf>. Acesso em: 16 FEV. 2022.
Considerando a colonização europeia na América e tendo como base o texto, pode-se afirmar que o mercantilismo, vigente na Europa entre os séculos XV e XVIII, incentivou a prática de:
CARVALHO, Leandro. Darwinismo social e imperialismo no século XIX. Disponível em:https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/ darwinismo-social-imperialismo-no-seculo-xix.htm. Acesso em: 18 fev. 2022.
O texto apresenta uma breve introdução à temática do darwinismo social, teoria utilizada durante o processo de expansão neocolonial para:
I – Apesar das pressões externas e internas, o governo de D. Pedro II e a elite imperial defendiam a abolição imediata da escravidão, a qual não deveria ser feita de forma gradual, ou seja, por meio das chamadas leis abolicionistas.
II – Na década de 1880, a luta pela abolição da escravidão ganhou corpo. Nesse período, foi fundado, em São Paulo, o denominado Clube do Cupim, que teve forte influência na aprovação da Lei do Ventre Livre.
III – Sob forte pressão popular, o governo imperial, exercido na época por D. Pedro II, assinou a Lei Áurea, que declarava extinta a escravidão no Brasil, com direito à indenização aos senhores e aos escravizados.
“De um traço de pena se legisla que não existe mais tal propriedade [o escravo] (...) enfim senhores, decreta-se que neste país não há propriedade, que tudo pode ser destruído por meio de uma lei, sem atenção nem a direitos adquiridos, nem a inconvenientes futuros!”. Com estas palavras inflamadas João Mauricio Wanderley, o Barão de Cotegipe, líder da bancada escravagista no Senado, criticou a Lei Áurea em 12 de maio de 1888, às vésperas de sua aprovação. O parlamentar baiano aproveitou a sessão que discutia a abolição para lançar mão de um discurso de medo, associando a libertação dos escravos a uma temida reforma agrária. “Sabeis quais as consequências? Não é segredo: daqui a pouco se pedirá a divisão das terras, do que há exemplo em diversas nações, desses latifúndios, seja de graça ou por preço mínimo, e o Estado poderá decretar a expropriação sem indenização!”
O Barão de Cotegipe traçou na tribuna do Senado um quadro de grave crise social e econômica caso a Lei fosse aprovada. “Tenho conhecimento das circunstâncias da nossa lavoura, especialmente das províncias de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, e afianço que a crise será medonha. A verdade é que há de haver uma perturbação enorme na paz durante muitos anos”.
Alguns parlamentares defensores da escravidão tentaram dar um verniz humanista ao seu posicionamento conservador. “A proposta que se vai votar é inconstitucional, antieconômica e desumana”, afirmou o senador Paulino de Souza, em 12 de maio. Para Souza, ele mesmo um proprietário rural, a Lei Áurea era desumana “porque deixa expostos à miséria e à morte os inválidos, os enfermos, os velhos, os órfãos e crianças abandonadas da raça que quer proteger”, que uma vez libertos não contariam mais com a proteção do seu senhor.
O senador lança mão de uma comparação com a Revolução Francesa, que pôs fim à monarquia no país europeu, e aproveita para alfinetar seus colegas conservadores que apoiam a Lei: “Esse governo revolucionário [da França] não se animou a praticar o que em plena tranquilidade e em uma época regular, vai-se em poucas horas, praticar no Brasil, não sob a direção, mas com a cumplicidade de homens políticos que se dizem conservadores”. De acordo com Souza, “o Governo regular do Brasil que, em contraposição àquele Governo revolucionário, faz decretar, de um dia para outro, a abolição imediata, pura e simples, sem uma garantia para os proprietários, espoliando-os da propriedade legal”.
ALESSE, Gil. O discurso de medo na sessão do Senado que aprovou a abolição. El País: 2019. In: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/15/politica/1573824412_841710.html (acesso em 14/11/2022).
Sobre a Primeira República e a Revolução de 1930, assinale a alternativa correta acerca das seguintes assertivas:
I - A Primeira República foi iniciada com a Proclamação da República, que aconteceu no dia 15 de novembro de 1889, e encerrou-se com o golpe militar de 1964.
II - Nos anos 1920, um grupo de militares liderados por capitães e tenentes do Exército recorreu às armas para expressar seu descontentamento com o tratamento que as oligarquias davam às Forças Armadas e, ao fazê-lo, expressou também a insatisfação de parcelas da população com a situação política do país. Esse movimento, conhecido como a Revolta de Canudos, tinha objetivos amplos: defender os interesses nacionais e moralizar a política do país combatendo a corrupção eleitoral.
III - Envolta num clima de heroísmo, a Revolta dos 18 do Forte tornou público o movimento tenentista e marcou a volta dos militares à cena política. Além disso, documentou o apoio dos militares aos políticos civis.
I. Dois tipos de revoltas ocorreram no Brasil Colônia: rebeliões de negros contra a escravidão e a revoltas de colonos.
II. A chamada revolta de Beckham foi uma rebelião dos negros da escravidão ocorrida no Estado do Maranhão, estendendo até o Rio Grande no Norte e o Pará.
III. A maioria dos escravos trazidos para o Brasil foram enviados para o Estado da Bahia, proporcionando uma crise de mão de obra em determinadas regiões dos países.
IV. Apesar da crise na relação de trabalho no Brasil Colônia, os Jesuítas foram fundamentais para que não se permitisse o uso da mão de obra indígena de forma forçada, pois a visão humanitária da igreja católica não permitia apoio a esse modo de trabalho escravocrata.
Quais estão corretas?
I. A colonização na América está intimamente ligada à consolidação das monarquias absolutistas que, ao serem sistematizadas, proporcionaram o enriquecimento das metrópoles e da burguesia.
II. Os Estados Europeus Metropolitanos, por meio da colonização das colônias, aceleraram o processo de acumulação de capitais primitivos, explorando as colônias, consolidando excedente para que o mercantilismo e consequentemente o capitalismo se consolidasse.
III. O processo de colonização da América proporcionou consequências diferentes para a Europa e para a América, criando condições para a Inglaterra e a França fazerem a passagem da etapa industrial para a etapa do desenvolvimento.
Quais estão corretas?