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Q3896290 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Saúde da mulher negra é negligenciada no Brasil por herança escravocrata


Por Letycia Holanda e Nara Lacerda (EPSJV/Fiocruz)

Editado por Maria Teresa Cruz

Publicado em 29/07/2025 09:52


   Conforme o continente se aproxima de mais uma celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Brasil celebra o Julho das Pretas, os índices referentes à saúde da mulher negra em território nacional se mantêm como uma expressão de um problema que o país não consegue solucionar.

   Embora representem a maior parcela da população em idade ativa, elas são as menos beneficiadas por avanços sociais. Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos.

   Em entrevista ao podcast Repórter SUS, Denise Oliveira, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Brasília e uma das formuladoras da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, afirma que a explicação para essa realidade passa necessariamente pela herança escravocrata brasileira.

  “Se considerarmos sobretudo a escravidão, que foi uma das mais longas da América Latina, ela também vai ser muito cruel no processo abolicionista. Não foi algo que, para algumas circunstâncias, se comemora plenamente, porque a população negra vai ser jogada nas ruas como animais, sem qualquer tipo de suporte do ponto de vista social e econômico.”

   A pesquisadora ressalta que o resultado dessas iniquidades se expressa até hoje, comprovado por indicadores oficiais. A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras. Permeado pelas desigualdades estruturais, o aparthaid sanitário se manifesta em diferentes aspectos da vida.

   “Neste país, os problemas de saúde têm cor e têm gênero. As características desses problemas têm a ver com a história da escravidão e do processo abolicionista de exclusão social. Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência, de doenças sexualmente transmissíveis, de problemas relacionados ao parto e problemas de quase morte materna”, alerta a pesquisadora.

   Há mais de 15 anos, o Brasil instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que até hoje não saiu do papel na maior parte dos municípios. Denise Oliveira aponta que o mito da democracia racial, que sustenta a falsa ideia de que o Brasil é um país sem racismo, dificulta o reconhecimento do problema e a aplicação efetiva de ações dessa natureza.


Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2025/07/reporter-sus-saude-da-mulher-negra-e-negligenciada-no-brasil-por-heranca. Acesso em: 23 dez. 2025 [adaptado].
No fragmento “Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência” (6º parágrafo), o termo “ambos” retoma:
Alternativas
Q3896289 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Saúde da mulher negra é negligenciada no Brasil por herança escravocrata


Por Letycia Holanda e Nara Lacerda (EPSJV/Fiocruz)

Editado por Maria Teresa Cruz

Publicado em 29/07/2025 09:52


   Conforme o continente se aproxima de mais uma celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Brasil celebra o Julho das Pretas, os índices referentes à saúde da mulher negra em território nacional se mantêm como uma expressão de um problema que o país não consegue solucionar.

   Embora representem a maior parcela da população em idade ativa, elas são as menos beneficiadas por avanços sociais. Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos.

   Em entrevista ao podcast Repórter SUS, Denise Oliveira, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Brasília e uma das formuladoras da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, afirma que a explicação para essa realidade passa necessariamente pela herança escravocrata brasileira.

  “Se considerarmos sobretudo a escravidão, que foi uma das mais longas da América Latina, ela também vai ser muito cruel no processo abolicionista. Não foi algo que, para algumas circunstâncias, se comemora plenamente, porque a população negra vai ser jogada nas ruas como animais, sem qualquer tipo de suporte do ponto de vista social e econômico.”

   A pesquisadora ressalta que o resultado dessas iniquidades se expressa até hoje, comprovado por indicadores oficiais. A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras. Permeado pelas desigualdades estruturais, o aparthaid sanitário se manifesta em diferentes aspectos da vida.

   “Neste país, os problemas de saúde têm cor e têm gênero. As características desses problemas têm a ver com a história da escravidão e do processo abolicionista de exclusão social. Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência, de doenças sexualmente transmissíveis, de problemas relacionados ao parto e problemas de quase morte materna”, alerta a pesquisadora.

   Há mais de 15 anos, o Brasil instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que até hoje não saiu do papel na maior parte dos municípios. Denise Oliveira aponta que o mito da democracia racial, que sustenta a falsa ideia de que o Brasil é um país sem racismo, dificulta o reconhecimento do problema e a aplicação efetiva de ações dessa natureza.


Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2025/07/reporter-sus-saude-da-mulher-negra-e-negligenciada-no-brasil-por-heranca. Acesso em: 23 dez. 2025 [adaptado].
Com base no registro linguístico empregado na construção do Texto I, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3896288 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Saúde da mulher negra é negligenciada no Brasil por herança escravocrata


Por Letycia Holanda e Nara Lacerda (EPSJV/Fiocruz)

Editado por Maria Teresa Cruz

Publicado em 29/07/2025 09:52


   Conforme o continente se aproxima de mais uma celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Brasil celebra o Julho das Pretas, os índices referentes à saúde da mulher negra em território nacional se mantêm como uma expressão de um problema que o país não consegue solucionar.

   Embora representem a maior parcela da população em idade ativa, elas são as menos beneficiadas por avanços sociais. Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos.

   Em entrevista ao podcast Repórter SUS, Denise Oliveira, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Brasília e uma das formuladoras da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, afirma que a explicação para essa realidade passa necessariamente pela herança escravocrata brasileira.

  “Se considerarmos sobretudo a escravidão, que foi uma das mais longas da América Latina, ela também vai ser muito cruel no processo abolicionista. Não foi algo que, para algumas circunstâncias, se comemora plenamente, porque a população negra vai ser jogada nas ruas como animais, sem qualquer tipo de suporte do ponto de vista social e econômico.”

   A pesquisadora ressalta que o resultado dessas iniquidades se expressa até hoje, comprovado por indicadores oficiais. A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras. Permeado pelas desigualdades estruturais, o aparthaid sanitário se manifesta em diferentes aspectos da vida.

   “Neste país, os problemas de saúde têm cor e têm gênero. As características desses problemas têm a ver com a história da escravidão e do processo abolicionista de exclusão social. Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência, de doenças sexualmente transmissíveis, de problemas relacionados ao parto e problemas de quase morte materna”, alerta a pesquisadora.

   Há mais de 15 anos, o Brasil instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que até hoje não saiu do papel na maior parte dos municípios. Denise Oliveira aponta que o mito da democracia racial, que sustenta a falsa ideia de que o Brasil é um país sem racismo, dificulta o reconhecimento do problema e a aplicação efetiva de ações dessa natureza.


Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2025/07/reporter-sus-saude-da-mulher-negra-e-negligenciada-no-brasil-por-heranca. Acesso em: 23 dez. 2025 [adaptado].
Analise as assertivas que seguem a respeito das ideias apresentada no Texto I.

I- O texto revela que as comemorações garantiram melhorias significativas na saúde das mulheres negras no Brasil.
II- O texto estabelece uma relação de causa entre o reconhecimento simbólico das mulheres negras e a permanência das desigualdades sociais e de acesso à saúde.
III- O texto defende que os avanços sociais no Brasil atingem igualmente todas as mulheres, com destaque para as mulheres negras.
IV- O texto propõe que a herança da escravidão e o mito da democracia racial contribuem para a manutenção das desigualdades e dificultam a efetivação de políticas públicas no cenário nacional.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3896287 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


Saúde da mulher negra é negligenciada no Brasil por herança escravocrata


Por Letycia Holanda e Nara Lacerda (EPSJV/Fiocruz)

Editado por Maria Teresa Cruz

Publicado em 29/07/2025 09:52


   Conforme o continente se aproxima de mais uma celebração do Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Brasil celebra o Julho das Pretas, os índices referentes à saúde da mulher negra em território nacional se mantêm como uma expressão de um problema que o país não consegue solucionar.

   Embora representem a maior parcela da população em idade ativa, elas são as menos beneficiadas por avanços sociais. Pesquisas indicam que as mulheres negras enfrentam maior incidência de doenças crônicas, desafios significativos na saúde mental, exposição à violência, discriminação, racismo, taxa alarmante de mortalidade materna e desigualdade no acesso a exames preventivos e diagnósticos.

   Em entrevista ao podcast Repórter SUS, Denise Oliveira, pesquisadora em saúde pública da Fiocruz Brasília e uma das formuladoras da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, afirma que a explicação para essa realidade passa necessariamente pela herança escravocrata brasileira.

  “Se considerarmos sobretudo a escravidão, que foi uma das mais longas da América Latina, ela também vai ser muito cruel no processo abolicionista. Não foi algo que, para algumas circunstâncias, se comemora plenamente, porque a população negra vai ser jogada nas ruas como animais, sem qualquer tipo de suporte do ponto de vista social e econômico.”

   A pesquisadora ressalta que o resultado dessas iniquidades se expressa até hoje, comprovado por indicadores oficiais. A fome, por exemplo, afeta principalmente lares chefiados por mulheres pardas ou negras. Permeado pelas desigualdades estruturais, o aparthaid sanitário se manifesta em diferentes aspectos da vida.

   “Neste país, os problemas de saúde têm cor e têm gênero. As características desses problemas têm a ver com a história da escravidão e do processo abolicionista de exclusão social. Ambos ainda trazem as nuances dos indicadores de morbimortalidade na área da violência, de doenças sexualmente transmissíveis, de problemas relacionados ao parto e problemas de quase morte materna”, alerta a pesquisadora.

   Há mais de 15 anos, o Brasil instituiu a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que até hoje não saiu do papel na maior parte dos municípios. Denise Oliveira aponta que o mito da democracia racial, que sustenta a falsa ideia de que o Brasil é um país sem racismo, dificulta o reconhecimento do problema e a aplicação efetiva de ações dessa natureza.


Fonte: https://fiocruz.br/noticia/2025/07/reporter-sus-saude-da-mulher-negra-e-negligenciada-no-brasil-por-heranca. Acesso em: 23 dez. 2025 [adaptado].
Assinale a alternativa CORRETA a respeito das ideias apresentadas no Texto I.
Alternativas
Q3896261 Português
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3896260 Português
Na frase “Ele estudou, mas não passou”, a conjunção MAS exprime ideia de:
Alternativas
Q3896259 Português
Na frase “As meninas estavam muito felizes”, a palavra MUITO é classificada como:
Alternativas
Q3896258 Português
A palavra infeliz é formada por:
Alternativas
Q3896256 Português
Assinale a alternativa em que a palavra está corretamente acentuada e dividida em sílabas:
Alternativas
Q3896255 Português
O comportamento ________ do funcionário gerou reclamações, mesmo ele sendo o responsável pela manutenção do ________ na ________
Alternativas
Q3896254 Português
Assinale a alternativa corretamente preenchida:
Não sei ___ você faltou ontem, ___ sua ausência foi sentida.
Alternativas
Q3896253 Português
Assinale a alternativa em que a palavra frio(a) está empregada em sentido conotativo:
Alternativas
Q3896252 Português
Na frase “O coração da cidade nunca dorme”, a expressão em destaque apresenta sentido:
Alternativas
Q3896251 Português
As 3 palavras em português consideradas as mais difíceis de pronunciar

A língua portuguesa é rica, sonora e cheia de nuances, mas também pode ser um verdadeiro desafio até mesmo para falantes nativos. Algumas palavras se tornaram famosas justamente por travarem a língua, causar confusão na pronúncia e renderem erros frequentes. Conhecer essas palavras ajuda a entender melhor a complexidade e a beleza do português.

Algumas palavras são difíceis de pronunciar porque combinam encontros consonantais raros, sons repetidos e ritmo complexo, exigindo coordenação precisa da fala. Quando esses elementos aparecem juntos, a fluidez natural da língua é interrompida.

Além disso, muitas dessas palavras não são usadas no cotidiano, reduzindo a familiaridade sonora. Quanto menos uma palavra é ouvida e praticada, maior tende a ser a dificuldade na hora de pronunciá-la corretamente.

