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Q3524488 História
Analise o texto a seguir.

    Um dos desafios que se coloca no Ensino Fundamental é a necessidade de estudantes e professores assumirem uma “atitude historiadora”.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista. São Paulo: SEDUC, 2019. Adaptado)

O termo “atitude historiadora”, no Currículo Paulista, refere-se
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Q3524487 História
Considere o texto a seguir.

    O trabalho escravo mantém-se como significante, mas com significado diverso. Trata-se de conceito com conteúdo mutável como são todas as definições jurídicas em geral. Não se trata de conceito neutro, mas algo que tem contornos definidos de acordo com o momento histórico em que se localiza.
(CAVALCANTI, Tiago Muniz. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)

No texto, o autor defende a
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Q3524485 História
Considere o texto a seguir.

    Foi somente naquele contexto que o então presidente, em pronunciamento à nação transmitido pelo rádio, reconhece formalmente a existência de trabalho escravo contemporâneo no território brasileiro e dá início às primeiras iniciativas de combate a esse ilícito de maneira organizada pelo Estado.
(CAVALCANTI, Tiago Muniz. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)

O texto refere-se às ações de combate ao trabalho escravo tomadas pelo presidente
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Q3524484 História
Examine o texto a seguir.

    Durante o período da ditadura civil-militar, não foram poucos os conglomerados, nacionais e estrangeiros, que, com apoio – inclusive financeiro – do governo federal, promoveram a derrubada da floresta, a formação de latifúndios e toda a sorte de danos ambientais e sociais na Amazônia brasileira, com a exploração indiscriminada de trabalhadores escravizados. À época, já se enunciava uma suposta contradição: empresas que investiam e desenvolviam tecnologia avançada em sua produção, como a Volkswagen, utilizavam-se de trabalho escravo para, de maneira rudimentar, promover a derrubada da floresta e o preparo de pastagens.
(CAVALCANTI, Tiago Muniz. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem. Veredas do Direito, Belo Horizonte, Dom Helder, v. 20, 2023. Adaptado)

O texto destaca
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Q3524483 História
Observe o texto a seguir.

     Se olharmos para o esqueleto e não apenas para a nova face e as novas roupagens do Ocidente no século XX, encontraremos muito da Idade Média. Ainda que popularmente pouco entendida e percebida, ela está presente no cotidiano dos povos ocidentais, mesmo daqueles que como nós, na América, não tiveram um “período medieval”. É verdade que há tendência a se creditar muitas dessas características a outros momentos históricos (Grécia clássica, Modernidade), mas isso se deve ao enraizamento do preconceito em relação à Idade Média. Ainda agora, na passagem do século XX ao XXI, vivemos no Ocidente muito ligados à herança medieval.
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

Entre os aspectos relacionados às heranças medievais no Ocidente contemporâneo, é possível reconhecer a União Europeia
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Q3524482 História
Leia o texto a seguir.

    A recuperação da crise do século XIV deu-se em novos moldes, estabeleceu novas estruturas, porém ainda assentadas sobre elementos medievais: o Renascimento (alicerçado no Renascimento do século XII), os Descobrimentos (continuadores das viagens dos normandos e dos italianos), o Protestantismo (sucessor vitorioso das heresias) e o Absolutismo (consumação da centralização monárquica).
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

O trecho descreve a passagem do mundo medieval para o mundo moderno, destacando
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Q3524481 História
Considere o texto a seguir.

     O período que se estendeu de princípios do século IV a meados do século VIII, sem dúvida, apresenta uma feição própria, não mais “antiga” e ainda não claramente “medieval”. Apesar disso, talvez seja melhor chamá-lo de Primeira Idade Média do que usar o velho rótulo de Antiguidade Tardia, pois nele teve início a convivência e a lenta interpenetração dos três elementos históricos que comporiam todo o período medieval. Elementos que, por isso, foram chamamos de Fundamentos da Idade Média: herança romana clássica, herança germânica e cristianismo.
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

Para o autor, o cristianismo foi o principal elemento que
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Q3524480 História
Examine o texto a seguir.

    A “Idade Média” teria sido uma interrupção no progresso humano, inaugurado pelos gregos e romanos e retomado pelos homens do século XVI. Ou seja, também para o século XVII os tempos “medievais” teriam sido de barbárie, ignorância e superstição. Os protestantes criticavam-nos como época de supremacia da Igreja Católica. Os homens ligados às poderosas monarquias absolutistas lamentavam aquele período de reis fracos, de fragmentação política. Os burgueses capitalistas desprezavam tais séculos de limitada atividade comercial.
(FRANCO JUNIOR, Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2001. Adaptado)

Na perspectiva renascentista,
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Q3524479 História
Observe o texto a seguir.

