Questões de Concurso Sobre manual de redação da presidência da república em redação oficial

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Q3440757 Redação Oficial
“Me corrige”, pede o pronome


   Me parece cada vez mais claro que o pronome átono em início de frase, como o que acabo de cometer, será o último dos últimos tabus normativos a ser quebrado pelo inexorável abrasileiramento da língua que se entende e se pratica como nossa norma culta.

   É claro que me refiro à língua escrita. Sabe-se que, falando, a maior parte dos brasileiros iniciaria assim esta frase: “Se sabe que...”. Isso inclui pessoas de alta escolaridade e não exclui situações em que a comunicação prevê certa cerimônia.

   Já nos anos 1920, no poema “Pronominais”, Oswald de Andrade brincava com esse descompasso: “Dê-me um cigarro/ Diz a gramática/ Do professor e do aluno/ E do mulato sabido./ Mas o bom negro e o bom branco/ Da Nação Brasileira/ Dizem todos os dias/ Deixa disso camarada/ Me dá um cigarro”.

   O poeminha de Oswald é a mais famosa defesa literária do pronome átono como abre-alas, mas não a única. Desde o modernismo, que tinha entre suas bandeiras aproximar a língua dos livros da que se falava nas ruas, muitos escritores fazem questão de contrariar os sábios nesse quesito.

   Ao incorrer em suposto crime de lesa-gramática, têm como móvel a busca da coloquialidade e como defesa a liberdade autoral. No entanto, o que passa como natural em romances, crônicas leves e depoimentos desencanados na internet não é admitido de modo algum em textos mais formais. Cem anos depois, o tal crime insiste em não prescrever.

   (Saiba, caro leitor, que a abertura desta coluna – um pronome átono inaugurando não apenas a frase, mas o texto inteiro! – só pôde chegar até você porque o colunista brigou por ela, jogando na mesa a grave carta da metalinguagem. A regra de qualquer jornal digno desse nome é tratar o pronome átono em início de período como erro clamoroso, e ponto final.)

   No livro “Oficina de Texto”, um guia de redação sensatamente equilibrado entre tradição e modernidade, o linguista Carlos Alberto Faraco e o romancista Cristovão Tezza escrevem o seguinte: “Resta praticamente uma única regra universal na colocação de pronomes da língua-padrão escrita: jamais comece uma sentença com pronome átono”.

   Logo em seguida reconhecem que talvez esse não seja bem o único mandamento restante. Para poupar dor de cabeça com revisores e corretores de provas, dizem, vale a pena seguir também a regra “bastante duvidosa” das tais palavras atrativas, como “que”, “quando” e “não”, que sempre puxariam o pronome átono para junto de si: “Não se sabe”, “Quando me dei conta...” etc.

   No mais, Faraco e Tezza dão ao leitor a bússola de colocação pronominal que julgo definitiva: “Prefira a forma que soar melhor”. Se você é brasileiro e não se chama Michel Temer, isso exclui quase certamente a mesóclise (insiste e corrigir-te-ei), além de limitar a lusitana ênclise, isto é, o pronome átono que vem depois do verbo: “Dê-me isso”. Nossa inclinação é naturalmente proclítica.

   O gramático Manuel Said Ali (1861-1953) foi um pioneiro defensor da colocação de pronomes à moda da casa, contra o lusocentrismo dominante em sua época e ainda hoje presente na gramática normativa.

   Argumentava que “a pronúncia brasileira diversifica da lusitana; daí resulta que a colocação pronominal em nosso falar espontâneo não coincide perfeitamente com a do falar dos portugueses”.

   Tudo isso é lindo, mas convém ter sempre em mente o último tabu. Me faça o favor de contrariar sua fala e escrever “Faça-me o favor”, a menos que queira marcar uma posição. Se prepare, nesse caso, para as consequências.


