Questões de Concurso Sobre português

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Q4243003 Português

Analise o trecho abaixo:


Os adolescentes da geração Z cresceram conectados a diferentes tecnologias digitais. O uso constante de aplicativos de mensagens, plataformas de vídeo e redes sociais faz parte de sua rotina. Essa geração desenvolveu novas formas de comunicação, compartilhando informações de maneira rápida e interativa. No entanto, especialistas destacam a importância do equilíbrio entre o mundo virtual e as experiências presenciais para o desenvolvimento saudável dos jovens.


Considerando os aspectos fonológicos da Língua Portuguesa, especialmente a ocorrência de dígrafos, assinale a alternativa que apresenta uma palavra retirada do texto que contém dígrafo consonantal:

Alternativas
Q4243002 Português

Leia o texto a seguir:


O avanço das tecnologias digitais tem proporcionado novas oportunidades de inclusão social para a população idosa. Aplicativos de mensagens, serviços bancários online e plataformas de comunicação permitem que muitos idosos mantenham contato com familiares, realizem tarefas cotidianas e tenham acesso a informações de forma mais rápida. Entretanto, para que esse processo ocorra de maneira eficaz, é necessário oferecer orientação adequada e promover o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao uso dessas ferramentas.


Considerando as normas da ortografia oficial da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE: 

Alternativas
Q4242920 Português
Quanto à correspondência entre letras e fonemas, assinale a alternativa que contém uma palavra com maior número de letras do que de fonemas: 
Alternativas
Q4242919 Português
"A leitura amplia o conhecimento, desenvolve o senso crítico e fortalece a capacidade de comunicação. Por isso, ler diariamente é um hábito importante para a formação do cidadão."

Com base no texto acima, assinale a alternativa em que a classificação gramatical da palavra destacada está CORRETA: 
Alternativas
Q4242384 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir.

“Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto.”

A expressão “Em seguida” exerce, nesse contexto, a função sintática de:
Alternativas
Q4242383 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere o trecho a seguir, extraído do texto de divulgação científica presente na prova:

“Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa (…).”

Assinale a alternativa correta em relação ao papel morfossintático e textual do termo destacado.
Alternativas
Q4242382 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere sintaticamente o trecho a seguir:
“Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos.”

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao trecho.

( ) O trecho classifica-se como uma frase nominal. Os particípios e o adjetivo caracterizam um referente recuperável na amplitude do texto e não em isolado.
( ) Os termos “por uns” e “por outros” exercem a função sintática de objetos diretos dos particípios de valor adjetivo que os antecedem.
( ) O fragmento apresenta sujeito indeterminado, identificado pela desinência verbal.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4242381 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Considere por completo esta parte do texto:

Fio Dental Vacinal

Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

Em uma revisão, qual aspecto merece maior cuidado para aprimorar a escrita e a cientificidade do texto?
Alternativas
Q4242380 Português
Texto


Fio dental que imuniza?
A ciência por trás de uma nova forma de vacinação


Amado por uns, ignorado por outros, mas indispensável para todos. Quem nunca sentiu aquele frio na barriga ao sentar na cadeira do dentista e se perguntar: “Será que usei fio dental o suficiente dessa vez?”. Sabemos bem que o uso regular do fio dental é essencial na prevenção de cáries e diversas doenças bucais, mas… e se ele pudesse ir além disso? E se, além de proteger nossos dentes, o fio dental também pudesse proteger contra vírus, funcionando como uma vacina?


Fio Dental Vacinal 


Sim, é real! Em julho de 2025, cientistas das universidades Texas Tech e Carolina do Norte, nos Estados Unidos, deram um passo importante rumo ao futuro da imunização sem agulhas. Eles desenvolveram uma nova tecnologia capaz de induzir a resposta imune diretamente pela gengiva, atuando como uma vacina capaz de ativar o sistema imunológico contra vírus e proteínas associadas a diversas doenças.

O estudo foi publicado na prestigiada revista Nature Biomedical Engineering e descreve uma estratégia simples, indolor e não invasiva de entrega de vacinas. Em vez de injeções, a abordagem utiliza materiais biocompatíveis aplicados sobre o epitélio juncional do sulco gengival (o pequeno espaço entre o dente e a gengiva). Essa região é altamente permeável e metabolicamente ativa, permitindo o trânsito de células do sistema imune, como neutrófilos e linfócitos, que atuam na defesa da cavidade oral contra patógenos. Ao interagir com esse tecido, o material vacinal estimula a resposta imune local e, consequentemente, induz uma resposta protetora sistêmica, de modo semelhante ao observado com vacinas convencionais.