    A Lei n° 10.639, de 9 janeiro de 2003, também acrescenta que o dia 20 de novembro (considerado dia da morte de Zumbi) deverá ser incluído no calendário escolar como dia nacional da consciência negra, tal como já é comemorado pelo movimento negro e por alguns setores da sociedade.
(MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

O texto estabelece uma relação entre passado e presente ao aproximar a
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Q3524478 História
Analise o texto a seguir.

    Para enfrentar os holandeses, que foram expulsos em 1654, os portugueses ofereceram a liberdade (ou alforria) aos escravizados que lutassem contra os invasores. Muitos deles aproveitaram essa situação e, ao invés de lutar, fugiram para Palmares. Mas outros, como Henrique Dias, tornaram-se heróis na luta contra os holandeses e participaram de expedições de ataques aos quilombos.
(MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

A história de Henrique Dias evidencia
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Q3524477 História
Leia o texto a seguir.

    A luta contra o racismo começa a se dar juntamente com a luta do trabalhador contra a exploração capitalista. Novos contornos surgem na relação entre raça e classe social. Os negros começam a denunciar que a exploração socioeconômica atinge de maneira diferente negros e brancos e que a superação do racismo e da discriminação racial não será alcançada simplesmente com a mudança da situação de classe.
(MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje. São Paulo: Global, 2016. Adaptado)

De acordo com o texto, o movimento negro, no contexto da ditadura militar (1964-1985), reconheceu a importância de
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Q3522785 História
Ao relacionar as duas Guerras Mundiais com a configuração espacial brasileira, qual consequência direta se observa na década de 1940?
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Q3522782 História
No Segundo Reinado, a política externa conhecida como “Questão Christie” é exemplo de:
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Q3522781 História
Ao discutir a Independência do Brasil com perspectiva atlântica, qual fator geopolítico foi decisivo para a aceitação diplomática do novo Império pelas potências europeias?
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Q3522780 História
Durante aula sobre escravidão no século XVIII, qual evidência material indica agência cultural dos africanos escravizados em Minas Gerais?
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Q3522779 História
Ao comparar os modelos de colonização espanhola e portuguesa na América, qual aspecto estrutural explica a maior fragmentação administrativa hispânica?
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Q3522777 História
Ao trabalhar com alunos fontes primárias da Revolução Industrial, qual critério didático garante validação da informação antes de introduzi-la na discussão em sala?
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Q3503397 História
Em seu ofício, o historiador não pode desprezar, como fontes relevantes, os espaços tradicionais que são representativos da memória coletiva. No entanto, além desses espaços tradicionais, despontam outros espaços tão importantes para a elucidação, recomposição dos processos históricos e reconstituição das redes de relações sociais, em parte definidoras e definidas por essa memória coletiva.

Essa descrição refere-se
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Q3503396 História
Leia o excerto a seguir.

“É fácil avaliar a terrível força da engrenagem que se compõe de agências de notícias, agências de publicidade e cadeias de jornais e revistas, sua influência política, sua capacidade de modificar a opinião, de criar e manter mitos ou de destruir esperanças e combater aspirações. [...] Sem considerar esses dados, que a fria realidade apresenta, é impossível, entretanto, discutir problemas como o da liberdade de imprensa, aspecto parcial do problema da liberdade de pensamento.”

(SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa brasileira. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1966. Col. Retratos do Brasil. Vl. 51. P. 6)

Sobre o sistema de comunicação no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3503395 História
Analisando as relações que constituíram, no Brasil, a estrutura de sustentação do poder político durante a República Oligárquica, Faoro (2001, p. 691-692) adverte:

“Sobranceiros os chefes ao eleitorado, passivo e inconsciente na soberania das atas falsas e das eleições a bico-de-pena, libertos de compromissos com os partidos, as decisões políticas obedecem a combinações e arranjos elitários, maquiavélicos. O problema do político era o poder, só o poder, para os chefes e para os Estados, sem programas para atrapalhar ou ideologias desorientadoras.”

(FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Globo. 2001. p. 691-692)

A partir da advertência feita por Faoro, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
1721: C
1722: B
1723: D
1724: E
1725: B
1726: C
1727: B
1728: E
1729: D
1730: C
1731: A
1732: B
1733: C
1734: B
1735: C
1736: B
1737: A
1738: D
1739: A
1740: C