Questões de Concurso
Sobre relação entre indivíduo e sociedade em sociologia
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I. O materialismo histórico é uma tradição de pensamento idealista, que tem como objetivo a subversão da ordem social vigente.
II. O materialismo histórico-dialético entende as classes sociais como opostas, reconhecendo sua relação dialética desde os primórdios da humanidade.
III. O materialismo histórico possui um caráter científico, visando compreender a sociedade a partir de sua realidade concreta.
Está correto o que se afirma em
Adaptado de: STREHLAU, Suzane; André Torres; Filipe Quevedo-Silva. O valor percebido no luxo falsificado pelo cliente de artigo legítimo: uma investigação qualitativa, Revista de Administração da UNIMEP. v.13, n.3, 2015, pp. 75 – 77.
As afirmativas descrevem corretamente o comportamento social em relação aos produtos falsificado, à exceção de uma. Assinale-a.
I. Ação social afetiva refere-se a condutas impulsionadas por sentimentos e paixões, como aquelas reações espontâneas, não racionalizadas, que ocorrem na impulsividade do instante.
II. Ação social tradicional refere-se a comportamentos moldados por desejos e identidades individuais, com uma percepção consciente de suas motivações.
III. Ação social racional refere-se a comportamentos planejados, que são orientados para obtenção de uma finalidade específica.
Está correto o que se afirma em
Quando se traduz o substantivo "tempo" com sua forma verbal e se estuda o problema da determinação do tempo, logo se percebe que não se podem separar completamente as determinações dos acontecimentos sociais e dos fatos físicos. Com a evolução das medições humanas do tempo, aumenta a relativa autonomia da determinação social do tempo em relação à medição do tempo dos fatos não humanos; sua vinculação se tornou mais indireta, mas nunca desapareceu, sendo na verdade indissolúvel. Por muito tempo, entretanto, as exigências sociais humanas impulsionaram a determinação do tempo através dos astros. Podemos demonstrar sem muita dificuldade que a evolução da determinação natural do tempo foi e continuou dependente do desenvolvimento das exigências sociais humanas, embora tenha sempre havido influências recíprocas.
Adaptado de ELIAS, Norbert. Sobre el tiempo. México: Fondo de Cultura Económica, 2010, p. 66.
A partir da interpretação de Norbert Elias, é correto afirmar que
( ) O sociólogo deve tratar os fatos sociais como coisas.
( ) O sociólogo deve analisar os fatos sociais, guiando-se pela sua própria subjetividade.
( ) O sociólogo deve se estudar os fatos sociais, se afastando sistematicamente todas as preconcepções.
I. Por ser influenciada por tendências passageiras e mudanças rápidas, a moda, sem coerção nem generalidade, é desconsiderada como um fato social.
II. A moda, de acordo com Durkheim, é uma manifestação da consciência individual, pois cada pessoa escolhe suas roupas de forma livre e independente.
III. A moda, como fato social, é exterior ao indivíduo, pois as tendências são estabelecidas coletivamente e influenciam a forma como as pessoas se vestem.
IV. A coerção social, na moda, é evidenciada pelo fato de que um indivíduo que se veste de forma muito diferente do grupo pode sofrer sanções.
Assinale a alternativa correta.
(QUINTANEIRO, T. et al., 1998.)
Weber desenvolveu o conceito de ação social significativa a partir:
(LESSA, Sergio, 2008.)
Marx percebe que há uma disparidade entre o valor produzido pelo trabalhador e a remuneração que ele recebe. Além dessa premissa:
Durkheim define que a realidade social é o conjunto de fatos sociais. Mas, o que seriam esses fatos?
Consistem em maneiras de agir, de pensar e de sentir, exteriores ao indivíduo, e que são dotados de um poder de coerção em virtude do qual esses fatos se impõem a ele. Por conseguinte, eles não poderiam se confundir com os fenômenos orgânicos, já que consistem em representações e em ações; nem com os fenômenos psíquicos, os quais só têm existência na consciência individual e através dela.
(DURKHEIM, 2014, p. 3-4.)
Durkheim, em sua obra “As Regras do Método Sociológico”, define os fatos sociais como objeto de estudo da sociologia, exteriores ao indivíduo, e, portanto:
(GIDDENS, 1981, p. 24.)
A partir disso, Durkheim aponta pressupostos, que devem ser pontos de partida de uma análise sociológica, dentre os quais podemos apontar:
(Spirkine; Yakhot, 1995.)
Nessa passagem, e nos pensamentos de Marx, é possível compreender que a história:
O texto anterior é um fragmento de um discurso proferido por Adolf Hitler, em 1940. Nesse discurso, ficam claros alguns aspectos do partido nazista, que, de acordo com a concepção de Max Weber, em sua análise sobre partidos políticos:
(Adaptado de: WEBER, Max. Economia e sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. v.1. 3.ed. Brasília: Editora UnB, 2000, p. 33 e 139)
Considere as seguintes situações de dominação:
I. Antônio Conselheiro, há vinte e dois anos, desde 1874, era famoso em todo o interior do norte e mesmo nas cidades do litoral até onde chegavam, entretecidos de exageros e quase lendários, os episódios mais interessantes de sua vida romanesca; dia a dia ampliara o domínio sobre as gentes sertanejas; vinha de uma peregrinação incomparável, de um quarto de século, por todos os recantos do sertão, onde deixara como enormes marcos, demarcando-lhe a passagem, as torres de dezenas de igrejas que construíra [...].
(Adaptado de: CUNHA, Euclides da. Os sertões. Rio de Janeiro: Fundação Darcy Ribeiro, 2013. pp. 227-228)
II. Ora, K. havia anunciado para aquela noite sua visita a Elsa, e já por esse motivo não podia ir ao tribunal; estava contente por ter essa justificativa para não comparecer [...]. De qualquer modo, consciente do seu direito, perguntou pelo telefone o que aconteceria caso não se apresentasse. - Saberão encontrá-lo - foi a resposta. -E serei punido por não ir voluntariamente? - perguntou K. e sorriu à espera do que iria ouvir. - Não - foi a resposta. - Excelente - disse K.-Que motivo então eu deveria ter para atender à convocação de hoje? -Não é costume atiçar contra si mesmo os instrumentos de poder do tribunal - disse a voz que, cada vez mais fraca, acabou por se extinguir.
(Adaptado de: KAFKA, Franz. O processo. São Paulo. Companhia das Letras, 2005. pp. 209-210)
III. [...] A formação patriarcal do Brasil explica-se, tanto nas suas virtudes como nos seus defeitos, menos em termos de 'raça' e de 'religião' do que em termos econômicos, de experiência de cultura e de organização da família, que foi aqui a unidade colonizadora [...]. A força concentrou-se nas mãos dos senhores rurais. Donos da terra. Donos dos homens. Donos das mulheres. Suas casas representam esse imenso poderio feudal. "Feias e fortes". Paredes grossas. Alicerces profundos. Óleo de baleia [...].
(Adaptado de: Gilberto Freyre, Casa-grande & Senzala. 43.ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. pp. 47 e 50)
As situações apresentadas correspondem, respectivamente, aos seguintes tipos puros de dominação legítima de Max Weber:
No contexto apresentado, qual dos termos a seguir não se relaciona com o conceito discutido?