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Nesse contexto, quem é Tereza de Benguela?
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/brasil-atual.htm
Apesar de ter ganhado lugar de destaque na história brasileira, José Sarney não era o titular do cargo de presidente, escolhido para governar o país por meio de um Colégio Eleitoral logo após o fim do Regime Militar. Quem era o ocupante principal deste posto, que morreu antes de assumi-lo?
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente os parênteses:
I - O governo de D. João VI beneficiou, sobretudo, a elite da Bahia e de Pernambuco, particularmente os produtores de açúcar e algodão. Esse grupo ascendia sobretudo em razão de privilégios e da obtenção de títulos de nobreza concedidos pelo governo.
II – No Rio de Janeiro, onde estava um dos principais portos do país, as reclamações giravam em torno dos impostos abusivos, do controle do comercio varejista pelos portugueses e da preferência dada aos brasileiros sempre que havia promoção de militares.
III - Diante da política de D. João VI, Salvador passou a ser vista como a “nova Lisboa”, sede da metrópole, centro do poder que oprimia e explorava outras partes do território.
Leia o texto e assinale a opção correta, relativa à época e à característica fundamental da vertente filosófica conhecida como Escolástica.
A Renascença carolíngia teve, no entanto, uma duração relativamente curta. Após a morte de Carlos Magno, seu império foi dividido entre seu filho e os sucessores deste, segundo a lei dos francos, levando a uma nova fragmentação política e gerando grandes conflitos até o Tratado de Verdun (843), que estabeleceu a divisão do império. Esta divisão perdurará, significando a separação entre o território da França e o do Império que ressurge no final do séc. X com Oto I, incluindo parte da Alemanha, o norte da Itália e a Áustria. É, portanto, apenas em torno dos sécs. XI-XII que assistimos ao surgimento da assim chamada “escolástica”, como ficou conhecida a filosofia medieval a partir de então.
MARCONDES, D. Iniciação à História da Filosofia, p. 128, Rio de Janeiro, Zahar: 2015, 13a. ed