(RODRIGUES, Sérgio. “Me corrige”, pede o pronome. Folha de S. Paulo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)
Considere a passagem: “Me parece cada vez mais claro que o pronome átono em início de frase, como o que acabo de cometer, será o último dos últimos tabus normativos a ser quebrado pelo inexorável abrasileiramento da língua que se entende e se pratica como nossa norma culta.” (1º§). De acordo com as normas prescritas pelo Manual de Redação da Presidência da República (2018) para a elaboração de documentos oficiais, só NÃO se pode constatar, nesse fragmento, a infração ao princípio da:
Alternativas
Q3440747 Redação Oficial
Dentre as partes que compõem a estrutura do ofício, o vocativo deve ser empregado de acordo com o cargo que o destinatário ocupa. Relacione adequadamente as colunas a seguir de acordo com o grau de formalidade requerida no ofício.
1. Adequado. 2. Inadequado.
( ) Senhor José. ( ) Prezado José. ( ) Senhor Deputado. ( ) Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3440647 Redação Oficial
A comunicação oficial no serviço público é realizada por meio de instrumentos formais que seguem padrões definidos no Manual de Redação da Presidência da República. Cada tipo de documento tem finalidade e características próprias, conforme a necessidade da comunicação. Analise as afirmativas a seguir:

I. O ofício é utilizado para comunicação externa entre órgãos públicos ou entre autoridade pública e particular, geralmente para fazer solicitações, encaminhamentos ou informações.
II. O memorando é uma forma de comunicação interna entre unidades administrativas de um mesmo órgão e, por isso, dispensa tratamento cerimonioso.
III. O requerimento é utilizado por servidores ou cidadãos para solicitar algo à administração pública, devendo conter linguagem informal e subjetiva, por se tratar de pedido pessoal.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3437484 Redação Oficial
O preconceito linguístico disfarçado de elegância nas redes sociais


   É comum que figuras carismáticas e articuladas ganhem destaque ao abordar temas relacionados à língua portuguesa, conquistando milhões de seguidores nas redes sociais. Muitas vezes, essas personalidades são mencionadas em conversas com amigos e familiares, o que me coloca em uma posição desconfortável.

   Afinal, suas abordagens não me representam, e explicar, em poucas palavras, os motivos dessa incompatibilidade pode ser um desafio. Enxergo aqui, portanto, a oportunidade de detalhar as razões pelas quais esse tipo de discurso me causa certa inquietação.

   Sob o manto de uma oratória sofisticada, promovida como um “jeito chique de viver e se comunicar, aliado a um humor ácido e inteligente”, muitas vezes se esconde um discurso impregnado de preconceito linguístico.

   A elegância, quando usada para desqualificar o outro, não é uma virtude; ao contrário, torna-se um instrumento de exclusão. Utilizar o domínio da norma-padrão para menosprezar dialetos marginalizados reforça uma postura segregacionista e violenta.

   Há quem defenda que certos discursos sejam apenas personagens criados para entreter. Mesmo que fosse o caso, o problema permanece.

   Esse tipo de abordagem é abertamente antidemocrático e carrega uma série de preconceitos, refletindo uma caricatura do que há de mais nocivo na educação: arrogância e descompromisso acadêmico, que reforçam estereótipos excludentes.

   Oferecer dicas sobre o português padrão pode ser útil e contribuir para a disseminação do conhecimento da língua monitorada. O problema está na forma como esse conteúdo é apresentado.

   Muitas pessoas desconhecem a sociolinguística e, por isso, acreditam que sua forma de falar seja um “português ruim”. Não percebem as diferenças entre oralidade e escrita, entre formalidade e informalidade ou entre fala espontânea e língua monitorada.

   Para a maioria dos brasileiros, as noções de dialeto ou de variedade linguística não são percebidas como algo concreto. O que existe, como valor cultural profundamente arraigado, é a noção de “erro gramatical” e o estigma de algumas pronúncias regionais.

   A sociolinguística, campo que se consolidou nos anos 1960, estuda a língua em seu contexto social, considerando aspectos funcionais e interacionais.

   A variabilidade linguística é um fenômeno inerente a qualquer língua natural, em qualquer comunidade linguística. A sociolinguística vê essa variabilidade como evidência sincrônica de mudanças linguísticas em andamento ou como reflexo de fatores socioeconômicos que afetam a língua.

   Para o senso comum, no entanto, qualquer variedade que se afaste da morfossintaxe ou do léxico do português padrão é considerada “ruim” e “indesejável”, independentemente do contexto. Muitos veem a língua como um conjunto rígido de “regrinhas de português” e nada mais.

   No entanto, a língua é, antes de tudo, uma instituição social. Falamos português porque fomos colonizados por Portugal. Nos dois primeiros séculos, conviviam a língua tupinambá e o português das elites administrativas e do clero, num bilinguismo instável.

   Dando um salto histórico, foi apenas no final do século XX, em 1996, com a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que a escola se universalizou e o perfil da população estudantil se diversificou.

   Como explica Stella Maris, PhD em Linguística, na obra “Nós cheguemu na escola, e agora?”, recomenda-se que a norma culta seja ensinada nas escolas, mas que, ao mesmo tempo, sejam preservados os conhecimentos sociolinguísticos e os valores culturais que os alunos trazem de seu ambiente social.

   Aprender a norma culta deve significar uma ampliação da competência linguística e comunicativa do aluno, capacitando-o a usar uma variedade ou outra, conforme a situação discursiva.

   Cada enunciado é um ato de identidade, que marca diversas dimensões sociais, como gênero, faixa etária, grupo religioso ou étnico. Considerar alguém inferior pela forma como fala tem nome: preconceito linguístico.

   Mas o mais curioso é: por que tanta gente se interessa por conteúdos que reforçam o preconceito linguístico?

   Paradoxalmente, grande parte do público que consome esse tipo de discurso pertence justamente às camadas sociais cujas formas de falar são mais criticadas. Parece haver um desejo de pertencimento, uma busca por validação através da adesão a padrões ditos “superiores”.

   A questão é que essa postura pedante simplesmente não serve para nós, professores. Como poderíamos ensinar menosprezando, desautorizando e humilhando nossos próprios alunos? Não somos contrários às regras, nem defensores de um “vale- -tudo” linguístico.

   Na verdade, apreciamos ensinar as normas do português padrão e promover uma boa escrita. No entanto, isso é muito diferente de diminuir alguém por sua forma de se expressar. 

   Quando se mistura vaidade com ensino, o resultado é sempre desastroso. Infelizmente, há quem ensine português desconsiderando décadas de estudos acadêmicos, ignorando a história e as desigualdades brasileiras.

   Entendo o fascínio que muitos sentem por quem domina as regras da norma culta. Mas usar esse conhecimento para segregar e reforçar diferenças de classe é, sem dúvida, um dos usos mais nocivos da língua. Humilhar outra pessoa por sua forma de falar, não apenas silencia uma voz, mas também perpetua um ciclo de opressão.


(O’HARA, Larissa. O preconceito linguístico disfarçado de elegância nas redes sociais. Folha Vitória, 2025. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/educacao/. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Com base nas prescrições dos manuais de redação de comunicação oficiais, analise os itens a seguir.

I. “Falamos português porque fomos colonizados por Portugal.” (13º§) O emprego da primeira pessoa do plural poderia ser utilizado na redação de textos oficiais, uma vez que não atribui tom coloquial ou subjetivo ao texto.

II. “O que existe, como valor cultural profundamente arraigado, é a noção de ‘erro gramatical’ e o estigma de algumas pronúncias regionais.” (9º§) O emprego das aspas deveria ser evitado em um documento oficial, já que fere os princípios da formalidade, da clareza e da concisão.

III. “A variabilidade linguística é um fenômeno inerente a qualquer língua natural, em qualquer comunidade linguística.” (11º§) Todas as variedades linguísticas são legítimas e devem ser valorizadas. Entretanto, nem todas podem ser utilizadas nas correspondências oficiais, que devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Textos com gírias, regionalismos e jargão de um grupo específico terão sua compreensão dificultada.