Paralelepípedo é difícil de pronunciar por causa da repetição de sílabas semelhantes e da alternância rápida de sons, o que exige atenção e prática. Pequenas trocas de sílabas são comuns, mesmo entre adultos. A palavra costuma ser usada como exemplo clássico de trava-língua no português. Sua extensão e ritmo irregular fazem com que seja frequentemente abreviada ou dita de forma incorreta em conversas informais. 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é considerada uma das palavras mais difíceis do português pelo seu tamanho extremo e complexidade sonora, apesar de ter origem científica. Pronunciá-la exige fôlego e domínio da articulação. Antes de entender por que ela se tornou tão famosa, vale observar alguns fatores que explicam sua dificuldade: número elevado de sílabas, sequência extensa de consoantes e vogais, e pouco uso fora de contextos específicos.

Inconstitucionalissimamente trava a língua porque reúne sufixos longos e repetitivos, formando uma palavra extensa e de ritmo irregular. A transição entre as sílabas exige cuidado para não perder sons ou acentos. Ela costuma ser usada como exemplo de exagero linguístico e demonstra como o português permite a formação de palavras extremamente longas sem perder o sentido gramatical.

As palavras mais difíceis de pronunciar em português costumam reunir tamanho, pouca familiaridade e complexidade sonora, tornando-se verdadeiros desafios orais. Elas são usadas tanto como curiosidade quanto como exercício de dicção. 

Essas palavras mostram como o português é uma língua rica e desafiadora. Dominar sua pronúncia é menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida que revela a complexidade do nosso idioma.

(Redação Correio Brasiliense Radar. Publicado em 15/12/2025).


A questão refere-se ao texto 01: 
No trecho final, ao afirmar que dominar a pronúncia dessas palavras é “menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida”, o texto sugere que:
Alternativas
Q3896250 Português
As 3 palavras em português consideradas as mais difíceis de pronunciar

A língua portuguesa é rica, sonora e cheia de nuances, mas também pode ser um verdadeiro desafio até mesmo para falantes nativos. Algumas palavras se tornaram famosas justamente por travarem a língua, causar confusão na pronúncia e renderem erros frequentes. Conhecer essas palavras ajuda a entender melhor a complexidade e a beleza do português.

Algumas palavras são difíceis de pronunciar porque combinam encontros consonantais raros, sons repetidos e ritmo complexo, exigindo coordenação precisa da fala. Quando esses elementos aparecem juntos, a fluidez natural da língua é interrompida.

Além disso, muitas dessas palavras não são usadas no cotidiano, reduzindo a familiaridade sonora. Quanto menos uma palavra é ouvida e praticada, maior tende a ser a dificuldade na hora de pronunciá-la corretamente.

Paralelepípedo é difícil de pronunciar por causa da repetição de sílabas semelhantes e da alternância rápida de sons, o que exige atenção e prática. Pequenas trocas de sílabas são comuns, mesmo entre adultos. A palavra costuma ser usada como exemplo clássico de trava-língua no português. Sua extensão e ritmo irregular fazem com que seja frequentemente abreviada ou dita de forma incorreta em conversas informais. 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é considerada uma das palavras mais difíceis do português pelo seu tamanho extremo e complexidade sonora, apesar de ter origem científica. Pronunciá-la exige fôlego e domínio da articulação. Antes de entender por que ela se tornou tão famosa, vale observar alguns fatores que explicam sua dificuldade: número elevado de sílabas, sequência extensa de consoantes e vogais, e pouco uso fora de contextos específicos.

Inconstitucionalissimamente trava a língua porque reúne sufixos longos e repetitivos, formando uma palavra extensa e de ritmo irregular. A transição entre as sílabas exige cuidado para não perder sons ou acentos. Ela costuma ser usada como exemplo de exagero linguístico e demonstra como o português permite a formação de palavras extremamente longas sem perder o sentido gramatical.

As palavras mais difíceis de pronunciar em português costumam reunir tamanho, pouca familiaridade e complexidade sonora, tornando-se verdadeiros desafios orais. Elas são usadas tanto como curiosidade quanto como exercício de dicção. 

Essas palavras mostram como o português é uma língua rica e desafiadora. Dominar sua pronúncia é menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida que revela a complexidade do nosso idioma.

(Redação Correio Brasiliense Radar. Publicado em 15/12/2025).


A questão refere-se ao texto 01: 
A palavra Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico apresentada no texto como difícil de pronunciar principalmente em razão: 
Alternativas
Q3896249 Português
As 3 palavras em português consideradas as mais difíceis de pronunciar

A língua portuguesa é rica, sonora e cheia de nuances, mas também pode ser um verdadeiro desafio até mesmo para falantes nativos. Algumas palavras se tornaram famosas justamente por travarem a língua, causar confusão na pronúncia e renderem erros frequentes. Conhecer essas palavras ajuda a entender melhor a complexidade e a beleza do português.

Algumas palavras são difíceis de pronunciar porque combinam encontros consonantais raros, sons repetidos e ritmo complexo, exigindo coordenação precisa da fala. Quando esses elementos aparecem juntos, a fluidez natural da língua é interrompida.

Além disso, muitas dessas palavras não são usadas no cotidiano, reduzindo a familiaridade sonora. Quanto menos uma palavra é ouvida e praticada, maior tende a ser a dificuldade na hora de pronunciá-la corretamente.

Paralelepípedo é difícil de pronunciar por causa da repetição de sílabas semelhantes e da alternância rápida de sons, o que exige atenção e prática. Pequenas trocas de sílabas são comuns, mesmo entre adultos. A palavra costuma ser usada como exemplo clássico de trava-língua no português. Sua extensão e ritmo irregular fazem com que seja frequentemente abreviada ou dita de forma incorreta em conversas informais. 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é considerada uma das palavras mais difíceis do português pelo seu tamanho extremo e complexidade sonora, apesar de ter origem científica. Pronunciá-la exige fôlego e domínio da articulação. Antes de entender por que ela se tornou tão famosa, vale observar alguns fatores que explicam sua dificuldade: número elevado de sílabas, sequência extensa de consoantes e vogais, e pouco uso fora de contextos específicos.

Inconstitucionalissimamente trava a língua porque reúne sufixos longos e repetitivos, formando uma palavra extensa e de ritmo irregular. A transição entre as sílabas exige cuidado para não perder sons ou acentos. Ela costuma ser usada como exemplo de exagero linguístico e demonstra como o português permite a formação de palavras extremamente longas sem perder o sentido gramatical.

As palavras mais difíceis de pronunciar em português costumam reunir tamanho, pouca familiaridade e complexidade sonora, tornando-se verdadeiros desafios orais. Elas são usadas tanto como curiosidade quanto como exercício de dicção. 

Essas palavras mostram como o português é uma língua rica e desafiadora. Dominar sua pronúncia é menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida que revela a complexidade do nosso idioma.

(Redação Correio Brasiliense Radar. Publicado em 15/12/2025).


A questão refere-se ao texto 01: 
Ao mencionar a palavra paralelepípedo, o texto destaca que os erros de pronúncia acontecem, entre outros motivos, devido: 
Alternativas
Q3896248 Português
As 3 palavras em português consideradas as mais difíceis de pronunciar

A língua portuguesa é rica, sonora e cheia de nuances, mas também pode ser um verdadeiro desafio até mesmo para falantes nativos. Algumas palavras se tornaram famosas justamente por travarem a língua, causar confusão na pronúncia e renderem erros frequentes. Conhecer essas palavras ajuda a entender melhor a complexidade e a beleza do português.

Algumas palavras são difíceis de pronunciar porque combinam encontros consonantais raros, sons repetidos e ritmo complexo, exigindo coordenação precisa da fala. Quando esses elementos aparecem juntos, a fluidez natural da língua é interrompida.

Além disso, muitas dessas palavras não são usadas no cotidiano, reduzindo a familiaridade sonora. Quanto menos uma palavra é ouvida e praticada, maior tende a ser a dificuldade na hora de pronunciá-la corretamente.

Paralelepípedo é difícil de pronunciar por causa da repetição de sílabas semelhantes e da alternância rápida de sons, o que exige atenção e prática. Pequenas trocas de sílabas são comuns, mesmo entre adultos. A palavra costuma ser usada como exemplo clássico de trava-língua no português. Sua extensão e ritmo irregular fazem com que seja frequentemente abreviada ou dita de forma incorreta em conversas informais. 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é considerada uma das palavras mais difíceis do português pelo seu tamanho extremo e complexidade sonora, apesar de ter origem científica. Pronunciá-la exige fôlego e domínio da articulação. Antes de entender por que ela se tornou tão famosa, vale observar alguns fatores que explicam sua dificuldade: número elevado de sílabas, sequência extensa de consoantes e vogais, e pouco uso fora de contextos específicos.

Inconstitucionalissimamente trava a língua porque reúne sufixos longos e repetitivos, formando uma palavra extensa e de ritmo irregular. A transição entre as sílabas exige cuidado para não perder sons ou acentos. Ela costuma ser usada como exemplo de exagero linguístico e demonstra como o português permite a formação de palavras extremamente longas sem perder o sentido gramatical.

As palavras mais difíceis de pronunciar em português costumam reunir tamanho, pouca familiaridade e complexidade sonora, tornando-se verdadeiros desafios orais. Elas são usadas tanto como curiosidade quanto como exercício de dicção. 

Essas palavras mostram como o português é uma língua rica e desafiadora. Dominar sua pronúncia é menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida que revela a complexidade do nosso idioma.

(Redação Correio Brasiliense Radar. Publicado em 15/12/2025).


A questão refere-se ao texto 01: 
O texto afirma que a dificuldade de pronúncia aumenta quando uma palavra é pouco usada no cotidiano porque: 
Alternativas
Q3896247 Português
As 3 palavras em português consideradas as mais difíceis de pronunciar

A língua portuguesa é rica, sonora e cheia de nuances, mas também pode ser um verdadeiro desafio até mesmo para falantes nativos. Algumas palavras se tornaram famosas justamente por travarem a língua, causar confusão na pronúncia e renderem erros frequentes. Conhecer essas palavras ajuda a entender melhor a complexidade e a beleza do português.

Algumas palavras são difíceis de pronunciar porque combinam encontros consonantais raros, sons repetidos e ritmo complexo, exigindo coordenação precisa da fala. Quando esses elementos aparecem juntos, a fluidez natural da língua é interrompida.

Além disso, muitas dessas palavras não são usadas no cotidiano, reduzindo a familiaridade sonora. Quanto menos uma palavra é ouvida e praticada, maior tende a ser a dificuldade na hora de pronunciá-la corretamente.

Paralelepípedo é difícil de pronunciar por causa da repetição de sílabas semelhantes e da alternância rápida de sons, o que exige atenção e prática. Pequenas trocas de sílabas são comuns, mesmo entre adultos. A palavra costuma ser usada como exemplo clássico de trava-língua no português. Sua extensão e ritmo irregular fazem com que seja frequentemente abreviada ou dita de forma incorreta em conversas informais. 

Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico é considerada uma das palavras mais difíceis do português pelo seu tamanho extremo e complexidade sonora, apesar de ter origem científica. Pronunciá-la exige fôlego e domínio da articulação. Antes de entender por que ela se tornou tão famosa, vale observar alguns fatores que explicam sua dificuldade: número elevado de sílabas, sequência extensa de consoantes e vogais, e pouco uso fora de contextos específicos.

Inconstitucionalissimamente trava a língua porque reúne sufixos longos e repetitivos, formando uma palavra extensa e de ritmo irregular. A transição entre as sílabas exige cuidado para não perder sons ou acentos. Ela costuma ser usada como exemplo de exagero linguístico e demonstra como o português permite a formação de palavras extremamente longas sem perder o sentido gramatical.

As palavras mais difíceis de pronunciar em português costumam reunir tamanho, pouca familiaridade e complexidade sonora, tornando-se verdadeiros desafios orais. Elas são usadas tanto como curiosidade quanto como exercício de dicção. 

Essas palavras mostram como o português é uma língua rica e desafiadora. Dominar sua pronúncia é menos uma obrigação e mais uma curiosidade divertida que revela a complexidade do nosso idioma.

(Redação Correio Brasiliense Radar. Publicado em 15/12/2025).


A questão refere-se ao texto 01: 
De acordo com o texto, as palavras consideradas difíceis de pronunciar em português apresentam essa característica principalmente porque:
Alternativas
Q3896126 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Os tambores da guerra

    O ano de 2026 provavelmente não será lembrado como o ano em que o mundo entrou em guerra, mas talvez o seja como aquele em que a guerra deixou de causar espanto. O perigo maior não é a eclosão de um conflito específico, e sim a naturalização da violência como método recorrente de governo, coerção e ordenamento global. O mundo pode não estar à beira de uma Terceira Guerra Mundial – embora esteja mais próximo do que nunca –, mas parece ter se acomodado a um estado de tensão permanente.
    A guerra de atrito na Ucrânia continua a consumir homens e munições – com Moscou testando os nervos da Otan por meios híbridos, de sabotagens a violações de espaço aéreo. No Oriente Médio, o cessar-fogo em Gaza não eliminou a instabilidade regional: a pressão sobre a Cisjordânia cresce, a ajuda segue politizada, e o papel do Irã como potência revisionista permanece um ponto de fricção, com repercussões sobre Israel, o Golfo e rotas marítimas. Na África, o Sahel virou laboratório de jihadismo e colapso estatal, enquanto o Sudão, sob disputa de potências regionais, permanece como moedor de gente e usina de refugiados. Mesmo fora de zonas clássicas de guerra, a violência organizada avança: no México, no Brasil e em outras partes da América Latina, a sofisticação de narcomilícias e as disputas intestinas transformam cidades em frentes de batalha.
    O que chama a atenção não é só a quantidade de guerras, mas a sua duração, sua fragmentação e a relativa indiferença que despertam. Estados, milícias, cartéis e proxies recorrem à força não como último recurso, mas como instrumento regular de política. A violência deixou de ser exceção; tornou-se linha de base.
    Essa proliferação desafia leituras simplistas. Os conflitos do nosso tempo parecem se organizar não tanto segundo choques claros entre civilizações, como vaticinou Samuel Huntington, mas dentro de mundos culturais, religiosos ou políticos aparentados – conflitos contra o “desvio”: o vizinho que escolheu outro caminho, o aliado que virou herege, o “inimigo interno”. Isso ajuda a explicar alianças paradoxais, antagonismos internos e a fluidez desconcertante do sistema internacional atual, do Mar Negro ao Mar do Sul da China, passando pela aliança atlântica.
    Um mundo que se acostuma à guerra é um mundo mais vulnerável ao erro irreversível. É isso – mais do que qualquer confronto isolado – que deveria concentrar a atenção de governos, alianças e sociedades no ano que começa.


(O Estado de S.Paulo, Editorial, 03.01.2026. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do texto:

• “O mundo pode não estar à beira de uma Terceira Guerra Mundial…” (1º parágrafo)
• “… Moscou testando os nervos da Otan por meios híbridos, de sabotagens a violações de espaço aéreo.” (2º parágrafo)
• “… enquanto o Sudão, sob disputa de potências regionais, permanece como moedor de gente e usina de refugiados.” (2º parágrafo)

A locução prepositiva “à beira de”, o par de preposições “de … a” e a preposição “sob”, destacados, expressam, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Respostas
19101: D
19102: C
19103: A
19104: C
19105: C
19106: C
19107: D
19108: B
19109: X
19110: A
19111: B
19112: B
19113: D
19114: B
19115: C
19116: B
19117: D
19118: A
19119: C
19120: A