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Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Frente às dificuldades apresentadas por Amora, é dever ético do profissional escolar a obtenção do consentimento dos pais ou responsáveis prévio ao início de avaliação psicológica.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Amora atende a critérios de transtorno disruptivo da desregulação do humor.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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Eventual solicitação de informações a respeito do acompanhamento psicológico para fins jurídicos deverá ser realizada por meio de parecer técnico a ser elaborado pelo profissional responsável pelo acompanhamento de Amora, com informação de todos os aspectos pertinentes à criança, incluindo habilidades e prejuízos.
Amora, 5 anos de idade, comparece para atendimento psicológico devido a quadro de insegurança, instabilidade emocional, choro fácil e medo de morrer. Há 20 dias parou de falar na escola. A família acredita que o quadro de Amora tem relação com “a energia do ambiente familiar” (sic). Os pais estão em processo de separação, mas ainda não contaram para a criança. Desejam fazê-lo, mas entendem a importância de todo o processo ser auxiliado pela profissional, a fim de evitarem maiores repercussões emocionais. A ideia do acompanhamento psicológico de Amora estende-se aos pais também, dado o momento difícil e peculiar que todos os envolvidos vêm passando.
A primeira sessão de Amora chama a atenção do profissional. A criança apresenta algumas manchas roxas nos braços. Mantém-se cabisbaixa e quieta no canto da sala. Ao final do primeiro encontro, após algumas tentativas de aproximação e investida do profissional, a criança se recusa a sair da sala. Diante do ocorrido, os pais são agendados separadamente para uma sessão com o profissional.
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É vedada ao profissional que acompanha Amora a utilização de instrumentos psicológicos desfavoráveis, já que sua utilização é permitida apenas para fins de pesquisa.
Caso:
Um psicólogo organizacional é solicitado pela diretoria de uma empresa para realizar avaliações psicológicas em um grupo de funcionários, com o objetivo de identificar possíveis causas de baixa produtividade. Durante o processo, um colaborador relata episódios de assédio moral sofridos por parte de um superior, pedindo ao psicólogo que mantenha a confidencialidade das informações. A empresa exige acesso total aos relatórios para implementar melhorias na gestão.
Com base no Código de Ética Profissional e na legislação vigente, qual seria a conduta ética mais adequada do psicólogo?
Caso:
Um psicólogo forense é nomeado pelo tribunal para avaliar a capacidade civil de uma pessoa idosa com suspeita de demência avançada. Durante a avaliação, o indivíduo demonstra dificuldade em compreender o propósito do exame e em fornecer consentimento de forma clara. O familiar responsável insiste para que o psicólogo prossiga com a avaliação, alegando urgência na resolução do processo judicial.
Com base nas normativas do Conselho Federal de Psicologia e no Código de Ética, qual é a conduta mais apropriada para o psicólogo?
Caso:
Um psicólogo clínico atende um adolescente de 16 anos que relata ideação suicida e práticas autolesivas frequentes. Durante uma sessão, o adolescente admite possuir um plano detalhado de suicídio, com data e método definidos. O psicólogo, preocupado com a gravidade da situação, pondera sobre os limites éticos da confidencialidade e a necessidade de intervenção.
Com base no Código de Ética Profissional e nas normativas legais, qual deve ser a conduta do psicólogo?
De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, é dever do psicólogo:
Na elaboração de um laudo psicológico, é fundamental que o psicólogo:
I. testes psicológicos aprovados pelo CFP para uso profissional da psicóloga e do psicólogo.
II. entrevistas psicológicas e anamneses.
III. protocolos ou registros de observação de comportamentos obtidos individualmente ou por meio de processo grupal e/ou técnicas de grupo.