IV. “Como explica Stella Maris, PhD em Linguística, na obra ‘Nós cheguemu na escola, e agora?’, recomenda-se que a norma culta seja ensinada nas escolas, [...]” (15º§) O título da obra “Nós cheguemu na escola” não poderia ser citado em um documento oficial, já que desobedece às nomas da linguagem padrão norteadoras das correspondências oficiais.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3437476 Redação Oficial
O preconceito linguístico disfarçado de elegância nas redes sociais


   É comum que figuras carismáticas e articuladas ganhem destaque ao abordar temas relacionados à língua portuguesa, conquistando milhões de seguidores nas redes sociais. Muitas vezes, essas personalidades são mencionadas em conversas com amigos e familiares, o que me coloca em uma posição desconfortável.

   Afinal, suas abordagens não me representam, e explicar, em poucas palavras, os motivos dessa incompatibilidade pode ser um desafio. Enxergo aqui, portanto, a oportunidade de detalhar as razões pelas quais esse tipo de discurso me causa certa inquietação.

   Sob o manto de uma oratória sofisticada, promovida como um “jeito chique de viver e se comunicar, aliado a um humor ácido e inteligente”, muitas vezes se esconde um discurso impregnado de preconceito linguístico.

   A elegância, quando usada para desqualificar o outro, não é uma virtude; ao contrário, torna-se um instrumento de exclusão. Utilizar o domínio da norma-padrão para menosprezar dialetos marginalizados reforça uma postura segregacionista e violenta.

   Há quem defenda que certos discursos sejam apenas personagens criados para entreter. Mesmo que fosse o caso, o problema permanece.

   Esse tipo de abordagem é abertamente antidemocrático e carrega uma série de preconceitos, refletindo uma caricatura do que há de mais nocivo na educação: arrogância e descompromisso acadêmico, que reforçam estereótipos excludentes.

   Oferecer dicas sobre o português padrão pode ser útil e contribuir para a disseminação do conhecimento da língua monitorada. O problema está na forma como esse conteúdo é apresentado.

   Muitas pessoas desconhecem a sociolinguística e, por isso, acreditam que sua forma de falar seja um “português ruim”. Não percebem as diferenças entre oralidade e escrita, entre formalidade e informalidade ou entre fala espontânea e língua monitorada.

   Para a maioria dos brasileiros, as noções de dialeto ou de variedade linguística não são percebidas como algo concreto. O que existe, como valor cultural profundamente arraigado, é a noção de “erro gramatical” e o estigma de algumas pronúncias regionais.

   A sociolinguística, campo que se consolidou nos anos 1960, estuda a língua em seu contexto social, considerando aspectos funcionais e interacionais.

   A variabilidade linguística é um fenômeno inerente a qualquer língua natural, em qualquer comunidade linguística. A sociolinguística vê essa variabilidade como evidência sincrônica de mudanças linguísticas em andamento ou como reflexo de fatores socioeconômicos que afetam a língua.

   Para o senso comum, no entanto, qualquer variedade que se afaste da morfossintaxe ou do léxico do português padrão é considerada “ruim” e “indesejável”, independentemente do contexto. Muitos veem a língua como um conjunto rígido de “regrinhas de português” e nada mais.

   No entanto, a língua é, antes de tudo, uma instituição social. Falamos português porque fomos colonizados por Portugal. Nos dois primeiros séculos, conviviam a língua tupinambá e o português das elites administrativas e do clero, num bilinguismo instável.

   Dando um salto histórico, foi apenas no final do século XX, em 1996, com a publicação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que a escola se universalizou e o perfil da população estudantil se diversificou.

   Como explica Stella Maris, PhD em Linguística, na obra “Nós cheguemu na escola, e agora?”, recomenda-se que a norma culta seja ensinada nas escolas, mas que, ao mesmo tempo, sejam preservados os conhecimentos sociolinguísticos e os valores culturais que os alunos trazem de seu ambiente social.

   Aprender a norma culta deve significar uma ampliação da competência linguística e comunicativa do aluno, capacitando-o a usar uma variedade ou outra, conforme a situação discursiva.

   Cada enunciado é um ato de identidade, que marca diversas dimensões sociais, como gênero, faixa etária, grupo religioso ou étnico. Considerar alguém inferior pela forma como fala tem nome: preconceito linguístico.

   Mas o mais curioso é: por que tanta gente se interessa por conteúdos que reforçam o preconceito linguístico?

   Paradoxalmente, grande parte do público que consome esse tipo de discurso pertence justamente às camadas sociais cujas formas de falar são mais criticadas. Parece haver um desejo de pertencimento, uma busca por validação através da adesão a padrões ditos “superiores”.

   A questão é que essa postura pedante simplesmente não serve para nós, professores. Como poderíamos ensinar menosprezando, desautorizando e humilhando nossos próprios alunos? Não somos contrários às regras, nem defensores de um “vale- -tudo” linguístico.

   Na verdade, apreciamos ensinar as normas do português padrão e promover uma boa escrita. No entanto, isso é muito diferente de diminuir alguém por sua forma de se expressar. 

   Quando se mistura vaidade com ensino, o resultado é sempre desastroso. Infelizmente, há quem ensine português desconsiderando décadas de estudos acadêmicos, ignorando a história e as desigualdades brasileiras.

   Entendo o fascínio que muitos sentem por quem domina as regras da norma culta. Mas usar esse conhecimento para segregar e reforçar diferenças de classe é, sem dúvida, um dos usos mais nocivos da língua. Humilhar outra pessoa por sua forma de falar, não apenas silencia uma voz, mas também perpetua um ciclo de opressão.


(O’HARA, Larissa. O preconceito linguístico disfarçado de elegância nas redes sociais. Folha Vitória, 2025. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/educacao/. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República (2018), a impessoalidade é um dos princípios que deve nortear as correspondências oficiais. Assinale a alternativa em cujo enunciado esse princípio foi INFRINGIDO.
Alternativas
Q3433389 Redação Oficial
Com base no disposto no Manual de Redação da Presidência da República acerca do atributo da clareza, requisito básico de todo texto oficial, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3418023 Redação Oficial
Em manuais de redação oficial anteriores, havia três tipos de expedientes, os quais se diferenciavam pela sua finalidade. Entretanto, a última revisão do Manual de Redação da Presidência trouxe uma uniformização, havendo agora apenas o chamado:
Alternativas
Q3418022 Redação Oficial
O fecho das comunicações oficiais objetiva, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, saudar o destinatário. Com o objetivo de simplificá-lo e uniformizá-lo, o Manual de Redação Oficial da Presidência da República estabeleceu o seguinte fecho para a correspondência oficial destinada às autoridades de hierarquia superior à do remetente:
Alternativas
Q3418021 Redação Oficial
O vocativo é uma invocação ao destinatário. Nas comunicações oficiais, o vocativo será sempre seguido de vírgula. Em comunicações dirigidas ao Presidente da República, deve-se utilizar a seguinte expressão:
Alternativas
Q3408415 Redação Oficial
O gestor de determinada instituição pública precisa redigir um ofício para solicitar a liberação de recursos financeiros a um órgão superior. Ao revisar o primeiro rascunho, ele percebe a necessidade de uniformizar o tempo verbal ao longo do texto, evitar regionalismos e neologismos, além de aprimorar a articulação da linguagem para a perfeita compreensão da ideia veiculada. Para garantir que a solicitação seja compreendida corretamente, ele deve priorizar o atributo da:
Alternativas
Q3406378 Redação Oficial

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o próximo item. 

São atributos da redação oficial expressamente previstos no referido manual: clareza e precisão; objetividade; concisão e isenção.
Alternativas
Q3406377 Redação Oficial

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o próximo item. 

Nas comunicações oficiais, não cabe qualquer tom particular ou pessoal, porque o seu universo temático se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público. 
Alternativas
Q3406376 Redação Oficial

Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o próximo item. 

O vocativo adequado a ser empregado em comunicação oficial cujo destinatário seja ministro de tribunal superior é Senhor Ministro. 

Alternativas
Q3404847 Redação Oficial
Leia o texto a seguir para responder à questão:

        Senhor Prefeito,

        Servimo-nos do presente para solicitar a ___________ que encaminhe à Câmara Municipal Projeto de Lei, contido no Anexo I, e a Exposição de Motivos, no Anexo II, o mais breve possível para a ratificação dessas alterações, pois elas somente poderão entrar em vigor após a aprovação da maioria das Câmaras de Vereadores dos municípios consorciados.

        No aguardo de manifestações e providências, colocamo-nos à _____________ disposição para mais informações se necessárias.

_______________________________,
Diretor Geral da ARES-PCJ

(Disponível em: https://cordeiropolis.siscam.com.br/ arquivo?Id=117096. Acesso em: 01.04.2025. Adaptado)
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o texto apresentado segue o padrão
Alternativas
Q3404846 Redação Oficial
Leia o texto a seguir para responder à questão:

        Senhor Prefeito,

        Servimo-nos do presente para solicitar a ___________ que encaminhe à Câmara Municipal Projeto de Lei, contido no Anexo I, e a Exposição de Motivos, no Anexo II, o mais breve possível para a ratificação dessas alterações, pois elas somente poderão entrar em vigor após a aprovação da maioria das Câmaras de Vereadores dos municípios consorciados.

        No aguardo de manifestações e providências, colocamo-nos à _____________ disposição para mais informações se necessárias.

_______________________________,
Diretor Geral da ARES-PCJ

(Disponível em: https://cordeiropolis.siscam.com.br/ arquivo?Id=117096. Acesso em: 01.04.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q3397159 Redação Oficial
Considere que um representante público, ao redigir um documento oficial, utilizou regionalismos e neologismos, dificultando a interpretação do texto por um público mais amplo. Nesse caso, com base no Manual de Redação da Presidência da República (2018), a representante violou o atributo da 
Alternativas
Q3395093 Redação Oficial
Em uma repartição que adota o Manual de Redação Oficial, servidores aperfeiçoam o padrão de elaboração de documentos administrativos. De que modo essa padronização auxilia a comunicação interna e externa?
Alternativas
Q3389099 Redação Oficial
Em uma situação formal de comunicação entre órgãos públicos, o servidor responsável pela elaboração de um ofício deve utilizar as formas de tratamento conforme previsto no Manual de Redação da Presidência da República. Considerando essa norma, assinale a alternativa que apresenta um uso correto da forma de tratamento e do vocativo:
Alternativas
Q3384864 Redação Oficial
Panorama da comunicação oficial

    Os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos e entidades públicos, o que só é alcançado se, em sua elaboração, for empregada a linguagem adequada. O mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade.

Disponível em: <https://www4 planalto. assuntos/manual-de-redacao-da presidencia-da Tedacao pdf>.  Acesso em: 28 fev. 2025, com adaptações.

De acordo com o que  prescreve o Manual de Redação da Presidência da República a respeito  dos atos e dos expedientes oficiais, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3381975 Redação Oficial
Analise as afirmativas a seguir sobre o uso do fecho em documentos oficiais, de acordo com as normas de redação oficial, e assinale V para verdadeiro e F para falso:

(__)Em comunicações destinadas a autoridades de hierarquia superior, o fecho adequado é "Respeitosamente".
(__)O fecho "Atenciosamente" deve ser utilizado em comunicações dirigidas a autoridades de mesmo nível hierárquico ou inferior.
(__)Em um memorando interno entre servidores do mesmo setor, é obrigatório o uso de um fecho formal para encerrar a comunicação.
(__)A ausência de fecho é permitida em documentos como circulares e avisos internos, quando não se destinam a uma pessoa específica.

Marque a alternativa que apresenta a sequencia correta: 
Alternativas
Respostas
361: A
362: C
363: A
364: B
365: B
366: C
367: B
368: C
369: A
370: C
371: E
372: C
373: C
374: C
375: A
376: C
377: D
378: B
379: D
380: A