Essa inovação representa um avanço para o desenvolvimento de vacinas de mucosa e de fácil aplicação, especialmente úteis em regiões com infraestrutura de saúde limitada ou para pessoas que têm medo de agulhas. Além disso, ela pode transformar a forma como combatemos infecções virais e outras doenças, oferecendo uma alternativa prática, acessível e menos invasiva.

[…]


A Pesquisa


Na pesquisa realizada, o experimento foi conduzido da seguinte maneira: um fio dental foi revestido com diferentes componentes vacinais, como proteínas, vírus inativados e RNA mensageiro (mRNA). Em seguida, os pesquisadores utilizaram esse fio para limpar os dentes de camundongos, simulando o uso comum do produto. O resultado foi impressionante: a técnica induziu uma ativação imune forte e duradoura em múltiplos órgãos. Foram detectados anticorpos não apenas na corrente sanguínea, mas também nas mucosas do nariz e dos pulmões, na saliva, nas fezes e até na medula óssea dos animais, um indicativo claro de resposta imunológica de longo prazo.

Para avaliar a eficácia protetora, os camundongos imunizados com o fio dental vacinal foram posteriormente expostos a uma infecção letal pelo vírus da influenza. O desfecho foi notável e todos os animais vacinados sobreviveram, enquanto os não vacinados sucumbiram à infecção.

Além dos testes em camundongos, a equipe também realizou um ensaio de prova de conceito em voluntários humanos. Nessa etapa, palitos de fio dental revestidos com um corante fluorescente foram utilizados para verificar se a aplicação atingia o sulco gengival, alvo da tecnologia. Resultado? O corante foi detectado no sulco em aproximadamente 60% dos participantes, demonstrando que o método é viável e promissor para uso clínico futuro.


Futuro


Os resultados obtidos até o momento demonstram o enorme potencial dessa tecnologia em transformar o modo como as vacinas são administradas. No entanto, ainda há etapas importantes a serem superadas antes que o “fio dental vacinal” chegue ao uso clínico. De acordo com especialistas, o próximo passo será avaliar a técnica em voluntários com diferentes condições de saúde gengival, o que permitirá entender melhor como o produto se comporta em populações diversas. Além disso, será fundamental aperfeiçoar a formulação dos materiais vacinais, garantindo adesão prolongada e liberação controlada dos antígenos na mucosa gengival.

[…]


Fonte: FERREIRA, V. G. Fio dental que imuniza? A ciência por
trás de uma nova forma de vacinação. Revista Blog do Profissão
Biotec, v. 12, 2026. Disponível em: <https://profissaobiotec.com.br/
fio-dental-que-imuniza-a-ciencia-por-tras-de-uma-nova-forma-de-
-vacinacao>.
Após a leitura do texto, avalie as informações apresentadas e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4242273 Português

Texto


Vacina contra VSR em idosos reduz internações em 75%



Análise comparou 520 mil vacinados com 2 milhões de não vacinados

Autoria: Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil



O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.


Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.


O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.


Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.


Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.


De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.


O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.


“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.


Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.


Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.


De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.


“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.


O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.


No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.


Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.


A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.


O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.



Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ vacina-contra-vsr-em-idosos-reduz-internacoes-em-75.

Considere o trecho a seguir:

“De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.”
Assinale a alternativa correta quanto à classificação e à estrutura sintática do sujeito da forma verbal “possibilitou”.
Alternativas
Q4242272 Português

Texto


Vacina contra VSR em idosos reduz internações em 75%



Análise comparou 520 mil vacinados com 2 milhões de não vacinados

Autoria: Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil



O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.


Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.


O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.


Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.


Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.


De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.


O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.


“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.


Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.


Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.


De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.


“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.


O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.


No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.


Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.


A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.


O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.



Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ vacina-contra-vsr-em-idosos-reduz-internacoes-em-75.

Considere o fragmento abaixo:
“O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês.”
Assinale a alternativa correta do ponto de vista da norma-padrão e da clareza textual.
Alternativas
Q4242271 Português

Texto


Vacina contra VSR em idosos reduz internações em 75%



Análise comparou 520 mil vacinados com 2 milhões de não vacinados

Autoria: Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil



O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.


Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.


O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.


Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.


Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.


De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.


O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.


“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.


Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.


Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.


De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.


“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.


O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.


No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.


Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.


A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.


O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.



Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ vacina-contra-vsr-em-idosos-reduz-internacoes-em-75.

