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I. Realizar inspeções domiciliares, eliminação e tratamento de criadouros.
II. Encaminhar os usuários para a sala de vacinação.
III. Eliminar os mosquitos machos responsáveis pela transmissão da doença.
IV. Acompanhar sistematicamente a evolução temporal da incidência de casos e realizar a notificação compulsória.
Estão corretas as ações
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna abaixo:
Se uma doença infecciosa puder ser transmitida diretamente de uma pessoa a outra, ela é denominada __________. Caso os patógenos se multipliquem e provoquem sinais e sintomas clínicos, a infecção será __________; já no caso de ausência de sinais e sintomas clínicos, será considerada __________.
I. Agravo: qualquer dano à integridade física ou mental do indivíduo, provocado por circunstâncias nocivas, tais como acidentes, intoxicações por substâncias químicas, abuso de drogas ou lesões decorrentes de violências interpessoais e autoprovocadas.
II. Autoridades de saúde: o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal e Municípios, responsáveis pela vigilância em saúde em cada esfera de gestão do SUS.
III. Doença: enfermidade ou estado clínico, independente de origem ou fonte, que represente ou possa representar um dano significativo para os seres humanos.
Está(ão) correta(s):
I.O Sarampo e a Poliomielite (Paralisia Flácida Aguda) são doenças de notificação compulsória imediata (em até 24 horas) para as esferas municipal, estadual e federal, devido ao risco de disseminação e metas de erradicaçãoeliminação.
II.A Dengue, em regra, tem notificação semanal, mas a ocorrência de Dengue com sinais de alarme, Dengue grave ou óbito por Dengue exige notificação imediata.
III.A Tuberculose e a Hanseníase exigem notificação imediata em até 24 horas para o Ministério da Saúde, dada a gravidade clínica individual.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS:
I.A leishmaniose visceral é uma doença de notificação compulsória e deve ser comunicada à vigilância epidemiológica.
II.O diagnóstico laboratorial é confirmado apenas por exame clínico, sem necessidade de exames complementares.
III.O vetor transmissor é o mosquito Lutzomyia longipalpis , conhecido como "mosquito-palha".
IV.O tratamento é realizado exclusivamente em hospitais de referência, com antimoniais e acompanhamento clínico.
Está CORRETO que se afirmar em:
A gravidez não é doença, mas acontece num corpo de mulher inserida em um contexto social em que a maternidade é vista como uma obrigação feminina. Além de fatores econômicos, a condição de subalternidade das mulheres interfere no processo de saúde e doença e configura um padrão de adoecimento e morte específicos. Assim, a realidade epidemiológica local deverá ser levada em consideração para dar maior ou menor relevância aos fatores de risco na gravidez. São considerados fatores de risco relacionados a características individuais e condições sóciodemográficas desfavoráveis, com exceção de:
I. Magnitude – representado pelo elevado poder de transmissão da doença, através de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva.
II. Potencial de disseminação – aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos.
III. Transcendência – expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, destacando-se: severidade, medida por taxas de letalidade, de hospitalização e de sequelas, relevância social, avaliada, subjetivamente, pelo valor imputado pela sociedade à ocorrência da doença, e que se manifesta pela sensação de medo, de repulsa ou de indignação e relevância econômica, avaliada por prejuízos decorrentes de restrições comerciais, redução da força de trabalho, absenteísmo escolar e laboral, custos assistenciais e previdenciários, entre outros.
IV. Vulnerabilidade – medida pela disponibilidade concreta de instrumentos específicos de prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre indivíduos e coletividades.