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Disponível em: SANTOS, Paulo Caleb Junior de Lima. Farmácia Clínica & Atenção Farmacêutica: contexto atual, exames laboratoriais e acompanhamento farmacoterapêutico. 2. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2018.
Acerca das principais classes de antibióticos, analise as proposições a seguir: I. Dentre os fármacos inibidores da síntese da parede celular temos os beta-lactâmicos e os macrolídeos. II. As tetraciclinas, lincosaminas e aminoglicosídeos são exemplos de fármacos inibidores da síntese proteica bacteriana. III. As sulfas, associadas ou não ao trimetoprim, são fármacos com função ne inibidor da síntese do folato bacteriano. IV. Dentre os fármacos que atuam no DNA bacteriano encontramos os metronidazois e os glicopeptídeos. É correto afirmar que:
Disponível em: SANTOS, Sibelli Fabrícia Oliveira et al. UM ENLACE DA NEFROLITÍASE COM A ARTRITE GOTOSA. Revista de Ciências da Saúde Nova Esperança, v. 15, n. 1, p. 59-65, 2017.
A respeito do tratamento da gota, assinale a alternativa com proposições corretas:
Disponível em: SECOLI, Silvia Regina et al. Tendência da prática de automedicação entre idosos brasileiros entre 2006 e 2010: Estudo SABE. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 21, p. e180007, 2019.
Tendo em vista que um idoso, hipertenso, utilizando de Captopril 50mg, passou por um processo cirúrgico e utiliza Varfarina 2,5mg como anticoagulante, encontrase passando por um processo gripal com inflamação de garanta, solicita ao farmacêutico o medicamento de venda livre Ibuprofeno, o profissional deverá orientar o idoso a:

Farmacocinética é o termo usado para descrever o percurso de um fármaco no organismo desde que é administrado. A absorção dos fármacos ocorre através de inúmeros mecanismos para exploração e rompimento de barreiras. Uma vez absorvido, o fármaco utiliza sistemas de distribuição dentro do organismo, ao exemplo do sistema linfático e hematopoiético, a fim de alcançar seu órgão-alvo numa concentração apropriada. Disponível em: ZAMITH, Maria Novais Barbosa Forrester. Interação fármaco-nutriente em doentes oncológicos. Ciclo de estudo: 1º Ciclo de Ciências da Nutrição. Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto - Porto, 2019. Assume-se, numa situação hipotética, que três fármacos (X, Y e Z) com a mesma biodisponibilidade, volume de distribuição e depuração foram administrados à um paciente em doses idênticas, conforme gráfico abaixo:
Observando o gráfico acima pode-se dizer que:
I. A interação fármaco-nutriente leva a alteração de mecanismos cinéticos ou dinâmicos, o primeiro diz respeito à disponibilidade do fármaco, absorção, distribuição, metabolismo e excreção, ao passo que o segundo está relacionado ao efeito clínico ou fisiológico do medicamento. II. Uma interação fármaco-alimento clássica é o consumo de dietas ricas em vitamina K, quando da administração de anticoagulantes. Neste evento nota-se o aumento do efeito do fármaco Varfarina, diminuindo o risco do processo tromboembólico e infarto agudo do miocárdio. III. A alteração na absorção dos medicamentos, na interação droga-nutriente, acontece devido à redução do tempo de esvaziamento do trato digestório, ou ainda, pela formação de quelatos, formados a partir da reação com cátions metálicos, presentes nos alimentos, com o fármaco administrado. IV. A maioria dos fármacos administrados por via oral tem sua absorção por difusão ativa assim como a maioria dos nutrientes, logo, processos patológicos gastrintestinais alteram a absorção de ambos caracterizando assim uma alteração fármaco dinâmica.
Assinale a alternativa que corresponde ao julgamento correto das proposições acima:
As vitaminas hidrossolúveis constituem um grupo de compostos estruturalmente e funcionalmente independentes que compartilham uma característica comum de serem essenciais para a saúde e bem-estar. Relacione as colunas e sobre alguns tipos de vitaminas hidrossolúveis e sua ação no metabolismo:
(1) Nicotinamida:
(2) Ácido fólico:
(3) Tiamina:
(4) Biotina:
( ) Reações de carboxilação: carboxilase pirúvica; acetilCoA: malonil-CoA transcarboxilase
( ) Formação e metabolismo de “metila ativa” ou de grupos “mono carbônicos.
( ) Coenzima das desidrogenases de αcetoácidos; piruvato descarboxilase; transcetolase; fosfocetolase.
( ) Óxido-reduções biológicas: transporte de hidrogênio.
Assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Uma das tarefas principais dentro de um laboratório é preparar soluções. Analise as afirmativas abaixo referente a qualidade na técnica de preparo de soluções:
I) Para soluções de soluto sólido, deve-se pesar o soluto em balança analítica, verificando se a mesma encontrase calibrada e nivelada.
II)O recipiente para pesagem solutos líquidos pode ser um bécher, erlenmeyer, vidro de relógio ou naveta, e deve estar limpo e seco.
III) Após a pesagem, o soluto dever• ser transferido quantitativamente, ou seja, totalmente, para a vidraria escolhida: um balão volumétrico ou cilindro graduado.
IV) A homogeneização da solução deve ser feita apoiando o fundo da vidraria com a palma de uma das mãos e segurando firmemente a tampa com a outra.
Estão CORRETAS somente as afirmativas:
Asserção 1: Os Inibidores de Bomba de Prótons (IBP´s) agem bloqueando a etapa final de liberação do ácido gástrico devido à formação de uma ligação dissulfeto (ligação irreversível) entre a forma ativa dos IBP´s e um resíduo de cisteína da próton/potássio ATPase, levando a uma supressão prolongada desta bomba. Por causa dessa ligação covalente, os efeitos inibitórios dos IBP’s duram muito mais tempo que a meia-vida plasmática dele cuja variação é em torno de 1 a 2 horas enquanto que o efeito sobre a secreção ácida pode manter-se até 24 horas, até que aconteça a síntese de uma nova bomba; o efeito máximo é alcançado de 3 a 4 dias. Essa classe se mostra superior, em relação aos outros fármacos que também interferem na secreção gástrica, inibindo cerca de 80-95% das bombas de prótons presentes nas células parietais do estômago. Os IBPs produzem uma supressão ácida significativamente mais eficaz e prolongada do que os antagonistas dos receptores H2 e são capazes de manter o pH intragrástrico superior a 4 por até 16 a 18 h/dia.
Asserção 2: Todos eles são pró-fármacos, os quais precisam de um ambiente ácido para serem convertidos em suas respectivas formas ativas. Posteriormente as mesmas perdem a estabilidade em meio ácido, como o do estômago. Logo, os fármacos são produzidos com um revestimento entérico, que os protegem, a fim de prevenir a ativação prematura do fármaco. Os IBPs deverão ser administrados pelo menos 30 minutos antes da realização da alimentação, pois esta irá estimular a produção da gastrina, que ativará a bomba H+/K+ ATPase tornando o ambiente ácido (pH ~1) possibilitando a ativação do pró-fármaco. As formas farmacêuticas disponíveis no mercado são: injetáveis, comprimidos com revestimento entérico de liberação prolongada, comprimidos de desintegração rápida, cápsulas com grânulos com revestimento entérico de liberação normal e prolongada (pellets). Os que possuem revestimento ou grânulos passam intactos pelo estômago e são dissolvidos pelo pH alcalino do intestino, liberando os fármacos para serem absorvidos. Devido a isso, é importante ter cautela quando se administra uma forma líquida para crianças e pacientes hospitalizados, em que, geralmente, é feito uma solução extemporânea juntamente com o conteúdo das cápsulas (pellets) e uma solução adequada (CHAGAS; MELO; FREITAS, 2020).
Na asserção 1, tem-se a comparação com outro grupo de fármacos, com a mesma indicação terapêutica, que são os “Antagonistas de Receptores H2”. Já na asserção 2, é mencionado o termo “Pró-Fármacos”. O correto mecanismo de ação dos “Antagonistas de Receptores H2” e o verdadeiro conceito de Pró-Fármacos está disposto na opção:
O texto a seguir, segue como referência para a questão. Considerar que o conteúdo se encontra direcionado para a segunda pessoa no singular, usando termos “populares”, para melhor compreensão do leitor, pois trata-se de um texto instrutivo retirado do site da “Sociedade Brasileira de Diabetes”.
Os medicamentos para controle do diabetes estão sempre evoluindo e o médico é a pessoa mais capacitada para indicar aquele que se adapta ao seu perfil. Eles ajudam o pâncreas a produzir mais insulina, diminuem a absorção de carboidratos e aumentam a sensibilidade do organismo à ação da insulina.
Lembrando que nem sempre serão necessários medicamentos por longos períodos: no caso do Diabetes Tipo 2, a mudança no estilo de vida pode ser suficiente. Outra coisa que uma pessoa que acabou de receber o diagnóstico deve saber é que os remédios são modificados ao longo do tempo, de acordo com a idade e com o comportamento da taxa de glicemia.