Assinale a alternativa correta com base na estruturação argumentativa, na articulação das informações e nos dados estatísticos apresentados no texto.
Alternativas
Q4242270 Português

Texto


Vacina contra VSR em idosos reduz internações em 75%



Análise comparou 520 mil vacinados com 2 milhões de não vacinados

Autoria: Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil



O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.


Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.


O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.


Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.


Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.


De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.


O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.


“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.


Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.


Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.


De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.


“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.


O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.


No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.


Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.


A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.


O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.



Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ vacina-contra-vsr-em-idosos-reduz-internacoes-em-75.

A leitura do texto permite concluir que:
Alternativas
Q4242209 Português
Texto


Já notou que seus avós encolhem enquanto você cresce? A medicina explica


— Como em uma gangorra, idosos perdem até sete centímetros, enquanto a altura dos netos aumenta


— Funcionamento dos ossos e dos músculos em idades avançadas contribuem para o encolhimento


Autor: João Kawada


Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80. Juntas, adoram pintar quadros de gatinhos e paisagens coloridas.

Entre uma visita e outra, Bibi, o apelido da mais nova, foi percebendo que a avó parecia menor diante do cavalete, enquanto ela o alcançava sem esforço. Dona Thereza até brinca com a situação: “Vou começar a pintar de salto alto”.

Talvez você já tenha percebido esse fenômeno. Com o tempo, os netos crescem, ficando cada vez mais altos, e os avós decrescem, encolhendo conforme avança a idade. É como numa gangorra: as coisas se invertem. E isso não é mera impressão, segundo a medicina.

A partir dos 40 anos, o ser humano a perde cerca de 1 centímetro por década, segundo o MedlinePlus, site que funciona como uma enorme biblioteca de medicina. Depois dos 70, o processo acelera, podendo variar de 2,5 cm a 7,5 cm ao longo do restante da vida — equivalente ao tamanho de uma bola de tênis.

Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki, da Sociedade Brasileira de Coluna — ortopedista é o médico que cuida de ossos, músculos e coluna.

Os ossos funcionam como pilares que sustentam o corpo, parecidos com os mesmos pilares usados para segurar uma casa ou os famosos templos da Grécia. Sem eles, seríamos moles como gelatina. Com o tempo, eles ficam mais fracos e achatados, o que nos faz diminuir.

Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso. Os ossos dela tendem a ficar mais frágeis depois da menopausa, fase na qual o corpo da mulher deixa de poder ter filhos e diminui a produção de hormônios — substâncias mensageiras que indicam ao organismo suas tarefas.

[…]


Os músculos também mudam. São como elásticos que puxam ossos para correr, brincar, falar e até respirar. Com o passar dos anos, ficam menores e mais fracos, o que pode dificultar movimentos simples, como levantar-se de uma cadeira ou carregar peso. E tem mais: a coluna é um tubo de ossos empilhados nas costas com a função de mexer, virar e dobrar. Nela, há 23 discos —parecidos com almofadinhas cheias de água— que amortecem movimentos.

Durante o dia, eles perdem líquido quando andamos e pulamos. À noite, recuperam parte da água, mas, com os anos, param de “inchar” como antes. Nesse processo, alguns centímetros também se vão.

Mas dá para prevenir tudo isso? Sim. O ortopedista Lucas Jacobus, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, recomenda alguns cuidados durante a juventude: alimentar-se bem, com cálcio e vitamina D, tomar sol e praticar atividades físicas de força e equilíbrio.

Também é importante, ele diz, evitar o cigarro e o excesso de álcool, além de tratar cedo doenças que enfraquecem.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/09/ja-notouque-seus-avos-encolhem-enquanto-voce-cresce-a-medicinaexplica.shtml
No trecho “Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso.”, qual verbo está empregado no passado?
Alternativas
Q4242208 Português
Texto


Já notou que seus avós encolhem enquanto você cresce? A medicina explica


— Como em uma gangorra, idosos perdem até sete centímetros, enquanto a altura dos netos aumenta


— Funcionamento dos ossos e dos músculos em idades avançadas contribuem para o encolhimento


Autor: João Kawada


Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80. Juntas, adoram pintar quadros de gatinhos e paisagens coloridas.

Entre uma visita e outra, Bibi, o apelido da mais nova, foi percebendo que a avó parecia menor diante do cavalete, enquanto ela o alcançava sem esforço. Dona Thereza até brinca com a situação: “Vou começar a pintar de salto alto”.

Talvez você já tenha percebido esse fenômeno. Com o tempo, os netos crescem, ficando cada vez mais altos, e os avós decrescem, encolhendo conforme avança a idade. É como numa gangorra: as coisas se invertem. E isso não é mera impressão, segundo a medicina.

A partir dos 40 anos, o ser humano a perde cerca de 1 centímetro por década, segundo o MedlinePlus, site que funciona como uma enorme biblioteca de medicina. Depois dos 70, o processo acelera, podendo variar de 2,5 cm a 7,5 cm ao longo do restante da vida — equivalente ao tamanho de uma bola de tênis.

Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki, da Sociedade Brasileira de Coluna — ortopedista é o médico que cuida de ossos, músculos e coluna.

Os ossos funcionam como pilares que sustentam o corpo, parecidos com os mesmos pilares usados para segurar uma casa ou os famosos templos da Grécia. Sem eles, seríamos moles como gelatina. Com o tempo, eles ficam mais fracos e achatados, o que nos faz diminuir.

Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso. Os ossos dela tendem a ficar mais frágeis depois da menopausa, fase na qual o corpo da mulher deixa de poder ter filhos e diminui a produção de hormônios — substâncias mensageiras que indicam ao organismo suas tarefas.

[…]


Os músculos também mudam. São como elásticos que puxam ossos para correr, brincar, falar e até respirar. Com o passar dos anos, ficam menores e mais fracos, o que pode dificultar movimentos simples, como levantar-se de uma cadeira ou carregar peso. E tem mais: a coluna é um tubo de ossos empilhados nas costas com a função de mexer, virar e dobrar. Nela, há 23 discos —parecidos com almofadinhas cheias de água— que amortecem movimentos.

Durante o dia, eles perdem líquido quando andamos e pulamos. À noite, recuperam parte da água, mas, com os anos, param de “inchar” como antes. Nesse processo, alguns centímetros também se vão.

Mas dá para prevenir tudo isso? Sim. O ortopedista Lucas Jacobus, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, recomenda alguns cuidados durante a juventude: alimentar-se bem, com cálcio e vitamina D, tomar sol e praticar atividades físicas de força e equilíbrio.

Também é importante, ele diz, evitar o cigarro e o excesso de álcool, além de tratar cedo doenças que enfraquecem.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/09/ja-notouque-seus-avos-encolhem-enquanto-voce-cresce-a-medicinaexplica.shtml
 No trecho “Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki”, qual das palavras é classificada como pronome?
Alternativas
Q4242207 Português
Texto


Já notou que seus avós encolhem enquanto você cresce? A medicina explica


— Como em uma gangorra, idosos perdem até sete centímetros, enquanto a altura dos netos aumenta


— Funcionamento dos ossos e dos músculos em idades avançadas contribuem para o encolhimento


Autor: João Kawada


Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80. Juntas, adoram pintar quadros de gatinhos e paisagens coloridas.

Entre uma visita e outra, Bibi, o apelido da mais nova, foi percebendo que a avó parecia menor diante do cavalete, enquanto ela o alcançava sem esforço. Dona Thereza até brinca com a situação: “Vou começar a pintar de salto alto”.

Talvez você já tenha percebido esse fenômeno. Com o tempo, os netos crescem, ficando cada vez mais altos, e os avós decrescem, encolhendo conforme avança a idade. É como numa gangorra: as coisas se invertem. E isso não é mera impressão, segundo a medicina.

A partir dos 40 anos, o ser humano a perde cerca de 1 centímetro por década, segundo o MedlinePlus, site que funciona como uma enorme biblioteca de medicina. Depois dos 70, o processo acelera, podendo variar de 2,5 cm a 7,5 cm ao longo do restante da vida — equivalente ao tamanho de uma bola de tênis.

Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki, da Sociedade Brasileira de Coluna — ortopedista é o médico que cuida de ossos, músculos e coluna.

Os ossos funcionam como pilares que sustentam o corpo, parecidos com os mesmos pilares usados para segurar uma casa ou os famosos templos da Grécia. Sem eles, seríamos moles como gelatina. Com o tempo, eles ficam mais fracos e achatados, o que nos faz diminuir.

Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso. Os ossos dela tendem a ficar mais frágeis depois da menopausa, fase na qual o corpo da mulher deixa de poder ter filhos e diminui a produção de hormônios — substâncias mensageiras que indicam ao organismo suas tarefas.

[…]


Os músculos também mudam. São como elásticos que puxam ossos para correr, brincar, falar e até respirar. Com o passar dos anos, ficam menores e mais fracos, o que pode dificultar movimentos simples, como levantar-se de uma cadeira ou carregar peso. E tem mais: a coluna é um tubo de ossos empilhados nas costas com a função de mexer, virar e dobrar. Nela, há 23 discos —parecidos com almofadinhas cheias de água— que amortecem movimentos.

Durante o dia, eles perdem líquido quando andamos e pulamos. À noite, recuperam parte da água, mas, com os anos, param de “inchar” como antes. Nesse processo, alguns centímetros também se vão.

Mas dá para prevenir tudo isso? Sim. O ortopedista Lucas Jacobus, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, recomenda alguns cuidados durante a juventude: alimentar-se bem, com cálcio e vitamina D, tomar sol e praticar atividades físicas de força e equilíbrio.

Também é importante, ele diz, evitar o cigarro e o excesso de álcool, além de tratar cedo doenças que enfraquecem.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/09/ja-notouque-seus-avos-encolhem-enquanto-voce-cresce-a-medicinaexplica.shtml

 Considere a parte a seguir.


“Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80.”


Assinale a alternativa em que a palavra mencionada é um substantivo próprio.

Alternativas
Q4242206 Português
Texto


Já notou que seus avós encolhem enquanto você cresce? A medicina explica


— Como em uma gangorra, idosos perdem até sete centímetros, enquanto a altura dos netos aumenta


— Funcionamento dos ossos e dos músculos em idades avançadas contribuem para o encolhimento


Autor: João Kawada


Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80. Juntas, adoram pintar quadros de gatinhos e paisagens coloridas.

Entre uma visita e outra, Bibi, o apelido da mais nova, foi percebendo que a avó parecia menor diante do cavalete, enquanto ela o alcançava sem esforço. Dona Thereza até brinca com a situação: “Vou começar a pintar de salto alto”.

Talvez você já tenha percebido esse fenômeno. Com o tempo, os netos crescem, ficando cada vez mais altos, e os avós decrescem, encolhendo conforme avança a idade. É como numa gangorra: as coisas se invertem. E isso não é mera impressão, segundo a medicina.

A partir dos 40 anos, o ser humano a perde cerca de 1 centímetro por década, segundo o MedlinePlus, site que funciona como uma enorme biblioteca de medicina. Depois dos 70, o processo acelera, podendo variar de 2,5 cm a 7,5 cm ao longo do restante da vida — equivalente ao tamanho de uma bola de tênis.

Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki, da Sociedade Brasileira de Coluna — ortopedista é o médico que cuida de ossos, músculos e coluna.

Os ossos funcionam como pilares que sustentam o corpo, parecidos com os mesmos pilares usados para segurar uma casa ou os famosos templos da Grécia. Sem eles, seríamos moles como gelatina. Com o tempo, eles ficam mais fracos e achatados, o que nos faz diminuir.

Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso. Os ossos dela tendem a ficar mais frágeis depois da menopausa, fase na qual o corpo da mulher deixa de poder ter filhos e diminui a produção de hormônios — substâncias mensageiras que indicam ao organismo suas tarefas.

[…]


Os músculos também mudam. São como elásticos que puxam ossos para correr, brincar, falar e até respirar. Com o passar dos anos, ficam menores e mais fracos, o que pode dificultar movimentos simples, como levantar-se de uma cadeira ou carregar peso. E tem mais: a coluna é um tubo de ossos empilhados nas costas com a função de mexer, virar e dobrar. Nela, há 23 discos —parecidos com almofadinhas cheias de água— que amortecem movimentos.

Durante o dia, eles perdem líquido quando andamos e pulamos. À noite, recuperam parte da água, mas, com os anos, param de “inchar” como antes. Nesse processo, alguns centímetros também se vão.

Mas dá para prevenir tudo isso? Sim. O ortopedista Lucas Jacobus, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, recomenda alguns cuidados durante a juventude: alimentar-se bem, com cálcio e vitamina D, tomar sol e praticar atividades físicas de força e equilíbrio.

Também é importante, ele diz, evitar o cigarro e o excesso de álcool, além de tratar cedo doenças que enfraquecem.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/09/ja-notouque-seus-avos-encolhem-enquanto-voce-cresce-a-medicinaexplica.shtml
No trecho “É como numa gangorra: as coisas se invertem”, a comparação com uma gangorra significa que:
Alternativas
Q4242205 Português
Texto


Já notou que seus avós encolhem enquanto você cresce? A medicina explica


— Como em uma gangorra, idosos perdem até sete centímetros, enquanto a altura dos netos aumenta


— Funcionamento dos ossos e dos músculos em idades avançadas contribuem para o encolhimento


Autor: João Kawada


Beatriz, de 11 anos, passa parte das férias na casa da avó Thereza, de 80. Juntas, adoram pintar quadros de gatinhos e paisagens coloridas.

Entre uma visita e outra, Bibi, o apelido da mais nova, foi percebendo que a avó parecia menor diante do cavalete, enquanto ela o alcançava sem esforço. Dona Thereza até brinca com a situação: “Vou começar a pintar de salto alto”.

Talvez você já tenha percebido esse fenômeno. Com o tempo, os netos crescem, ficando cada vez mais altos, e os avós decrescem, encolhendo conforme avança a idade. É como numa gangorra: as coisas se invertem. E isso não é mera impressão, segundo a medicina.

A partir dos 40 anos, o ser humano a perde cerca de 1 centímetro por década, segundo o MedlinePlus, site que funciona como uma enorme biblioteca de medicina. Depois dos 70, o processo acelera, podendo variar de 2,5 cm a 7,5 cm ao longo do restante da vida — equivalente ao tamanho de uma bola de tênis.

Isso acontece por vários motivos. É comum, por exemplo, a postura encurvar, em especial na parte de cima das costas, explica o ortopedista Henrique Motizuki, da Sociedade Brasileira de Coluna — ortopedista é o médico que cuida de ossos, músculos e coluna.

Os ossos funcionam como pilares que sustentam o corpo, parecidos com os mesmos pilares usados para segurar uma casa ou os famosos templos da Grécia. Sem eles, seríamos moles como gelatina. Com o tempo, eles ficam mais fracos e achatados, o que nos faz diminuir.

Se você já notou que sua avó encolhe mais do que o seu avô, há uma explicação também para isso. Os ossos dela tendem a ficar mais frágeis depois da menopausa, fase na qual o corpo da mulher deixa de poder ter filhos e diminui a produção de hormônios — substâncias mensageiras que indicam ao organismo suas tarefas.

[…]


Os músculos também mudam. São como elásticos que puxam ossos para correr, brincar, falar e até respirar. Com o passar dos anos, ficam menores e mais fracos, o que pode dificultar movimentos simples, como levantar-se de uma cadeira ou carregar peso. E tem mais: a coluna é um tubo de ossos empilhados nas costas com a função de mexer, virar e dobrar. Nela, há 23 discos —parecidos com almofadinhas cheias de água— que amortecem movimentos.

Durante o dia, eles perdem líquido quando andamos e pulamos. À noite, recuperam parte da água, mas, com os anos, param de “inchar” como antes. Nesse processo, alguns centímetros também se vão.

Mas dá para prevenir tudo isso? Sim. O ortopedista Lucas Jacobus, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, recomenda alguns cuidados durante a juventude: alimentar-se bem, com cálcio e vitamina D, tomar sol e praticar atividades físicas de força e equilíbrio.

Também é importante, ele diz, evitar o cigarro e o excesso de álcool, além de tratar cedo doenças que enfraquecem.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/09/ja-notouque-seus-avos-encolhem-enquanto-voce-cresce-a-medicinaexplica.shtml
Segundo o texto, o que Beatriz e sua avó gostam de fazer juntas?
Alternativas
Q4242192 Português
Em significação das palavras, os pares brilhante/resplandecente; feliz/triste; assoar/assuar; az/ás, são respectivamente:
Alternativas
Q4242191 Português
Sobre regência verbal, marque os itens com (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Implicar no sentido de trazer como consequência, acarretar, é verbo transitivo direto, isto é, constrói-se com objeto direto.
( ) Implicar constrói-se com dois complementos, no sentido de envolver, enredar, comprometer.
( ) Querer significando desejar, pede objeto direto.
( ) Querer com a significação de amar ou ter afeto a alguém ou alguma coisa, usa-se como objeto indireto da pessoa, ou coisa a que se quer bem.
( ) Residir com o seu sinônimo morar, constrói-se residir com a preposição em e não a, tanto no sentido próprio como no figurado. 
Alternativas
Respostas
1621: D
1622: C
1623: A
1624: C
1625: E
1626: A
1627: C
1628: B
1629: D
1630: B
1631: A
1632: E
1633: D
1634: D
1635: A
1636: B
1637: E
1638: C
1639: D
1640: C