Às vezes, o controle glicêmico só é obtido com injeções de insulina. Algumas pessoas necessitam receber esta substância ao mesmo tempo em que fazem uso de medicamentos. A frequência com que você recebe insulina depende de quanto o seu corpo ainda produz e de como o seu médico pretende controlar o seu nível glicêmico.
Outra informação relevante: tipos diferentes de insulina têm tempo de ação diferente. Sua equipe médica dirá quanto de cada tipo você necessita e com que frequência. É importante aprender a técnica correta de uso das injeções de insulina e sempre modificar o local do corpo onde são aplicadas, para evitar problemas degenerativos. Os melhores locais são a barriga, exceto a área de 5 cm ao redor do umbigo; região superior das nádegas; face anterior e lateral das coxas; e região lateral e posterior do braço.
A aplicação pode ser feita por meio de seringas, canetas próprias para esse fim e também por meio das bombas de insulina. Algumas delas fazem as duas funções: medem a taxa de glicemia e aplicam a dose indicada pelo usuário. A equipe multidisciplinar poderá ajudá-lo com informações sobre cada métodos, os custos envolvidos e as formas para adquirir os equipamentos.
Os avanços científicos na área possibilitam tratamentos para todos os tipos de casos de diabetes. Esta é uma oportunidade para você prestar mais atenção à sua saúde e adquirir responsabilidades sobre as mudanças.
Fonte: https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/diagnostico-e-tratamento.
Quanto ao tratamento insulínico para o diabetes, apresenta-se a seguinte figura:

Considerando a imagem acima, a alternativa que corretamente preenche a lacuna referente a
validade da receita, de acordo com a Portaria 344/1998, é:
O texto a seguir, segue como referência para a questão. Considerar que o conteúdo se encontra direcionado para a segunda pessoa no singular, usando termos “populares”, para melhor compreensão do leitor, pois trata-se de um texto instrutivo retirado do site da “Sociedade Brasileira de Diabetes”.
Os medicamentos para controle do diabetes estão sempre evoluindo e o médico é a pessoa mais capacitada para indicar aquele que se adapta ao seu perfil. Eles ajudam o pâncreas a produzir mais insulina, diminuem a absorção de carboidratos e aumentam a sensibilidade do organismo à ação da insulina.
Lembrando que nem sempre serão necessários medicamentos por longos períodos: no caso do Diabetes Tipo 2, a mudança no estilo de vida pode ser suficiente. Outra coisa que uma pessoa que acabou de receber o diagnóstico deve saber é que os remédios são modificados ao longo do tempo, de acordo com a idade e com o comportamento da taxa de glicemia.
Às vezes, o controle glicêmico só é obtido com injeções de insulina. Algumas pessoas necessitam receber esta substância ao mesmo tempo em que fazem uso de medicamentos. A frequência com que você recebe insulina depende de quanto o seu corpo ainda produz e de como o seu médico pretende controlar o seu nível glicêmico.
Outra informação relevante: tipos diferentes de insulina têm tempo de ação diferente. Sua equipe médica dirá quanto de cada tipo você necessita e com que frequência. É importante aprender a técnica correta de uso das injeções de insulina e sempre modificar o local do corpo onde são aplicadas, para evitar problemas degenerativos. Os melhores locais são a barriga, exceto a área de 5 cm ao redor do umbigo; região superior das nádegas; face anterior e lateral das coxas; e região lateral e posterior do braço.
A aplicação pode ser feita por meio de seringas, canetas próprias para esse fim e também por meio das bombas de insulina. Algumas delas fazem as duas funções: medem a taxa de glicemia e aplicam a dose indicada pelo usuário. A equipe multidisciplinar poderá ajudá-lo com informações sobre cada métodos, os custos envolvidos e as formas para adquirir os equipamentos.
Os avanços científicos na área possibilitam tratamentos para todos os tipos de casos de diabetes. Esta é uma oportunidade para você prestar mais atenção à sua saúde e adquirir responsabilidades sobre as mudanças.
Fonte: https://www.diabetes.org.br/publico/diabetes/diagnostico-e-tratamento.
Categoria 1
Aumentam a secreção de insulina (hipoglicemiantes).
Categoria 2
Não aumentam a secreção de insulina (anti-hiperglicemiantes).
Categoria 3
Aumentam a secreção de insulina de maneira dependente de glicose, além de promover a supressão do glucagon.
Categoria 4
Promovem a glicosúria (sem relação com a secreção de insulina).
Dessa maneira, os fármacos antidiabéticos “Clorpropamida”, “glibenclamida”, “glipizida”, “gliclazida”, “glimepirida”, “nateglinida” e “repaglinida” pertencem a qual categoria representada acima: